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Bolsonaro diz que “não pagou nada” por harmonização dentária: “Foi 0800”

Dentista 'das estrelas' que colocou lentes nos dentes de Bolsonaro atende  Virgínia, Leonardo, Kaká e ex-BBBs; saiba quem éImagem: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse a uma apoiadora que “não pagou nada” pela harmonização dentária que realizou em uma clínica de estética em Goiânia na semana passada. “Foi 0800, tá? Não paguei nada, não“, respondeu Bolsonaro, durante um voo de Brasília a São Paulo na manhã desta quarta-feira, 23. A cena foi acompanhada pelo Estadão/Broadcast.

No momento em que a aeronave pousou no Aeroporto de Congonhas, em são Paulo, Bolsonaro se levantou para desembarcar, foi aplaudido por alguns apoiadores e ouviu gritos de “melhor presidente do Brasil”. Mas também foi questionado sobre as investigações abertas contra ele. “Está fugindo da Polícia Federal?“, questionou uma passageira. O ex-presidente, contudo, pareceu não ter ouvido a pergunta.

Com informações de Estadão Conteúdo

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STF valida juiz de garantias e estabelece prazo de 12 meses para implantação; entenda o que muda

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu validar a figura do juiz de garantias, considerar obrigatória a implantação do sistema e fixar um prazo de 12 meses, prorrogáveis por mais 12, para que a medida seja efetivada. O resultado oficial será proclamado no começo da sessão desta quinta-feira (24).

Os ministros também concluíram que, ao longo das investigações, o magistrado pode solicitar diligências suplementares, se considerar as medidas necessárias para esclarecer pontos relevantes da apuração. A mudança feita pelo Congresso na lei em 2019 tinha proibido expressamente a iniciativa do juiz nesta fase do caso.

A figura do juiz das garantias surgiu no pacote anticrime. Trata-se de um magistrado que acompanha as investigações penais e verifica a legalidade das medidas tomadas pela polícia e o Ministério Público no curso da apuração. A adoção na Justiça foi suspensa, por tempo indeterminado, em decisão do ministro Luiz Fux.

O relator do caso, ministro Luiz Fux explicou que via inicialmente que a implantação obrigatória era inconstitucional por ferir as competências dos tribunais para regulamentar o tema. Mas, como o plenário superou esse entendimento, acompanhou a proposta de Toffoli de prazo para a implantação do sistema.

Houve também maioria nos seguintes pontos:

  • para estabelecer um novo limite para a atuação do juiz de garantias: esta autoridade terá competência para atuar até o momento em que o Ministério Público oferecer a denúncia, ou seja, apresentar a acusação formal à Justiça. Pela legislação, caberia ao juiz de garantias avaliar se receberia a denúncia do MP. Esta tarefa, agora, vai caber ao juiz que cuidará do processo penal.
  • para permitir a participação do juiz na análise do pedido do Ministério Público para arquivar o inquérito. Pela nova lei, o arquivamento seria um procedimento que ocorreria exclusivamente no Ministério Público. Se um promotor ou procurador pedisse o arquivamento da investigação, haveria possibilidade de recurso à instância superior interna da instituição. Pelo entendimento fixado pelos ministros, quando o MP pedir para arquivar, o juiz poderá mandar o caso para a instância revisora da instituição quando observar que há ilegalidade.
  • para permitir audiências em videoconferência em situações, por exemplo, no caso da análise de prorrogação de prisão provisória, de produção antecipada de provas e nas audiências de custódia.
  • para invalidar uma regra de impedimento para o juiz atuar no caso tenha conhecimento de conteúdo de prova que não pode ser admitida no processo, por ser ilegal, por exemplo.
  • para estabelecer que não haverá atuação de juiz de garantias no caso de procedimentos que já começam nos tribunais – como investigações e ações envolvendo autoridades com foro privilegiado. Não será aplicado ainda ao tribunal do júri e nos casos de violência doméstica e familiar. O juiz de garantias, no entanto, vai valer para os processos criminais na Justiça Eleitoral.
  • para determinar que o juiz de garantias será investido no cargo a partir das regras de organização de cada tribunal. Neste ponto, os ministros procuraram deixar claro que haverá uma lei estabelecendo as regras para isso, e não uma decisão de autoridade superior por conveniência e oportunidade.

