Brasil

Alteração na Lei das Estatais faz Petrobras desabar mais de 10% no dia

Lula recebeu alerta sobre corrupção na Petrobras ainda no seu governo -  Jornal O Globo
A aprovação pela Câmara dos Deputados de uma alteração na principal norma de governança das estatais brasileiras ontem à noite fez os investidores se afastar das ações de empresas públicas federais quase que imediatamente.

A mudança, que ainda deve ser chancelada pelo Senado Federal, acaba com o impedimento legal à pretensão de Lula de colocar Aloisio Mercadante à frente do BNDES ou Jean Paul Prates, na Petrobras. Ambos estariam em desconformidade com a norma, que exige quarentena de três anos para políticos envolvidos com campanha eleitoral ou cargos decisórios em partidos.

Às 13h55, as ações preferenciais da Petrobras negociadas na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) recuavam 10,08%, cotadas a R$ 20,98, em resposta à desconfiança com o futuro da governança da estatal sem a proteção da Lei das Estatais.. Desde o resultado das eleições presidenciais, a empresa perdeu mais de R$ 150 bilhões em valor de mercado.

Outra estatal negociada em bolsa, o Banco do Brasil também operavam em queda (-4,24%), cotados a R$ 30,52.

O antagonista

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Brasil

Governo vai desbloquear R$ 2 bilhões do MEC esta semana, afirma Godoy

MEC lança plano de recuperação de aprendizagem da educação básica | Agência Brasil
O ministro da Educação, Victor Godoy, afirmou nesta quarta-feira (14/12) que o governo federal irá liberar parte dos recursos bloqueados do Ministério da Educação (MEC) até o fim desta semana. Segundo ele, haverá o desbloqueio de R$ 2 bilhões destinados a despesas já contratadas, e de parte do orçamento de R$ 2,31 bilhões para novos gastos.

De acordo com Godoy, a pasta lida atualmente com um bloqueio orçamentário de R$ 2,31 bilhões e um contingenciamento financeiro — ou seja, um congelamento de verbas — de R$ 2 bilhões.

“No fim desta semana, teremos uma medida provisória que abrirá espaço no orçamento da educação, permitindo a total liberação dos R$ 2 bilhões no financeiro. Ou seja, até o fim da semana que vem, não teremos mais o bloqueio financeiro”, explicou.

A liberação total dos R$ 2 bilhões se refere a gastos já comprometidos com despesas contratadas e que não poderiam ser pagas porque os recursos tinham sido congelados.

Metrópoles

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Brasil

FOTOS: Helicóptero com cinco pessoas cai no Rio de Janeiro; confira resgate

Helicóptero destruído após queda no Rio de Janeiro, em meio ao mato. Ele carragava cinco pessoas e na imagem é possível vez vários socorristas atendendo vítimas - Metrópoles

Um helicóptero com cinco pessoas a bordo caiu no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (14/12). O acidente aconteceu na Avenida das Américas, próximo a um heliponto.

O Corpo de Bombeiros informou que quatro pessoas já foram encaminhadas com vida para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Elas seriam dois casais dos Estados Unidos e da Argentina, além do piloto da aeronave, que recebeu os primeiros socorros no local do acidente.

Helicóptero destruído após queda no Rio de Janeiro, em meio ao mato. Ele carragava cinco pessoas e na imagem é possível ver dois homens próximos dos destroços - Metrópoles

A Secretaria municipal de Saúde informou que o quadro dos quatro pacientes no hospital é estável.

De acordo com o condutor, o helicóptero sofreu uma falha mecânica, o que forçou um pouso emergencial no terreno baldio. A Aeronáutica investiga as causas da falha.

Metrópoles

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Brasil

SEM TRANSPARÊNCIA: Governo de Transição entrega relatórios, mas esconde teor dos documentos

 

Os grupos temáticos do governo de transição concluíram a entrega dos relatórios ontem (13), mas o teor dos documentos permanecerá em sigilo. Questionada, a assessoria da equipe de transição evocou um termo de confidencialidade assinado pelos integrantes do grupo.

