Servidoras do Município de Fortaleza, responsáveis pela vacinação de Wesley Safadão e Thyane Dantas, afirmaram em depoimento à sindicância realizada pela prefeitura da capital que a influencer mentiu sobre sua idade, no momento da imunização. As informações são do Diário do Nordeste.
Segundo documento do grupo de trabalho do plano Municipal de Operacionalização de Vacinação Contra a Covid-19, ao qual a publicação teve acesso, a registradora do local de vacinação e a aplicadora da vacina afirmaram em depoimento que a influenciadora digital disse ter 31 anos durante diferentes etapas da imunização — quando na realidade possuía 30. O documento é datado de julho de 2021, um dia depois da vacinação do casal.
“A depoente informou que não checou a idade da Srª Thyane, mas que perguntou a idade da mesma, a qual informou possuir 31 anos de idade, que estava para fazer 32 anos”, apontou documento com relato de registradora do local de vacinação.
O relato da enfermeira que aplicou a dose única de Jansen em Thyane Dantas foi o mesmo da registradora. “Ao ser questionada sobre a idade do Sr.Wesley, a depoente informou que o mesmo possui 33 anos, que a Srª Thyane Dantas havia informado possuir 31 anos e que a assessora, ‘se não me engano, 32 anos’”.
Ao ser questionada por um membro da Comissão de Acompanhamento e Avaliação do Plano Municipal de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19, sobre não ter desconfiado da idade dos três, a enfermeira que aplicou a vacina disse que confiava na equipe de triagem.
O Ministério da Saúde concluiu, nesta quarta-feira (15), o envio de todas as vacinas contra a covid-19 necessárias para imunizar todos os adultos brasileiros com a primeira dose. Com isso, anunciou a redução do intervalo entre a primeira e a segunda doses da vacina da Pfizer, de 12 para 8 semanas. A mesma medida seria adotada com a vacina da AstraZeneca, como anunciado pela pasta em 25 de agosto, mas, diante do desabastecimento do imunizante, não foi possível antecipar a segunda aplicação.
A previsão feita pelo governo federal era de que a redução do intervalo entre as doses ocorresse a partir da segunda quinzena de setembro tanto para a vacina da Pfizer, como para a da AstraZeneca, já que ambas possuem o intervalo de 12 semanas. Porém, a antecipação da segunda dose da AstraZeneca não foi recomendada diante do desabastecimento da vacina, que, no Brasil, é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Por causa do atraso no recebimento do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), a Fiocruz ficou duas semanas sem entregar vacinas para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Somente nesta semana, voltou a enviar doses ao governo federal, mas ainda em quantidade pequena. Foram liberadas 1,7 milhão de doses, e outras unidades devem ser entregues nesta semana. Segundo a Fiocruz, as remessas semanais estão garantidas até o fim deste mês.
O Correio questionou se o Ministério tinha um prazo para também encurtar o intervalo entre as doses da AstraZeneca, mas a pasta só informou que mantém o intervalo de aplicação de 12 semanas para o imunizante. Já no caso da Pfizer, a segunda dose poderá ser antecipada para oito semanas depois da primeira aplicação. O vídeo da campanha para informar a redução do intervalo foi divulgado também nesta quarta-feira (15) pela pasta. Mas a medida ainda não foi adotada de fato por todos os estados.
A CPI da Covid ouve nesta quinta-feira (16) o depoimento de Pedro Benedito Batista Júnior, diretor-executivo da operadora de plano de saúde Prevent Senior.
A empresa, segundo relatos obtidos pela comissão, teria indicado a seus usuários o uso de remédios comprovadamente ineficazes para o tratamento da Covid.
Pedro Benedito Batista Júnior obteve nesta quarta-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de não responder a perguntas dos senadores que possam gerar uma autoincriminação do depoente.