Transição

O ministro Dias Toffoli propôs que o figura do juiz de garantias incida a partir das ações penais abertas após a efetiva implantação do sistema. Ou seja, não haverá mudança na competência do juiz que já analisa casos em andamento.

O tema deve ser discutido nesta quinta-feira (23), quando será proclamado o resultado do julgamento.

Julgamento

O plenário do Supremo realiza a décima sessão para o julgamento de quatro ações que questionaram as mudanças no sistema criminal brasileiro. Os ministros avaliam a constitucionalidade de 31 dispositivos do chamado pacote anticrime, que detalha a atuação do juiz de garantias.

O juiz das garantias é um magistrado que acompanha as investigações penais e verifica a legalidade das medidas tomadas pela polícia e o Ministério Público no curso da apuração.

A decisão da Corte sobre o caso terá efeito vinculante, ou seja, os entendimentos definidos pelos ministros terão impactos nos processos penais na primeira instância da Justiça.

Juiz de garantias obrigatório

No último dia 17 de agosto, o plenário alcançou a maioria de votos pela obrigatoriedade de implantação do sistema. Votaram neste sentido os ministros Dias Toffoli, Cristiano Zanin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Nunes Marques e Edson Fachin.

Na ocasião, a Corte formou maioria também para validar trechos questionados do acordo de não-persecução penal – que impede o investigado de ser levado a julgamento e ir à prisão.

Entre os pontos questionados, estavam as possíveis condições a serem impostas pelo MP ao investigado — como prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa.

E também houve votos a favor de que o Ministério Público tenha prazo para enviar, para a Justiça, em 90 dias, procedimentos de investigação que estejam em andamento, para que passem por avaliação.

g1, por Fernanda Vivas

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Apagão: PF abre inquérito para investigar possibilidade de sabotagem

A causa do apagão elétrico de 15 de agosto segue sem uma conclusão. A Eletrobras (ELET3) constatou uma sobrecarga na linha do Ceará, que pode ter sido abertura ou desligamento, mas as hipóteses do que levaram à falta de energia em 25 estados continuam sendo estudadas.

Entre as teses levantadas, há a possibilidade de um ato criminoso. A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito nesta terça-feira (22), que corre em sigilo, para investigar se houve atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública e sabotagem. O pedido partiu dos ministérios da Justiça e de Minas e Energia.

O apagão chegou a durar cerca de 7 horas em alguns estados e prejudicou diversos comércios e transportes públicos.

PoliticaEtc

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(VÍDEO) VEXAME: Vereador erra ao soletrar homenagem a deputado durante sessão: “O de honesto”

Um vereador do interior de São Paulo errou as letras ao tentar soletrar o nome de um deputado estadual, a quem fazia uma homenagem. O vexame aconteceu durante uma sessão na Câmara Municipal de Mendonça na última sexta-feira (18), mas o vídeo foi publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (23).

No vídeo, o vereador de Mendonça, Milton César Marcossem (PSD), aparece tentando soletrar o nome do deputado estadual Carlão Pignatar. Já no início da leitura, Milton confunde as duas primeiras letras, se desculpa e erra novamente.

“Carlão tem seis letras. O que ele é? C, competente. R, caráter. Falei errado, desculpe. C, de competente. A, de tem um caráter. R, de patriota. L, de palmeirense. A de amigo e letra O, de honesto”, diz o vereador.

O que o vereador de Mendonça tentou fazer durante a homenagem ao deputado é chamado de acróstico, quando cada letra de uma palavra forma um adjetivo ou conceito.

