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ALPB quer exigência de laudo médico para participantes de corridas na PB

Corrida de Rua – Foto: Reprodução

Os deputados estaduais Felipe Leitão (Republicanos) e Márcio Roberto (Republicanos) apresentaram, nesta quarta-feira (19), projetos de lei para tornar obrigatória a apresentação do teste de aptidão física para participar de corridas de rua em todo o estado. Na proposta de Márcio, a obrigatoriedade é válida apenas para candidatos com mais de 35 anos.

Para o parlamentar, “a prática de atividades esportivas requer condições mínimas de saúde para garantir a segurança dos participantes”, principalmente entre atletas com mais de 35 anos, quando aumenta o risco de eventos cardiovasculares durante atividades de alta intensidade.

Nesse caso, ficariam isentos da apresentação do atestado apenas os atletas profissionais devidamente registrados em federações esportivas que realizem exame médico anual exigido pela entidade.

No projeto do deputado Felipe Leitão, todos os candidatos precisam apresentar o teste para participar das provas. Os dois textos incluem a exigência do laudo emitido por um médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina.

“Nos últimos anos, notícias de jovens, adultos e até atletas experientes que perderam a vida durante ou após provas de corrida chamaram a atenção para um problema evidente: a falta de avaliação médica prévia adequada, intenso característico do nosso Estado, ao esforço físico elevado e à crescente participação de pessoas sem acompanhamento de saúde”, justificou Felipe Leitão.

Obrigações dos organizadores das corridas de rua

Com a aprovação das leis, as empresas organizadoras das corridas deverão manter em arquivo físico ou digital contendo os laudos apresentados por candidatos, pelo prazo mínimo de 12 (doze) meses após a realização da prova e disponibilizar os documentos aos órgãos fiscalizadores sempre que requisitado.

Os organizadores que não cumprirem a legislação serão multados no valor de R$ 14 mil e vão ficar proibidos de realizar eventos esportivos na Paraíba por um ano.

Trâmite das propostas

Os projetos de lei devem ser votados na próxima sessão plenária da Assembleia Legislativa da Paraíba. Se os deputados aprovarem as propostas, os textos seguem para sanção do governador João Azevêdo (PSB).

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“Calamidade”, dispara presidente da ALPB após tragédia em CG

Deputado Adriano Galdino, presidente da ALPB (Foto: Divulgação)

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), esteve em Campina Grande neste sábado (8) após o rompimento de um reservatório da Cagepa, que deixou uma pessoa morta e outras duas feridas. O deputado disse que ficou “surpreso com tamanho e o impacto” da situação, que classificou como de “calamidade”.

“A gente veio prestar solidariedade às família enlutadas e às pessoas que perderam tudo”, disse Adriano.

“Foi muito grande. A gente fica muito preocupado com a situação, mas a gente confia no Governo e na Cagepa, que ambos irão tomar as providencias cabíveis”, afirmou o presidente do Legislativo paraibano.

Adriano Galdino disse que o rompimento do reservatório foi um acidente que “traz muitas consequências financeiras”, mas reforçou: “Eu tenho certeza que o governador João e a Cagepa irão indenizar esses danos materiais.”

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ALPB

ALPB cria comissão para realizar novo concurso público em 2026

Assembleia Legislativa da Paraíba, na Praça dos Três Poderes

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), anunciou, nesta terça-feira (21), a aprovação de uma comissão especial para discutir o planejamento de um novo concurso público para Casa Legislativa. A previsão é realizar o processo seletivo até 2026.

“Estamos criando uma Comissão Especial para dialogar sobre concurso público na Assembleia da Paraíba. Então vamos aprovar hoje e, se possível ainda esse ano, mais tardar próximo ano, vamos realizar concurso público aqui na Assembleia”, disse Galdino.

O último concurso realizado pela Assembleia foi em 2013, quando foram ofertadas 110 vagas para cargos na estrutura administrativa.