Na decisão, o ministro Ricardo Lewandowski também garantiu ao diretor da Prevent Senior o direito de ser auxiliado por advogado e de não sofrer constrangimentos, em especial ameaças de prisão ou de processo, caso queira ficar em silêncio para não se autoincriminar.
Assédio
Autor do requerimento de convocação de Pedro Benedito Júnior, o senador Humberto Costa (PT-PE) afirma que o diretor da Prevent Senior precisa explicar à CPI “as razões que motivaram a distribuição e prescrição do ‘kit covid’, a despeito da ausência de comprovação científica de eficácia”.
Costa diz que a CPI tem recebido denúncias de “diversos usuários” de que usuários da operadora de plano de saúde são “assediados” para utilizarem o kit que, entre outras drogas ineficazes, é composto por cloroquina.
“Minha companheira testou positivo ontem e, ao passar pela consulta, o médico disse que era protocolo da empresa oferecer o kit. Ela recusou. Mais tarde, em casa, recebeu um telefonema de um funcionário insistindo em que ela aceitasse tomar o kit com cloroquina, porque era o único remédio para isso e, se a doença ficasse pior, não tinha o que fazer a não ser entubar”, afirma trecho da mensagem citada pelo petista.
A recomendação e a aposta em medicamentos ineficazes por parte, principalmente, de políticos é uma das linhas de investigação da CPI.
A Paraíba recebeu na tarde desta quarta-feira (15) um novo lote de vacinas contra a Covid-19. Foram mais 21.060 doses da Pfizer, desembarcadas no Aeroporto Castro Pinto, de João Pessoa, e entregues por volta das 16h na Secretaria de Estado da Saúde (SES). Nos próximos duas, outros dois lotes serão entregues, dando um total de 90.020 doses.
Nesta quinta-feira, a expectativa é que cheguem à Paraíba outras 44.460 doses de vacina da Pfizer, com desembarque previsto para as 15h15.
Já na sexta-feira, a expectativa é de 24.500 doses, desta vez da AstraZeneca, previstas para chegar na madrugada de sexta-feira (17).
A expectativa é que essas doses sejam separadas e enviadas aos municípios, a quem cabe organizar a campanha de vacinação local.
Até o momento, o Estado já distribuiu um total de 4.428.848 doses de vacina aos municípios, sendo que 3.832.145 já foram aplicadas.
A Prefeitura de João Pessoa segue, nesta quinta-feira (16), sua campanha de vacinação contra a Covid-19 aplicando a terceira dose em idosos a partir de 80 anos. Além disso, imuniza com primeira dose adolescentes (12 a 17 anos) gestantes ou com parto recente ou que tenham alguma comorbidade descrita no Plano Nacional de Imunização. Também segue vacinando com D1 as pessoas com deficiência permanente (12+) e os maiores de 18 anos sem comorbidades.
Nesta quinta-feira, a Prefeitura ainda aplica a segunda dose nas pessoas que receberam a D1 da Coronavac (Butantan) há mais de 28 dias e da Astrazeneca (Fiocruz) e Pfizer há 90 dias.
A vacinação ocorrerá em 18 postos espalhados pela cidade. Nos ginásios, a população poderá ser imunizada das 8h às 12h. Já nos postos do tipo drive-thru, o horário será estendido até 15h.
Deficiência – Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
Este grupo inclui pessoas com: limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo; pessoas com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos; indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.
Documentação exigida – A deficiência deverá ser preferencialmente comprovada por meio de qualquer documento, desde que atenda ao conceito de deficiência permanente adotado nesta estratégia, podendo ser: laudo médico que indique a deficiência; cartões de gratuidade no transporte público que indique condição de deficiência; documentos comprobatórios de atendimento em centros de reabilitação ou unidades especializadas no atendimento de pessoas com deficiência; documento oficial de identidade com a indicação da deficiência; ou qualquer outro documento que indique se tratar de pessoa com deficiência.
