Economia

Operação do Procon-JP já autuou 57 postos por aumento irregular no preço da gasolina

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A fiscalização da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa já autuou, até a tarde desta quarta-feira (13), 57 postos de combustíveis devido aumento irregular no preço da gasolina. A operação do Procon-JP denominada de ‘Margem Explosiva’ iniciou desde a última segunda-feira (11) e segue durante toda essa semana.

Na terça-feira (12), o Procon-JP percorreu os postos de combustíveis para indicar, ao consumidor, os estabelecimentos que não praticaram aumento no preço da gasolina, mantendo, nas bombas, valor abaixo dos R$ 6. O preço mais em conta foi registrado a R$ 5,85 no posto Ferrari (Centro).

“Nossa inspeção continuará até o Procon-JP percorrer todos os postos da Capital. A Secretaria também está requerendo, dentro do prazo de 48 horas contados a partir da data do recebimento, as últimas notas fiscais de compra e venda da gasolina aos postos que foram notificados. Essa documentação servirá para uma análise mais completa para anexar ao processo administrativo”, ressalta o secretário do Procon-JP, Junior Pires.

Parceiros – No primeiro dia, a operação contou com a ação conjunta do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (Imeq-PB), que verificou possíveis irregularidades nas bombas e bico e a validade dos produtos comercializados nos postos e conveniências. A operação teve, ainda, o apoio da Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa.

Penalidades – Os estabelecimentos autuados estão sujeitos às penalidades previstas na legislação, a exemplo da aplicação de multas e, dependendo da gravidade, ter as atividades suspensas temporariamente. O prazo legal para a defesa é de 10 dias úteis a partir da data do recebimento do documento.

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Economia

Varejo da Paraíba fecha primeiro semestre com 2º maior crescimento do País, revela IBGE

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O varejo da Paraíba fechou o primeiro semestre com a 2ª maior taxa de crescimento do País. A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada, nesta quarta-feira (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o volume de vendas no acumulado de janeiro a junho deste ano cresceu 6,2% sobre o mesmo período do ano passado, apresentando um descolamento no desempenho junto com Amapá (7,8%) e Santa Catarina (6,2%), que foram os Estados que tiveram as maiores taxas de crescimento do País.

A taxa de crescimento da Paraíba no primeiro semestre (6,2%) foi três vezes superior à média do País (1,8%). Já na comparação de junho sobre o mesmo mês do ano passado, a Paraíba apresentou a terceira maior alta do País (3,6%), enquanto a média nacional foi de apenas de 0,3%.

COMÉRCIO AMPLIADO – No indicador do comércio varejista ampliado –, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo –, a Paraíba apresentou também a segunda maior taxa de expansão do País no primeiro semestre (6%), enquanto a taxa do País foi de apenas 0,5%.

EMPREGO É FATOR POSITIVO – O gerente da pesquisa no IBGE, Cristiano Santos, afirmou que o fator positivo para o comércio “é o crescimento e melhora do mercado de trabalho com mais ocupação, mais renda e avanço da massa salarial. Isso ajuda no poder de compra”, pontuou.

“SAÚDE” DO ESTADO INFLUENCIA – O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, avaliou que “mesmo em um cenário macroeconômico mais desafiante com taxas de juros mais altas e que tendem afetar setores mais sensíveis à crise de crédito, como é o caso do varejo, a Paraíba continua se destacando nacionalmente no indicador mais pelos aspectos internos que nacionais ou internacionais, pois um temos um Estado equilibrado em suas contas públicas e que mantém investimentos públicos com recursos próprios crescentes a cada ano”, frisou

CONSUMO E EMPREGO SÃO CRESCENTES –Marialvo Laureano acrescentou dois outros indicadores importantes para o crescimento do varejo da Paraíba: a geração de emprego e o consumo das famílias. “Esses dois indicadores têm sido crescentes no Estado. Por exemplo, fechamos o primeiro semestre com saldo de mais 9 mil empregos com carteira assinada, segundo o Caged, uma expansão de 35,73% sobre o primeiro semestre do ano passado. Nos últimos seis anos e meio, criamos mais de 1,2 milhão de empregos e um saldo de 122 mil postos, enquanto o consumo das famílias paraibanas este ano será de R$ R$ 111,7 bilhões, o que representa um crescimento de 9,3% sobre o ano anterior, conforme o IPC Maps”, detalhou.

