Economia

Preço da gasolina cai ao menor patamar em mais de um ano

Foto: Divulgação

O preço da gasolina registrou queda nos postos pela quinta semana seguida, de acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Na bomba, o preço do litro da gasolina caiu de R$ 5,89, na semana passada, para R$ 5,74 nesta semana (entre os dias 24 e 30 de julho). É uma queda de 2,54%.

O preço desta semana é o menor patamar desde julho do ano passado, quando o preço médio da gasolina ficou em R$ 5,81 no mês, informou a ANP.

O menor preço da gasolina ocorre após a redução do ICMS sobre combustíveis nos estados e vem ganhando força com as reduções promovidas pela Petrobras na refinarias. Foram duas quedas em dez dias. A mais recente começou a valer nessa sexta (29), com recuo de 3,88%.

O Globo

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Economia

Pagamento irregular de auxílio emergencial atingiu R$ 11,3 bilhões

Foto: Reprodução

Durante a pandemia, o governo federal pagou auxílio emergencial a 135,7 mil pessoas mortas, segundo relatório de auditoria da Controladoria-Geral da União. Além dos mortos, o benefício também foi repassado de forma indevida a pessoas com vínculo formal de trabalho, menores de idade, membros das Forças Armadas e agentes públicos.

O prejuízo aos cofres públicos nos anos de 2020 e 2021, considerando todas as fraudes, foi de quase R$ 11,3 bilhões, atingindo 5,2 milhões de beneficiários – 7,7% do total.

Só em relação aos beneficiários com “indicativo de óbito”, foram pagos mais de R$ 390 milhões. Em resposta à CGU, o Ministério da Cidadania reconheceu falha nos pagamentos: “fazíamos a avaliação do óbito pelo CPF da pessoa sem utilização da data de nascimento para uma dupla checagem”.

Estadão Conteúdo

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Brasil

BOA NOTÍCIA: Desemprego cai para 9,3% no segundo trimestre, diz IBGE

Foto: Divulgação

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 9,3% no trimestre encerrado em junho, queda de 1,8 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, informou o IBGE nesta sexta-feira (29). É o menor patamar para o período desde 2015, quando a taxa ficou em 8,4%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.

Segundo o IBGE, o número de desempregados recuou 15,6% em relação ao trimestre anterior, chegando a 10,1 milhões de pessoas. Isso representa 1,9 milhão de pessoas a menos em busca por trabalho no país.

“A retração da taxa de desocupação no segundo trimestre segue movimento já observado em outros anos. Em 2022, contudo, a queda mais acentuada dessa taxa foi provocada pelo avanço significativo da população ocupada em relação ao primeiro trimestre”, destaca a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy.

A população ocupada é a maior desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012, disse o instituto. Esse contingente foi estimado em 98,3 milhões, o que representa uma alta de 3,1% frente ao trimestre anterior. São 3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho, sendo 1,1 milhão na informalidade. Na comparação com o mesmo período de 2021, a alta é de 8,9 milhões de trabalhadores.

O número de trabalhadores informais, estimado em 39,3 milhões, também foi o maior da série histórica do indicador, iniciada em 2016. Fazem parte dessa população os trabalhadores sem carteira assinada, empregadores e conta própria sem CNPJ, além de trabalhadores familiares auxiliares.

“Nesse segundo trimestre, houve a retomada do crescimento do número de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, que havia caído no primeiro trimestre. Além disso, outras categorias principais da informalidade, que são os empregados sem carteira no setor privado e os trabalhadores domésticos sem carteira, continuaram aumentando”, diz a pesquisadora. A taxa de informalidade foi de 40% no trimestre encerrado em junho.

CNN

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Brasil

Gasolina fica R$ 0,15 mais barata nas refinarias nesta sexta; É a segunda redução no mês

Foto: Sérgio Lima/Poder360

A redução de R$ 0,15 no preço médio de venda da gasolina nas refinarias às distribuidoras começa a vigorar a partir desta sexta-feira (29). O valor do litro passa de R$ 3,86 para R$ 3,71, uma queda de 3,88%, que não é repassada imediatamente ao consumidor. É a segunda redução feita pela Petrobras em menos de um mês.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela recebida pela estatal no preço ao consumidor passará de, em média, R$ 2,81 para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba.