Caso não haja um documento comprobatório, será possível a vacinação a partir da autodeclaração do indivíduo. Nesta ocasião, o indivíduo deverá ser informado quanto ao crime de falsidade ideológica (art. 299 do Código Penal).
Para os adolescentes com comorbidades será preciso levar cópia do laudo ou declaração médica que comprove sua condição. As cópias dos documentos comprobatórios também ficarão retidas.
As grávidas e puérperas precisam da cópia de laudo ou declaração médica que comprove a sua condição e a prescrição do médico de que pode tomar a vacina. Confira a lista de comorbidades (midi.as/comorbidades).
Para receber a primeira dose da vacina é necessário apresentar documento oficial com foto, Cartão SUS, CPF e comprovante de residência em João Pessoa. Já para a D2 e D3, é necessário apenas o cartão de vacinação e um documento com foto.
Agendamento – A Secretaria Municipal de Saúde alerta sobre a necessidade do agendamento, que pode ser feito através do aplicativo Vacina João Pessoa ou do site vacina.joaopessoa.pb.gov.br. O agendamento está disponível a partir das 19h desta quarta-feira (15).
Quem tiver algum problema para realizar o cadastro ou agendamento, pode tirar dúvidas pelo e-mail [email protected] ou telefone 9.8600-4815 (8h às 17h).
Confira os pontos de vacinação nesta quinta-feira (16):
PRIMEIRA DOSE
Pessoas com deficiência permanente 12+ (8h às 12h)
Centro Helena Holanda (Pedro Gondim)
Funad (Pedro Gondim)
Instituto dos Cegos (Bairro dos Estados)
Associação Pestalozzi (Cristo Redentor)
Apae (Bancários)
18+ sem comorbidades
12 a 17 anos com comorbidades
12 a 17 anos gestantes e puérperas
Ginásios (8h às 12h)
Escola Anayde Beiriz (Bairro das Indústrias)
Escola Raimundo Nonato Batista (Gramame)
Centro Cultural Tenente Lucena (Mangabeira)
IFPB (Jaguaribe)
Escola Olívio Ribeiro Campos (Bancários)
Drive-thru (8h às 15h)
Santuário Mãe Rainha (Aeroclube)
UFPB, acesso pelo HU (Castelo Branco)
SEGUNDA DOSE (8h às 12h)
Astrazeneca (para quem tomou a 1ª dose há mais de 90 dias)
Fiep (Trincheiras)
Coronavac (para quem tomou a 1ª dose há mais de 28 dias)
Lyceu Paraibano (Centro)
Pfizer (para quem tomou a 1ª dose há mais de 90 dias)
Escola Seráfico da Nóbrega (Tambaú)
TERCEIRA DOSE
Idosos 80+ (para quem tomou a 2ª dose há mais de 180 dias)
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, elogiou hoje (15) o Programa Nacional de Imunização (PNI), ao acompanhar, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, o envio dos lotes com 1,1 milhão de doses que completam 100% das primeiras remessas da vacina contra covid-19 para toda população adulta brasileira. Segundo ele, a vacinação contra a covid-19 no país está sendo um sucesso, já que campanha de vacinação é algo que o Brasil faz como nenhum país do mundo, já que tem uma tradição extraordinária no tema.
“Hoje nós já atingimos mais 260 milhões de doses de vacinas distribuídas. Mais de 210 milhões de brasileiros já receberam a vacina, mais de 90% da população brasileira acima de 18 anos está vacinada com a primeira dose e mais de 50% com as duas doses. Isso porque foi feito todo este trabalho que começou em maio de 2020, quando pedimos a transferência de tecnologia do laboratório AstraZeneca para a Fiocruz e quando adquirimos vacinas por meio da Covax Facility. Hoje o Brasil já tem mais de 550 milhões de vacinas contratadas”, disse Queiroga.
