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Dona das Casas Bahia anuncia plano com fechamento de até 100 lojas e corte de funcionários

Loja das Casas Bahia onde funcionou o Mappin em SP fecha as portas |  InvestNewsFoto: Divulgação/Casas Bahia

A Via, dona das marcas Casas Bahia e Ponto (antigo Ponto Frio), anunciou um novo plano de negócios nesta quinta-feira (10), que inclui o fechamento de até 100 lojas em 2023 e o corte de 6 mil funcionários.

De acordo com a companhia, a previsão é de redução de até R$ 1 bilhão em estoques neste ano, além de mudanças na forma de captação para financiar o crediário (uma forma de pagamento oferecida aos clientes).

Segundo o presidente da Via, Renato Horta Franklin, a empresa já começou a reduzir o número de lojas. O plano é fechar de 50 a 100 pontos que estão operando com prejuízo, além de cortar funcionários.

De acordo com o executivo, parte dessas medidas ajudará a reduzir o nível de estoques em até R$ 1 bilhão — um dos principais objetivos do novo plano.

“Esse ajuste das 100 lojas vai trazer uma liberação de estoques de R$ 200 milhões”, afirmou Franklin.

g1

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Brasil não pode votar em uma ‘figura grotesca’ como Bolsonaro, diz Lula

Mais um erro grotesco do Presidente”, afirma Felipe Neto, ao discordar de  um posicionamento do Lula - Jornal de BrasíliaFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (10) que o brasileiro “não pode” votar em uma “figura grotesca” como o antecessor dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Lula falava sobre a importância de manter relações com governadores e prefeitos, independentemente do posicionamento político.

“Sinceramente, eu acho que este país pode votar em qualquer pessoa. Este país só não pode votar em uma figura como essa figura grotesca que foi presidente de 2019 a 2022”, afirmou o presidente em visita ao Porto Maravilha e às obras do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), no Rio de Janeiro.

“Não é aceitável um país alegre, um país que gosta de música, de dançar, que tem esse povo maravilhoso, alegre, votar em um mentiroso. Em um cara que contava 11 mentiras por dia, em um cidadão que fazia fake news todo santo dia. Um cidadão que pregava o ódio, o desaforo, que não educava, que não incentivava ninguém a comprar livros. Era só comprar arma”, continuou.

R7

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PETROBRAS SANGRA: Defasagem no diesel vai a 30% e há relatos de desabastecimento

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Petrobras está entrando em uma fase perigosa para as contas da empresa, com a maior defasagem entre o preço praticado internamente na comercialização de gasolina e diesel e o cobrado no exterior desde o anúncio da mudança na política da estatal.

Em 16 de maio, a petroleira informou o mercado que não buscaria mais a paridade intencional para definir o preço praticado pelas refinarias da companhia.

A nova fórmula, ainda pouco clara, tenta reduzir os impactos da volatilidade nos preços do combustível e garantir um custo mais baixo na bomba para o consumidor brasileiro. O problema é que as refinarias nacionais não têm capacidade de refino para atender toda a demanda nacional.

A diferença era importada por distribuidoras locais, antes da mudança na política de preços. Agora, porém, a importação ficou exclusiva da Petrobras, uma vez que as empresas que faziam isso anteriormente não compram os combustíveis no exterior, porque estariam pagando um preço maior e ficariam pressionados a vender por um preço menor.

O prejuízo da operação ficou para a estatal brasileira, portanto. É a petroleira que faz as importações e revende a preços menores por aqui para segurar o valores nas bombas dos postos de combustível pelo país. O problema é que se essa diferença fica muito alta, a manobra pode ficar insustentável e prejudicar as contas da empresa.

Esse parece ser o caso no momento. De acordo com levantamento da Abicom (Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis), o diesel está com preço defasado em 30% nos polos Petrobras. A esse nível analistas acreditam que a estatal começa a flertar com prejuízos muito altos para serem mantidos.

Não por acaso, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, procurou Lula há alguns dias para alertá-lo do problema e apontar a necessidade de correção. O petista não aceitou os cálculos de Prates. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou na semana passada que se o preço internacional continuasse a subir, o valor do combustível seria reajustado nas refinarias da Petrobras para reduzir a disparidade.

O Antagonista

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Governo Lula não apresenta percentual de reajuste e frustra servidores

Segundo o Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), o governo informou que ainda não tem um percentual a apresentar, porque isso depende da aprovação do novo marco fiscal. (Foto: reprodução)

 

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frustrou servidores do Executivo federal ao não apresentar uma proposta de reposição salarial nesta quinta-feira (10/8). Havia expectativa em relação ao tema na terceira reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente com os servidores públicos federais, que ocorre na tarde desta quinta, em Brasília.

