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123 Milhas já recebeu mais de 40 mil pedidos de vouchers para reembolso

O avião está voando no céu azul | Foto GrátisFoto: Michael Melo/Metrópoles

A empresa de viagens 123 Milhas superou os 40 mil pedidos de emissão de vouchers de ressarcimento, após viagens já compradas terem sido canceladas na semana passada. O número foi divulgado nesta terça-feira (22) pelo jornal Valor Econômico e confirmado pelo Metrópoles.

A 123 Milhas anunciou na última sexta-feira (18/8) o cancelamento dos pacotes do tipo “Promo” com embarques de setembro a dezembro.

Os valores serão devolvidos por meio de vouchers para uso na própria empresa e com correção de 150% do CDI. Já passageiros com viagens promocionais para 2024 estão com as datas mantidas, por ora. O caso também não afeta clientes cujas passagens já foram emitidas ou que compraram pacotes fora do plano promocional.

A devolução aos clientes com viagens canceladas, no entanto, tem gerado reclamação de usuários devido à oferta de vouchers com valores parcelados e impossibilidade de adquirir um novo produto na mesma data com preços semelhantes.

Também nesta terça-feira (22), o Ministério Público Federal enviou ofício a 123 Milhas sobre o caso. O MPF questionou a empresa sobre a possibilidade de ressarcimento em dinheiro, em vez de vouchers, e solicitou outros esclarecimentos.

Metrópoles, por Carolina Riviera

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Gleisi critica procedimento estético de Bolsonaro: “Beira a insanidade”

Foto: Gustavo Moreno/ Metrópoles

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, criticou a harmonização facial feita por Bolsonaro na sexta-feira (18/8). Lembrando as investigações que envolvem o ex-presidente, a deputada disse que a decisão de passar pelo procedimento “beira a insanidade”.

“Cheio de processos nas costas, acusações seríssimas de armação de golpe de Estado, confissão de Mauro Cid, venda de joias que são patrimônio público e pedido para empresários espalharem fake news e o genocida foi fazer harmonização facial. Não tá nem aí pra nada, beira à insanidade”, disse a presidente do PT em uma rede social.

VEJA TAMBÉM: (VÍDEO) Bolsonaro faz harmonização facial; confira antes e depois

O procedimento estético incluiu a harmonização de sorriso e face e teria custado cerca de R$ 84 mil. Não houve aplicação de botox, apenas a troca de próteses dentárias desgastadas.

Metrópoles, coluna do Paulo Cappelli

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PF abre inquérito para investigar se houve sabotagem em apagão que atingiu a PB e outros estados

Governo minimiza apagão, ataca venda da Eletrobras, e oposição surfa na  crise | MetrópolesFoto: Agência Brasil/arquivo

A Polícia Federal abriu inquérito nesta terça-feira (22) para investigar as causas do apagão de energia elétrica que atingiu 25 estados e o Distrito Federal, na semana passada. A investigação seguirá em sigilo e vai apurar os crimes de sabotagem e atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública.

A PF atendeu a um pedido feito pelos ministérios da Justiça e de Minas e Energia. A investigação ficará a cargo da Diretoria de Inteligência Policial da PF (DIP), em Brasília.

A partir do inquérito, a polícia poderá ouvir pessoas do setor elétrico e do governo. Uma sobrecarga em linha operacionalizada pela Eletrobras, no Ceará, foi identificada como um dos motivos para o apagão.

Entre as hipóteses, há desde a possibilidade de uma falha técnica à ação humana, incluindo a modalidade dolosa, quando há intenção de cometer o crime.

De acordo com o governo federal, o ocorrido foi “extremamente raro”. A falha no Sistema Interligado Nacional foi registrada por volta de 8h30. Foi um fato que causou interrupção nas regiões Norte e Nordeste.

O apagão se espalhou pelo país devido a uma ação preventiva de proteção do sistema, em que o Operador Nacional do Sistema (ONS) minimizou a carga das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, para que não houvesse a interrupção total dessas regiões.