A Assembleia Legislativa da Paraíba possui 2.940 servidores, sendo 2.660 comissionados, 181 efeito, 41 deputados, 35 requisitados, 20 efetivos-comissionados, dois na categoria “outros” e um contrato.

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LIMITE DE ALTURA: ALPB convoca audiência para debater Lei do Gabarito

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) convocou uma audiência pública para debater, nesta terça-feira (14), os recentes casos de “burlas” à Lei do Gabarito, especialmente na Orla de João Pessoa.

O encontro foi convocado pelo deputado Chió (Rede), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Casa. O objetivo é reunir representantes do poder público, especialistas, movimentos sociais e moradores da capital para discutir as denúncias de construções que ultrapassam os limites de altura permitidos pela legislação.

A audiência será realizada a partir das 10h, no Plenário Deputado José Mariz, na sede da ALPB, localizada na Praça João Pessoa, no Centro da capital.

Julgamento marcado

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) marcou para a sessão da próxima quarta-feira (15) o julgamento da ação movida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) contra a Lei de João Pessoa que “afrouxou” as regras sobre a altura máxima permitida em prédios construídos na orla da Capital.

De acordo com Ministério Público da Paraíba, a norma é considerada inconstitucional por ter em seu texto regras que são menos restritivas do que a Lei do Gabarito, que versa sobre o padrão de construções na faixa litorânea da Paraíba. A nova regra alterou o código urbanístico da orla a partir da criação de nove faixas de altura máxima permitida para os prédios, começando com 12,9 metros na faixa mais próxima ao mar e chegando a 35 metros antes do limite dos 500 metros.

O procurador-geral de Justiça da Paraíba, Leonardo Quintans, classificou, na noite desta quinta-feira (09), em entrevista ao programa Hora H, da Rádio POP FM 89.3, como “retrocesso” a nova norma proposta pela Prefeitura de João Pessoa e aprovada pela Câmara da Capital que afrouxa o rigor da Lei do Gabarito. O caso será julgado na próxima quarta-feira (15) pelo Tribunal de Justiça da Paraíba.

“É um retrocesso ambiental que não é permitido. E aí a gente pula até para a Constituição Federal. A Constituição Federal ela veda o retrocesso ambiental, mas não podemos editar normas que retroajam na proteção do meio ambiente. E o Ministério Público, como disse, também já tem um dever constitucional legal de fazer essa defesa e promover a defesa do meio ambiente, que é a defesa”, disse.

Constituição estadual

A Constituição Estadual, no entanto, fixa a altura máxima em 35 metros apenas no final da faixa de 500 metros a partir da maré de sizígia. Para a procuradora Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes, responsável por ingressar com o recurso, “ao agir dessa maneira, permitido que a  altura máxima dos gabaritos de 35 m seja alcançada bem antes do final dos 500 metros da faixa de proteção, o legislador da Capital, ao produzir norma de proteção insuficiente do meio ambiente ecologicamente equilibrado, autorizou e autoriza verdadeiro desvirtuamento das áreas de preservação permanente em perímetros urbanos do Município de João Pessoa, no sentido de permitir atividades e empreendimentos incompatíveis com a preservação do ambiente e da vegetação”.

“Embora os limites de alturas máximas no início de fim da faixa de 500 m sejam os mesmos – 12,9 m e 35 m, respectivamente –, a LUOS/2024 é, em geral, menos restritiva do que o Decreto Municipal/2021. Pelo fato de a LUOS/2024 tomar como referência a altura do piso do último pavimento e, tendo em vista a diferença de até 4 m entre a LUOS/2024 e o Decreto Municipal/2021, o novo Plano Diretor possibilita um ganho de mais de 6 m de altura final de edificações na zona costeira de João Pessoa”, destaca a procuradora.

