Brasil

VÍDEO: “Continuem na luta”, diz Valdemar a bolsonaristas após ações do TSE

Valdemar Costa Neto publicou um vídeo no canal oficial do PL no Youtube nesta quinta-feira (15) reagindo a ações do partido no TSE e à decisão de Alexandre de Moraes de acionar a PF contra pessoas associadas a atos bolsonaristas.

O presidente do PL criticou a manutenção da multa de 22,9 milhões de reais por litigância de má-fé no caso do relatório das urnas.

“Eu fiquei surpreso, porque não vão liberar as nossas contas. Inclusive, o ministro Alexandre ainda falou até em extinção do partido. Isso não tem como dar certo”, disse.

Sobre à decisão de Alexandre de Moraes de acionar a PF contra pessoas associadas a atos bolsonaristas, Valdemar também afirmou estar “surpreso”.

“O nosso povo que está acampado são só pessoas de bem”, afirmou. Dentre esses acampamentos, alguns situados em frente de quartéis das Forças Armadas, estão manifestantes solicitando golpe militar, o que é crime.

O presidente do PL disse que “só não tem o nosso apoio quem faz as coisas erradas”, dentre as quais bloqueios nas estradas.

O antagonista

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Brasil

Equipe de Lula começa a negociar com caminhoneiros para desarmar “bomba-relógio”

Como a greve dos caminhoneiros afeta economia e funcionamento do Brasil?
O gabinete de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou as primeiras conversas com representantes dos caminhoneiros autônomos e celetistas.

O coordenador-geral da transição, Geraldo Alckmin (PSB), teve duas reuniões com integrantes da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), segundo lideranças da categoria.

Enquanto isso, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, se reuniu há três semanas com o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, o “Chorão”, um dos líderes da greve de 2018; e com o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), Carlos Alberto Litti Dahmer, que também preside o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sindicam) de Ijuí (RS).

A atenção dada pelo governo eleito aos caminhoneiros é estratégica. No fundo, a preocupação que ronda qualquer governante desde a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) é a de uma greve dos caminhoneiros. A categoria é composta por uma maioria de conservadores que, em grande parte, votaram no presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018 e 2022.

Até mesmo Bolsonaro lidou com a pressão da categoria ao longo de sua gestão, embora tenha conseguido evitar uma greve. Uma paralisação nacional até chegou a ser iniciada em novembro do ano passado sob a liderança de Chorão, Litti e do presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, mas foi obstruída por liminares judiciais a pedido do governo federal, que monitorava a convocação, e por não ter tido a adesão da maioria.

Os casos mais próximos de uma manifestação dos caminhoneiros que o país chegou a vivenciar por períodos de ao menos 24 horas foram registrados em 7 de setembro do ano passado, por apoio ao voto impresso, ao governo e por impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e em 30 de outubro deste ano, em oposição ao resultado eleitoral e a favor de Bolsonaro. Esse último levante provocou desabastecimento em supermercados no país.

As duas manifestações aconteceram sem o apoio da maioria dos transportadores, mas foram suficientes para pôs o país em alerta. Lula reconhece a força dos caminhoneiros e até por isso instruiu que seu gabinete de transição iniciasse as conversas com representantes dos transportadores autônomos e celetistas. Ele está disposto a desarmar a bomba-relógio de uma potencial greve e quer evitar a todo o custo os danos econômicos observados em 2018.

O que representantes de Lula e caminhoneiros discutiram

Na reunião entre Gleisi, Abrava e a CNTTL, foi discutido o fortalecimento do cooperativismo no transporte rodoviário de cargas. Integrante da transição, o ex-ministro Maurício Muniz, da Secretaria de Portos do governo Dilma, também esteve presente. Chorão defendeu a manutenção do programa Roda Bem Caminhoneiro, iniciativa criada na gestão Bolsonaro para fortalecer a infraestrutura, a capacitação e o assessoramento técnico às cooperativas.