Com a nova determinação, o valor cobrado pela gasolina nas distribuidoras vai apresentar um recuo de R$ 0,35 (8,26%) no período de dez dias. No último dia 20 de julho, o combustível teve redução de 4,9% no valor cobrado pelo litro, de R$ 4,06 para os atuais R$ 3,86.

R7

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Economia

Brasil cria 1,3 milhão de vagas de trabalho no 1º semestre de 2022, aponta Caged

Foto: Agência Brasil/divulgação

O Brasil abriu 277.944 empregos formais (com carteira assinada) em junho deste ano, segundo o Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Esse resultado decorreu de 1.898.876 admissões e 1.620.932 desligamentos.

No acumulado do ano de 2022, foi registrado saldo de 1.334.791 empregos, decorrente de 11.633.347 admissões e 10.298.556 desligamentos (com ajustes até junho de 2022). Em 2021, esse valor foi de 1.478.998.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, em junho de 2022 contabilizou 42.013.146 vínculos, o que representa uma variação de +0,67% em relação ao estoque do mês anterior. É a primeira vez na história que esse valor é atingido.

“O setor de serviços foi o principal, que sempre está à frente na criação de novos empregos”, afirmou o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, durante entrevista coletiva nesta quinta-feira. “A meta é chegar ao final do ano com 1,5 milhão. Já é possível sonhar que teremos resultado bastante positivo no fim deste ano.”

As atualizações recentes têm mostrado defasagem nos dados do Caged. Somente em 2020, as revisões revelam que foram cortados mais de 190 mil postos de trabalho com carteira assinada, ante 142.690 contratações anunciadas inicialmente.

Os dados positivos da contratação formal surgem no mesmo momento em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) registra que o desemprego figura no menor nível desde 2015 mas ainda atinge 9,8% da população, o equivalente a 10,6 milhões de profissionais.

R7

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Economia

Petrobras aprova nova diretriz de formação de preços dos combustíveis

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira (27), a Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno a ser aplicada aos derivados de petróleo e gás natural, comercializados no mercado interno, incluindo o próprio Conselho de Administração e o Conselho Fiscal na supervisão da execução das políticas de preço da petroleira.

A diretriz incorpora uma camada adicional de supervisão da execução das políticas de preço pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, a partir do reporte trimestral da Diretoria Executiva, “formalizando prática já existente“.

A diretriz, no entanto, não vai alterar a política de equilíbrio de preços da empresa com os mercados nacionais e internacionais. “Vale destacar que a referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais, e tampouco no Estatuto Social da companhia”, informou a estatal.

Na execução das Políticas de Preços, buscando maximizar a geração de valor para Companhia, a Diretoria Executiva, ou alçada por ela delegada, deverá acompanhar a evolução do mercado brasileiro de derivados de petróleo [considerando, por exemplo, o efeito da venda de ativos de refino], dos produtos substitutos e a atuação dos importadores, tendo como principal balizador de preço competitivo o equilíbrio dos preços da Petrobras com os mercados nacional e internacional e observando também a participação de mercado necessária para a otimização de seus ativos, bem como a preservação de um ambiente competitivo salutar, nos termos da Legislação em vigor”, explicou a Petrobras.

Embora acrescente os conselhos de Administração e Fiscal, a diretriz reiterou a competência da Diretoria Executiva na execução das políticas de preço, para “preservar e priorizar o resultado econômico da companhia, na direção de maximizar a sua geração de valor”.

Os procedimentos relacionados à execução da política de preço, tais como, a periodicidade dos ajustes dos preços dos produtos, os percentuais e valores de tais ajustes, a conveniência e oportunidade em relação à decisão dos ajustes dos preços permanecem sob a competência da Diretoria Executiva”, observou.

Ainda de acordo com a diretriz, “a Diretoria Executiva deverá reportar trimestralmente ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal a evolução dos preços praticados no mercado nacional para diesel, gasolina e GLP, bem como da participação da Petrobras nestes mercados”.

Agência Brasil

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Brasil

Julho deve ter maior queda inflacionária desde início do Plano Real, avaliam economistas

Foto: Divulgação

Após 25 meses de preços em alta, o Brasil deve registrar deflação em julho. É o que preveem economistas consultados pelas CNN Brasil.