O apagão prejudicou cerca de 29 milhões de residências e estabelecimentos comerciais. Em alguns lugares, a falta de luz durou dez minutos, em outros, mais de seis horas.

CNN Brasil, Basília Rodrigues

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(VÍDEO) Bolsonaro faz harmonização facial; confira antes e depois


O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro investiu R$ 84 mil em uma harmonização facial e trocou todas as próteses dentárias. Conforme publicou a revista Veja, os procedimentos foram realizados na última sexta-feira (18).

De acordo com o dentista Rildo Lasmar, em entrevista à Veja, a distância e proporção entre olhos, faces laterais e boca foram calculados matematicamente. Cada dente custou, em média R$ 3 mil.

 

“Faço apenas dentes, não aplico botox. Troquei todas as próteses que estavam desgastadas pela ação do tempo para recuperar o sorriso natural. Ele me procurou dia 5 de julho, como iniciamos o tratamento, e a última consulta foi na sexta-feira passada, 18 de agosto, quando lhe dei alta. É indicado a todos que perderam a dimensão vertical dos dentes, para melhorar a função de mastigação. Faço próteses de porcelana e dissilicato de lítio, material dez vezes mais resistentes que o dente original, mas com biocompatibilidade com ele. Bolsonaro, pelo que percebi, ficou muito feliz com o sorriso, saiu satisfeito do consultório. Foi um paciente muito simples, não reclamou de nada”, disse o dentista.

Com clickpb

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Seis meses após relançamento, Minha Casa, Minha Vida ainda não assinou novos contratos

Foto: Agência Brasil

Seis meses após ter sido relançado, o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida ainda não assinou novos contratos. O Antagonista apurou que a Caixa ainda está avaliando os empreendimentos que farão parte desta nova fase do programa. Ainda não há um prazo específico para que os novos contratos sejam assinados.

O novo Minha Casa, Minha Vida foi relançado por meio de uma Medida Provisória, a 1.162/23. A proposta agora é atender famílias com renda mensal bruta de até R$ 8 mil na zona urbana. Com essa nova faixa, o governo Lula faz um aceno importante à classe média, que é refratária ao governo petista.

Sem novos projetos, Lula tem adotado uma agenda de inauguração de unidades já prontas do Minha Casa, Minha Vida. Ele já entregou unidades em estados como Bahia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Pernambuco. Todas as obras foram concluídas no governo Jair Bolsonaro.

Em março deste ano, durante ato em Rondonópolis, Lula atribuiu o atraso do programa a um suposto “golpe”, em referência ao impeachment de Dilma Rousseff em 2016.

“Vocês se lembram do golpe que deram na presidenta Dilma [Rousseff] para tirá-la do governo. Vocês se lembram que inventaram uma coisa chamada Ponte para o Futuro [compromissos assumidos por Michel Temer]? Que era preciso tirar a Dilma para esse país crescer? Eu vou dizer o que aconteceu nesse país. Esse conjunto [habitacional], que era para ter sido inaugurado em 2014, está sendo inaugurado em 2023, exatamente pelo presidente do PT”, afirmou.

Wilson Lima, O Antagonista

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Deputado propõe que segurança de Lula e ministros não ande armada para manter “coerência ideológica” do partido

Foto: REUTERS/Adriano Machado.

Em uma tentativa de exigir coerência do atual governo, o deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) protocolou projeto de lei para proibir a equipe de segurança pessoal do presidente Lula e dos ministros do governo de usar armas de fogo.

“Fica vedado o uso de armas de fogo pelos agentes integrantes da segurança pessoal do presidente da República e de seus ministros de Estado, ainda que em atividades que envolvam a segurança imediata de tais dignatários”, estabelece o Projeto de Lei 4.012/2023, protocolado na segunda-feira 21.