Clickpb

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Irã, que o Brasil quer no Brics, anuncia drone que pode atacar Israel

Irã, que o Brasil quer no Brics, anuncia drone que pode atacar Israel
Foto: Erfan /Tasnim/Wikimedia Commons

O Irã revelou na última terça-feira (22) um novo modelo de drone, o Mohajer-10 (foto), com capacidade para atingir Israel, informa a rede Al Jazeera.

A teocracia islâmica, que é um dos principais aliados de Vladimir Putin, quer entrar no Brics —o bloco que congrega Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, cuja cúpula está reunida em Johannesburgo nesta semana— e conta, para isso, com o apoio do governo brasileiro.

O drone foi apresentado em uma exposição que marca o Dia da Indústria de Defesa iraniana, com a presença do presidente do país, Ebrahim Raisi, e de comandantes da Guarda Revolucionária.

De acordo com a mídia estatal do Irã, o Mohajer-10 tem capacidade para carregar uma ogiva de 300 kg e voar a uma velocidade máxima de 210 km/h. Ele comporta 450 litros de combustível e pode viajar sem parar por até 2.000 km —o que significa que pode ser usado para atacar os israelenses.

Segundo a Al Jazeera, “a mídia iraniana também divulgou na terça uma imagem do Mohajer-10 que o retratava voando nas nuvens com vista para as instalações nucleares de Dimona, em Israel, com as palavras ‘estejam preparados para viajar para a Idade da Pedra’, escritas em farsi e hebraico”.

O Antagonista

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Entenda como vai funcionar acesso de polícias a dados de usuários do Pix sob investigação

Segundo BC, expectativa é de facilitar identificação de usuários que utilizam Pix para cometer crimesSegundo BC, expectativa é de facilitar identificação de usuários que utilizam Pix para cometer crimes

 

Em uma nova medida para aumentar a segurança do Pix e torná-lo mais eficiente no combate a fraudes e crimes, o Banco Central (BC) anunciou nesta quarta-feira (23) que órgãos de segurança pública poderão acessar diretamente dados cadastrais de usuários que estejam sob investigações.

A partir de 1º de setembro, entes públicos como as polícias, os Ministérios Públicos e demais órgãos que tenham atribuições legais de persecução penal, de controle ou de apuração de irregularidades terão acesso à funcionalidade.

Na última terça-feira (22), o BC informou que houve um vazamento de informações envolvendo 238 chaves Pix ligadas a Phi Pagamentos.

Esse é o 5º episódio de exposição de dados de pessoas que utilizam o sistema de pagamentos instantâneos criado pela autarquia.

Combate e prevenção de fraudes e crimes mais efetivos

“Com a [nova] funcionalidade, o compartilhamento de informações entre o Banco Central e tais entes públicos se torna mais tempestivo, seguro e eficiente”, afirmou o banco em nota.

O BC ainda conclui que com a medida “espera-se facilitar a identificação e eventual responsabilização de usuários que utilizaram o Pix para cometer crimes”.

Como vai funcionar?

Segundo o Banco Central, as autoridades terão acesso apenas a dados cadastrais ligados à chaves Pix, sem comprometer a lei de sigilo bancário ou representar qualquer interferência do poder público na privacidade dos usuários.

São informações como nome do usuário, CPF/CNPJ, chaves cadastradas, instituição de relacionamento, número da agência e da conta, tipo da conta, data de criação da chave e da abertura da conta.

Hoje, esses dados, quando solicitados pelas autoridades de persecução penal, são fornecidos de forma não automatizada, com tratamento individualizado pelos servidores do BC.

“Dados das transações do Pix, como transferências, compras e saques, protegidos pelo sigilo bancário, não serão abrangidos pela funcionalidade”, garantiu Breno Lobo, consultor no Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC.

A novidade se somará ao compartilhamento já existente de informações constantes no Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS).

