Economia

Procon-JP divulga pesquisa com preços de veículos até R$ 20 mil mais baratos

 

 

Um novo levantamento realizado pelo Procon-JP identificou que consumidores podem economizar mais de R$ 20 mil na compra de veículos zero quilômetro com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A pesquisa, feita em cinco concessionárias da Capital nesta segunda (21), apresenta os preços atualizados de 16 modelos populares incluídos na medida do Governo Federal.

O carro mais barato encontrado foi o Renault Kwid Zen, com valor de R$ 64.990,00. O mais caro da lista é o Volkswagen Nivus Highline, vendido por R$ 146.490,00. O Polo Track, também da Volkswagen, aparece como o modelo de entrada da marca, por R$ 84.445,00.

Entre os modelos da Chevrolet, o menor valor é o do Onix MT (R$ 89.390,00), enquanto o Onix Turbo Plut LT chega a R$ 114.190,00. Na Hyundai, os preços variam de R$ 83.990,00 (HB20 Comfort) a R$ 88.990,00 (HB20S Limited). Já a Fiat apresenta o Mobi Like a R$ 67.990,00 e o Mobi Trekking a R$ 73.246,00.

A isenção do IPI foi criada para estimular a compra de veículos mais acessíveis, com foco em modelos 1.0 flex produzidos no Brasil, que utilizam etanol ou gasolina, têm menor emissão de carbono e melhor eficiência energética.

A tabela completa com todos os preços pode ser consultada aqui.

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Economia

Especialistas e setor produtivo temem caos se Brasil escalar tensão com EUA

A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos contra o Brasil vem gerando estresse tanto no setor público, como no privado, que buscam maneiras para deixar o episódio para trás. A realidade praticamente consensual é de que a alíquota não voltará aos 10% estabelecidos em abril, mas os negociadores nacionais ainda buscam amenizar o máximo possível a situação.

O que se observa, contudo, é que a questão econômico-comercial das tarifas é contaminada pela desavença político-ideológica entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao anunciar a alíquota no dia 9 de julho, o republicano deixou claro que qualquer resposta “belicosa” sofreria retaliação. E, “caso tenha uma escalada, a palavra para descrever o cenário seria ‘caótico'”, diz Paulo Roberto Pupo, superintendente da Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente).

Presente na reunião interministerial com o empresariado, capitaneada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), Pupo traz a avaliação de um setor que afirma, em nota, enfrentar “um início de colapso” com a alíquota de 50%.

À CNN, o empresário relata que o setor madeireiro “já entrou num compasso de total instabilidade”, uma vez que “o importador norte-americano olha o mapa mundial e vê um ponto vermelho chamado Brasil. Por tanto, se escalonar, perdemos todo o mercado e não recuperamos, o setor não sobrevive se vier a deteriorar ainda mais”.

Esse é um ponto de vista que não se limita ao empresariado. José Luiz Niemeyer, economista e professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ, elenca que a tarifa trará “desdobramentos no campo do emprego, do investimento internacional direto em empresas brasileiras e das empresas norte-americanas que atuam no Brasil”.

CNN

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Economia

Comissão da Câmara aprova isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil; Projeto segue para o plenário

Foto: Vinícius Loures/Câmara dos Deputados

Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto que aumenta a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para R$ 5 mil.

A partir deste valor, inicia-se uma transição com descontos no imposto para quem ganha até R$ 7.350.

Atualmente, estão isentos do pagamento de IR quem ganha até dois salários mínimos deste ano, o equivalente a R$ 3.036.

O texto foi aprovado em votação simbólica na comissão especial, criada sobre o tema. Agora, a proposta segue para análise do plenário da Câmara. O que deve ocorrer após o recesso parlamentar, em agosto.

Para compensar o aumento das isenções e descontos, será aplicada uma alíquota extra progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês.

Esta alíquota máxima de 10% incidirá para quem recebe anualmente partir de R$ 1,2 milhão (R$ 100 mil por mês).

Mudança proposta por Lira

O projeto foi enviado ao Congresso pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No texto original, a faixa de desconto iria até R$ 7 mil.

Na semana passada, o relator, Arthur Lira (PP-AL), disse que aumentou este limite para manter a neutralidade da proposta, uma vez que, nos moldes enviados pela Fazenda, o projeto teria R$ 29 bilhões de sobra de arrecadação.

Lira cogitou reduzir o imposto previsto para os mais ricos no projeto original de 10% para 8% ou 9%.

Mas disse que “a dureza com que foi tratado” durante a tramitação da pauta o fez optar por “privilegiar o andar de baixo”.