Na justificativa, o parlamentar, que faz parte da bancada pró-armas, afirma que a proposta é coerente com a postura ideológica do atual governo, contrário às armas. “Essa medida visa a alinhar os órgãos que realizam a segurança do presidente da República e de seus ministros à visão do atual governo, que não enxerga as armas de fogo como algo benéfico para a sociedade”, escreveu Bilynskyj.

O deputado citou uma declaração recente de Lula, feita durante a live semanal da terça-feira passada 15, quando o presidente afirmou que quem anda armado é covarde. “Eu não quero ter arma dentro de casa para fazer bem, se eu tiver arma em casa é para me livrar de alguém. E tem gente que gosta, que sai armado mostrando que é poderoso. É um covarde. Quem anda armado é um covarde, tem medo”, disse Lula, há uma semana.

Lula vive cercado de seguranças armados (muito bem armados, aliás) para protegê-lo, mas chama de covarde o cidadão que quer uma arma para se proteger também.

Confira mais detalhes na matéria da Revista Oeste.

Opinião dos leitores

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Mulher se casa com padrinho de casamento após marido pedir divórcio: ‘Tentei afastar, mas era amor’

20 ideias de Bolos/ divórcio | bolo, bolos de divórcio, divorcioFoto: Divulgação

Quando Carolini Melo, de 35 anos, conheceu Jeferson, ele era apenas um amigo do seu marido. Com o tempo, eles ficaram próximos, e o homem se tornou padrinho de seu casamento e do segundo filho dela.

Até que, após o fim de seu casamento, Carolini passou a enxergar Jeferson com outros olhos — e foi recíproco. Mas os comentários de quem via a situação de fora eram ácidos o suficiente para que eles questionassem seus sentimentos.

Depois de muito “negar as aparências e disfarçar as evidências”, os dois resolveram ignorar os boatos e dar uma chance ao amor. A Universa, ela conta sua história.

Amigo do ex-marido

“Eu tinha uma filha recém-nascida e morava junto com o pai dela. Conheci o Jeferson quando ele foi visitar o bebê. Ele fazia parte de um grupo de amigos do meu ex, jogava bola com ele. No final de 2009, descobri que estava grávida de novo e encontrei com o Jeferson, por acaso, na rua. Eu precisava muito conversar com alguém.

Parei ele e perguntei: ‘Você não é aquele moço que foi lá em casa?’. Nós conversamos, ele me levou até o portão e nos tornamos amigos também.

Nesta época, eu morava com o pai da minha filha, mas não éramos casados. Esse grupo de amigos ia sempre em casa porque estávamos passando por um momento bem turbulento. Eles estavam junto com a gente, ajudando no que era necessário, com as crianças.

Depois de um tempo, meu segundo filho nasceu. Quando fomos decidir os padrinhos, sabia que queria a minha irmã como madrinha. E decidimos que o Jeferson seria o padrinho.

Em 2013, eu e meu ex resolvemos nos casar depois de uma crise. Escolhemos os padrinhos entre a nossa família e amigos, e lá estava o Jeferson e a mãe dele. Como nos mudamos, passamos a nos ver menos.

Com um ano de casada, meu ex-marido foi embora e minha vida virou de ponta-cabeça. Eu entrei em depressão, comecei a ter problemas psicológicos. ‘Pensei: não deveria fazer isso’

Tenho asma desde criança, mas, nesta época, tive muito mais crises. Tinha de ir ao hospital duas, três vezes por semana. E sempre quem ia comigo era o Jeferson.

Ele me levava, buscava, ficava com as crianças. Ele foi um amigo muito presente neste sentido. Ficamos mais próximos, conversamos mais. Neste meio tempo, me converti ao cristianismo.

Comecei a conversar com ele sobre a igreja, sobre o que estava acontecendo na minha vida, e em um determinado momento ele resolveu ir à igreja e se converteu também. No final de 2014, a gente se beijou. E, na minha cabeça, pensei: não deveria estar fazendo isso. Comecei a me questionar.

Começamos a nos relacionar e [as pessoas] começaram a tirar conclusões de que já estávamos juntos [antes da separação]. Fiquei totalmente assustada.

