Brasil

53 deputados fecham questão contra PEC do Lula; leia a lista

MaisPB • Bancada paraibana na Câmara Federal terá renovação de 41%; veja a  composição
Deputados de partidos como Novo, PL e Cidadania fecharam questão e decidiram votar contra a PEC do Lula, independentemente das mudanças. A expectativa é que a matéria vá ao plenário da Casa ainda essa semana.

Ao todo, 53 parlamentares abriram o voto contrário ao texto (leia a lista abaixo). Entre eles, estão os bolsonaristas Sanderson (PL-RS), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o ex-ministro Onyx Lorenzoni (PL-RS) e parlamentares do Novo, como Tiago Mitraud (MG), que foi candidato a vice na chapa de Felipe d’Ávila.

Pesou na decisão dos parlamentares o fato de que o texto aprovado no Senado não somente pode representar um desajuste nas contas públicas, como também a má sinalização que o governo eleito vem dando ao mercado, ao indicar, por exemplo, Fernando Haddad para o Ministério da Fazenda.

O texto aprovado pelo Senado amplia o teto de gastos em R$ 145 bilhões. Mas, como mostramos na semana passada, o rombo fiscal pode chegar a até R$ 195 bilhões, conforme relatório da consultoria do PSD na Câmara.

“Eu entendo que a origem [da PEC] é péssima. Além de ser um furo no teto, desacompanhado de qualquer medida fomentadora da economia, de reformas ou de programa de redução de despesa, ela é um ataque ao parlamento. Por dois anos, os deputados terão a sua função muito limitada no controle orçamentário”, disse o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).

“Ela é uma PEC que merece ser enterrada. Quando Lula prometeu o que prometeu, ele tinha que ter feito a promessa de acordo om aquilo que o país poderia pagar. Vender ilusão para depois o parlamento pagar? Não”, acrescentou.

Leia a lista completa:

1. Sanderson
2. Luiz Philippe
3. Chris Tonietto
4. Carlos Jordy
5. Daniel Silveira
6. Junio Amaral
7. Eduardo Bolsonaro
8. Bia Kicis
9. Gen Girão
10. Paulo Eduardo Martins
11. Giovani Cherini
12. Onix Lorenzoni
13. Hélio lopes
14. Gilson Marques
15. Marcel van Hattem
16. Tiago Mitraud
17. Lucas Gonzalez
18. Alexis Fonteyne
19. Paulo Ganime
20. Vinicius Poit
21. Adriana Ventura
22. Carol De Toni
23. Cel Chrisóstomo
24. Bibo Nunes
25. Mara Rocha
26. Rosana Valle
27. Vermelho
28. Luiz Lima
29. Marcelo Álvaro Antônio
30. Eros Biondini
31. Aline Sleutjes
32. Jefferson Campos
33. Domingos Savio
34. Carla Zambelli
35. Sóstenes Cavalcante
36. Capitão Augusto
37. Magda Moffato
38. Dr Frederico
39. Paula Belmonte
40. Labre
41. Katia Sastre
42. Pr Marco Feliciano.
43. José Medeiros
44. Zacarias Calil
45. Major Vitor Hugo
46. Cap Alberto Neto
47. Daniel Freitas
48. Emidinho
49. Cel Armando
50. Nelson Barbudo
51. Marcelo Moraes
52. Filipe Barros
53. Coronel Tadeu

O antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Em cerimônia militar, Bolsonaro fala sobre “iniciativas arbitrárias”

Na saída do Alvorada, Bolsonaro ignora imprensa e chama Globo de "fake news"
Em silêncio desde sexta-feira (9), quando falou a apoiadores no Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou, na manhã desta terça-feira (13), em cerimônia alusiva ao Dia do Marinheiro e à Imposição da Medalha Mérito Tamandaré, no Grupamento de Fuzileiros Navais, em Brasília.

A região fica a alguns quilômetros da área que, na noite anterior, foi incendiada por apoiadores do mandatário.

Ao fim de seu protocolar discurso, o chefe do Executivo falou sobre a conduta dos oficiais da força e do “comprometimento com o combate de iniciativas arbitrais”. O discurso presidencial foi lido por um locutor.