“É importante não parar o projeto do Roda Bem Caminhoneiro, é um projeto que vai trazer segurança para o transportador rodoviário de carga autônomo. A gente é muito a favor dessa questão. É uma coisa que deu certo no atual governo Bolsonaro e não pode parar. O que deu sorte, precisa continuar”, diz Chorão.

Da parte de legislação, defendeu o cumprimento de leis já vigentes e a autonomia necessária para o caminhoneiro ter poder de negociação no mercado, como o documento de transporte-eletrônico (DT-e). Também recomendou a manutenção e aprimoramento dos direitos fundamentais dos caminhoneiros autônomos, como a estadia, vale-pedágio, piso do frete e tempo de direção.

O pedido por uma reforma tributária “estruturante”, que iguale as condições tributárias de contratação dos transportadores autônomos em relação às Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETCs), foi outro ponto abordado. Quanto à fiscalização, a CNTA pediu o aprimoramento nos processos de fiscalização para o cumprimento de regras legais e infralegais do setor, além do desenvolvimento de mecanismos que garantam a eficiência na fiscalização.

Sobre segurança, foi demandada melhoria da infraestrutura rodoviária e segurança física nas rodovias, como combate ao furto e roubo de cargas e veículos. A respeito da estabilidade da política de preços, a categoria pede maior previsibilidade nas alterações dos preços dos combustíveis e no custo operacional como um todo.

Os últimos pedidos dizem respeito à implantação de um programa permanente e acessível de renovação de frota e um RNTRC mais eficiente. O registro do transportador rodoviário é o que regulariza o exercício da atividade do transporte rodoviário de cargas no Brasil. A categoria sustenta que seu fortalecimento potencializa sua utilização como ferramenta para o desenvolvimento do setor.

Lideranças querem novas reuniões e prometem cobrar governo Lula

O presidente da Abrava elogia o gesto do gabinete de transição e espera que novas reuniões sejam agendadas para debater outras pautas da categoria. “Que a gente consiga colocar em prática pelo menos as discussões, mas acho que a categoria vai conseguir ter um avanço nesta próxima gestão. E se não tiver, vamos cobrar do mesmo jeito”, afirma Chorão.

Um dos pleitos defendidos por Chorão é a alteração da política de preços dos combustíveis da Petrobras. Ele e Litti, da CNTTL, defendem a substituição da política de preço de paridade de importação (PPI), atualmente em vigor, pela de preço de paridade de exportação (PPE). A demanda é defendida pelo entendimento de que é a forma mais eficaz de assegurar uma queda real do preço dos combustíveis.

O pedido já havia sido apresentado ainda no período eleitoral em uma reunião com o ex-ministro Aloizio Mercadante, atual coordenador dos grupos técnicos da transição. Litti entende há alinhamento e sensibilidade de Lula e sua equipe em relação à pauta. “Eles estão muito mais alinhados [com o fim do PPI do que o governo Bolsonaro]. Não pode o preço do barril de petróleo estar inferior a US$ 80 e, na bomba, continua o mesmo preço de quando o preço era de US$ 110. O preço de paridade existe só para dar lucro a acionista”, critica.

Quais as chances de uma greve dos caminhoneiros e como Lula pode evitá-la

“Existe uma bomba-relógio. O caminhoneiro pode de um dia para o outro acordar com uma série de insatisfações de algo que não foi feito ou de algo que pode vir a ser feito, mas o movimento grevista é sempre o último recurso. Se o governo eleito está dialogando com “A” ou “B”, já mostra uma boa vontade, mesmo que imaturo e no momento errado de querer fazer algo”, diz o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros de Ourinhos (SP), Júnior Almeida.

Conhecido como “Júnior de Ourinhos”, ele é uma das lideranças da categoria que apoiou os protestos após o resultado eleitoral e tem um diálogo próximo ao Ministério da Infraestrutura. Para ele, as atuais conversas apenas tomam a “dianteira de um movimento que não existe”. “Querendo ou não, Bolsonaro é presidente até dia 31. Tem muita coisa para a categoria que está no ‘forno’ e ainda não saiu, mas que está para sair e estamos aguardando”, diz.