Me preocupava com o que os outros falariam. Via pessoas o agredindo não de forma física, mas se afastavam e evitavam contato. Isso me feria também. Eu queria estar com ele, mas não suportava os outros falando.

‘Vivia falsa ilusão’

No dia 9 de dezembro de 2014, tive uma parada cardiorrespiratória [pelo agravamento da asma]. Cheguei ao hospital e fui ressuscitada. Naquele dia, fiquei mal no hospital e, quando voltei, falei: ‘acho que é hora de resolver’. Na minha cabeça, ainda tinha de preservar meu casamento, mesmo que ele já estivesse afundado há muito tempo.

Imaginei que as coisas iam mudar, que ia acabar voltando para o meu marido.
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Nem falei com o Jeferson, pedi para a minha mãe avisar que não queria mais vê-lo. Que era para ele sumir, desaparecer, não ter mais contato com as crianças.

Mas não foi assim que aconteceu, porque não era para ser assim. [Meu casamento] já tinha terminado, já tinha acabado. Mas, às vezes, a gente vive com a falsa ilusão de que o que agrada os outros é o certo.

Uns três meses depois, procurei o Jeferson. Eu estava com saudade dele, ele também estava com saudade de mim. Conversamos e falei que queria vê-lo. E ele disse que não queria me ver desse jeito. Que, se eu quisesse ficar com ele, teria de ser de verdade.

‘Coloquei status de noiva no Facebook’

Ele avisou que faria um almoço para o sobrinho na casa dele e que eu estava convidada. Mas que só era para eu ir se fosse como namorada dele.

Falei que ia pensar, mas decidi ir. Cheguei e dei um beijo nele. Ele sempre falava que eu nunca o beijava assim, na rua, que estava sempre constrangida e com medo do que os outros iam falar da gente.
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Neste mesmo dia, eu destravei meus medos e coloquei meu status como ‘noiva’ dele no Facebook, sem ele saber. Foi uma surpresa.

A gente ainda teve episódios de dificuldades, problemas com o que os outros falavam. Fiquei abalada de novo, tentei me afastar dele, mas a saudade era muita.

Eu o queria perto de mim, mas estava difícil encarar as coisas que os outros falavam. Meus filhos chegavam em casa me questionando, e era muito doloroso.

No final de 2015, a gente conversou e decidimos nos casar. No dia 30 de janeiro de 2016, a gente se casou com festa, na igreja.

Sou muito feliz e hoje não ligo mais para a opinião dos outros. Tem pessoas que aprenderam a conviver e compreendem, outras simplesmente não falam mais com a gente.

Quem nos ama teve a capacidade de perguntar o que aconteceu. A gente não pode deixar de ser feliz porque o outro se sente triste.”

Universa – UOL

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CPMI do 8 de Janeiro pode votar quebras de sigilo de Bolsonaro e de cúpula da PMDF nesta terça

CPMI do 8/1: conheça o presidente e a relatora — e os limites do poder de  cada umFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro votará nesta terça-feira (22) os pedidos de quebra de sigilo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de militares da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que foram alvos da operação da Polícia Federal na última semana. O cerco em torno da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) também está entre os requerimentos de destaque.

Os pedidos citados são prioridade para a relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), mas dependem de acordo com a maioria dos membros para serem votados. Uma reunião antes do início da sessão vai definir quais itens entrarão em pauta.

Apesar de haver um movimento da ala governista para convocar Bolsonaro, a principal negociação se dá para garantir a liberação de informações financeiras dele e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. “Não diria que está na hora de convocá-lo, mas de obtermos os RIFs (relatórios de inteligência financeira) dele e da Michelle”, disse Eliziane.