Segundo o Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), o governo informou que ainda não tem um percentual a apresentar, porque isso depende da aprovação do novo marco fiscal. Falta uma votação na Câmara para que a nova regra fiscal, que vai substituir o atual teto de gastos, seja aprovada.

O Fonacate informou, ainda, que a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck , “está empenhada em buscar espaço para o reajuste, mas só haverá alguma resposta depois da aprovação no Congresso”.

“Manifestamos nossa insatisfação com a ausência de proposta, e cobramos celeridade na definição de um percentual de recomposição das perdas acumuladas, que, em todos os casos, ultrapassam 30%”, afirmou o presidente do fórum, Rudinei Marques.

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Presidente do Banco Central diz que órgão estuda fim do rotativo do cartão de crédito

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (Foto: Reprodução)

 

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (10) que estuda acabar com o crédito rotativo do cartão, que é um tipo de empréstimo oferecido aos clientes de cartão de crédito que não conseguem pagar o valor total da fatura até o vencimento.

Segundo ele, a alternativa está em fase de construção e deve ser apresentada em 90 dias. A declaração foi feita no Senado, onde Campos dá explicações sobre as decisões tomadas pela autarquia no primeiro semestre do ano.

Campos Neto afirmou que os juros rotativos do cartão de crédito são “um grande problema” e ressaltou que a ideia é que o crédito seja direcionado diretamente para um parcelamento da dívida com taxa de juros menor, em torno de 9% ao mês. Em julho, as instituições financeiras chegam a cobrar taxas de 437,3% ao ano, caso o titular do cartão não pague o valor total da fatura.

“A solução está se encaminhando para que não tenha mais rotativo, que o crédito vá direto para o parcelamento. Que seja uma taxa ao redor de 9% [ao mês]. Você extingue o rotativo. Quem não paga o cartão vai direto para o parcelamento ao redor de 9% [ao mês]”, declarou Campos Neto.

Ele também disse que está sendo estudada a possibilidade da criação de uma tarifa para desestimular o parcelamento sem juros de longo prazo no cartão de crédito. “Não é proibir o parcelamento sem juros, é simplesmente tentar fazer com que ele fique um pouco mais disciplinado”, comentou. Atualmente, as compras com cartão de crédito respondem por 40% do consumo brasileiro.

Taxa de juros

Roberto Campos Neto reconheceu que a taxa básica de juros (Selic) no Brasil é alta, se comparada com a de outros países da América Latina. No entanto, ressaltou que a diferença tem caído nos últimos anos.

“Tivemos momentos em que a taxa de juros real do Brasil era muito mais alta do que a de outros países. Vejo que tem um clamor muito grande hoje, com razão, que é a taxa de juros muito alta, mas se a gente olhar o passado ela já foi muito mais alta”, comentou.

Ele apresentou um gráfico que mostra a queda das médias de juros no Brasil, em comparação com as de outros países da América Latina. Segundo o presidente do BC, os juros no Brasil ficaram 3,6% acima da média entre 2014 e 2019. De 2021 a 2023, 2,9% acima da média; e em julho de 2023, os juros brasileiros foram registrados em 2% acima da média.

Em seguida, ele explicou que o Brasil tem juros altos por causa da baixa taxa de recuperação de crédito, da baixa taxa de poupança e do volume da dívida do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo.

Em 2 de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a redução de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, que passou de 13,75% para 13,25% ao ano. A redução, a primeira em cerca de três anos, foi acordada depois de críticas do presidente Lula, de parlamentares e de representantes de setores produtivos.

‘Pouso suave da inflação’

Campos Neto também afirmou que pretende fazer um “pouso suave” para baixar a inflação. “Se a gente comparar o que caiu com a inflação no Brasil, proporcional ao que gerou ou ao que aconteceu no emprego, e o que aconteceu com o crescimento econômico, a gente tem dificuldade de achar outro país no mundo que tenha conseguido reduzir a inflação nessa mesma proporção, quase sem alteração no crescimento e com geração de emprego no mesmo período”, disse.

Ele também apresentou um estudo que mostra a relação entre a inflação e a autonomia do Banco Central. Segundo ele, “a inflação média cai à medida que a autonomia cresce, e a variância de inflação também cai quando a autonomia é maior”.