A ampliação da faixa de desconto de R$ 7 mil para R$ 7.350 deve beneficiar 500 mil pessoas, segundo o relator.

g1

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Quaest: Pela 1ª vez, mais brasileiros acham que economia vai piorar em vez melhorar

Pela primeira vez na série histórica da pesquisa da Quaest, iniciada em junho de 2023, Pela 1ª vez, mais brasileiros acham que economia vai piorar em vez melhorar nos próximos 12 meses. O percentual dos que têm essa perspectiva superou o de quem acredita em uma melhora no cenário econômico.

Segundo a pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, 43% dos entrevistados disseram que a expectativa é de que a economia vai piorar. Na última pesquisa, realizada em maio de 2025, 30% tinham essa opinião.

Agora, 35% dos entrevistados responderam que acreditam na melhora da economia. Esse percentual era de 45% em maio.

Outros 19% acham que a situação vai continuar como está, e 3% não souberam responder.

Veja os números

  • 43% acreditam que a economia vai piorar (era 30% na última pesquisa)
  • 35% acreditam que a economia vai melhorar (era 45% na última pesquisa)
  • 19% acreditam que a economia vai permanecer igual (era 21% na última pesquisa)

Para o diretor da Quaest, Felipe Nunes, a expectativa atual do brasileiro sobre a economia pode estar relaciona ao cenário internacional.

“Essa mudança deve estar associada à preocupação que as tarifas de Trump provocaram na população”, disse Nunes.

G1

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Economia

IOF: Empresas se preparam para recorrer à Justiça seja qual for o resultado de mediação do STF

Foto: Wilton Junior/Estadão

Não importa a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, nesta terça-feira, 15: as empresas já se preparam para recorrer à Justiça contra o aumento da tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), defendido pelo governo Lula.

Moraes media nesta terça a primeira reunião de conciliação entre Legislativo e Executivo no impasse do IOF. O governo aumentou as alíquotas do imposto e o Legislativo suspendeu a decisão por meio de um decreto legislativo, alegando que o Executivo usa um imposto de caráter regulatório para aumentar a arrecadação. Inconformado, o Executivo recorreu ao Supremo, que agora dará a palavra final sobre a legalidade da cobrança.

O núcleo da discussão é sobre se o governo pode usar o IOF de forma arrecadatória ou se isso extrapola a função do tributo, como alega o Legislativo. Ao anunciar o aumento do imposto, a equipe econômica informou que previa arrecadar R$ 20 bilhões neste ano, o que ajudaria a fechar as contas. Com a resistência do setor privado, o decreto foi alterado; mas, ainda assim, a expectativa de receita era de R$ 12 bilhões.

Assim, a ação de empresas contra a medida pode atrapalhar os planos do governo na arrecadação do imposto.

Em entrevista ao Estadão, o número 2 da Fazenda, Dario Durigan, disse que o objetivo do governo é regulatório e que a arrecadação era uma consequência secundária – tese que o governo defenderá na Corte.

Na semana passada, líderes partidários da Câmara e do Senado sinalizaram uma via de acordo em que aceitavam um aumento do IOF desde que o governo reduzisse a tributação, deixando clara a intenção meramente regulatória. Nesta segunda-feira, 14, o chefe da Casa Civil, Rui Costa, fez uma declaração sugerindo que o governo não está aberto a acordos.

Empresas e tributaristas a postos

Seja a decisão pró-governo ou pró-Legislativo, tributaristas a serviço do setor privado já estão preparados para recorrer à Justiça em nome de empresas dos mais variados setores.

“Independentemente do deslinde final, cabe medida judicial em ambos os casos”, afirma o tributarista Menndel Macedo, do escritório Mendel e Melo Associados.

Ele afirma que, caso seja acolhida a tese do governo, de que é constitucional a cobrança do IOF, haverá uma série de ações na Justiça questionando a cobrança de IOF sobre operações de “risco sacado”.

Essas operações são muito comuns entre empresas e seus fornecedores e consistem na antecipação de pagamentos a fornecedores. Até o momento, essa operação não era caracterizada como crédito e não recolhia imposto. No decreto do IOF, o governo estipulou que se trata de uma operação de crédito e que, assim, vale a tributação.

“O Executivo tentou empurrar por meio de um decreto um novo fato gerador, uma nova constituição de incidência de IOF sobre o risco sacado. Só que, para instituir um tributo e um fato gerador, é necessário uma lei complementar ou ordinária; ele não pode fazer isso por meio de decreto”, afirma Menndel.

Segundo ele, cada empresa afetada pela tributação poderá recorrer à Justiça alegando que houve desvio no princípio da legalidade estrita e na competência do Executivo ao estipular a tributação.