A expectativa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre) é de que a inflação no país recue em até 0,6% em julho, como resposta ao barateamento dos combustíveis e da energia elétrica.

Caso a projeção se concretize, será a maior queda inflacionária para um mês desde o início do Plano Real, em 1994, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até então, o recuo mais expressivo no país aconteceu em agosto de 1998, de 0,51%.

Nesta terça-feira (26), a desaceleração da inflação neste mês foi indicada no IPCA-15, que ficou em 0,13%. Para o economista do FGV-Ibre, André Braz, a análise, devido à data da coleta, não conseguiu mensurar o total impacto da redução da gasolina e da energia elétrica, motivada pela limitação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“A prévia do IBGE não contemplou todo o impacto gerado pela queda no imposto do ICMS. Esse resultado não mostra que estamos com a inflação controlada, muito pelo contrário, ainda seguimos com números altos e descontrolados. O bom resultado deste mês acontece apenas por conta dessa redução do imposto. Ainda não é uma luz no final do túnel”, declarou o economista.

Totalizando mais de 10% dos gastos mensais de um brasileiro, segundo Braz, combustíveis e energia tiveram uma diminuição significativa após a aprovação de uma lei nacional que obriga um teto de 17% a 18% no ICMS.

Para Fábio Romão, da LCA Consultores, que projeta uma deflação de 0,63% em julho, a redução da gasolina de R$ 4,06 para R$ 3,86, anunciada pela Petrobras às distribuidoras, também atua para o resultado no mês.

Segundo o último boletim da ANP, o combustível está com preço médio de R$ 5,89 no país, patamar que não era atingido desde agosto do ano passado.

O Levantamento da LCA Consultores estima uma queda de 3,76% no segmento de transportes. Quanto ao segmento de habitação, o estudo estima que queda de 1,75%, influenciada pelos preços do botijão de gás e, sobretudo, da energia elétrica residencial, que deve cair 8,08%.

Já a alimentação deve continuar em alta, puxada especialmente pelas frutas, aves, ovos, carnes, peixes, leites e seus derivados.

O economista e professor da PUC-Rio Roberto Simonard alerta que a queda nos preços em julho não deve ser uma tendência para os próximos meses.

“Penso que essa queda realmente deve ser pontual e não deva se manter até o fim do ano. As pressões inflacionárias, inclusive internacionais, são um cenário que está colocado. Vemos aumentos de preços que vêm do exterior, causados por problemas de produção, e que estão pressionando as inflações desses países. E esses efeitos inflacionários do exterior acabam chegando no Brasil e impactando também preços brasileiros”, avalia o economista.

O resultado oficial da inflação brasileira de julho será divulgado no dia 9 de agosto pelo IBGE.

CNN

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Brasil

Conselho discute mudança na política de preços da Petrobras nesta quarta

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Conselho de Administração da Petrobras se reúne nesta quarta-feira (27) para discutir a atual política de preços dos combustíveis praticada pela estatal, que alinha os valores cobrados pelas refinarias às variações da cotação internacional do petróleo e do câmbio.

Os conselheiros vão debater uma proposta que prevê que, a partir de agora, o próprio Conselho de Administração da companhia seria o responsável por estabelecer a política de preços. Com isso, a diretoria executiva da estatal passaria a apenas executar as decisões.

Hoje, quem decide sobre reajustes dos combustíveis na Petrobras é o presidente da estatal, o diretor financeiro e o diretor de logística. Os três decidem, com base na cotação do dólar e do petróleo, e informam ao Conselho de Administração.

O encontro do colegiado marcado para esta quarta-feira acontece na sede da estatal, no Centro do Rio de Janeiro. O presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, que também é um dos 11 conselheiros, não deverá participar do encontro, pois se recupera de uma cirurgia.

Segundo uma fonte, o principal assunto na pauta é a proposta de uma nova regra para a política de preços, que está sendo tratada como “uma mudança estrutural para a companhia”.

Pressão para reduzir preço do diesel

O governo também já vem pressionando a estatal para reduzir o preço do diesel nas refinarias, mas a diretoria vem resistindo alegando que ainda não há espaço. Dados da Abicom, que reúne os importadores de combustíveis, apontam que o preço do diesel no Brasil vem alternando cenários de equilíbrio e de preços mais caros em relação ao cenário internacional nas duas últimas semanas.