Um dos artigos da lei diz que ficam excluídos da exigência de altura máxima os seguintes elementos:

I – caixa d’água;
II – casa de máquinas;
III – antenas;
IV – para-raios;
V – dutos e chaminés;

O texto inicial proposto pela Prefeitura de João Pessoa ainda acrescentava “platibandas de edificações com até 5 (cinco) pavimentos, limitadas a 1,30m (um metro e trinta centímetros) de altura, e os componentes das respectivas coberturas desde que compreendidos nesta altura”. Esse trecho, porém, foi vetado.

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Oposição leva pedido de CPI do Padre Zé para o STJ


A oposição na Assembleia Legislativa decidiu recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo a
instalação da CPI do Padre Zé. A informação foi repassada hoje pela manhã pelo líder do bloco, deputado George Morais (UB), em entrevista à Rádio CBN.

No mês de junho o TJ paraibano rejeitou o pedido feito pelos parlamentares.

A tese adotada pela maioria dos desembargadores é que houve perda de objeto – já que o mandado de segurança questionava a omissão do presidente da Casa.

Adriano Galdino permaneceu meses sem decidir sobre o requerimento, período em que o deputado Bosco Carneiro (Rep) acabou retirando a assinatura do pedido.

Em paralelo, o deputado Walber Virgolino (PL) apresentou um novo requerimento solicitando a instalação da CPI, acrescentando também o programa ‘Tá na Mesa’. O pedido, por enquanto, não possui um número suficiente de assinaturas. E, pelo visto, dificilmente alcançará em uma Assembleia majoritariamente governista.

Para a oposição, é esperar por Brasília…

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ALPB

ALPB aprova projeto que concede folga a servidores estaduais no dia do aniversário

Centro Administrativo do Estado

A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou, na manhã desta quarta-feira (17), um projeto de lei que concede ponto facultativo aos servidores do Poder Executivo Estadual no dia de aniversário. A matéria agora segue para análise do governador João Azevêdo (PSB), a quem cabe vetar ou sancionar o texto.

A proposta foi da deputada Cida Ramos (PT). Na justificativa, a parlamentar afirma que a medida atende a “reivindicações de servidores públicos estaduais, que entendem que a concessão de ponto facultativo nos dias dos seus aniversários seria uma forma de reconhecimento por parte do governo”.

Cida diz que leis semelhantes já foram aprovadas em outros estados e municípios, gerando “desenvolvimento social e econômico”.

“Entendemos que o dia do aniversário é uma data que a pessoa quer celebrar ao lado da familia e de amigos, sendo impedido de se confraternizar, por muitas vezes, em virtude da falta de tempo. Vale salientar que o projeto de lei ora em comento não altera o regime jurídico dos servidores, mas passa a prevê apenas ponto facultativo no dia de aniversário do servidor, sendo assim, a assembleia legislativa é competente para legislar sobre o determinado assunto”, justifica Cida.

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ALPB

“Crime organizado está com tentáculos no poder público”, diz Luciano após denúncia do MP contra Lauremília

 

O deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) comentou, nesta terça-feira (16), a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra a primeira-dama de João Pessoa, Lauremília Lucena, acusada de manter relação com uma facção criminosa para influenciar o resultado das eleições municipais de 2024, que garantiram a reeleição do prefeito Cícero Lucena (PP).

Cartaxo afirmou que sempre defendeu um processo eleitoral limpo, sem interferência do crime organizado, e disse aguardar o posicionamento da Justiça Eleitoral sobre o caso.

“Nós não queríamos de forma alguma que houvesse interferência do crime organizado no processo eleitoral. Sempre defendi eleições limpas, transparentes, que o povo tivesse a autonomia de escolher os seus candidatos. E isso deve prevalecer em todo o Brasil”, declarou.

O parlamentar destacou ainda que o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) terá papel importante na análise da denúncia.

“Agora nós vamos aguardar que o Tribunal Eleitoral da Paraíba se posicione em relação a isso. Tem dados, tem informações, e isso vai ser importante para que a gente passe por toda essa discussão dentro da legalidade”, completou.

A denúncia do Ministério Público foi recebida pela Justiça Eleitoral e envolve outros nove nomes além da primeira-dama.