Segundo Júnior, depende apenas do aval da Casa Civil e da assinatura de Bolsonaro uma série de medidas já encaminhada pelo Ministério da Infraestrutura, a exemplo da regulamentação do documento de transporte eletrônico (DT-e), que favoreceria a demanda da contratação direta do transportador autônomo pelas empresas embarcadoras, as donas das mercadorias.

Outras pautas que estão no aguardo da assinatura de Bolsonaro incluem o estímulo para a empresa contratar o caminhoneiro através de incentivos fiscais, como o retorno de crédito do ICMS sobre o óleo diesel para o caminhoneiro por meio de um fundo criado para possibilitar que o transportador possa fazer dedução fiscal ou no frete de tudo que consumir. O modelo foi inspirado no que se aplica às empresas do transporte rodoviário.

Gazeta do Povo

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Brasil

Plenário da Câmara aprova minirreforma tributária de Efraim Filho

Deputado Federal Efraim Filho - Portal da Câmara dos Deputados
Foi aprovado nesta quarta-feira (14) o projeto de lei que institui o Estatuto Nacional de Simplificação de Obrigações Tributárias Acessórias, de autoria do deputado federal e senador eleito, Efraim Filho (União). O PL passou pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e por um requerimento de urgência, sendo agora aprovado no plenário da Câmara e seguindo para votação no Senado.

“Ajuda o empreendedor e simplifica sua vida, valorizando quem produz. Conseguimos afastar a questão das alíquotas e nos concentramos na desburocratização, na simplificação dos procedimentos e na redução do Custo Brasil”.

A proposta funciona como uma minirreforma tributária, além de criar a Nota Fiscal Brasil Eletrônica, possibilitando a integração dos fiscos e contribuintes através da unificação do documento de declaração e criação do Registro Cadastral Unificado (RCU). “Estamos usando a inovação e a tecnologia para ajudar o cenário econômico nessa retomada”, pontuou Efraim.

Blog do BG PB

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Brasil

Lula me pediu para colocar pobre no Orçamento e rico no imposto de renda, diz Haddad

PT vê virada de Haddad improvável e foca em blindar Lula em São Paulo | Metrópoles
O futuro ministro da Fazenda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Haddad, declarou durante o evento “Natal dos Catadores de Lixo”, que o presidente eleito lhe pediu para colocar o “pobre no Orçamento” e o “rico no imposto de renda“.

“Lula me fez um pedido. Ministro da fazenda precisa ter uma missão nesse país: colocar o pobre no Orçamento e o rico no imposto de renda. Essa frase resume o que ele quer”, disse Haddad.

Ao longo da campanha presidencial, Lula repetiu a necessidade de colocar essa frase em prática, indicando a necessidade de assistência aos mais pobres e de uma maior tributação em grandes fortunas.

No final de novembro, Fernando Haddad havia dito em evento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que a principal prioridade do governo eleito é a reforma tributária.

“A determinação clara de Lula é que possamos dar logo no início do próximo governo uma prioridade total à reforma tributária. Na sequência, [Lula] pretende encaminhar uma proposta de reformulação dos impostos sobre renda e patrimônio para completar o ciclo de reforma dos tributos no Brasil”.

CNN Brasil

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PF confirma quatro prisões em operação contra supostos atos antidemocráticos

PGR diz que operação contra empresários bolsonaristas é ilegal e pede  trancamento de investigação - InfoMoney
A Polícia Federal (PF) confirmou, na manhã desta quinta-feira (15/12), que cumpre quatro mandados de prisão preventiva no Espírito Santo, no âmbito da operação ordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes contra empresários suspeitos de financiar atos antidemocráticos, como os bloqueios de rodovias, após a proclamação do resultado das eleições.

