Brasil

Passagens aéreas podem aumentar um absurdo com a nova alíquota do IOF do governo Lula

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Azul, Latam e Gol pressionam o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a apresentar a conta do aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que passou de 0,36% para 3,5% e incide sobre o arrendamento de aeronaves.

Nos cálculos do setor, o aumento da tarifa custará R$ 600 milhões a mais do que é pago hoje de IOF pelas três empresas — um custo que será repassado ao preço das passagens.

Os CEOs das três empresas – John Rodgerson (Azul); Celso Ferrer (Gol) e Jerome Cadier (LATAM) – se reuniram com Haddad na sexta-feira, 15/08, em São Paulo. Juliano Noman, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) também participou.

A coluna da Andreza Matais apurou que o ministro não sinalizou possibilidade de recuo. O governo conta com a receita do IOF para pagar as contas. A medida foi derrubada pelo Congresso, mas retomada por decisão do Supremo.

O setor também advertiu sobre os impactos da reforma tributária no preço das tarifas.

Atualmente, a carga tributária limita-se ao PIS/Cofins. Com a implementação gradual da reforma a partir de 2026, o setor passará a ser tributado pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota estimada em 26,5%.

Conforme mostrou a coluna, Azul e Latam colocaram à venda voos de Belo Horizonte para Belém, com 30 horas de duração (daria para ir até a China), no período da COP-30. Sem escala, a duração é de três horas.

Em entrevista ao Contexto Metrópoles, o ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) afirmou que mantém conversas com empresas estrangeiras para que ofereçam rotas nacionais. Um movimento sempre barrado pelo poderoso lobby da Latam, Gol e Azul.

Metrópoles – Andreza Matais

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Brasil

Eduardo xinga Jair Bolsonaro em mensagens: ‘VTNC seu ingrato do caralho’

Foto: Reprodução/STF

Mensagens reproduzidas no relatório final em que a Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) mostram o deputado federal xingando o pai devido a uma entrevista em que ele foi chamado de imaturo.

No diálogo via aplicativo WhatsApp Eduardo manifesta grande incômodo pelo fato de Bolsonaro tê-lo chamado de imaturo devido a divergências do deputado com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-PB) e passa a atacá-lo com palavrões.

“VTNC SEU INGRATO DO CARALHO’!, escreveu Eduardo em maiúsculas, usando a sigla que significa “vai tomar no c…”

Em nota divulgada na noite desta quarta-feira, o deputado critica o vazamento do que chamou de conversas entre pai e filho. A defesa do ex-presidente não se manifestou até a conclusão deste texto.

“Me fudendo aqui! VC ainda te ajuda a se fuder aí!. (..) Se o IMATURO do seu filho de 40 anos não puder encontrar com os caras aqui, PORQUE VC ME JOGA PRA BAIXO, quem vai se fuder é vc E VAI DECRETAR O RESTO DA MINHA VIDA NESTA PORRA AQUI”, prossegue o parlamentar, que cobra “reponsabilidade” do pai.

Na entrevista, concedida ao portal Poder360, Bolsonaro diz que as divergências entre o filho e Tarcísio estavam superadas e diz: “Ele [Eduardo Bolsonaro] apesar de ter feito 40 anos de idade agora, né… ele não é tão maduro assim, vamos assim dizer, talhado para a política… tá bem. Ele acerta 90% das vezes, 9% quando meio e 1% está errando”, afirmou.

Após a entrevista, Eduardo manda mensagem ao pai dizendo que ia deixar de lado a história, mas que estava com vontade de dar “mais uma porrada” em Tarcísio devido às críticas recebidas do pai. De acordo com o relato da PF, Bolsonaro e o filho seguem o diálogo por meio de mensagens de áudio que não puderam ser recuperadas.

Folha de S.Paulo

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Brasil

Silas Malafaia é alvo de operação; Moraes manda cancelar passaporte do pastor e o impede de falar com Bolsonaro

SILAS MALAFAIA CHAMA MORAES DE DITADOR E CRITICA DIREITA PROSTITUTA EM ATO PRO BOLSONARO - METRÓPOLES

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o pastor Silas Malafaia de se ausentar do Brasil, com cancelamento de todos os passaportes do pastor, tanto nacionais quanto estrangeiros. Os documentos devem ser entregues à Polícia Federal no prazo máximo de 24 horas. A PF deve adotar as medidas necessárias para impedir a obtenção de novo documento.