Dividendos superiores a R$ 50 bi

Na quinta-feira, o Conselho volta a se reunir para tratar dos resultados da companhia no segundo trimestre — cujo balanço será divulgado no mesmo dia com a perspectiva de novo lucro bilionário — e deliberar sobre o pagamento de dividendos.

Uma fonte disse que a empresa tem hoje fluxo de caixa para pagar dividendos superiores a R$ 50 bilhões a seus acionistas. A ideia, conforme revelou O GLOBO, é que a estatal antecipe a distribuição de dividendos para ajudar na engenharia fiscal do governo para compensar o aumento dos gastos públicos às vésperas da eleição.

O mercado financeiro espera dividendos robustos de R$ 38 bilhões. Na segunda-feira, a estatal informou que não havia uma decisão tomada sobre o tema.

No ano passado, a estatal, sob o comando de Joaquim Silva e Luna, aprovou o pagamento de antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2021. A ideia é fazer algo semelhante esse ano.

A União, por ser a maior acionista da empresa com 28,67% de todo o capital, fica com a maior parte dos dividendos. O aumento no pagamento de dividendos ocorre após pedido do governo federal e deve ser seguido por outras estatais como a Caixa e o BNDES.

Troca de conselheiros

Os encontros do Conselho de Administração da Petrobras desta semana serão os últimos com os atuais representantes. No dia 19 de agosto, os acionistas vão se reunir para votar a nova composição do colegiado.

O governo decidiu manter as indicações do secretário-executivo da Casa Civil, Jônathas Castro, e do procurador-geral da Fazenda Nacional, Ricardo Soriano de Alencar, para integrar o colegiado, apesar de parecer contrário do Comitê de Elegibilidade (Celeg) e do atual Conselho de Administração.

O Globo

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Economia

Governo publica MP que amplia Auxílio Brasil e vale-gás

Foto: Douglas Rodrigues/Poder360

O governo publicou em edição extra do Diário Oficial da União a MP (medida provisória) 1.130/2022 que abre crédito extraordinário de R$ 27 bilhões para programas como Auxílio Brasil e vale-gás.

“Cabe esclarecer que a abertura do crédito extraordinário em questão não afeta o teto de gastos nem o cumprimento da meta de resultado primário, conforme prevê a própria Emenda Constitucional nº 123, de 2022”, diz o governo.

Além do Auxílio Brasil e do vale-gás, a MP autoriza gastos de R$ 500 milhões com aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar para promoção da segurança alimentar e nutricional. A medida também reserva R$ 86,9 milhões para custos e encargos bancários relativos à execução da extensão do Programa Auxílio Brasil.

“Tendo em vista a promulgação da referida emenda e os impactos sociais decorrentes da súbita elevação dos preços dos combustíveis, surgiu a necessidade de realização de aporte de recursos para fazer frente à ampliação de rede de proteção social”, prossegue em nota.

Poder360

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Economia

Depois da gasolina, Petrobras não descarta reduzir preço do diesel

Foto: Reprodução

Com a queda de 4,9% no preço da gasolina nas refinarias da Petrobras, que entrou em vigor na quarta-feira (20), aumentaram as especulações e apostas de que também vai haver redução no valor do óleo diesel. Esse combustível é vendido no Brasil com valor entre 2% e 3% mais alto que no mercado externo; antes do reajuste, o preço da gasolina nas refinarias era 8% maior que fora do país (R$ 0,30 por litro).

A diminuição foi possível devido a dois fatores principais: a política de redução de impostos do governo, implementada nas últimas semanas, e a manutenção do câmbio em um nível alto, o que gerou um leve aumento nos preços de referência do diesel e da gasolina no mercado internacional.

Apesar de não confirmar, a Petrobras também não descarta uma queda no preço desse combustível: “Com relação ao diesel, é importante esclarecer que cada produto derivado do petróleo possui mercado e dinâmica de valorização próprios, de acordo com seus balanços de oferta e demanda global. Dessa forma, a Petrobras segue monitorando o mercado e, por questões concorrenciais, não pode antecipar suas decisões sobre manutenção ou reajuste de preços.”

R7

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