Brasil

Brasil avalia que Trump usa navios de guerra para intimidar América Latina

Foto: Reprodução Redes Sociais

O governo brasileiro avalia que o envio de navios de guerra dos Estados Unidos para a costa da Venezuela tem a clara intenção de intimidar os países da América Latina que adotam uma linha de independência em relação às políticas do presidente Donald Trump.

Segundo fontes do governo ouvidas pela CNN, Trump quer dar um recado muito claro de que pode, se quiser, usar até mesmo a força para impedir que esses países adotem medidas que contrariem os interesses ideológicos ou econômicos do seu governo.

Na lista estariam Colômbia, México, Panamá e, claro, também o Brasil – que resiste às tentativas de interferência de Trump na política e na soberania do país.

Todas essas nações têm contenciosos importantes com a administração trumpista – e, com exceção do Panamá, são governados por políticos de esquerda.

Embora lembrem que Trump é muito imprevisível, as fontes do governo ouvidas pela CNN não acreditam, no entanto, que a Casa Branca tenha planos de invadir a Venezuela ou fazer algum tipo de ação militar mais contundente contra o ditador Nicolás Maduro. Pelo menos por enquanto.

A ideia dos americanos seria reafirmar e ilustrar com um elemento de força – como são os navios de guerras e os milhares de marines que eles transportam – a proposta de manter as nações da região sob influência estratégica de Washington.

Algo parecido como o que foi a Doutrina Monroe, anunciada ainda no século 19.

Um dos principais articuladores dessa estratégia de intimidação é o secretário de Estado, Marco Rubio. Filho de imigrantes cubanos que se opuseram à revolução liderada por Fidel Castro, Rubio é um dos políticos mais abertamente hostis a governos de esquerda na América Latina.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

VÍDEO: “Não vou parar, Congresso deve votar a anistia”, avisa Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que não merece ser acusado de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito por denunciar supostas violações cometidas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Apesar de indiciado pela PF (Polícia Federal) por atuação no exterior, em vídeo gravado em inglês e publicado nas redes sociais, o filho “03” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que continuará denunciando “abusos” do Judiciário brasileiro e que o Congresso Nacional deve votar a anistia.
“A força-tarefa da Polícia Federal sob o controle de Alexandre de Moraes está me acusando, formalmente, de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, o que significa que eu posso ser preso por mais de 12 anos”, disse aos seguidores.
Eduardo ainda citou considerar que o indiciamento tem relação com denúncias de violação dos direitos humanos que teriam sido cometidas pelo ministro Alexandre de Moraes.
“Como eles não têm coragem de colocar o presidente Trump, o secretário [Marco] Rubio e o secretário [Scott] Bessent sob investigação, eles estão vindo atrás de mim. Mas eu já disse a eles que eu não vou parar. Vou continuar denunciando a violação deles de direitos humanos. E por quê? Porque eu quero aumentar a pressão contra essas violações dos direitos humanos.”
O parlamentar afirmou também que o Congresso está sendo ameaçado pelo Judiciário, mas que continuará a atuar pela aprovação da anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.
“O Congresso deve ser livre para votar o projeto de anistia. Esse é meu objetivo, é isso que eu quero”, finalizou.
Na noite da última quarta-feira (20), a PF indiciou Eduardo e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), devido à atuação do parlamentar nos Estados Unidos. A corporação diz que ambos têm atuado para obstruir o avanço da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

VÍDEO: “Tem gente que tem tornozeleira, eu tenho meia bonita”, diz Lula

Vídeo: Reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma brincadeira nesta quinta-feira (21) sobre o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas sem citá-lo diretamente.

Durante uma agenda em São Paulo, o petista exibiu as meias e declarou: ”Tem gente que tem tornozeleira, eu tenho meia bonita.”

Na ocasião, o presidente participou da entrega de 400 unidades odontológicas móveis em Sorocaba, no interior do estado.

O vídeo foi publicado nas redes sociais do PT (Partido dos Trabalhadores) e do ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira.

O ex-presidente utiliza tornozeleira eletrônica desde o início de julho, quando foi alvo de busca e apreensão pela PF (Polícia Federal), em operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal).

Na decisão, o ministro determinou ainda que Bolsonaro cumprisse recolhimento domiciliar entre 19h e 6h, de segunda a sexta-feira, e em tempo integral aos finais de semana e feriados. Além de não poder usar as redes sociais.