As anotações devem ser feitas ainda junto ao Ministério das Relações Exteriores para que seja impedido o movimento migratório de Malafaia, inclusive por fronteira terrestre, a exemplo do que fez Carla Zambelli, condenada pelo STF, ao fugir do Brasil pela Argentina.

Moraes ainda proibiu Malafaia de se comunicar com todos os investigados do núcleo do Jair Bolsonaro (PL) em trama golpista, além de também proibir a comunicação com Eduardo Bolsonaro, hoje nos Estados Unidos, por qualquqer meio, inclusive pelo intermédio de terceiros.

Moraes impôs as cautelares ao pastor por considerar as condutas dele, em vínculo subjetivo com Jair Bolsonaro, como nos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa.

Perícia celular

Moraes considerou ainda que a perícia realizada pela Polícia Federal no celular apreendido de Jair Bolsonaro indicam que Silas Malafaia “exerce papel de liderança nas ações planejadas pelo grupo investigado que tem por finalidade coagir os ministros do STF e outras autoridades brasileiras”. O ministro ressalta que as atitudes apontam atos no sentido de coação no curso do processo e tentativa de obstrução à Justiça.

“A representação da Polícia Federal, portanto, demonstra o risco de dano grave ou de difícil reparação, em razão dos indícios de cometimento de gravíssimos crimes, em razão da existência de uma campanha criminosa cujo objetivo é justamente obstruir o andamento de ação penal, por meio de coação no curso do processo aos ministros do STF”, diz na decisão.

Influência e ação concreta

Os elementos de prova indicaram ainda que as condutas de Silas Malafaia “influenciam diretamente o investigado Jair Bolsonaro, resultando em ações concretas, inclusive com postagem de conteúdos nas redes sociais previamente acordadas por Malafaia”.

Moraes ainda destaca que a conduta de Malafaia se assemelha àquelas investigadas no contexto de milícias digitais, no Inq. 4.874/DF. Assim, na decisão, é justificada na decisão a imposição “de medidas cautelares diversas da prisão para resguardar a ordem pública, a instrução criminal e a aplicação da lei penal”.

Metropoles

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Brasil

Moraes diz que bancos podem ser punidos se aplicarem sanções dos EUA no Brasil

Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que os bancos que atuam no Brasil podem ser punidos se aplicarem sanções impostos pelos Estados Unidos em solo brasileiro.

“Agora, da mesma forma, se os bancos resolverem aplicar a lei internamente, eles não podem. E aí eles podem ser penalizados internamente”, disse Moraes em entrevista à Reuters.

Moraes recentemente foi sancionado pelo governo do presidente Donald Trump com a Lei Magnitsky, utilizada para punir estrangeiros. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro norte-americano.

Segundo o governo americano, todos os eventuais bens de Alexandre de Moraes nos EUA estão bloqueados, assim como qualquer empresa que esteja ligada a ele. O ministro também não pode realizar transações com cidadãos e empresas dos EUA — usando cartões de crédito de bandeira americana, por exemplo.

g1

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Brasil

57% acham que Brasil está indo na direção errada, diz pesquisa Quaest

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20) aponta que 57% dos entrevistados acreditam que o Brasil está indo na direção errada. Os que pensam que está na certa representam 36%.

Os que não sabem ou não responderam somam 7%.

As opiniões não sofreram grandes alterações em relação à última pesquisa, realizada em julho deste ano. Na época, os que responderam que o país segue na direção errada somam 58%, em uma variação de um ponto percentual quando comparada a hoje.

Já os que disseram que o Brasil avança na direção correta totalizavam 34% na época, dois pontos percentuais a menos do que os atuais 36%.

Os que não sabem ou não responderam saíram de 8% para 7%.

Ao longo da série histórica, os números passaram a mudar este ano no mês de maio, quando a opinião de que o Brasil ia na direção errada era compartilhada por 61%, e passou a diminuir posteriormente. Na mesma época, a direção certa marcava 32%, e passou a subir nas próximas pesquisas de julho e agosto.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre 13 e 17 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O Brasil está indo na direção certa ou na direção errada?