MAIS SOBRE A PESQUISA – A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra.

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Economia

Socorro contra tarifaço terá R$ 30 bi em crédito, compras do governo e adiamento de impostos

Foto: Wilton Junior/Estadão e Alex Brandon/AP

Depois de duas semanas de espera desde que o presidente americano Donald Trump oficializou o tarifaço contra o Brasil, o governo Lula apresenta nesta quarta-feira, 13, às 11h30, o plano de socorro aos setores atingidos. As propostas estão divididas em três grupos, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad: linhas de crédito, benefícios tributários e compras governamentais. Haverá a exigência de manutenção de empregos como contrapartida aos benefícios, mas com exceções a depender da empresa.

“O texto está 100% definido, é um projeto que contempla as várias demandas dos setores produtivos. Nós tivemos muitas reuniões com eles e penso que, dentro dos limites estabelecidos, ele contempla os afetados”, afirmou Haddad após audiência pública no Senado nesta terça-feira, 12.

Haddad também adiantou que o governo vai abrir crédito extraordinário para financiar as medidas. Isso significa que essas despesas ficarão de fora do limite de gastos do arcabouço, mas serão contabilizadas no cálculo da meta fiscal (balanço entre receitas e despesas das contas públicas).

Especialistas apontam que esses recursos podem ser usados para viabilizar as compras, pelo governo, de produtos que deixarão de ser exportados, bem como no caso de diferimento de impostos – quando as empresas adiam o pagamento dos tributos.

Em entrevista à Bandnews nesta terça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que será criada uma linha de crédito de R$ 30 bilhões, mas que esse montante “é só o começo” do plano de contingência.

“Estamos pensando em ajudar, sobretudo, as pequenas empresas: o pessoal que exporta tilápia, frutas, mel, máquinas. As grandes têm mais poder de resistência”, disse Lula.

Ajustes

Como revelou o Estadão, o governo preferiu deixar o anúncio das medidas para depois que o tarifaço fosse oficializado por Trump, para conseguir calibrar com mais precisão as propostas. No anúncio pelo governo americano, cerca de 40% da pauta exportadora do Brasil ficou excluída da alíquota de 50%.

Na visão da Fazenda, a estratégia se mostrou correta, porque acabou reduzindo riscos fiscais, já que menos setores foram atingidos.

Por um lado, há a preocupação de proteger os setores, principalmente as pequenas e médias empresas; por outro, existe também o objetivo de abrir novos mercados para reduzir a dependência das vendas para os EUA.

Com o receio de agravar o desequilíbrio fiscal, a governo calibrou para que a proposta fosse “tailor made” – ou seja, sob medida para cada empresa, após a análise do CNPJ de cada uma e o peso das exportações aos EUA em seu faturamento.

Em entrevista à GloboNews nesta semana, Haddad afirmou que o plano tem viés estrutural, para além de medidas conjunturais. Ele disse que estão incluídas duas reformas estruturais que envolvem medidas de crédito e o Fundo de Garantia para Exportações (FGE).

“Estamos fazendo uma reforma estrutural no FGE, com suporte dos demais fundos, para garantir que toda empresa brasileira – não só as grandes – que tiver vocação de exportação terá instrumentos modernos para fomentar a exportação para o mundo inteiro”, disse ele, citando a necessidade de redirecionar as exportações.

O ministro confirmou que o plano de contingência terá linhas de financiamento, além de contemplar a questão tributária e autorizar compras governamentais em determinados casos. Ele adiantou que a exigência de manutenção de empregos será flexibilizada.

“Manutenção de emprego está previsto na MP, mas há empresas que não vão poder garantir isso, porque o impacto é muito grande na sua produção, e a MP flexibiliza para alguns casos outros tipos de contrapartida”, disse Haddad. “É uma MP que tem que ter certa flexibilidade; são mais de 10 mil empresas, não vamos conseguir colocar na mesma moldura todo mundo ”, disse.

Estadão

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Economia

IPCA: inflação oficial sobe 0,26% em julho, abaixo do esperado

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,26% em julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (12). No acumulado de 2025, a inflação soma 3,26% e, em 12 meses, 5,23%.

Os números vieram abaixo das projeções do mercado. A mediana das estimativas de economistas consultados pela Reuters apontava taxa mensal de 0,37% em julho, e 5,33% para o acumulado de 12 meses.

