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MP Eleitoral se manifesta a favor da inelegibilidade de Bolsonaro em ação sobre reunião com embaixadores

Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

O Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou a favor do pedido de inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por enxergar indícios de abuso de poder político nos ataques proferidos contra o sistema eleitoral e às urnas eletrônicas durante uma reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada em julho do ano passado. A manifestação, sob sigilo, foi apresentada nesta quarta-feira ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o GLOBO apurou, o parecer do vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet Branco, concorda com a procedência dos pedidos feitos pelo PDT na ação de investigação judicial eleitoral que pede a inelegibilidade de Bolsonaro.

A manifestação do Ministério Público é a última fase das chamadas “alegações finais” da ação conhecia como “Aije dos embaixadores”. Agora, com o parecer de Gonet, o caso está pronto para a elaboração do voto do relator e, depois, ser pautado pelo ministro Alexandre de Moraes. No TSE, há a expectativa de que a ação seja julgada entre o final de abril e o início de maio.

O caso é relatado pelo corregedor-geral do TSE, ministro Benedito Gonçalves.

Pela lei eleitoral, o abuso de poder político ocorre nas situações em que o detentor do poder se vale de sua posição e se utiliza de bens públicos para agir de modo a influenciar o eleitor. A punição prevista é a inelegibilidade por oito anos, período no qual o político não pode disputar eleições.

O Globo

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Câmara aprova regime de urgência para projeto que obriga GPS a indicar locais violentos nos mapas de navegação

Prefeitura do Rio aprova lei que obriga Google Maps e Waze a alertarem  sobre zonas de risco - TudoCelular.com
O Plenário da Câmara aprovou regime de urgência para projeto (PL 6446/19) que obriga aplicativos de navegação no trânsito que usam o sistema GPS a alertarem os usuários sobre locais com elevado índice de criminalidade.

O regime de urgência permite que a proposta seja votada diretamente no Plenário, sem passar pelas comissões da Câmara.

Apesar de aprovado o regime de urgência, o projeto dividiu o Plenário. Para deputados aliados ao governo, a proposta estigmatiza regiões mais pobres e seus moradores. Para outros, como os do Novo, o projeto cria uma exigência a mais para startups que desenvolvem aplicativos, o que pode inibir a criação de novos produtos.

Houve críticas também de deputados preocupados com o aumento da segregação de locais considerados perigosos, o que pode desvalorizar os imóveis e até aumentar os níveis de criminalidade. Foi o que disse o deputado Abílio Brunini (PL-MT).

“Uma das grandes falhas do projeto é a segregação social. Isso cria uma desvalorização imobiliária. Isso não ajuda a desenvolver aquela região. Muito pelo contrário: aumenta a segregação de determinadas regiões, criando naquele lugar um espaço ainda mais marginalizado. E se o aplicativo começar a falar não passe no bairro tal porque esse bairro é perigoso? Aquele bairro vai se desvalorizar e vai se tornar mais perigoso.”

O projeto estabelece que os dados sobre os índices de criminalidade das regiões deverão ser fornecidos pelo poder público. E a não inclusão dessa funcionalidade nos aplicativos pode acarretar multa.

O autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS), defende a medida como necessária para evitar que as pessoas entrem sem saber em territórios perigosos. Ele rebateu as críticas à proposta.

“É a segurança do cidadão, da cidadã. Essas zonas já não têm valorização de negócio. As pessoas já sabem o que são zonas de perigo. Todos têm este conhecimento. Não sei como é que podem vir aqui e serem contrários a um projeto para dizer para o cidadão, para a cidadã brasileira, para não entrar numa zona de perigo, para não ser assaltado, não ser baleado.”

O Plenário também aprovou regime de urgência para projeto (PDL 65/23) que susta resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, que aumentam os custos daquelas pessoas ou empresas que têm placas solares e geram energia fotovoltaica.

A Aneel regulamentou a cobrança de tarifa de distribuição a ser paga por estes consumidores, prevista em uma lei aprovada no ano passado pelo Congresso (Lei 14.300/2022).

Para o autor do projeto, deputado Beto Pereira (PSDB-MS), as resoluções prejudicam quem investiu na mini e microgeração de energia elétrica com fontes alternativas.

Não há data para votação dos dois projetos no Plenário.

Blog do BG PB

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”Impossível aprovar redução no peso dos impostos”, diz Aguinaldo, relator da reforma tributária

Aguinaldo defende mais acesso à educação superior e comemora ampliação do Prouni
O relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), avaliou nesta quarta-feira, 12, que o Congresso tem condições oportunas e adequadas para votar a simplificação da tributação sobre o consumo, mas admitiu que será impossível aprovar um texto que reduza o peso dos impostos.