No Espírito Santo, os policiais cumpriram 23 mandados de busca e apreensão nas cidades de Vitória, Vila Velha, Serra, Guarapari e Cachoeiro de Itapemirim, em face de pessoas identificadas pelas forças federais e locais de Segurança Pública. Além do Espírito Santo, a PF faz apreensões no Distrito Federal (1) e nos seguintes estados: Acre (9), Amazonas (2), Mato Grosso (20), Mato Grosso do Sul (17), Paraná (16), em Rondônia (1) e Santa Catarina (15).

Na segunda-feira (12/12), Moraes — também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — afirmou que responsabilizaria os grupos que atacam a democracia e pretendem “subverter a ordem política”.

Na solenidade de diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice na chapa, Geraldo Alckmin (PSB), o magistrado fez um discurso carregado de críticas a grupos antidemocráticos e disseminadores de desinformação, classificados pelo ministro como “criminosos”.

Metrópoles

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Bolsonaro edita MP que libera crédito extraordinário de R$ 7,5 bi para previdência

O presidente Jair Bolsonaro editou, nesta quinta-feira (15), uma Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário no valor de R$ 7,56 bilhões para cobrir despesas com previdência.

O Ministério da Economia diz em nota que: “A MP observa requisitos de urgência e imprevisibilidade exigidos pela Constituição, já que houve crescimento com essas características na despesa, ocasionado, entre outros fatores, pelo recente desrepresamento da fila de requerimentos”.

A MP segue o entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU), da semana passada, que, após consulta do governo, permitiu a liberação de crédito extraordinário para o Ministério do Trabalho e Previdência diante da insuficiência de recursos, que poderiam suspender o pagamento de despesas obrigatórias.

CNN Brasil

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PF faz operação contra bolsonaristas suspeitos de organizar atos antidemocráticos

A Polícia Federal cumpre nesta quinta-feira (15) mais de 80 mandados de prisão, busca e apreensão contra apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) suspeitos de organizar atos antidemocráticos.

A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e é relacionada à investigação sobre atos antidemocráticos contra o resultado das eleições.

Em nota (leia a íntegra mais abaixo), a PF confirmou que a operação foi deflagrada em razão dos bloqueios ilegais em rodovias.

“A Polícia Federal cumpre, nesta quinta-feira (15/12), 81 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em apuração que tramita na Corte acerca dos bloqueios de rodovias após a proclamação do resultado das Eleições Gerais de 2022”, informou a PF.

Os mandados de busca são cumpridos em sete estados (Acre, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina) e no Distrito Federal.

Em Santa Catarina, por exemplo, são cumpridos 15 mandados.

Os nomes dos alvos da operação não haviam sido divulgados até a última atualização desta reportagem.

Em 17 de novembro, Moraes determinou o bloqueio de bens de 43 empresas e pessoas suspeitas de financiar os atos antidemocráticos. A maioria delas é de Mato Grosso. Ainda não se sabe se os alvos da decisão estão entre os alvos da operação desta quinta-feira (15).

Tocantins: Em 23 de novembro, agentes da Polícia Civil foram hostilizados por bolsonaristas acampados em frente ao 22º Batalhão de Infantaria do Exército, em Palmas, ao averiguar a presença de crianças e adolescentes no local.

Rondônia: Em 18 de novembro, a tubulação de bairros da cidade de Ariquemes foi arrebentada por supostos manifestantes, e a população ficou sem água tratada. Além disso, uma mulher contou em um vídeo não ter chegado a tempo de ver a mãe doente ainda com vida por ter sido barrada em um bloqueio ilegal.

São Paulo: No dia 23 de novembro, dois trechos da Rodovia Anhanguera, em Campinas, foram bloqueados por bolsonaristas que danificaram caminhões. Além disso, um servidor do IBGE foi espancado por bolsonaristas em Amparo ao tentar fugir de um protesto.