A inflação, no entanto, permanece acima da meta do Banco Central que é de até 4,5% em 12 meses, já considerando a tolerância máxima.

A energia elétrica residencial voltou a ser o principal impacto individual no índice, com contribuição de 0,12 ponto percentual. No ano, o item acumula alta de 10,18%, maior variação para o período janeiro a julho desde 2018, segundo o IBGE. Em julho, o custo foi pressionado pela manutenção da bandeira tarifária vermelha patamar 1 e por reajustes em concessionárias de São Paulo (10,56%), Curitiba (2,47%) e Porto Alegre (1,48%). Sem a influência da energia, o IPCA teria ficado em 0,15%.

O grupo Habitação subiu 0,91% no mês, com impacto de 0,14 p.p., também refletindo reajustes na taxa de água e esgoto em Salvador, Brasília e Rio Branco.

InfoMoney

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Brasil

Brasil firma acordos econômicos com Rússia e China

Foto: reprodução

O Ministério da Fazenda firmou acordos com Rússia e China para criar mecanismos permanentes de diálogo econômico e financeiro. O texto foi publicado nesta 2ª feira (11.ago.2025) no DOU (Diário Oficial da União).

Os entendimentos têm como objetivo reforçar a cooperação em fóruns multilaterais, como Brics e G20, além de avançar projetos conjuntos, inclusive em infraestrutura e questões ambientais.

O acordo assinado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelo ministro das Finanças da Rússia, Anton Siluanov, cria formalmente um Diálogo Econômico e Financeiro bilateral, pensado como um canal estável de comunicação entre os ministérios dos 2 países.

Esse diálogo será coordenado por representantes de alto escalão: o subsecretário de Finanças Internacionais e Cooperação Econômica do Brasil e o diretor de Relações Financeiras Internacionais da Rússia.

As reuniões poderão ser presenciais ou virtuais e terão como pauta tópicos definidos de comum acordo. A proposta é reunir especialistas, trocar informações técnicas e integrar as discussões às atividades já conduzidas pela Comissão Intergovernamental Brasil-Rússia de Cooperação Econômica, Comercial, Científica e Tecnológica.

O documento define 7 áreas prioritárias de trabalho:

  • políticas macroeconômicas no contexto nacional, regional e global;
  • enfrentamento de desafios econômicos e discussão de reformas;
  • cooperação tributária;
  • financiamento de projetos de infraestrutura;
  • novas oportunidades de cooperação bilateral;
  • atuação conjunta em fóruns multilaterais (como Brics, G20 e instituições financeiras internacionais);
  • outros temas de interesse mútuo.

O memorando não cria obrigações jurídicas nem compromissos financeiros obrigatórios, mas estabelece que cada parte arcará com seus próprios custos e que as informações trocadas serão confidenciais, salvo autorização expressa.

O acordo com a China, assinado por Haddad e pelo ministro chinês das Finanças, Lan Fo’an, dá sequência a entendimentos firmados em 2024 e maio de 2025, nos quais os países se comprometeram a aproximar estratégias nacionais de desenvolvimento.

No lado brasileiro, isso inclui a NIB (Nova Indústria Brasil), o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o Plano de Transformação Ecológica e o Programa Rotas da Integração Sul-Americana; no lado chinês, a Iniciativa Cinturão e Rota.

O objetivo é alavancar projetos conjuntos e aumentar a qualidade da cooperação econômica, promovendo também a modernização de ambos os países e a integração regional sustentável. O documento reafirma o papel da Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação) como principal instância para coordenar ações bilaterais.

O memorando destaca a cooperação em finanças e registra o apoio da China ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre, iniciativa brasileira voltada à preservação ambiental com expectativa de impacto na COP30. Também ressalta a importância de que países desenvolvidos contribuam para mecanismos internacionais de proteção das florestas tropicais.

Assim como no caso da Rússia, não se trata de um tratado internacional com obrigações legais, mas de um marco político que direciona áreas de cooperação estratégica.

Poder 360

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Economia

Paraíba é um dos piores estados na distribuição dos impostos para a população, diz estudo

A chegada de 2021 (e de mais impostos) | Escritório Inteligente -  Transforme a sua contabilidade

Conhecido pela alta arrecadação tributária, o Brasil se destaca negativamente no cenário global por ser o país que menos reverte seus impostos em melhoria da qualidade de vida para a população. De acordo com o Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade por Estado (IRBES), do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), há uma disparidade preocupante na distribuição de impostos entre os próprios estados brasileiros para o bem-estar social.