  • Errada: 57% (58% em julho)
  • Certa: 36% (34% em julho)
  • Não sabe/não respondeu: 7% (8% em julho)

CNN Brasil

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Brasil

51% desaprovam governo Lula e 46% aprovam, diz Quaest

Foto: Reprodução

Pesquisa da Quaest divulgada nesta 4ª feira (20.ago.2025) mostra uma ligeira recuperação da popularidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A desaprovação oscilou 2 pontos percentuais para baixo, passando de 53% na pesquisa de julho para 51%.

Os entrevistados que disseram aprovar a gestão do petista passaram de 43% em julho para 46% em agosto. Os resultados estão dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, de 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%.

Eis o cenário completo para a pergunta “Você aprova ou desaprova o trabalho que o presidente Lula está fazendo?”:

  • aprovam: 46% (eram 43% na pesquisa de julho);
  • desaprovam: 51% (eram 53%);
  • não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).

A aprovação cresceu no Nordeste, entre mulheres, pobres, menos instruídos e católicos.

Eis as respostas à pergunta: “Como você avalia o trabalho que o presidente Lula está fazendo?”:

  • negativo: 39% (eram 40%);
  • positivo: 31% (eram 28%);
  • regular: 27% (eram 28%);
  • não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).
  • Para 43% dos entrevistados, o governo Lula está melhor que o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).Eis o cenário completo para a pergunta “Na sua opinião, o governo Lula está melhor, igual ou pior do que o governo Bolsonaro?”:
    • melhor: 43% (eram 40%);
    • pior: 38% (eram 44%);
    • igual: 16% (eram 13%);
    • não sabem/não responderam: 3% (eram 3%).

    Mais da metade (57%) disse que o Brasil está indo na direção errada.

    Eis o cenário completo:

    • errada: 57% (eram 58%);
    • certa: 36% (eram 34%);
    • não sabem/não responderam: 7% (eram 8%).

Poder360

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Sem categoria

Avião branco do governo dos EUA chega com “missão desconhecida” ao Brasil

Um avião todo branco do governo dos Estados Unidos e sem identificação chegou ao Brasil na terça-feira (19). A missão envolvendo a aeronave ainda é desconhecida do público.

O Boeing em questão é conhecido por participar de missões especiais e, em diversas ocasiões, já foi associado a operações da CIA.

A CNN entrou em contato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para mais informações, mas ainda não obteve retorno.

A presença do avião, um Boeing 757, ocorre em um momento de tensões entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil.

Segundo informações do site FlightRadar, a aeronave partiu do Aeroporto Fernando Luis Ribas Dominicci, em Porto Rico, e seguiu sem rota detalhada até o Aeroporto Salgado Filho, no Rio Grande do Sul.

O pouso foi registrado por volta das 17h12 por câmeras do terminal. Por volta de 20 horas, a aeronave levantou voo novamente, desta vez com destino ao Aeroporto de Guarulhos

O pouso em São Paulo ocorreu por volta de 21h45. Quem está dentro da aeronave e o destino da missão não foram informados pelo governo americano.

CNN

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Brasil

X denuncia “ordens secretas” de Moraes e alerta para ameaça ao comércio digital

Foto: Ton Molina/STF

A rede social X apresentou comentários ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) referente à investigação iniciada sobre o Brasil nos termos da Seção 301 na Lei de Comércio de 1974.

No documento, a plataforma critica as “recentes decisões judiciais” que enfraqueceram o Marco Civil da Internet, de 2014, como o recente entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de responsabilizar as big techs por conteúdos publicados por usuários.

“Em junho de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Artigo 19 do MCI, a lei de governança da internet do país, é parcialmente inconstitucional, permitindo que plataformas de mídia social sejam responsabilizadas pelo conteúdo de usuários sem revisão judicial. Isso aumenta os custos de conformidade, incentiva a censura excessiva e coloca em risco a liberdade de expressão, inclusive para usuários dos EUA. Instamos o USTR a examinar essas barreiras comerciais”, diz trecho.

“Ordens secretas” e suspensão do X

A empresa também acusa os tribunais brasileiros de ignorar o Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT), exigindo diretamente das subsidiárias locais o fornecimento de dados de usuários, incluindo americanos, sem seguir os canais diplomáticos legais.