Paraíba: No dia 2 de novembro, uma mulher foi agredida por bolsonaristas e presa pela PM por embriaguez, mesmo sem fazer teste.

Mato Grosso: No dia 22 de novembro, um pai implorou para que bolsonaristas o deixassem passar com o filho, que faria uma cirurgia, e disse que o grupo usava facões. Em outro caso, um grupo de estudantes foi impedido de passar de ônibus e caminhou mais de 5 km para fazer o Enem. Ainda no estado, dois suspeitos foram presos por atos análogos a terrorismo e por porte ilegal de armas ao tentar incendiar caminhão em Sinop. Um homem também foi agredido por participantes de um bloqueio.

Pará: No dia 24 de novembro, no Pará, a Polícia Federal prendeu seis suspeitos de atos golpistas e ataque à Polícia Rodoviária Federal.

Santa Catarina: No dia 18 de novembro, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu bombas, miguelitos e comparou bolsonaristas a black blocs. Em outro caso, um vídeo mostra um grupo de bolsonaristas agredindo uma mulher após derrota nas urnas. Ainda em SC, policiais rodoviários levaram golpes de barras de ferro em um bloqueio bolsonarista.

Paraná: No dia 8 de novembro, um caminhoneiro foi agredido ao tentar furar um bloqueio em rodovia.

Acre: No dia 22 de novembro, Rio Branco enfrentou redução da frota de ônibus por causa do desabastecimento de combustível, além de sofrer com falta de cimento e alimentos perecíveis por conta de bloqueios em Rondônia.

Íntegra

Leia a íntegra da nota da PF sobre a operação:

Brasília/DF – A Polícia Federal cumpre, nesta quinta-feira (15/12), 81 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em apuração que tramita na Corte acerca dos bloqueios de rodovias após a proclamação do resultado das Eleições Gerais de 2022.

As medidas estão sendo cumpridas nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e no Distrito Federal, em face de pessoas físicas e jurídicas identificadas pelas forças federais e locais de Segurança Pública.

G1

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Moraes determina arquivamento de representação contra Michelle Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) o arquivamento da representação contra a primeira-dama Michelle Bolsonaro apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

O senador protocolou ontem o pedido de investigação contra a primeira dama por supostamente atuar como uma das financiadoras dos atos de terrorismo ocorridos no dia 12, em Brasília.

Em sua decisão, o ministro ressaltou que não foi apresentado nenhum indício real de fato típico praticado por Michelle e que a representação “carece de elementos indiciários mínimos, não se verificando justa causa para instaurar a investigação.”

Moraes destacou ainda que os fatos apontados pelo senador – os atos de vandalismo ocorridos em Brasília no dia 12 – já estão sendo apurados pelo STF no âmbito das Petições 10685, 10763 e 10764. O magistrado acrescentou que o ministro da Justiça e Segurança Pública e o governador do Distrito Federal já foram oficiados para informarem, no prazo de 48 horas, as medidas tomadas pelas forças de segurança em relação ao episódio.

O Antagonista

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Brasil

Termina hoje o prazo para pedir saque extraordinário de até R$ 1 mil do FGTS

O valor foi depositado automaticamente nas contas do Caixa Tem dos trabalhadores. Quem não teve o valor creditado – ou quem teve, mas não movimentou o dinheiro nos primeiros 90 dias – deve acessar o aplicativo do FGTS e indicar que deseja sacar o dinheiro, informa a Caixa Econômica Federal.

De acordo com a Caixa, após o pedido, em até cinco dias úteis o valor é transferido para a conta do trabalhador. O bloqueio dos recursos pode ocorrer devido a alguns fatores. Entre os principais motivos estão:

  • garantia de operações de crédito de antecipação do Saque Aniversário;
  • determinação judicial;
  • pedido de devolução de valor recolhido pelo empregador;
    e dados inconsistentes.

A Caixa destaca, no entanto, que o saque não será disponibilizado se os valores estiverem bloqueados na conta do fundo de garantia.