No entanto, em 4 agosto, Moraes converteu as medidas cautelares de Bolsonaro em prisão domiciliar por entender que “houve reiterado descumprimento das medidas cautelares” por parte do ex-presidente.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

INSS suspende contrato com Crefisa para pagar benefícios

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O INSS suspendeu preventivamente os contratos com a instituição financeira Crefisa para o pagamento de benefícios após receber denúncias de irregularidades, como coação de aposentados e pensionistas.

Com isso, a partir de agora, novos benefícios concedidos pelo INSS, como aposentadorias, pensões e auxílio-doença, não serão mais pagos pela financeira.

Por ser medida cautelar, a suspensão se aplica apenas aos novos pagamentos de benefícios. As aposentadorias e pensões de beneficiários que já recebem pela Crefisa não serão afetadas. Mas ainda não está claro como será feito, daqui em diante, o pagamento a quem passar a ter direito aos benefícios (leia mais abaixo).

A Crefisa venceu 25 dos 26 lotes disponíveis para o pagamento de novos benefícios no último leilão realizado, em 2024. Ou seja, tem a folha de pagamento da maioria dos beneficiários mais recentes do INSS. A Crefisa paga hoje 1,7 milhão de benefícios, de acordo com dados do INSS. Cerca de R$ 25 bilhões foram repassados por meio da instituição entre janeiro e agosto deste ano.

Com a decisão, os novos benefícios serão pagos pela empresa que ficou em segundo lugar no leilão. A licitação prevê seis bancos habilitados em cada lote. Quando uma instituição tem atividades suspensas, os pagamentos são transferidos para o segundo colocado de cada bloco. Dessa forma, o pagamento deve ser pulverizado.

Quais são as irregularidades?

De acordo com o INSS, a decisão pela suspensão cautelar foi tomada após identificar “reiteradas reclamações” registradas por diferentes canais de ouvidoria. Entre as principais irregularidades identificadas, estão:

  • Dificuldade ou impedimento no recebimento do benefício: registros de atrasos, recusas de pagamento e limitações para saque;
  • Coação para a abertura de conta corrente e venda casada de produtos;
  • Falta de estrutura adequada nas agências bancárias: filas extensas, ausência de caixas eletrônicos (ATMs) e inadequação do espaço físico;
  • Portabilidades indevidas e não autorizadas;
  • Falta de um sistema de triagem e emissão de senhas;
  • Falta de informações claras e atendimento inadequado.

O que diz a Crefisa?

Em nota, a Crefisa nega que tenha praticado as irregularidades mencionadas pelo órgão, como coação para abertura de contas-correntes e venda casada. A empresa argumenta ainda que não foi formalmente comunicada sobre a medida e que cumpre os requisitos previstos nos contratos.

“O Banco Crefisa reitera que não praticou qualquer irregularidade e que vem cumprindo integralmente as cláusulas do contrato vigente, respeitando todos os critérios legais e contratuais estabelecidos”, afirmou a empresa em nota.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Moraes avaliará prisão preventiva de Bolsonaro após ouvir PGR e defesa

Foto: Ton Molina/STF

O ministro do STF Alexandre de Moraes avaliará uma eventual prisão preventiva de Jair Bolsonaro após receber as alegações da defesa e o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR). A análise ocorre após identificação de possíveis descumprimentos das medidas cautelares impostas pelo Supremo.

A defesa tem prazo de 48 horas, que se encerra às 20h34 de sexta-feira (22), para apresentar esclarecimentos sobre o que Moraes considerou como “reiterados descumprimentos das medidas cautelares”, “reiteração de condutas ilícitas” e “existência de comprovado risco de fuga”.

Entre os elementos em análise está uma carta recuperada das mensagens apagadas do celular de Bolsonaro, contendo uma minuta de pedido de asilo político à Argentina, endereçada a Javier Milei, datada de fevereiro do ano passado. O documento, no entanto, não chegou a ser enviado.

Somente após avaliar a resposta da defesa e o posicionamento da PGR, Moraes decidirá se mantém a prisão domiciliar ou se a converte em preventiva. A decisão levará em conta possíveis riscos para a ação penal, para a ordem pública e eventuais descumprimentos concretos das medidas impostas.