“Ao encerrar esta justa e merecida homenagem, reafirmo a todos os brasileiros o comprometimento da Marinha do Brasil com o futuro de nossa pátria. Registro, como presidente da República, a gratidão e o reconhecimento de nossa população aos marinheiros, fuzileiros navais e servidores civis de ontem e de hoje, que até mesmo com o sacrifício da própria vida, lutaram e sempre lutarão para impedir qualquer iniciativa arbitrária que possa vir a solapar os interesses de nosso país, mantendo o Brasil como uma nação grande, livre e soberana. Berço de povo resiliente e, acima de tudo, patriota”, disse em trecho do discurso.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Primeira ordem de Lula a chefes das Forças Armadas será acabar com atos bolsonaristas em quartéis

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva quer pôr fim aos protestos na entrada de quartéis pelo País que contestam o resultado das urnas e pedem intervenção militar. A remoção de manifestantes será um dos primeiros pedidos de Lula na conversa com os próximos comandantes-gerais das Forças Armadas, a serem confirmados por ele.

Antes mesmo dos atos de vandalismo cometidos em Brasília na noite de segunda-feira, dia 12, após a diplomação do presidente eleito, Lula já havia compartilhado com parlamentares de sua base aliada que trataria com os generais do plano de encerrar as aglomerações e acampamentos no entorno das organizações militares.

No fim da semana passada, Lula recebeu a cúpula do Avante no hotel onde despacha em Brasília. O encontro ocorreu na quinta-feira, dia 8. Estiveram com o presidente eleito, entre outros, os deputados federais André Janones e Luís Tibé, ambos de Minas Gerais.

Na ocasião, Lula disse a eles que começaria no dia seguinte a apresentar seus novos ministros e a justificar os motivos da antecipação. Afirmou, então, que apontaria José Múcio Monteiro como novo titular da Defesa e que gostaria de conversar com os futuros comandantes logo, já que acabar com os atos nos quartéis era uma de suas prioridades. Lula disse aos líderes do Avante que considera as concentrações um “desrespeito” às próprias Forças Armadas.

Há no cenário uma possibilidade de que os virtuais comandantes apontados por Lula assumam as respectivas forças antes da hora. Isso porque os comandantes atuais deram sinais de que pretendem deixar os cargos que exercem dias antes da posse de Lula, em 1º de janeiro. Mesmo que não sejam nomeados por Jair Bolsonaro, eles poderiam comandar interinamente como os oficiais de quatro-estrelas mais antigos da tropa.

Os oficiais-generais que assumirão Exército, Marinha e Aeronáutica já foram selecionados por José Múcio Monteiro. Lula planejava conversar com o general Julio Cesar de Arruda (Exército), com o almirante Marcos Olsen (Marinha) e com o brigadeiro Marcelo Damasceno (Aeronáutica) na tarde de sexta-feira, dia 9. O encontro foi adiado a pedido de Múcio, segundo integrantes do governo, para que ele pudesse fazer uma reunião prévia prevista para esta terça-feira com o atual ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

Como o Estadão mostrou, os comandantes atuais do governo Bolsonaro publicaram carta em que expressam apoio às manifestações de inconformidade com o resultado das eleição, desde que não ocorram “excessos”. Eles ignoraram no texto dirigido “ao povo e às instituições” o teor intervencionista e o clamor por um golpe de Estado perpetrado por militares.

Um dia antes da publicação, o comandante do Exército determinou a todo o generalato da ativa não reprimir pela força a realização de marchas, concentrações e discursos diante do Quartel-General (QG) em Brasília e nas unidades militares em todo o País. Ordenou-os ainda a não estimular os atos.

No entanto, oficiais e praças da ativa e da reserva já foram flagrados incentivando e participando dos acampamentos, a despeito da ordem superior.

Um parlamentar que aconselha Lula no diálogo com a caserna disse ao Estadão que não se trata de um pedido, mas da necessária articulação, já em andamento, para acabar com as aglomerações e que o maior problema é justamente a participação de integrantes da reserva e da família militar nos atos, bem como o apoio dos Clubes Militares.

O assunto tem de ser levado aos generais porque os atos ocorrem em perímetro de segurança de área militar, sob a responsabilidade dos comandos das Forças Armadas – e não das secretarias de segurança pública dos Estados. Assim, o patrulhamento é controlado pela Polícia do Exército.

Na madrugada desta terça-feira, dia 13, o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Julio Danilo, afirmou que a manutenção ou não do acampamento no QG em Brasília será “reavaliada” após os atos de vandalismo registrados horas depois da diplomação de Lula, na sede do TSE. Ele ponderou, no entanto, se tratar de área militar, e que ao governo local cabem apenas ações acessórias, de ordem pública e limpeza. O delegado garantiu que os envolvidos nos crimes serão alcançados, onde quer que estejam.

Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

João e outros 14 governadores eleitos se reúnem com Rosa Weber para tratar de arrecadação

Durante a reunião, os 15 atuais e futuros gestores defenderam que a Corte julgue no plenário presencial ações que tratam do diferencial de alíquota (Difal) do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), processos que podem derrubar a arrecadação dos estados.