De acordo com o ministro, todos os brasileiros estarão vacinados até o final de 2021. “Como eu disse o PNI é a grande ferramenta para aplicar as vacinas na população e é por isso que todos os estados devem seguir junto com os municípios as recomendações técnicas do programa. É a fórmula para que tenhamos sucesso na campanha. Já estamos tendo sucesso. Já reduzimos de maneira drástica o número de casos e de óbitos.
O ministro explicou que se o país caminhar com base na orientação científica e se as recomendações do PNI forem seguidas à risca por estados e municípios, sem cada um criando seu próprio modelo, o país acabará com o caráter pandêmico da covid-19. “E eu tenho certeza de que nós vamos sair muito mais fortes da pandemia da covid-19”.
A Prefeitura de João Pessoa avança na imunização contra a Covid-19 e abre, a partir desta quarta-feira (15), postos de vacinação para adolescentes (12 a 17 anos) gestantes ou com parto recente ou que tenha alguma comorbidade descrita no Plano Nacional de Imunização. Também segue vacinando com a primeira dose as pessoas com deficiência permanente (17+) e os maiores de 18 anos sem comorbidades.
Nesta quarta-feira, a Prefeitura também vai aplicar a segunda dose nas pessoas que receberam a D1 da Coronavac (Butantan) há mais de 28 dias e Astrazeneca (Fiocruz) e Pfizer há 90 dias. Além deles, vai aplicar a 3ª dose em idosos acima de 90 anos (para quem completou 180 dias da 2ª dose).
A vacinação ocorrerá em 19 postos distribuídos pela cidade. Nos ginásios e postos de vacinação de pessoas com deficiência, a população poderá ser imunizada das 8h às 12h. Já nos postos do tipo drive-thru, o horário será das 8h às 15h.
Deficiência – Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
Este grupo inclui pessoas com: limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo; pessoas com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos; indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.
Documentação exigida – A deficiência deverá ser preferencialmente comprovada por meio de qualquer documento, desde que atenda ao conceito de deficiência permanente adotado nesta estratégia, podendo ser: laudo médico que indique a deficiência; cartões de gratuidade no transporte público que indique condição de deficiência; documentos comprobatórios de atendimento em centros de reabilitação ou unidades especializadas no atendimento de pessoas com deficiência; documento oficial de identidade com a indicação da deficiência; ou qualquer outro documento que indique se tratar de pessoa com deficiência.
Caso não haja um documento comprobatório, será possível a vacinação a partir da autodeclaração do indivíduo. Nesta ocasião, o indivíduo deverá ser informado quanto ao crime de falsidade ideológica (art. 299 do Código Penal).
Para os adolescentes com comorbidades, será preciso levar cópia do laudo ou declaração médica que comprove sua condição. As cópias dos documentos comprobatórios também ficarão retidas.
As grávidas e puérperas precisam da cópia de laudo ou declaração médica que comprove a sua condição e a prescrição do médico de que pode tomar a vacina. Confira a lista de comorbidades (midi.as/comorbidades).
Para receber a primeira dose da vacina é necessário apresentar documento oficial com foto, Cartão SUS, CPF e comprovante de residência em João Pessoa. Já para a D2 e D3, é necessário apenas o cartão de vacinação e um documento com foto.
Agendamento – A Secretaria Municipal de Saúde alerta sobre a necessidade do agendamento, que pode ser feito através do aplicativo Vacina João Pessoa ou do site vacina.joaopessoa.pb.gov.br. Com isso, o cidadão assegura ser vacinado no local indicado, com agilidade e todos os cuidados sanitários necessários. O agendamento está disponível a partir das 19h30 desta terça-feira (14).
Dúvidas – Quem tiver algum problema para realizar o cadastro ou agendamento, pode tirar dúvidas pelo e-mail [email protected] ou telefone 9.8600-4815 (8h às 17h).