Os dados já destacam que os cinco piores estados brasileiros na distribuição de seus impostos na melhoria de qualidade de vida foram, na ordem: Paraíba, Bahia, Alagoas, Pará e o Maranhão em último lugar.

O levantamento revela ainda que os estados, quando alcançam melhor retorno de seus impostos ao bem-estar, correspondem com as regiões mais ricas do país, como o Sudeste, Sul e Centro Oeste.

O IRBES estadual também trouxe as cinco melhores unidades federadas do Brasil. E, neste quesito foram: Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul. O destaque desta edição é, quando comparado em relação à primeira, houve alteração no ranking, com SC passando para terceiro e o RJ para o quarto lugar.

Blog do BG PB

 

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Economia

Sine-PB disponibiliza mais de 1.000 vagas de emprego em 15 municípios

Foto: Secom-JP

O Sistema Nacional de Emprego da Paraíba (Sine-PB) ofertará 1.034 vagas de emprego em 15 municípios do Estado a partir desta segunda-feira (11): João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Guarabira, Princesa Isabel, São Bento, Conde, Mamanguape, Sapé, Bayeux, Patos, Monteiro, Cabedelo, Itaporanga e Cajazeiras. O maior número de vagas se concentra na capital paraibana, com 458 oportunidades de emprego, sendo a maioria para operador de telemarketing ativo e receptivo (300).

Outras funções com ofertas de vagas em João Pessoa são representante comercial autônomo (20), carregador de caminhão (8), açougueiro, atendente de mesa, carpinteiro, motorista de ônibus urbano, vendedor de consórcio, vendedor pracista (5 vagas cada cargo), analista contábil – ensino superior completo (2), entre outras.

O Sine/PB em Campina Grande, por sua vez, vai oferecer 259 vagas para diversas funções, entre as quais estão: operador de processo de produção (200), auxiliar de linha de produção (10), pedreiro (7), motorista de caminhão (6), ajudante de motorista e vendedor em domicílio (4 vagas cada cargo), chefe de departamento pessoal – ensino superior completo (uma vaga).

Em Santa Rita, serão 90 vagas de emprego para quem se interessa em trabalhar como embalador a mão e auxiliar de linha de produção (20 vagas cada função), vendedor interno (12), mecânico de manutenção de máquinas – em geral (10), caldeireiro serralheiro, soldador, ajudante de carga e descarga de mercadoria e ajudante de serralheiro (4 vagas cada cargo), atendente de lojas e auxiliar de laboratorista – indústria (2 vagas cada função).

Já em Cabedelo, 31 oportunidades de emprego estão distribuídas nas funções de servente de obras (15), carregador – armazém (4), balconista (3); e em Bayeux serão 24 oportunidades de emprego para atendente de lanchonete (9), costureira em geral (3), serigrafista e açougueiro (2 vagas cada cargo), coordenador administrativo e supervisor comercial (uma vaga cada cargo), etc.

Em Guarabira, o Sine Estadual disponibilizará 28 vagas para vendedor pracista (17), recepcionista secretária (1) e outras funções. Por sua vez, 43 vagas de emprego estarão disponíveis no município de Princesa Isabel: vendedor porta a porta (20), auxiliar de linha de produção (10), servente de pedreiro (2), técnico em saúde bucal e instrutor de curso livres (uma vaga cada cargo), etc.

No município de São Bento, o Sine-PB contará com 23 vagas em diversas funções, entre as quais operador de caixa (6), estoquista, atendente do setor de frios e laticínios, balconista de açougue e encarregado de hortifrutigranjeiros (2 vagas cada cargo). Em Itaporanga, serão ofertadas três oportunidades de emprego para motorista de automóveis (2), técnico eletricista (uma). E no Conde, será oferecida uma vaga para técnico em segurança do trabalho.

No Sine estadual em Patos vai dispor de 40 vagas de emprego para pedreiro (8), porteiro e atendente de farmácia – balconista (4 vagas cada cargo), técnico em farmácia (3), consultor de vendas, depilador de couros e peles, operador de caixa e farmacêutico (2 vagas cada cargo), analista de marketing e analista de mercado (uma vaga cada cargo), entre outras funções. E em Monteiro, as três vagas de emprego disponíveis contemplam o cargo de promotor de vendas.