Segundo o X, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob comando do ministro Alexandre de Moraes, teriam emitido ordens secretas ordenando a remoção de perfis de “usuários, políticos, jornalistas e cidadãos americanos”.

A plataforma lembra que os recursos apresentados foram rejeitados pelo STF e que o descumprimento das ordens motivou a suspensão da rede social por dois meses em 2024.

“Os recursos de X foram rejeitados, e o descumprimento resultou em banimentos em todo o país, congelamento de contas e a apreensão de US$ 2 milhões da Starlink da SpaceX, apesar de não haver base legal ou conexão. O efeito cumulativo tem sido uma deterioração acentuada do ambiente regulatório e judicial para serviços digitais no Brasil, minando tanto o Estado de Direito quanto a estabilidade necessária para o comércio e o investimento transfronteiriços no setor de tecnologia.“

O antagonista 

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Brasil

Motta decide acelerar votação de projeto contra ‘adultização’ de crianças e adolescentes

Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O cronograma traçado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para analisar o projeto de segurança de crianças e adolescentes nas redes sociais foi confirmado entre de líderes de partidos nesta terça-feira (19).

O encontro fechou acordo para que a urgência do projeto conhecido como “adultização” seja analisada ainda hoje.

A etapa entrou oficialmente na pauta e é voltada para permitir que o texto possa passar de forma mais rápida na Câmara. A votação final está prevista para quarta.

“Essa é uma pauta que eu penso que a Câmara dos Deputados tem que enfrentar, assim como o Senado Federal já enfrentou”, defendeu Motta.

O presidente da Câmara também disse que há preocupação para tratar a segurança de menores de idade.

“Nós temos hoje muita preocupação, principalmente todas as famílias do nosso país, com relação a essa questão do ambiente digital, principalmente no que diz respeito à proteção das nossas crianças, dos nossos adolescentes”, disse.

Apesar da indicação, oposicionistas têm questionado o texto e afirmam haver um risco de “censura”. Parlamentares consideram que plataformas digitais, que alcançam as redes, não devem ser penalizadas por condutas individuais.

Líderes de partidos que concordam com essa previsão afirmam que vão continuar com obstrução de votações. O representante do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), sustenta que vai analisar a proposta após analisar o relatório final.

R7

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Brasil

Texto em vestibular de universidade federal associa Bolsonaro ao neonazismo

Foto: Reprodução

A prova de redação do Vestibular 2025 para a modalidade de educação a distância da Universidade Federal de Sergipe (UFS) foi cancelada depois da repercussão sobre o conteúdo dos textos motivadores. O exame, aplicado no dia 10 de agosto, incluía fragmentos que associavam o “bolsonarismo” e a eleição de Jair Bolsonaro ao crescimento do neonazismo no país.

O caderno de provas trazia como primeiro texto motivador um artigo que afirmava: “Nos últimos anos, o Brasil tem registrado um crescimento expressivo de grupos neonazistas”, ao contabilizar “mais de 500 células ativas”. A reportagem original foi publicada no site da revista Fórum, veículo de esquerda que se denomina como “o site progressista mais antigo do Brasil”.

O segundo texto motivador continha o título “A eleição de Jair Bolsonaro” e afirmava que “a partir de 2019 as células neonazistas se multiplicaram no país, na esteira do discurso do presidente Jair Bolsonaro e do avanço da direita política no Brasil”.

O fragmento prosseguia ao dizer que “esses grupos se sentiram autorizados a atuar” e que “os movimentos se identificam com o nacionalismo exacerbado” atribuído ao então presidente. Esta reportagem, por sua vez, tem origem na revista Veja.

A proposta de redação solicitava que o candidato elaborasse um texto que respondesse à questão: “Diante desse cenário, como assegurar a defesa da democracia e dos direitos humanos?”, ao considerar “que os discursos da extrema direita e ultranacionalistas são disseminados e potencializados por meio dos novos formatos de comunicação, como as plataformas digitais”.

A situação foi denunciada publicamente pelo vereador Lúcio Flávio (PL), de Aracaju, que divulgou vídeos nas redes sociais e no plenário da Câmara Municipal. Ele classificou o conteúdo como “crime” e “proselitismo político-ideológico” e afirmou que a prova “chamava de neonazistas as pessoas que são de direita, apoiadores do Bolsonaro e o próprio Bolsonaro”.

Revista Oeste

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