“O objetivo é não incidir IOF sobre o risco sacado independentemente do resultado da decisão sobre se o decreto presidencial é ou não é constitucional. O fato é que empurraram um ‘jabuti’ tentando emplacar a tributação sobre o risco sacado”, diz Menndel. “É possível requisitar que sejam reavidos os recursos tributados no risco sacado desde o início do processo de tributação”.

O sócio tributarista do Mattos Filho Advogados, Eduardo Melman Katz, tem a mesma opinião e avalia que o governo deverá apostar em uma redução maior da alíquota sobre o risco sacado para desestimular a litigância – a Fazenda já fez um recuo em relação ao primeiro decreto, baixando a tributação, após pressão do setor financeiro. Ainda assim, diz ele, muitas empresas terão apetite de recorrer à Justiça devido ao alto volume de operações feitas com fornecedores.

“Ainda que o resultado da negociação (entre governo e Legislativo) seja reduzir a carga sobre o risco sacado, há uma tendência de as empresas a irem à Justiça alegando que a cobrança não poderia ter vindo por decreto”, disse.

Segundo ele, o varejo e todos os ramos industriais, do químico ao alimentício, utilizam da modalidade de antecipação de pagamento a fornecedores e são afetados pela tributação.

Estadão

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Economia

Pesquisa: governo Lula é desaprovado por 62,4% em SP; aprovação é de 34,5%

Foto:  Marcelo Camargo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 62,4% dos eleitores de São Paulo, de acordo com um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira (10). 

Por outro lado, a gestão do petista é aprovada por 34,5% das pessoas. Outros 3,1% não souberam responder ou não opinaram. 

Foram ouvidos 1.680 eleitores paulistas entre os dias 4 e 8 de julho. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%

CNN

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Economia

Governo Lula adota medida que eleva preço dos colchões em 35%

Foto: dixmattress

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) implementou em 3 de julho de 2025 uma medida antidumping que resultou em um aumento estimado de até 35% no preço dos colchões no Brasil, segundo projeções da Abicol (Associação Brasileira da Indústria de Colchões).

A Resolução GECEX nº 754/2025, impôs sobretaxas às importações de poliol poliéter da China e dos Estados Unidos.

O governo diz que a decisão foi tomada após identificar a prática de dumping e prejuízo à indústria nacional. O insumo representa até 55% da composição da espuma.

Conforme dados da Abicol (Associação Brasileira da Indústria de Colchões), as sobretaxas antidumping –que vão de US$ 680,13 a US$ 1.469,16 por tonelada– elevaram imediatamente em 25% a 40% o preço do poliol importado da China e dos EUA.

A entidade estima que entre 50% a 60% do poliol consumido no Brasil é importado, o que ampliou o impacto da medida ao longo da cadeia produtiva.

Como reflexo, o custo da espuma subiu, em média, de 15% a 25%, conforme a fórmula adotada por cada fabricante. Esses aumentos, afirma a associação, já se refletem no preço final dos colchões, com aumento estimado de até 35% em alguns casos.

O único produtor nacional do insumo é a Dow –uma multinacional de capital norte-americano. Ou seja, é uma empresa estrangeira que atua no Brasil e está sendo protegida de concorrência internacional.

A Dow é apontada como articuladora da resolução junto ao governo. Ocorre que a empresa não atende a toda a demanda interna.

Sua participação no mercado brasileiro não passa de 50%, de acordo com estimativas da Abicol e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Isso reforça a dependência das indústrias brasileiras de colchões das importações para suprir o restante da demanda.

A Abicol diz que essa sobretaxa pode provocar:

  • desabastecimento;
  • fechamento de fábricas;
  • transferência de produção para outros países do Mercosul.

A associação acionou a Justiça contra a decisão.

O governo afirma que a medida seguiu normas internacionais e que abriu processo para avaliar o interesse público. Segundo o ministério comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), Abicol e Asinec (Associação das Indústrias de Espuma e Colchões) participaram do processo.

Disse, no entanto, que a medida pode ser revista: “Além da avaliação de interesse público a ser conduzida, o acordo antidumping prevê algumas espécies de revisão, que podem ser realizadas a pedido ou de ofício. Eventuais decisões sobre suspensão ou aplicação em montante diferente do recomendado poderão ser tomadas ao final desses processos, com base em critérios técnicos e dentro dos marcos legais estabelecidos”.

Poder 360

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Economia

Trump anuncia tarifa de 50% para Brasil; veja carta enviada à Lula

Foto: G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9) que irá aplicar uma tarifa de 50% sobre os produtos importados do Brasil. A nova alíquota entra em vigor a partir do dia 1º de agosto.