Nos relatórios constam dados levantados junto ao atual governo incluindo informações sobre orçamentos e contratos em vigor, sugestões revogação de atos e decretos, indicações de novos organogramas e sugestões de políticas públicas para os futuros ministros.

Os documentos têm 23 páginas somente com sugestões de revogações. Curiosamente, um dos pontos seria a quebra de sigilos impostos pela gestão Jair Bolsonaro a informações.

O governo de transição foi composto por cerca de 900 pessoas, dos quais 22 tiveram nomeação publicada em diário oficial. Os demais foram voluntários. Para os trabalhos foi usada a sede do Centro Cultual Banco do Brasil.


O Antagonista

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“Brasil confia nas Forças Armadas”, diz Bolsonaro durante evento com militares

Durante o evento no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília nesta terça-feira, 13, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não discursou, mas no cerimonial para homenagear militares da corporação pelo Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro, um texto lido no evento e escrito por Bolsonaro destacou que o Brasil confia a qualquer tempo na “atuação indelével” das Forças Armadas.

Em outro trecho do discurso lido, o presidente enfatizou que os integrantes da corporação sempre lutarão para impedir que alguma iniciativa arbitrária possa solapar os interesses do Brasil. Além de Bolsonaro também participaram da cerimônia o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB-RS) e os ministros Paulo Sérgio Nogueira (Defesa); Joaquim Leite (Meio Ambiente); Augusto Heleno (GSI), Carlos França (Relações Exteriores) e Célio Faria Júnior (Secretaria-geral).

Durante o evento também ocorreu a entrega da medalha de mérito Tamandaré, destinada a autoridades, instituições civis ou militares que tenham prestado serviços que fortaleçam as tradições da Marinha do Brasil.

Jovem Pan

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Brasil

Projeto que autoriza venda de remédios em supermercados divide opiniões na Câmara

Por insuficiência de quórum, a Câmara dos Deputados rejeitou o regime de urgência para o Projeto de Lei 1774/19, do deputado Glaustin da Fokus (PSC-GO), que autoriza os supermercados e estabelecimentos similares a venderem medicamentos isentos de prescrição.

Somente 231 deputados votaram a favor do novo regime de tramitação, quando o mínimo necessário era de 257 votos. Outros 166 deputados votaram contra a urgência.

No começo de agosto deste ano, o Plenário já havia rejeitado um pedido de urgência. Naquela ocasião, houve 225 votos favoráveis e 222 votos contrários. A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) disse que o tema voltou à pauta pela pressão comercial em detrimento da saúde da população. “Medicamento não é mercadoria, são drogas. E mesmo aqueles isentos de prescrição, se usados de forma incorreta, geram intoxicação”, disse.

Debate em Plenário

O tema dividiu opiniões nesta terça-feira (13). O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA) disse que a proposta vai ampliar o acesso a medicamentos isentos de prescrição. “Com a venda de medicamentos em supermercados e estabelecimentos credenciados pelos órgãos reguladores, nós iremos abrir o mercado para competitividade, ou seja, nós iremos tornar os medicamentos mais acessíveis a todos que mais precisam”, disse.

Relator da proposta, o deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL) afirmou que trabalhou para mediar os interesses das alas mais liberais e mais restritivas. “Discuti o texto, escutei as sugestões e assumo o compromisso de solucionar no relatório o que ainda houver de vácuo no projeto”, informou.

Ele afirmou que vai o texto também buscará frear o contrabando e definir normas de fiscalização pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e outros temas.

Para o deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), no entanto, a medida não é de interesse da população. “Sabemos que os maiores índices de suicídio e também de intoxicação medicamentosa estão relacionados à compra de medicamentos em supermercados. No Brasil, pode acontecer a mesma coisa”, disse.

O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que a proposta só interessa às grandes redes de supermercado, mas o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) ressaltou que o objetivo é baratear o preço final.