Em nota divulgada à imprensa, o STF informou que a presidente se comprometeu em pedir destaque das ações no julgamento virtual e levar o caso para o plenário físico, como foi defendido pelos governadores.

Com a medida, o julgamento do Difal deverá ficar suspenso até o ano que vem. A data de retomada não foi definida.

Após a reunião, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), disse que os estados perderam arrecadação com a redução do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e transportes.

Casagrande também demonstrou preocupação com o julgamento no STF sobre o Difal.

“A ministra está compreendendo que a quantidade de governadores presentes aqui e os reeleitos mostra uma preocupação federativa e ela pode encaminhar uma solução que dê mais tempo de debate”, disse.

O governador eleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), disse que, apesar de receber o estado com contas saneadas, há preocupação com as receitas para 2023.

“Todos nós sabemos a importância da receita do ICMS para os investimentos de nossos estados. É praticamente a receita de maior porte”, concluiu.

Com informações de Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

“O mercado reage mal a qualquer nome do PT”, diz economista da transição

O ex-ministro do Planejamento e da Fazenda do governo Dilma, Nelson Barbosa, comentou sobre possíveis indicações à presidência do BNDES. Segundo o economista, o novo presidente do banco público deve promover o desenvolvimento do país e “emprestar mais, para quem precisa mais”, como micro e pequenas empresas, com foco em inovação, tecnologia e diversificação produtiva.

Quando questionado sobre uma reação negativa do mercado financeiro em relação a eventual escolha do ex-ministro Aloizio Mercadante para o cargo, Barbosa foi enfático.

“O mercado reage mal a qualquer nome do PT”, acentuou o integrante da equipe econômica do Gabinete de Transição, na saída do CCBB. “Eu acho que Mercadante, assim como semana passada eu já disse sobre o Haddad, é um dos principais quadros políticos do PT e do Brasil, foi ministro de diversas pastas. Ele tem capacidade”, seguiu Barbosa.

Para o ex-ministro, as incertezas do setor financeiro vão ser diluídas assim que as políticas econômicas do novo governo Lula forem apresentadas com mais clareza.

“Essas flutuações de mercado acontecem, mas acho que à medida que o governo apresente seus projetos e suas propostas, esse ruído será eliminado”.

 VEJA

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Ordem já foi reestabelecida e polícia continuará nas ruas, diz secretário de Segurança do DF

O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Júlio Danilo, declarou, nesta segunda-feira (12), que a ordem já foi reestabelecida, após manifestantes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) quebrarem cerca de dez veículos que estavam estacionados em frente ao prédio da Diretoria-Geral da Polícia Federal, na Asa Norte de Brasília.

“O Governo do Distrito Federal vem trabalhando integrado com os órgãos federais e com a equipe de transição na sua missão de garantir a segurança dos cidadãos, das autoridades e a ordem pública. Hoje ocorreu um fato, já para o final da tarde, a prisão de um manifestante com o cumprimento de um mandado de prisão que acabou desencadeando atos de vandalismo próximos ao prédio da Polícia Federal no centro de Brasília”, explicou Júlio Danilo.

“Prontamente, a Polícia Militar e a Polícia Civil responderam a essas agressões no intuito de reestabelecer a ordem, como agora, nesse momento, já foi reestabelecido. A polícia está nas ruas, continuaremos nas ruas, como já foi dito pelo ministro. Os crimes que foram cometidos serão apurados e os responsáveis serão responsabilizados”, continuou.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou que “a ordem é para prender os vândalos” e que todas as forças policiais do DF estão na rua, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e o Grupamento Tático Operacional (Gtop).

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Tudo será apurado e esclarecido, diz ministro da Justiça após atos de vandalismo no DF

O ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou na noite desta segunda-feira (12) que o atos de vandalismo vistos em Brasília serão apurados e esclarecidos.

“Desde o início das manifestações em Brasília, o Ministério da Justiça, por meio da Polícia Federal, manteve estreito contato com a Secretaria de Segurança do governo do Distrito Federal e com o governo do DF, a fim de conter a violência e restabelecer a ordem. Tudo será apurado e esclarecido. Situação normalizando no momento”, afirmou Torres, pouco depois das 23 horas, pelo Twitter.

 

No momento em que Torres se manifestava pelas redes sociais, manifestantes bloqueavam o trânsito na W3 Norte, uma das principais vias de Brasília.

Em nota, a Polícia Militar do Distrito Federal afirmou que o protesto acontece em razão da prisão temporária do cacique José Acácio Serere Xavante, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). A detenção ocorreu pela suposta prática de condutas ilícitas em atos antidemocráticos pelo prazo de dez dias.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Canção Nova, morre aos 85 anos

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Católica Canção Nova, morreu aos 85 anos, em Cachoeira Paulista (SP), na noite segunda-feira (12). A informação foi confirmada pela assessoria da comunidade.