O republicano compartilhou a notícia em carta endereçada ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na sua rede social, Truth Social. No documento, Trump atribui a cobrança, além de uma relação que diz ser injusta com o país, à postura do STF (Supremo Tribunal Federal) com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Conheci e tive contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei profundamente, assim como a maioria dos outros líderes mundiais. A maneira como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato — inclusive pelos Estados Unidos —, é uma desgraça internacional. Este julgamento não deveria estar acontecendo. Trata-se de uma caça às bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!”, escreveu Trump.

“Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra as eleições livres e os direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos (como recentemente ilustrado pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS a plataformas de mídias sociais dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, os EUA imporão ao Brasil uma tarifa de 50% sobre qualquer envio de produtos brasileiros aos Estados Unidos, além de todas as tarifas setoriais.”

De uma leva de tarifas que o presidente dos EUA anunciou nesta semana, esta é a mais alta até o momento.

G1

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Economia

Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos na Paraíba, com 78% do saldo estadual

As micro e pequenas empresas geraram mais oportunidades de trabalho em maio do que em abril deste ano. Ao todo, foram 4.614 novas vagas abertas no período, mais de 78% do saldo estadual, comparadas com as 2.849 de abril, de acordo com o Sebrae, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No Brasil, os pequenos negócios abriram 99.539 postos de trabalho no quinto mês do ano.

No Nordeste, a Paraíba foi o terceiro estado com o maior número de oportunidades de trabalho nas pequenas empresas, ficando atrás da Bahia, com 11.018, e Pernambuco, com 9.408 vagas.

Os pequenos negócios no estado figuram positivamente se comparado ao cenário das médias e grandes empresas, que aumentou 1.279 vagas de trabalho em maio de 2025. O saldo mensal não apresentou perdas de vagas em outros tipos de empresas, mas pequenos acréscimos para empresas com CPF e sem fins lucrativos (9) e na administração pública, com três novos postos de trabalho.

Para a gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Monitoramento (Ugem) do Sebrae/PB, Ivani Costa, os dados do Caged de maio de 2025 confirmam o papel estratégico dos pequenos negócios como motor do mercado de trabalho paraibano, especialmente em momentos de sazonalidade positiva, como os festejos juninos.

“Mais de 4.600 vagas foram abertas por MPEs no período, representando mais de 78% do saldo estadual. Essa performance reforça a importância de políticas públicas, crédito acessível, capacitação e inteligência estratégica voltadas aos pequenos negócios não apenas como empreendimentos econômicos, mas como instrumentos de inclusão produtiva e desenvolvimento territorial”, completou Ivani Costa.

Ainda conforme os números do Caged de maio, o setor que gerou mais empregos na Paraíba foi o fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros, com 2.002 vagas. Na sequência, aparecem as atividades de atendimento hospitalar, com 454 vagas, e no setor de restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação e bebidas, com 158 oportunidades.

“O crescimento das contratações nos setores de serviços, saúde e alimentação reforça a necessidade de seguirmos atentos às demandas de qualificação e inovação, integrando educação, empreendedorismo e vocações regionais. O momento sinaliza confiança do setor produtivo e a relevância dos ciclos econômicos locais, como o São João, na geração de trabalho e renda. Um dado que inspira otimismo, mas também responsabilidade”, finalizou Ivani Costa.

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Economia

Vídeo de Nikolas contra campanha “Pobres X Ricos” bate 10 milhões de views; assista

O vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticando a campanha do governo a favor da “taxação BBB” –bilionários, bancos e bets- bateu 10 milhões de visualizações no Instagram nesta terça-feira (8).

A peça foi publicada na conta oficial do congressista na noite de segunda-feira (7) e atingiu a marca em menos de 24 horas.

Às 12h, quando bateu as 10 milhões visualizações, o post também já contava com mais de 1 milhão de curtidas.

Na gravação, o congressista afirma que a “narrativa” de “nós contra eles” é uma forma de “dividir a população”. Segundo Nikolas, se o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) taxar os super-ricos, eles deixarão o país, resultando em diminuição de empresas e consequentemente, de empregos.

“Com essas pessoas saindo do Brasil, consequentemente as empresas deles também saem do país, então, menos empregos. Aí você tem falta de investimentos e, principalmente, falta de arrecadação, até mesmo para o Estado”, afirmou o deputado.

O formato do vídeo repete a estratégia usada por Nikolas no Pixgate e nas fraudes do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que acumulam milhões de visualizações nas plataformas.

Assista:

Blog do BG PB

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