“As características das fraudes e crimes relacionados aos meios de pagamento eletrônicos e a velocidade de movimentação dos recursos ilícitos obtidos com sua prática reforçam a necessidade de maior tempestividade na troca de informações entre os Órgãos”, indicou Denis Carvalho, chefe adjunto do Departamento de Atendimento Institucional.

“Essa é mais uma importante entrega dos servidores do BC para a sociedade”, destacou Carvalho.

Segundo a autarquia, os órgãos interessados em acessar a funcionalidade passarão por um processo de adesão, que inclui a apresentação de ofício, acompanhado de requerimento padrão, no qual deverão demonstrar a utilidade ou necessidade do acesso para o desempenho de suas atribuições legais, além de termos de adesão ao regulamento, conforme as normas da autoridade monetária.

“Dentre outras responsabilidades, os órgãos aderentes deverão zelar pelo uso adequado do mecanismo de consulta, com observância ao direito à privacidade e regras de restrição de acesso às informações previstas na legislação aplicável”, reforçou o BC.

Medidas anteriores

Com a popularização do Pix e o consequente aumento de fraudes pelo meio de pagamentos, o BC já adotou diversas medidas para aumentar a segurança do sistema.

As estratégias adotadas mais recentemente foram:

  • A determinação para que instituições financeiras compartilhem dados sobre fraudes, o que vale para todos os meios de pagamento;
  • A criação de novos campos para identificar o tipo de fraude realizada pelo Pix;
  • A ampliação do conjunto de dados de segurança do sistema que estão disponíveis para a consulta das instituições financeiras.

CNN

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Lula omitiu de lista de presentes oficiais relógio suíço de R$ 80 mil

Lula foi criticado por suposto exibicionismo (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

 

O presidente Lula (PT) omitiu da lista de presentes oficiais da Presidência de seu primeiro mandato um relógio suíço de R$ 80 mil.

A informação repercutiu na imprensa ontem, terça-feira (22).

O relógio, da marca Piaget, foi um presente do então presidente da França, Jacques Chirac, em 2005.

O objeto fora motivo de críticas durante campanha de 2022.

O então candidato petista tinha sido fotografado com o relógio no pulso durante evento do centenário do PCdoB no Rio de Janeiro, no final de março do ano passado.

Ele foi criticado por suposto exibicionismo.

Lula assumiu na época que se tratava de um presente da época da Presidência, mas não tinha detalhado a origem.

“No dia que ganhei, escolhi o que mais gostei. Mas o relógio estava parado, levei numa loja e disseram que para consertar seriam R$ 2.500. Não paguei, achei caro. Depois, deram corda nele e voltou a funcionar”, disse o petista na ocasião.

Mais recentemente, em live semanal em julho deste ano, o já presidente afirmou que o relógio em questão fora presente de Chirac pela celebração do Ano do Brasil na França.

Apesar dessa revelação, o relógio Piaget não estava na relação de 568 itens apresentada por Lula quando ele foi alvo de processo no Tribunal de Contas da União (TCU) em 2016 pela posse irregular de presentes oficiais da Presidência.

Lula alegou na live que tinha perdido o relógio e o reencontrado apenas recentemente. Entretanto, na lista enviada ao TCU, ele citou apenas oito presentes como perdidos, nenhum deles o relógio Piaget.

O petista pagou apenas R$ 11 mil em compensação pelos presentes listados como perdidos.

Independentemente das controvérsias sobre o caráter personalíssimo, e a aquisição ao acervo pessoal, a não declaração do presente oficial já configura irregularidade.

Guardadas as devidas proporções, cenário semelhante aconteceu no caso das joias sauditas, envolvendo Jair Bolsonaro.

Em outubro de 2021, comitiva do Ministério de Minas e Energia que voltava da Arábia Saudita entrou no Brasil com ao menos três pacotes de joias.