“Estamos prontos para aprovar a reforma. Temos pela primeira vez o governo priorizando a reforma tributária como parte estruturante da sua estratégia”, afirmou Ribeiro, em evento organizado pelo Correio Braziliense. “Me perguntam se há ambiente para aprovar uma reforma tributária, e eu respondo que não vai ter ambiente nunca. Porque as condições ideais demandariam primeiro reduzir o tamanho do Estado e reduzir o compromisso fiscal, para aí podermos fazer uma reforma para reduzir a carga tributária”, ponderou.

Para o deputado, o Brasil tem um dos piores sistemas tributários do mundo, com uma regressividade muito grande. “Cada benefício fiscal que um governo toma transfere essa conta para toda a sociedade e muitas vezes não avaliamos se essa conta valeu a pena ou não. Ninguém é contra promover o desenvolvimento regional por meio de incentivos, mas somos contra não haver uma avaliação criteriosa daquilo que se faz com esses recursos”, acrescentou.

Zona Franca de Manaus

O relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados disse ainda que a forma de tratamento da Zona Franca de Manaus dependerá de uma decisão política do Congresso, mas garantiu que a reforma respeitará os contratos vigentes. “A Zona Franca de Manaus está contratada até 2073, temos que respeitar esse contrato”, afirmou, no evento organizado pelo Correio Braziliense.

O deputado afirmou que pode se debater modelos mais atualizados que podem ajudar a região Norte e o Brasil. “Sempre quando vamos tomar uma decisão, temos uma avaliação técnica e depois a decisão política. A política que vai decidir qual será o caminho. Foi a política que decidiu que a Zona Franca de Manaus tem esse tratamento que tem hoje, que decidiu os puxadinhos que temos hoje e que custam caro, e é a política que pode resolver isso hoje”, completou.

Blog do BG PB

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PF e CGU investigam 20 faculdades por suposta fraude para receber recursos do Fies

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quarta-feira (12) uma operação contra supostas fraudes praticadas por criminosos usando títulos públicos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo a corporação, 77 policiais cumprem 20 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em sete estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe.

Há, ainda, autorização judicial para o bloqueio de quase R$ 21,3 milhões – valor estimado dos prejuízos causados à União com as fraudes.

Ao todo, 20 faculdades supostamente beneficiadas pelas fraudes são alvo da operação; a lista não foi divulgada. A CGU diz que os valores já apurados pagariam integralmente a formação superior de pelo menos 50 alunos em cursos de cinco anos.

Os envolvidos no esquema, de acordo com a Polícia Federal, inseriam informações falsas no sistema usado pela União para gerenciar as instituições de ensino vinculadas ao Fies.

Essas informações falsas levavam o governo federal a recomprar títulos públicos do Fies que estavam com as faculdades e entidades mantenedoras – injetando dinheiro em instituições que, na verdade, não cumpriam os requisitos mínimos para essa operação (entenda abaixo).

Há, ainda, casos em que os suspeitos cadastraram financiamentos estudantis fora do prazo regimental, beneficiando estudantes de modo individual.

Segundo as investigações, a fraude envolvia:

– servidores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – órgão vinculado ao Ministério da Educação que distribui e executa a maior parte do orçamento federal para o setor;

– funcionários terceirizados, também contratados pelo FNDE;

– advogados e escritórios de advocacia especializados em “direito educacional” que representavam instituições de ensino.

O esquema, segundo a PF

As fraudes, segundo as investigações da Polícia Federal, atingem um sistema complexo de transferências financeiras entre o governo e as universidades.

Ao aderir ao Fies, as faculdades criam bolsas de estudo para os estudantes. Em vez de receber do aluno, as instituições recebem as mensalidades em forma de títulos da dívida pública.

Esses títulos não podem ser comercializados, mas as faculdades podem usar para:

– quitar dívidas tributárias junto ao governo;

– pagar tributos administrados pela Receita, caso não tenham dívidas anteriores;

– vender os papéis de volta ao governo – apenas se não houver dívidas tributárias que possam ser compensadas.

Essa última opção, em que as faculdades trocam os títulos por “dinheiro vivo”, exige a apresentação de uma Certidão Negativa de Débitos ou de uma decisão judicial (no caso das instituições inadimplentes).

A fraude, segundo a PF, envolvia justamente a inserção de certidões ou decisões judiciais forjadas no sistema do FNDE.

Com isso, essas faculdades, que em tese só poderiam usar os títulos do Fies para quitar impostos, foram “autorizadas” ilegalmente a vender os títulos de volta ao governo.