Agência Câmara

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Brasil

Regra do teto de gastos não é confiável, diz Haddad

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disse nesta terça-feira (13.dez.2022) que a regra do teto de gastos não é confiável. A norma criada no governo de Michel Temer (MDB) limitou o crescimento das despesas da União pela inflação, mas foi alterada diversas vezes na gestão de Jair Bolsonaro (PL). Primeiro, por causa da pandemia. Depois, para turbinar o Auxílio Brasil e outros vouchers.

“Eu fui crítico do teto de gastos porque eu entendia que aquela regra não era confiável”, disse. “Quando você põe uma regra que não consegue executar, você coloca em risco o próprio arcabouço fiscal”.

Indicado pelo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Haddad afirmou que vai propor um novo sistema de controle das contas públicas.

O petista disse que a nova regra deve permitir o financiamento de programas do governo e a sustentabilidade da dívida pública, próxima de R$ 6 trilhões.

Haddad elogiou a Lei de Responsabilidade Fiscal, criada em 2000. Segundo ele, ela é boa porque é exequível. Porém, disse que a norma é insuficiente. Afirmou que proporá uma nova regra junto ao debate da reforma tributária.

Poder360

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Brasil

Ladrão furta casa, descobre que é de delegado e devolve itens: “Me desculpa”

Criminosos realizaram um furto qualificado em uma residência no bairro Anchieta, em Belo Horizonte, no último sábado (10), e levaram cinco relógios e 25 munições de calibre .380.

Ao se retirarem do local, os ladrões deixaram um pé de cabra em cima da cama de um dos moradores, que acionou a Polícia Militar.

Após isso, a Polícia Civil fez buscas na região, mas não conseguiu achar os envolvidos no caso.

Entretanto, após descobrir que a casa era de um delegado, os ladrões devolveram os pertences e deixaram um bilhete, como uma mensagem.

“Estou devolvendo tudo que foi levado. Não quero problemas. Por isso, estou devolvendo. Se eu soubesse que era casa de polícia, não teria entrado. Me desculpa. Sou sujeito homem, por isso estou devolvendo”, diziam.

Segundo os policiais, a investigação sobre o caso continua. Até o momento não houve prisões.

CNN Brasil

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Brasil

Câmara aprova projeto que flexibiliza Lei das Estatais e pode facilitar indicações de políticos

O plenário da Câmara do Deputados aprovou nesta terça-feira (13) um projeto que altera a Lei das Estatais e que, na prática, facilita indicações de políticos para cargos de alto escalão de empresas públicas.

O texto diminui de 36 meses para 30 dias o período de quarentena pelo qual uma pessoa que tenha atuado em estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a campanha eleitoral deve passar para poder tomar posse em cargo de direção de empresa pública e sociedade de economia mista.

A legislação atual veda a indicação para o conselho de administração e para a diretoria, nesses casos, de quem tiver atuado, nos últimos 36 meses, como “participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado à organização, estruturação e realização de campanha eleitoral”.

Pelo texto aprovado no plenário da Câmara, essa proibição cai e é preciso apenas se desvincular da atividade incompatível com antecedência mínima de 30 dias em relação à data da posse no novo cargo como administrador de empresa pública ou sociedade de economia mista, bem como membros de conselhos da administração.

A iniciativa também facilita a indicação de pessoas para o conselho diretor ou a diretoria colegiada de agências reguladoras.

CNN Brasil

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Brasil

Lula repete a dose, confirma Mercadante e derruba bolsa de valores

Lula confirma Aloizio Mercadante como presidente do BNDES e manda recado ao  mercado | Revista Fórum
Os investidores reagiram bastante mal à confirmação de Aloísio Mercadante como futuro presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) nesta tarde.

O Ibovespa, principal indicador acionário do país, que operava praticamente estável virou para queda assim que o anúncio foi feito e recuou mais de 1,50%, abaixo dos 104 mil pontos.

Os juros futuros também subiram fortemente, com os vencimentos intermediários e longos subindo até 40 pontos-base. O dólar que operava em leve queda passou a subir contra o real, cotado a R$ 5,31 e já colocava a moeda brasileira entre as piores performances do dia entre as emergentes.

O antagonista

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