Qualquer pessoa que tiver conta vinculada do FGTS, ativa ou inativa, pode sacar.

Se o titular possuir mais de uma conta do FGTS, o saque é feito na seguinte ordem: primeiro, as contas relativas a contratos de trabalho extintos, com início pela conta que tiver o menor saldo; em seguida, as demais contas vinculadas, com início pela conta que tiver o menor saldo.

Não estarão disponíveis para saque os valores que estiverem bloqueados na conta do FGTS, como garantia de operações de crédito de antecipação do saque-aniversário, por exemplo.

A princípio, não seria preciso solicitar a liberação das verbas, pois o dinheiro seria disponibilizado automaticamente na conta do trabalhador no Caixa Tem. Leia mais aqui

O Saque Extraordinário do FGTS já foi realizado no Caixa Tem para mais de 45 milhões de trabalhadores, somando quase R$ 31 bilhões.

Se o beneficiário não tiver uma conta no Caixa Tem, a Caixa Econômica Federal abriria uma conta em nome do trabalhador automaticamente.

No entanto, em caso de dados incompletos que não permitam a abertura da conta digital, o trabalhador tem que pedir a liberação dos recursos.

Todo o processo para pedir o saque é informatizado. O trabalhador não precisa ir à agência da Caixa, bastando entrar no aplicativo FGTS, disponível para smartphones e tablets, e inserindo os dados pedidos.

O aplicativo pode ser baixado pelo celular:

Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, já será possível pagar boletos e contas ou utilizar o cartão de débito virtual e QR code para fazer compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos, por meio do aplicativo.

O valor também pode ser transferido para outras contas bancárias da Caixa ou de outro banco. É possível ainda realizar transações por meio do Pix, além de efetuar saque nos terminais de autoatendimento da Caixa e nas casas lotéricas.

O saque é facultativo ao trabalhador. Caso o crédito dos valores tenha sido feito na Poupança Social Digital do trabalhador e essa conta não seja movimentada até esta quinta-feira (15), os recursos serão retornados à conta do FGTS, devidamente corrigidos.

G1

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Brasil

Empresas brasileiras perdem R$ 652 bilhões em valor de mercado desde as eleições

As empresas brasileiras listadas na bolsa de valores tiveram uma desvalorização de R$ 651,9 bilhões desde o resultado das eleições presidenciais, no fim de outubro, segundo estudo realizado pela Economatica, plataforma de informações sobre o mercado financeiro.

Já os dados compilados pelo portal de gerenciamento de investimentos TradeMap mostram que, em 28 de outubro, última sexta-feira antes do segundo turno, todas as companhias nacionais com ações na B3 valiam, juntas, R$ 4,413 trilhões. A soma caiu para R$ 3,841 trilhões no fechamento da última terça-feira (13), uma desvalorização total de R$ 571,86 bilhões.

Entre 21 de outubro e 13 de dezembro, as empresas listadas na bolsa de São Paulo perderam R$ 730,84 bilhões em valor de mercado. Uma semana antes do dia 28 de outubro, as ações da Petrobras atingiram o valor mais alto de sua história, e a estatal, que é a maior empresa brasileira, chegou a valer R$ 520,60 bilhões. No mesmo dia, o Ibovespa encerrou o pregão em 119.933 pontos.

Na última terça, o principal índice da bolsa brasileira chegou a zerar todos os ganhos, mas fechou no positivo, em 0,5% em reais, e quase 8% em dólares, com volatilidade na curva de juros. Fechou o dia em 103.671 pontos, uma queda de 13,5%, enquanto o valor de mercado da petrolífera caiu para R$ 331,05 bilhões.

A forte queda da bolsa brasileira no início desta semana é, segundo Vanessa Naissinger, especialista de investimentos da Rico, “ainda uma resposta aos anúncios dos nomes para os ministérios do presidente eleito, ocorridos na sexta-feira, e a sinalizações sobre outros participantes do governo na manhã de segunda”.

R7

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