Em situação anterior, quando houve questionamento sobre possível descumprimento relacionado a uma publicação, a análise resultou na manutenção da situação jurídica vigente, após Moraes considerar se tratar de um ato isolado.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Toffoli pede a Barroso que decida qual ministro ficará responsável por inquéritos sobre fraudes no INSS

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu que o presidente da corte, Luís Roberto Barroso, decida se as investigações sobre fraudes nos descontos de benefícios no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) devem ficar sob sua responsabilidade ou serem distribuídas livremente, por sorteio, entre os ministros.

A solicitação de Toffoli foi feita após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestar de forma contrária à relatoria do ministro sobre o tema.

Toffoli determinou em junho que todas as apurações da Polícia Federal sobre o tema fossem enviadas ao seu gabinete. Em seguida, pediu manifestação da PGR sobre o tema, que foi apresentada na segunda-feira (18).

Na manifestação, Gonet não tratou do mérito (dos pontos centrais) sobre as suspeitas, mas questionou a manutenção das investigações com o ministro e pediu a redistribuição por sorteio do caso.

A manifestação da PGR foi divulgada inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha.

O ministro que assumir as investigações também deve decidir se mantém todos os procedimentos no Supremo ou se envia parte deles a instâncias inferiores.

Toffoli determinou a remessa das investigações ao Supremo em 10 de junho, depois de a Polícia Federal informar, por meio de uma representação, que o deputado federal Fausto Pinato (PP-SP) e o ex-ministro Onyx Lorenzoni foram mencionados nas apurações.

“Faz-se necessário o compartilhamento dos respectivos autos para exame e análise conjunta, sob o crivo deste Supremo Tribunal Federal, sobre eventual conexão e prevenção estabelecida”, disse Toffoli.

Os dois têm foro por prerrogativa de função, o que leva o caso ao Supremo. Os autos do processo relacionados à operação Sem Desconto estão sob sigilo, o que o ministro manteve.

A autoridade policial informou que a conexão entre os políticos e a investigação seria por uma entidade investigada pela PF por descontos indevidos nas aposentadorias.

A empresa teria doado valores à campanha de Onyx ao governo do Rio Grande do Sul, durante as eleições de 2022. Procurados à época, Pinato disse não ter envolvimento com as investigações e Onyx não se manifestou.

Barroso ainda não decidiu a respeito de quem ficará responsável por supervisionar as investigações no Supremo.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Falências disparam no Brasil e ministro do Trabalho diz não ter analisado dados sobre pedidos de recuperação judicial

Imagem: reprodução/YouTube

Em 2024, no Brasil, foram 2.273 pedidos de recuperação judicial ante 1.405 em 2023, uma alta de 61,8%. Segundo a Serasa Experian, no 1º trimestre de 2025, foram 471, 187 apenas no mês de março, o que aponta crescimento no número de empresas em reestruturação.

Apesar dos números preocupantes, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), disse nesta quinta-feira (21) não ter analisado o aumento no número de falências e recuperações judiciais registrado no 1º semestre de 2025. No entanto, o governo celebra recordes de emprego.

“Confesso que eu não avaliei as falências, as concordatas neste ano. Aqui pode acontecer várias coisas, pode ter desde incompetência, má gestão”, afirmou, durante entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC.

A declaração do ministro se dá em um momento de tensões comerciais, com empresas levando sua produção para fora do Brasil, como no caso da fabricante de armas Taurus.

Ainda assim, Marinho classificou o impacto no mercado de trabalho como “diminuto” e ponderou que os efeitos das tarifas ainda não são mensuráveis nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

A falta de uma análise aprofundada sobre o aumento de falências levanta dúvidas sobre a abrangência dos indicadores econômicos monitorados pelo governo.

A aparente desconexão entre a realidade empresarial e os números de emprego celebrados pode indicar uma visão parcial do cenário econômico do país.

Ao final da entrevista, o ministro prometeu investigar o assunto. A declaração de que vai “dar uma olhada no que está acontecendo” sinaliza que o governo ainda buscará entender as razões por trás da alta nos pedidos de falência, um indicador crucial para a sustentabilidade dos empregos a longo prazo.

Com informações Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Bolsonaro nega descumprimento de medidas e se diz surpreso com indiciamento; veja nota

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) negou, nesta quinta-feira (21), que o ex-presidente tenha descumprido medidas cautelares impostas a ele. 