R7

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Secretários de Educação criticam MEC e pedem que implementação do “Novo Ensino Médio” seja adiada

Foto: Agência O Globo

Os secretários estaduais de Educação estão insatisfeitos com pontos da proposta apresentada pelo ministro da Educação, Camilo Santana, para o Novo Ensino Médio e irão pedir que as mudanças ocorram somente a partir de 2025. Em posicionamento junto ao Conselho Nacional de Educação (CNE) e aos conselhos estaduais, os secretários têm como principal crítica o aumento da carga horária.

O pedido de ajuste será enviado para Santana nesta terça-feira, 22. O ministro apresentou a proposta para o Novo Ensino Médio no último dia 7 e aguardava, até esta segunda, as sugestões do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e demais entidades de educação, além das comissões de educação da Câmara e do Senado.

No documento ao ministro, os secretários afirmam que qualquer modificação da pasta é “inviável para o ano letivo de 2024, cujo planejamento já teve início à luz da legislação vigente”, e que a mudança exige um “período de transição factível”, devendo ser aplicada apenas em 2025.

Já Santana tem pressa em implementar as alterações e espera enviar ao Congresso até setembro uma proposta consolidada para o Novo Ensino Médio.

Os secretários também pedem que a carga horária para a formação básica seja reduzida para 2,1 mil horas. Inicialmente, a reforma previa 1,8 mil horas para disciplinas básicas, como Português, Matemática, Biologia e História. O MEC aumentou a carga básica para 2,4 mil horas após professores acusarem que o tempo original seria insuficiente para o ensino.

Os titulares estaduais defendem que a formação básica tenha 300 horas a menos que a nova proposta do governo, sob argumentação de que a carga dificultaria a oferta do ensino técnico.

Os ajustes no Novo Ensino Médio, apresentados por Santana no início de agosto, tiveram como base a consulta pública feita desde março, quando o governo passou a reavaliar a reforma, alvo de críticas por profissionais e entidades do setor. Em abril, o MEC decidiu suspender o calendário de implementação, que vinha sendo executado nas escolas desde 2022.

No texto, os secretários e os conselhos pedem que “o MEC firme o compromisso de estabelecer maior harmonia na atuação junto às demais instituições responsáveis pela oferta e regulação do ensino médio no Brasil”.

A partir de amanhã, a pasta da Educação passará a construir uma proposta definitiva para levar para a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caberá a Lula definir qual melhor formato de encaminhamento das mudanças. Não há definição sobre quais pontos irão tramitar via projeto de lei e quais serão implementados via portaria ou decreto.

O Globo, por Karolini Bandeira

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Rogério Marinho diz que volta do imposto sindical é “retrocesso absoluto” e promete resistência

Rogério Marinho em BrasíliaFoto: REUTERS/Adriano Machado

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), classificou como “retrocesso absoluto” e “tentativa de ressurreição do peleguismo” o projeto de lei que trata da volta de um imposto sindical no país.

Relator da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, que foi aprovada em 2017, Marinho promete articular resistência ao avanço da proposta. “Vamos nos colocar fortemente contra”, disse à CNN.

“A volta de uma contribuição sindical com a existência de unicidade, com uma carta de registro dos sindicatos dada pelo governo e de uma forma coercitiva, é um retrocesso absoluto. Dentro do parlamento, vamos nos colocar contrários e mostrar nossa resistência”, acrescentou o líder da oposição.

Unicidade sindical é o princípio, fixado na Constituição de 1988, de existência de um único sindicato por base territorial. Ou seja, não pode haver, por exemplo, dois sindicatos de metalúrgicos ou de eletricitários na mesma cidade.

Para o senador, essa deveria ser a prioridade do governo, o que estimularia os sindicatos a prestarem melhores serviços e serem mais efetivos nas negociações salariais. Marinho vê um saldo positivo da reforma trabalhista e do fim da cobrança do imposto sindical obrigatório.

“O que seis anos de reforma nos mostram? Que aqueles sindicatos que efetivamente prestam bons serviços continuam vivos e tendo contribuições de seus membros. O que querem ressuscitar são os pelegos da era varguista”, concluiu Marinho.

CNN

 

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