Aumento da nota de crédito do Brasil

O presidente do BC comentou ainda que o aumento da nota de crédito do Brasil por agências de classificação de risco reflete, em parte, o trabalho desenvolvido pelo Banco Central. Em julho, a agência de classificação de risco Fitch elevou a nota de crédito de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para BB, frente ao BB- registrado antes, com perspectiva estável.

“Vejo muita comemoração pela melhora nas notas do Brasil. Todos mencionam a autonomia do BC e a política de juros do BC como um fator decisivo. A Moody’s mencionou, a S&P mencionou e a Fitch mencionou”, disse.

“A autonomia do BC e essa capacidade do BC de gerir a crise de forma autônoma e técnica têm mostrado grandes frutos. Por trás de cada comemoração, tem sempre um pedaço do BC. Eu gostaria que isso não fosse esquecido”, completou Campos Neto.

R7

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Justiça absolve ex-marido de mulher que gravou o próprio estupro

Apesar da absolvição por estupro de vulnerável, Ricardo Penna segue preso por tentativa de homicídio contra 6 pessoas. (Foto: Reprodução)

 

O empresário Ricardo Penna Guerreiro, de 56 anos, preso em janeiro deste ano acusado de ter estuprado a ex-mulher, que estaria desacordada e sob efeitos de remédios antidepressivos e calmantes, foi absolvido pela Justiça de Praia Grande, no litoral de São Paulo, por falta de provas. Ainda cabe recurso.

Antes de ter sido detido, Ricardo estava em liberdade em razão de um habeas corpus, que foi revogado, após nova prisão. Contra ele há uma condenação a 37 anos de prisão por tentativa de homicídio.

A decisão do juiz Vinicius de Toledo Piza Peluso, da 1ª Vara Criminal de Praia Grande, sobre a absolvição saiu no dia 27 de julho. O processo corre em segredo de Justiça.

Conforme apurado pela reportagem, a defesa de Ricardo trabalhou com um argumento baseado principalmente no depoimento prestado pela médica psiquiatra do casal à Justiça. A profissional informou que os medicamentos prescritos para Juliana não alteram o nível de consciência.

Ricardo foi preso em janeiro por estupro de vulnerável contra Juliana Rizzo. O caso ganhou repercussão nacional após a vítima divulgar imagens do suposto crime nas redes sociais dizendo que estava dopada por medicamentos e tinha sido estuprada pelo ex-marido.

A defesa do ex-marido apontou que não existiriam provas de que a vítima não poderia oferecer resistência ou que a relação sexual foi forçada. Outro ponto a favor da absolvição foi o horário em que as imagens foram gravadas.

A vítima alegava que tomava os remédios à noite, mas as imagens foram registradas no período da manhã.

G1

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“América Latina não pode se tornar refém das gangues”, diz Moro

Áudios mostram relação indevida de Moro, então juiz, e réu por fraude |  Política: Diario de PernambucoFoto: Geraldo Magela/Agência Senado

Os senadores (foto) Sergio Moro (União Brasil-PR) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) condenaram o assassinato de Fernando Villavicencio como ato politico.

Moro disse que foi um “assassinato político” e destacou a luta de Villavicencio contra a corrupção do governo de Rafael Correa, além de seu trabalho contra o narcotráfico. O candidato assassinado era jornalista investigativo e denunciou especialmente suspeitas contra o governo do ex-presidente de esquerda.

“Assassinato político no Equador. O candidato à presidência Fernando Villavicencio foi covardemente assassinado. No passado, ele havia denunciado a corrupção do Governo Correa e, no presente, ele defendia rigor contra o narcotráfico. A América Latina não pode se tornar refém das gangues de drogas“, disse o senador.

Já o senador Flávio Bolsonaro fez uma postagem que dá a entender que ele quis comparar o assassinado de Villavicencio com o atentado ao seu pai, durante campanha política, em Minas Gerais, em 2018, quando levou uma facada no abdômen. O acusado Adélio Bispo de Oliveira foi preso e logo em seguida surgiram vários advogados para defendê-lo.

“Não deu nem tempo do jatinho com 1313 advogados para defender o atirador chegar”, disse o senador.

Confira mais detalhes na matéria de O Antagonista

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‘Imposto do pecado’ sobre cigarro e álcool deve ser criado em 2027

Primeiro trago: fumar um cigarro já é o suficiente para prejudicar a saúdeFoto: Reprodução

O governo pretende criar o “imposto do pecado” sobre itens nocivos à saúde e ao meio ambiente em 2027, já com a alíquota cheia (alíquota total, sem ser o valor de transição).