Confira os pontos de vacinação nesta quarta-feira (15):
PRIMEIRA DOSE
Pessoas com deficiência permanente 17+ (8h às 12h)
Nesta terça-feira (14), o Brasil registrou 731 mortes e 13.406 novos casos diagnosticados de covid-19, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 518, a menor desde novembro de 2020, e a média móvel de novos casos é de 15.179, a menor desde maio de 2020.
O país contabiliza 587.797 mortes e 20.019.830 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19 no país.
Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 279,7.
Uma decisão do juiz Fernando Américo de Figueiredo Porto, da 11ª vara da Justiça Federal, determinou a indisponibilidade de R$ 297 mil em bens do prefeito da cidade de Princesa Isabel, Ricardo Pereira do Nascimento; da secretária de saúde do município, Francisca de Lucena Henriques; da empresa Everton Barbosa Falcão e do empresário Everton Barbosa Falcão.
Eles são alvos de uma ação de improbidade administrativa, que apura a possível prática de sobrepreço na compra de testes rápidos e de máscaras, por parte da prefeitura de Princesa Isabel, para o enfrentamento à pandemia.
De acordo com a ação, o município comprou 5 mil testes rápidos e 40 mil máscaras descartáveis à empresa, no valor de R$ 420 mil. E um levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) teria constatado indícios de sobrepreço no valor de R$ 268,5 mil nas aquisições. “A empresa é a mesma investigada na Operação Select, deflagrada dias atrás pela Polícia Federal, CGU e MPF e que apura sobrepreço na compra de testes rápidos para covid-19 em outras 7 prefeituras da Paraíba”.
A prefeitura de Princesa Isabel, contudo, não foi alvo da operação policial.
“Assim, de uma análise perfunctória dos elementos probatórios acostados, própria dessa fase processual, é possível verificar que, em tese, o Município de Princesa Isabel/PB adquiriu os materiais individualizados no contrato administrativo nº 00153/2020 (id. nº 4058203.8580101, fls. 11/14) em valor bem superior ao devido”, destaca a decisão.
“Não bastasse isso, o TCU apontou que supostamente a empresa contratada não forneceu os materiais adquiridos em sua integralidade, de maneira a potencializar o dano ao erário causado. Isso porque há uma evidente descompasso entre a aquisição dos produtos, aferida a partir de notas fiscais de entrada e saída do estoque da empresa Everton Barbosa Falcão, e a venda aos entes públicos que com ela firmaram avença”, ressalta o juiz.
Cerca de 5 milhões de habitantes de Xiamen, no sudeste da China, foram hoje (14) colocados em confinamento, após terem sido detectados 32 casos de covid-19, naquela que é uma das mais populosas cidades da província de Fujian. No total, a província de Fujian registrou 60 novos casos nas últimas 24 horas, incluindo um assintomático. Análises preliminares citadas pela imprensa local indicam a presença da variante Delta entre os contagiados.
O jornal The Paper alertou para a entrada em vigor, a partir da última meia-noite local (horário local), da suspensão dos serviços de ônibus de longa distância, no âmbito de uma série de medidas, que incluem o regresso às aulas online, em todos os níveis de ensino, e o fechamento de vários locais públicos.
A imprensa local também informou que todos os complexos residenciais de Xiamen permanecerão “fechados”, para evitar que os moradores saiam. Apenas viajantes com teste negativo terão acesso ao aeroporto da cidade, feito, no máximo, 48 horas antes da partida.
As cidades de Putian e Quanzhou (esta última, com mais de 6 milhões de habitantes), também na província de Fujian, registraram casos positivos, como parte do mesmo surto. No caso de Putian – onde começa hoje a ser feita uma campanha massiva de testes – a imprensa local informou que as infecções estão concentradas numa escola e numa fábrica de calçado.
Nessa segunda-feira (13), as autoridades afirmaram que o surto deve alastrar-se a outras regiões do país, mas que poderão controlá-lo antes do início do feriado da “semana dourada”, que se realiza no início de outubro.
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