Em nota divulgada à imprensa, os advogados ainda relataram “surpresa” com o novo indiciamento, por parte da PF (Polícia Federal), contra Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por atuação nos Estados Unidos. 

A conclusão é de que os dois atuaram em conluio para coagir o Judiciário e evitar o avanço da investigação sobre a tentativa golpe de Estado no país, após as eleições de 2022. 

“A defesa do Presidente Bolsonaro recebeu com surpresa, na data de ontem, a decisão de seu formal indiciamento pela Polícia Federal”, afirma a defesa em nota.  

“Os elementos apontados na decisão serão devidamente esclarecidos dentro do prazo assinado pelo Ministro relator, observando-se, desde logo, que jamais houve o descumprimento de qualquer medida cautelar previamente imposta”, concluem os advogados. 

Na quarta-feira (20), a PF indiciou Bolsonaro e Eduardo. A corporação teria identificado ainda o risco de fuga do ex-presidente por meio de um documento que continha pedido de asilo político para a Argentina. 

No arquivo endereçado ao presidente argentino Javier Milei, Bolsonaro afirma ser alvo de uma perseguição política e de “diversas medidas cautelares”. 

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Bolsonaro descartou pedido de asilo político à Argentina, diz defesa

Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (21/8), que ele descartou um pedido de asilo político à Argentina.

Paulo Cunha Bueno, um dos advogados que defendem Bolsonaro no julgamento da trama golpista, confimou que o ex-presidente, de fato, recebeu uma minuta com proposta de asilo no país governado pelo aliado Javier Milei, mas não aderiu à ideia.

A informação foi divulgada pela coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, e confirmada pelo Metrópoles.

Cunha Bueno reafirmou que Bolsonaro não cogitou em momento algum sair do país.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

CPMI do INSS deve convocar dirigentes do Sindicato do irmão de Lula

Foto: Tonia Galleti / Instagram

A CPMI do INSS recebeu nesta quarta-feira (20) requerimentos de quebra dos sigilos bancário e fiscal dos dirigentes do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi). A entidade é ligada à Força Sindical e tem como vice-presidente o sindicalista José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão mais velho do presidente Lula.

Os requerimentos, apresentados pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP), pedem a quebra de sigilo e a convocação do presidente do Sindnapi, o sindicalista Milton Baptista de Souza, conhecido como Milton Cavalo, e da coordenadora jurídica da entidade, a advogada Tonia Andrea Inocentini Galleti. O próprio Frei Chico já acumula diversos pedidos de convocação.

As solicitações também incluem a quebra de sigilo da empresa Gestora Eficiente LTDA.

Como revelou a coluna, a companhia pertencia ao marido de Tonia Galleti e teve como sócia, até meados do ano passado, a mulher de Milton Cavalo, a decoradora Daugliesi Giacomasi Souza.

Essa empresa era responsável por tratar as fichas dos aposentados que aderiram ao Sindnapi e repassar as informações ao INSS. Toda vez que um aposentado era descontado pelo Sindnapi, a empresa recebia uma comissão. As notas fiscais mostram que ela recebeu pelo menos R$ 4,1 milhões em comissões entre 2020 e 2023.

Na última quarta-feira (13), o advogado Carlos Afonso Galleti Júnior, marido de Tonia, encerrou a Gestora Eficiente. A baixa da empresa foi registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) apenas nesta terça-feira (19).

Os requerimentos de convocação citam reportagem da coluna que revelou pagamentos a familiares de Milton Cavalo e de Tonia Galleti por meio da empresa.

Segundo os documentos, a quebra de sigilo de Tonia Galleti é “medida indispensável para o completo esclarecimento das graves irregularidades investigadas”.

O texto afirma que ela “exerceu papel estratégico na estrutura de comando do sindicato, validando juridicamente os instrumentos e contratos que possibilitaram a expansão abrupta das receitas da entidade e o consequente repasse de recursos a empresas privadas ligadas a familiares de dirigentes”.

“Além disso, documentos obtidos pelo portal Metrópoles apontam que a Gestora Eficiente também efetuou pagamentos a familiares da própria Tonia Galleti, como Nita Gabriela Inocentini e Neuza Pereira Inocentini, o que demonstra a existência de um ciclo de favorecimento interno ao núcleo familiar”, diz o requerimento.

Metrópoles – Andreza Matais

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.