Jonas Abib havia deixado o hospital na última quinta-feira (8) após fica um mês internado para tratamento de uma pneumonia. O religioso também seguia desde 2021 um quimioterápico de um mieloma (tipo de câncer). A causa da morte não foi divulgada.

Até a publicação da reportagem ainda não havia informações sobre o velório, missa de corpo presente e sepultamento do religioso.

Biografia

Jonas Abib nasceu no dia 21 de dezembro de 1936 em Elias Fausto (SP). Ordenado sacerdote em 1964, passou a se dedicar no trabalho de evangelização de jovens.

Em 1971, Padre Jonas conheceu a Renovação Carismática Católica, que marcou sua vida e ministério. Sete anos depois, em 1978, fundou a Comunidade Canção Nova, com a missão de evangelizar pelos meios de comunicação social.

A comunidade católica mobiliza milhares de fiéis em todo país e é reconhecida pelo Vaticano como uma “Associação de fiéis Internacional de Direito Pontifício”, o que significa estar a serviço não somente da Igreja local, mas a serviço da Igreja no mundo todo.

O título de monsenhor foi concedido ao religioso pelo Papa Bento XVI em 17 de outubro de 2007 a pedido do bispo da diocese de Lorena (SP), Dom Benedito Beni Santos. O título de “monsenhor” é dado pelo Papa a padres que se destacam por relevantes serviços prestados à Igreja e ao povo de Deus em suas dioceses.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PF: Tserere está acompanhado de advogados e prisão segue legislação

A Polícia Federal (PF) divulgou nota na noite desta segunda-feira (12) na qual se posiciona sobre a prisão do indígena conhecido como Cacique Tserere, medida que provocou atos de terrorismo no centro da Capital Federal, com tentativa de invasão à sede da corporação, depredação de prédios e carros e ônibus incendiados.

Segundo a PF, Tserere está acompanhado de seus advogados e a prisão atende aos “termos da legislação”. Ainda segundo a corporação, os atos de violência e vandalismo estão sendo contidos com o apoio de outras forças de Segurança Pública do Distrito Federal (PMDF, CBMDF e PCDF).

Veja a nota da PF na íntegra:

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

FOTOS E VÍDEOS: Manifestantes incendeiam carros, ônibus e tentam invadir prédio da PF em Brasília

Manifestantes tentaram invadir a sede da Polícia Federal nesta segunda-feira (12), na Asa Norte, bairro da região central de Brasília. O ato, segundo parte dos manifestantes, foi organizado como protesto à prisão do Cacique Tserere, um líder indígena que questiona o resultado das eleições deste ano.

Por volta de 20h40, os manifestantes começaram a atear fogo aos carros estacionados no Setor Hoteleiro Norte. Pelo menos três veículos já foram incendiados.

Um carro da Defesa Civil e pelo menos dois ônibus também foram depredados. Os passageiros do ônibus foram obrigados a sair do veículo pelos manifestantes, que colocaram fogo no coletivo.

Comerciantes do Setor Hoteleiro Norte estão fechando os estabelecimentos em meio à confusão, que acontece próxima aos prédio do portal Metrópoles e da TV Globo.

O grupo continua no local mesmo com a chegada da polícia, que reagiu com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo.

A via que vai da Asa Sul rumo à L2 Norte, em frente ao Brasília Shopping, está fechada por conta do protesto.

Motivação dos manifestantes

A pedido da Procuradoria-Geral da República, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão temporária de José Acácio Serere Xavante, pelo prazo inicial de dez dias, pela suposta prática de condutas ilícitas em atos antidemocráticos.

Segundo a Polícia Federal (PF), Serere Xavante teria realizado manifestações de cunho antidemocrático em diversos locais de Brasília, como em frente ao Congresso Nacional, no Aeroporto Internacional de Brasília (onde invadiram a área de embarque), no shopping Park Shopping, na Esplanada dos Ministérios (por ocasião da cerimônia de troca da bandeira nacional e em outros momentos) e em frente ao hotel onde estão hospedados o presidente e o vice-presidente da República eleitos.

A PGR afirmou que Xavante “vem se utilizando da sua posição de cacique do Povo Xavante para arregimentar indígenas e não indígenas para cometer crimes, mediante a ameaça de agressão e perseguição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.”

Para o ministro Alexandre, as condutas do indígena “a restrição da liberdade do investigado, com a decretação da prisão temporária, é a única medida capaz de garantir a higidez da investigação”, afirmou em nota do STF.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.