A informação é do secretário extraordinário para a reforma, Bernard Appy, em entrevista ao g1 e à TV Globo. O prazo não está claro no texto da reforma tributária.

Também chamado de imposto seletivo, o “imposto do pecado” vai onerar alguns produtos considerados prejudiciais. O tributo vai substituir o IPI (imposto sobre produtos industrializados), que incide na importação e na saída dos produtos manufaturados nas fábricas.

“Imposto seletivo em 2027 provavelmente vai alíquota cheia também, não está definido necessariamente. Mas, como você zera o IPI para todos os produtos que não são fabricados na Zona Franca, muito provavelmente ele vai ficar com alíquota cheia”, afirmou.

Confira mais detalhes na matéria de Lais Carregosa, Ana Paula Castro, Alexandro Martello, g1 e TV Globo.

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Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores para ocupações industriais

Produção industrial: "mercado de trabalho vai ser determinante para sustentar a indústria e a economia como um todo", diz André Macedo, do IBGE, sobre os resultados da indústria (Germano Lüders/Exame)

Em três anos, o Brasil tem o desafio de qualificar 9,6 milhões de pessoas para ocupar cargos na indústria, de acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, levantamento realizado pelo Observatório Nacional da Indústria. Do total, 2 milhões são em formação inicial, para novas vagas e reposição de inativos, e os outros 7,6 milhões são em formação continuada e atualização dos trabalhadores. A maior parte (79%) requer aperfeiçoamento profissional.

As ocupações variam de acordo com o estado e a vocação econômica da região. No Amapá, Alagoas e Pará, por exemplo, a área com maior necessidade de formação é a de construção. No Rio Grande do Norte, a demanda é para os setores têxtil e de vestuário; no Distrito Federal, para tecnologia da informação (TI); já na Bahia e no Ceará, se destacam os setores de couro e calçados.

Apenas São Paulo responde por quase metade da demanda nacional por formação na área de TI. Com o uso de novas tecnologias e transformações na cadeia produtiva, os profissionais precisam estar cada vez mais preparados para as demandas do mercado.

As ocupações variam de acordo com o nível de formação: qualificação de menos de 200 horas, qualificação de mais de 200 horas, técnico e superior. De acordo com um comunicado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), “o Brasil tem regiões com diferentes vocações econômicas. Entender as características de cada uma e mapear a demanda por mão de obra qualificada é indispensável para alavancar o setor produtivo e garantir o crescimento econômico e social”.

Vagas

Até 2025, a estimativa é de que sejam criadas 498 mil novas vagas em ocupações industriais, passando de 12,3 milhões para 12,8 milhões de empregos formais. A maior parte (208 mil) exige nível de qualificação de menos de 200 horas. Para o nível técnico são 136 mil; para o superior, 90 mil; e de qualificação de mais de 200 horas, outras 64 mil vagas, segundo o estudo.

De acordo com o levantamento, as áreas com maior demanda por formação inicial e continuada são: metalmecânica, construção, logística e transporte, alimentos e bebidas, além das ocupações transversais, que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em Segurança do Trabalho e técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento, entre outras.

Para o nível técnico, a demanda é por técnicos de controle da produção, de planejamento de produção, técnicos em eletrônica, em desenvolvimento de sistemas e aplicações, ainda de operação e monitoração de computadores.

As vagas de nível superior são para analistas de tecnologia da informação, engenheiros civis, artistas visuais, desenhistas industriais, conservadores-restauradores de bens culturais e gerentes de comercialização, marketing, comunicação, administrativo, financeiro ou de riscos.

Já para o nível de qualificação de mais de 200 horas, há oportunidades para mecânicos de veículos e de manutenção de máquinas industriais, operadores de máquinas para costura, padeiros, confeiteiros e trabalhadores de instalações elétricas.

Revista Exame

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Ex-diretor da PRF Silvinei Vasques é preso em operação que investiga interferência no 2º turno das eleições

Foto: Reprodução

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (9), em uma operação sobre interferência no segundo turno das eleições de 2022.

A prisão ocorreu em Florianópolis.

Há ainda mandados de busca e apreensão sendo cumpridos no Rio Grande do Sul, no Distrito Federal, em Santa Catarina e no Rio Grande do Norte contra diretores da PRF na gestão Silvinei. Não há mandados de prisão contra eles.

Além da prisão de Vasques, 47 PRF vão ser ouvidos na operação, batizada de Constituição Cidadã. A PF cumpre, ainda, 10 mandados de busca e apreensão. Os nomes dos alvos não foram divulgados.

Confira matéria completa no G1

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