Ainda de acordo com a PF, de um lado, os servidores e funcionários terceirizados do FNDE recebiam vantagens indevidas para cadastrar liminares falsas que, na prática, liberavam as faculdades para vender títulos do Fies.

Esse grupo também criava financiamentos individuais por conta própria, fora dos prazos dos editais, para beneficiar estudantes.

A PF cita que uma empregada terceirizada chegou a adulterar os dados do próprio financiamento estudantil e do companheiro.

De outro lado, advogados das faculdades beneficiadas atuavam junto a esses servidores para conseguir os processos de recompra dos títulos públicos.

Por G1

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Globo prepara demissão de mais 500 funcionários


Doto: Reprodução

Os cortes na Globo parecem estar longe do fim. Isso porque esta coluna soube que a emissora está preparando mais 500 demissões de funcionários, que devem começar já nos próximos dias. Dessa vez, no entanto, o passaralho deve atingir todos os setores. O intuito é cortar custos, como já vem acontecendo desde o começo do mês, já que, segundo fontes, a TV tem passado por dificuldades financeiras.

A ideia, segundo os amiguinhos da coluna, era que as demissões acontecessem aos poucos e sem alardes. No entanto, com os últimos cortes no departamento de jornalismo, que repercutiram muito mal, a emissora pretende minimizar a questão e fazer o passaralho com “mais calma”.

Desde o início de abril, mais de 50 trabalhadores já foram demitidos, entre eles, repórteres, produtores, apresentadores e técnicos, em São Paulo, no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais e Pernambuco.

No Rio, nomes conhecidos como Eduardo Tchao, Flávia Jannuzzi e Mônica Sanches foram cortados da emissora.

Em São Paulo, Leila Sterenberg, jornalista da GloboNews, também esteve na listagem. A profissional, que estava na Globo há 25 anos, fez um longo texto de desabafo nas redes sociais após o ocorrido.

“Essa foto é do meu último Especial de Domingo. O resto da minha vida começou ontem, quando passei o crachá pela derradeira vez na catraca da emissora, no Jardim Botânico. Me emocionei com as inúmeras manifestações de carinho, nessa despedida, por parte de amigos, companheiros de trabalho e desconhecidos, que me escreveram por aqui e por outras redes. Obrigada”, começou escrevendo.

Com tanta experiência, Leila Sterenberg brincou sobre ter se tornado uma “profissional razoável” e aproveitou para dizer que já está planejando novas aventuras. “Acho que me tornei uma profissional razoável e fiz amigos maravilhosos, além de ter podido trabalhar com alguns do melhores jornalistas do nosso país. Muito orgulho. E vamos que vamos. Já estou inventando os próximos episódios dessa saga”, falou.

Fábia Oliveira – Metrópoles

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Militares prestam depoimento à PF nesta quarta; chefe do Batalhão da Guarda Presidencial também será ouvido


Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

A Polícia Federal (PF) em Brasília fará uma força-tarefa nesta quarta-feira (11) para ouvir cerca de 80 militares do Exército sobre os atos criminosos do dia 8 de janeiro contra as sedes dos Três Poderes.

Os depoimentos serão realizados na Academia Nacional da PF e terão início no começo da manhã, devendo durar todo o dia.

O local, que fica a 20 quilômetros da Esplanada dos Ministérios, foi escolhido por ser espaçoso, para que assim seja possível ouvir todos os militares do Exército e da Guarda Presidencial em único dia.

Normalmente, os depoimentos prestados para a Polícia Federal em Brasília ocorrem na sede da entidade, na região central da capital do país.

Segundo fontes a par das investigações ouvidas pela CNN, a PF convocou diversos servidores, inclusive os que estariam de folga, para colher todos os depoimentos. A ideia é acelerar a finalização do inquérito.

Entres os militares que serão ouvidos nesta quarta estão o general Gustavo Dutra, que chefiava o Comando Militar do Planalto, e o coronel Jorge Fernandes da Hora, que comandava o Batalhão da Guarda Presidencial.

A unidade era responsável pela segurança do Palácio do Planalto, por isso, segundo fontes da corporação, a Polícia Federal quer saber se esses militares colaboraram para que a sede do governo fosse invadida, como também se dificultou a retirada dos criminosos do local.

CNN Brasil

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CNI reduz para 1,2% projeção de expansão e vê freio de mão na economia do país

Foto: DIVULGAÇÃO/GELSON BAMPI/AGÊNCIA FIEP

Após alta de 2,9% no ano passado, a economia brasileira deverá ter uma expansão de 1,2% em 2023. E a indústria vai crescer apenas 0,1%, ante alta de 1,6% em 2022. As previsões fazem parte do Informe Conjuntural – 1º trimestre de 2023, divulgado nesta quarta-feira (12), pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), resultado de tudo que é produzido e do serviço do país, foi revisado de 1,6% para 1,2%. Segundo a instituição, os dados mostram o efeito da taxa de juros na economia. A taxa básica de juros, a Selic, está em 13,75%, desde agosto do ano passado.