No Sine estadual em Cajazeiras estarão disponíveis 21 vagas de emprego para armador de ferros, bombeiro hidráulico, carpinteiro e eletricista de instalações (5 vagas cada cargo), auxiliar de cabelereiro (uma).  Em Sapé, serão ofertadas seis vagas para escrevente e promotor de vendas (2 vagas cada função), eletricista de instalações industriais e mecânico eletricista de veículos (uma vaga cada cargo).

Por fim, o Sine-PB oferecerá 4 vagas em Mamanguape para carregador (armazém), operador de flotador na refinação, operador de máquinas de centrifugar e operador de evaporador para concentração de xarope na refinação de açúcar (uma vaga cada cargo).

O Sine-PB orienta os trabalhadores interessados a comparecerem às unidades de atendimento portando documentos pessoais, carteira de trabalho e currículo atualizado. Atualmente, são 16 postos em funcionamento e mais cinco unidades de extensão de atendimentos nas Casas da Cidadania em João Pessoa. Os demais estão distribuídos nos seguintes municípios: Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo, Patos e Princesa Isabel.

O Sistema trabalha em parceria com diversas empresas realizando a intermediação da mão de obra ofertada por elas. Os serviços do Sine/PB para empresas instaladas ou que irão se instalar no estado podem ser solicitados pelo e-mail: [email protected].

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (83) 3218-6600.

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Economia

Supermercados projetam queda de US$ 40,4 bi na economia do Brasil se não houver medidas contra tarifaço

 

O Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento (FCNA), que reúne associações ligadas às redes de supermercados, enviou um relatório ao governo federal para alertar sobre os impactos do tarifaço dos Estados Unidos na economia e no consumo, a partir do cenário atual de sobretaxas de 50% sobre o Brasil.

Segundo o estudo enviado pelo grupo, se não houver mudanças no médio prazo, a economia brasileira pode perder US$ 40,4 bilhões em 12 meses, o que significaria uma redução de 1,8 ponto percentual no PIB. De acordo com o relatório, essa situação derrubaria o crescimento esperado para 2025, de 3,2%, para 1,3%.

Associações ligadas a redes de supermercados apresentam lista de medidas ao governo

O estudo aponta que o setor mais exposto neste momento é a indústria de transformação, que pode ter retração de até 5,6 pontos percentuais no cenário mais grave, enquanto a agropecuária e a indústria extrativa sofreriam menos por terem maior capacidade de redirecionar commodities para outros mercados.

O documento também traça cenário de impactos negativos sobre a arrecadação federal, com perdas de até 2% no curto prazo, além de pressão sobre o emprego.

Sem medidas de fomento ao mercado interno, projeta-se uma redução de 179 mil postos de trabalho no curtíssimo prazo (até seis meses após a entrada em vigor da tarifa), até 287 mil postos no médio prazo (18 a 36 meses).
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“O FCNA manifesta sua profunda preocupação com os impactos econômicos e sociais potenciais, em especial sobre setores que lideram as exportações brasileiras de alimentos, bebidas e insumos industriais, como café, carnes, frutas e derivados agroindustriais”, afirma o documento, que foi enviado na quinta-feira (8) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de oito ministros.

Para enfrentar o choque, o Fórum das associações propõe um conjunto de medidas para fortalecer o mercado interno. Entre elas, menciona a necessidade de antecipar a vigência da cesta básica nacional de alimentos com isenção tributária total.

O setor pede, ainda, “aceleração da redução da taxa Selic e ampliação do crédito produtivo”, além de “desoneração e simplificação das contratações formais, com foco nas pequenas e médias empresas”.

As demandas também incluem a criação de um programa emergencial de apoio aos setores mais impactados, com refinanciamento de passivos e compra pública de excedentes de produção, além de “medidas fiscais estruturantes, com foco no equilíbrio orçamentário”.

Segundo o Fórum, se as ações forem adotadas de forma coordenada, será possível neutralizar grande parte dos efeitos recessivos e de perda de empregos provocados pelo tarifaço.

Apesar do cenário traçado pelo setor, a imposição de tarifa de 50% feita por Donald Trump não causou uma mudança significativa nas expectativas dos economistas ouvidos pelo Banco Central para os principais índices da economia nacional.