Liderada pelo então ministro Bento Albuquerque, a comitiva não declarou nenhum dos pacotes na alfândega do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Bens pessoais acima de US$ 1.000 são taxados e precisam ser declarados. Segundo o senador Flávio Bolsonaro (PL), esse era o caso de ambas as joias.

Se forem presentes ao Estado, no caso à Presidência da República, seriam isentos de impostos, mas mesmo assim precisavam ser declarados — o que não aconteceu, como mostra a filmagem da apreensão do primeiro pacote, avaliado em R$ 16 milhões e que seria presente do regime saudita a Michelle Bolsonaro.

O Antagonista

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Zambelli pode perder mandato, ficar inelegível e ser presa; Entenda

Foto: Zanone Fraissat – 7.ago.23/ Folhapress

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pode ser condenada a até seis anos de prisão em regime semiaberto e perder o mandato se for considerada culpada em ação que trata da perseguição armada contra um homem em São Paulo em outubro do ano passado.

A caracterização de grave ameaça decorrente do uso de arma de fogo impede que eventual pena de prisão seja convertida em alternativas como prestação de serviço à comunidade, segundo especialistas.

Zambelli é acusada de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma em denúncia movida pela PGR (Procuradoria-Geral da República). A acusação se refere ao episódio em que a deputada perseguiu com uma arma 9mm um homem em São Paulo na véspera do segundo turno das eleições do ano passado.

Na última segunda-feira (21), o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu tornar Zambelli ré na ação, por 9 votos a 2. Divergiram da maioria os ministros André Mendonça e Kássio Nunes Marques.

Segundo Rossana Leques, advogada criminalista mestre em direito penal pela USP (Universidade de São Paulo), a deputada pode enfrentar uma pena de até seis anos iniciada em regime semiaberto caso seja considerada culpada pelos dois crimes.

Confira mais detalhes na matéria de Ana Gabriela Oliveira Lima, Folha de São Paulo.

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Bolsonaro é internado em hospital de São Paulo

PF diz à "Globo" que Bolsonaro sabia sobre venda de joiasFoto: Agência Brasil.

O ex- presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na manhã desta quarta-feira (23/8), no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Ele foi atendido e está sob os cuidados do médico pessoal dele, Antônio Macedo.

Segundo o advogado Fábio Wajgarten, o ex-presidente foi internado para realizar exames de rotina, após a facada sofrida em 2018. O ex-presidente já teve de passar por 4 cirurgias em decorrência do atentado.

Além disso, realizou outros dois procedimentos não relacionados à facada – uma cirurgia para retirada de cálculo na bexiga e uma vasectomia.

Em julho de 2021, Bolsonaro apresentou soluços persistentes e foi internado após ser diagnosticado com obstrução intestinal.

Fábio Wajgarten usa as redes sociais para anunciar que Bolsonaro está internado — Foto: Reprodução/Twitter

Na semana passada, Bolsonaro realizou uma harmonização orofacial, procedimento feito na face e na boca, em uma clínica de Goiânia. O resultado foi divulgado em fotos e vídeos publicados pelo dentista Rildo Lasmar, e de acordo com ele, não houve complicações.

Metrópoles

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PF marca depoimentos simultâneos de Bolsonaro e Michelle sobre caso das joias

Michelle Bolsonaro: conheça as polêmicas dela com filhos de BolsonaroFoto: REUTERS/Carla Carniel

A Polícia Federal intimou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para serem ouvidos ao mesmo tempo, em salas separadas, sobre o caso das joias no próximo dia 31 de agosto, quinta-feira.

No mesmo dia, Bolsonaro também será ouvido sobre o caso de empresários que discutiram pelo WhatsApp a possibilidade de um golpe de Estado.

Atualmente, Bolsonaro e Michelle são representados por um mesmo advogado, Paulo Cunha Bueno, que ainda não se manifestou sobre a dinâmica que a PF adotará.

A escolha pela realização de vários depoimentos ao mesmo tempo é para evitar que os depoentes combinem versões.

CNN Brasil

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