“As taxas de juros elevadas vão continuar inibindo a atividade econômica, e por consequência a industrial, ao longo do ano”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Segundo a instituição, a expectativa é que os juros comecem a diminuir a partir de agosto.

Apesar disso, a estimativa é que a Selic será mantida em patamar elevado, com efeitos sobre o crédito, os investimentos, o consumo e o comércio. A previsão da CNI é de que o Brasil encerre o ano com inflação em 6% e Selic a 11,75%.

A EVOLUÇÃO DO PIB

A perda de tração na atividade econômica neste ano também ocorre pela queda do ritmo de crescimento do setor de serviços. A expansão de 1,2% do PIB será financiada em grande parte pelo consumo das famílias, como ocorreu nos anos anteriores. Os dados apontam também para o aumento da massa salarial ao longo do primeiro semestre, mas com expectativa de desaceleração do avanço do emprego.

R7

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Governo Lula mira empresas como Shein e Shopee e vai acabar com isenção de importações de até US$ 50

Foto: Ronny Santos/Folhapress

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocará fim à isenção de imposto de importação para encomendas de até US$ 50 (R$ 250) destinadas a pessoas físicas.

Segundo fonte do Ministério da Fazenda, a medida vem sendo utilizada para fraudes por empresas de comércio eletrônico que colocam indevidamente o nome de pessoas físicas como remetentes.

O “contrabando digital” está na mira da pasta econômica, que estima arrecadar até R$ 8 bilhões com a tributação de plataformas de varejo internacionais que driblam as regras da Receita Federal.

Varejistas asiáticas —como AliExpress, Shein e Shopee— abocanharam uma parte significativa do mercado brasileiro com produtos mais baratos e são acusadas de concorrência desleal por parte das empresas brasileiras.

Com o objetivo de fortalecer o combate à sonegação de impostos e tornar a fiscalização do comércio eletrônico mais efetiva, a Receita prevê a obrigatoriedade de declarações completas e antecipadas da importação, identificando exportador e importador, com possibilidade de multa em caso de subfaturamento ou dados incompletos ou incorretos.

Também estabelece que não haverá mais distinção de tratamento nas remessas por pessoas jurídicas e físicas –o que, segundo fonte da Fazenda, serviria hoje apenas para fraudes generalizadas.

Folha de S. Paulo

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Ipec: 48% dizem que governo Lula fez menos do que esperavam; 13% afirmam que fez mais do que esperavam

Foto: Joédson Alves

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (11) aponta que quase metade dos brasileiros (48%) considera que o governo do presidente Lula (PT) fez menos do que se esperava nos 100 primeiros dias de mandato.

Os que consideram que Lula fez mais do que esperava somam 13%, os que dizem que o petista fez o que se esperava são 31% e os que não sabem ou não responderam equivalem a 7%.

O instituto também apontou que o governo Lula é aprovado por 39% e reprovado por 26%.

A percepção de que o presidente fez mais ou o que esperavam nesses 100 dias de governo é mais acentuada entre os moradores da região Nordeste: 38% avaliam que o Presidente Lula fez o que esperavam e 20% que ele fez mais do que esperavam.

Também se destacam aqueles que têm menor nível de instrução e os de menor renda — 19%, em ambos os segmentos, consideram que o presidente fez mais do que esperavam neste início de governo.

Por outro lado, para 63% dos brasileiros que vivem na região Sul e para 61% dos evangélicos o presidente fez menos do que esperavam.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 128 municípios entre os dias 1 e 5 de abril de 2023. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

G1

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Adolescente esfaqueia colegas de escola e professora em Goiás

Um adolescente de 13 anos foi apreendido pela Polícia Militar após esfaquear duas colegas de escola e uma professora na manhã desta terça-feira (11), em Santa Tereza de Goiás, região Norte do estado.

O ataque ocorreu dentro da Escola Estadual Doutor Marco Aurélio, onde o agressor foi contido por funcionários.

As vítimas foram socorridas, medicadas e não correm risco de morte. Facas, estilete e uma machadinha foram apreendidas com o garoto aprendido.

Em nota, a Secretaria Municipal de Assistência Social de Santa Tereza de Goiás lamentou o episódio de violência ocorrido. “Comunicamos que em virtude ao acontecido, as atividades estarão suspensas dos dias 11 a 14/04.”

Quatro crianças morrem em ataque a creche em Blumenau; Suspeito foi detido

Blog do BG PB com Mais Goiás

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