O boletim Focus da segunda-feira (4) apresentou uma queda na previsão para a inflação e manteve a perspectiva para o PIB (Produto Interno Bruto), o dólar e a taxa de juros deste ano.

A expectativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu pela décima semana seguida, indo de 5,09% para 5,07%. Os analistas também reduziram o IPCA de 2026 para 4,43%, uma diminuição de 0,01 ponto percentual em relação à semana passada. Já a expectativa para 2027 e 2028 segue em 4% e 3,8%, respectivamente.

Com isso, o mercado manteve a expectativa que a inflação fique no limite da meta no próximo ano. O objetivo é alcançar uma alta de preços anual de 3%, com variação de 1,5% para cima ou para baixo.

Além da inflação, o outro índice que teve alteração na comparação com o último boletim foi o PIB, que teve uma redução em 2026 (de 1,89% para 1,88%) e 2027 (de 2% para 1,95%). Neste ano, a perspectiva é que o crescimento econômico seja de 2,23%, patamar mantido pela quarta semana consecutiva.

O documento é endossado por 15 instituições: Abras (Associação Brasileira de Supermercados), Abad (Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores), Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos), Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), Abipla (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes), Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas), ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio), Abralog (Associação Brasileira de Logística), Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho), Abre (Associação Brasileira de Embalagem), Andav (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários), ANR (Associação Nacional de Restaurantes) e CropLife Brasil (Associação de Pesquisa e Desenvolvimento de Soluções para a Produção Agrícola Sustentável).

Folha de São Paulo

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Economia

Petrobras anuncia volta à distribuição de gás de cozinha

Foto: Pedro Ventura/Ag Brasília/Fotos Públicas

A Petrobras vai voltar a ter uma distribuidora de gás de cozinha. Quase seis anos após a privatização da Liquigás, o Conselho de Administração da estatal aprovou a volta da empresa para a distribuição do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

Em fato relevante divulgado no fim da noite de quinta-feira (7), a Petrobras informa, sem dar detalhes, que o Conselho aprovou a estratégia de “atuar na distribuição de GLP”. Com a nova área, a Petrobras pode, em tese, voltar a vender diretamente ao consumidor – o que não acontece há mais de cinco anos.

O comunicado diz, ainda, que a empresa também passa a ter como diretriz na área de distribuição “integrar com demais negócios no Brasil e no mundo” e “oferecer soluções de baixo carbono para seus clientes”.

A Petrobras atuava em duas grandes frentes de distribuição até o governo de Jair Bolsonaro: gás de cozinha, com a marca Liquigás, e combustíveis líquidos, com a BR Distribuidora – atual Vibra.

O GLP era distribuído até o consumidor final pela Liquigás, empresa que teve o processo de privatização concluído em 2020. A Liquigás era uma subsidiária integral da Petrobras e atuava no engarrafamento, distribuição e comercialização do gás de cozinha em todo o Brasil.

Em 2019, a empresa de gás foi vendida por cerca de R$ 4 bilhões para um consórcio das empresas Copagaz, Itaúsa e Nacional Gás.

O preço do gás de cozinha tem sido motivo de incômodo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já citou o tema em eventos públicos. Em maio, Lula criticou os “atravessadores” do mercado de gás.

“O botijão de gás é vendido pela Petrobras às empresas por R$ 37. Não tem explicação ele chegar a R$ 120 reais. Alguém está ganhando muito dinheiro com isso. Comprei no primeiro mandato a Liquigás para regular o preço. Hoje, 4 empresas controlam 90% da distribuição de gás”, disse em evento em Campo Verde, MT.

A outra subsidiária da estatal privatizada durante o governo Bolsonaro foi a BR Distribuidora, que teve o controle vendido em 2019. Atualmente, a empresa se chama Vibra, mas os postos de combustível ainda levam a marca “Petrobras” ou “BR”.

CNN – Fernando Nakagawa

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Economia

Haddad confirma reunião com secretário do Tesouro dos EUA para quarta (13)

Foto: Reprodução

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou em entrevista a jornalistas que terá reunião virtual com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, na próxima quarta-feira (13).

“Eu tenho uma reunião marcada para a semana que vem, com data e hora fixada, com o secretário Bessent, oficializando o interesse em conversar […] Vai ser na quarta-feira, remota”, disse a jornalistas nesta quarta-feira (6).

CNN

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