RLPB

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ALPB

Faltou critério e diálogo, dispara Galdino sobre racha no grupo de João para governo da PB



					Galdino diz que candidatura de Cícero é legítima e elenca erros do Governo para manter grupo
Foto: AL/PB. Laerte Cerqueira

O presidente da Assembleia, Adriano Galdino (Rep), comentou hoje pela primeira vez o rompimento entre o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, e a base do Governo João Azevêdo (PSB). Em entrevista para Rádio CBN, o deputado elencou as falhas cometidas pelo Governo na construção da chapa majoritária de 2026.

Tivemos diversos fatores. Falta de espaço, falta de critérios, falta de discussão mais intensa. Essa conjuntura fez com que Cícero resolvesse sair do PP para se colocar à disposição de um outro projeto político”, discorreu.

“É um movimento legítimo, qualquer paraibano tem o direito de se colocar à disposição do povo”, complementou Galdino, ao analisar o movimento feito por Lucena.

Apesar disso, o deputado considerou que pretende continuar na base governista e disse que conversará com o governador João Azevêdo sobre o tema.

“Minha intenção é permanecer na base, mas quero ser protagonista”, resumiu.

Em tempo

Nos últimos meses, Galdino tem feito críticas ao Governo pela condução do processo de discussão da chapa majoritária de 2026. Ele e Cícero dizem que foram preteridos das discussões e encontraram as portas fechadas em seus projetos de disputar o Governo no próximo ano.

O presidente também sinalizou, por várias vezes, que não teria a disposição de apoiar uma candidatura do atual vice-governador, Lucas Ribeiro (PP).

Caso decida permanecer na base e ‘vestir a camisa dos Ribeiros’, terá que engolir os discursos feitos sem sentido contrário

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ALPB

DISPUTA DE PODERES: Governo da Paraíba vai ao STF contra LDO 2026 promulgada pela ALPB

O Governo da Paraíba acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, promulgada pela Assembleia Legislativa mesmo após vetos do governador João Azevêdo. A ação foi protocolada no dia 30 de agosto e ficou sob relatoria do ministro Edson Fachin.
Na ação, o Estado alega que o presidente da Assembleia, Adriano Galdino, ignorou os vetos e publicou a lei sem alterações, o que teria gerado duas versões da mesma norma: uma sancionada pelo Executivo com vetos e outra promulgada pelo Legislativo sem eles. Para o governo, a medida viola a Constituição, a separação dos Poderes e cria insegurança jurídica.
O Executivo também contesta pontos específicos, como:
•aumento de 0,9% para 1,5% da Receita Corrente Líquida para emendas impositivas;
•antecipação do pagamento dessas emendas para até 15 de maio;
•criação de novo critério de reajuste automático para os orçamentos de outros Poderes.
Azevêdo pede liminar para suspender a eficácia da lei ou, ao menos, dos trechos considerados inconstitucionais. O STF vai ouvir a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de julgar o caso.

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Polêmica

Parlamentares paraibanos aderem a protesto nacional contra Moraes e em defesa de Bolsonaro

Na reabertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta quarta-feira (6), os deputados estaduais Walber Virgolino (PL) e Sargento Neto (PL) fizeram um protesto silencioso em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os dois parlamentares apareceram no plenário com adesivos na boca, em uma crítica direta à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro.

A manifestação segue o mesmo modelo adotado por senadores da oposição, que desde a terça-feira (5) ocupam a mesa do Senado com o mesmo gesto, alegando censura e defendendo o ex-presidente. No Congresso, a estratégia tem sido usada pela oposição para tentar obstruir os trabalhos até que o STF recue ou que propostas como o fim do foro privilegiado e o impeachment de Moraes sejam pautadas.

Nas redes sociais, Sargento Neto reforçou sua posição:

“Não vamos recuar. Fechado com Bolsonaro 2026. Fora Lula. Fora Moraes.”

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