Polêmica

Vaquinha para tratamento de mulher agredida pelo namorado com mais de 60 socos arrecada mais de R$ 100 mil

Imagem: reprodução

A campanha de arrecadação criada para custear o tratamento de Juliana Garcia, agredida pelo namorado Igor Eduardo Pereira Cabral com mais de 60 socos, ultrapassou R$ 102 mil nesta quarta-feira (13). Mais de 2,1 mil pessoas fizeram doações.

Juliana está em casa, em Natal, onde recebe tratamentos adicionais após passar por cirurgia de reconstrução facial no dia 1º de agosto.

Na terça-feira (12), ela compartilhou que realizou sessões de fisioterapia facial para recuperar movimentos e a fala, comprometidos pelas lesões. Há três dias, contou que fez um procedimento de laserterapia “para reduzir o edema e modular a inflamação”.

Igor Cabral está preso e é réu por tentativa de feminicídio.

g1-RN

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Polícia

MP e Polícia pedem suspensão de empresa ligada a Hytalo Santos por exploração infantil

O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), o Ministério Público Estadual (MPPB) e a Polícia Civil recomendaram à Loteria do Estado da Paraíba (Lotep) a suspensão, em até 48 horas, das atividades da empresa “Fartura de Prêmios”, divulgada pelo influenciador Hytalo Santos. A medida é motivada por indícios de que ele utiliza a audiência obtida com exploração de trabalho infantil nas redes sociais para impulsionar a venda de rifas e sorteios.

A recomendação se baseia em investigação iniciada em dezembro pelo MPT, que já reuniu mais de 50 vídeos, áudios e depoimentos que apontam para possíveis práticas de “adultização” de menores, exploração sexual e até tráfico de pessoas. Segundo o procurador do Trabalho Flávio Gondim, há evidências de gravações diárias direcionadas por Hytalo envolvendo crianças e adolescentes, com risco de danos psicológicos e aliciamento.

A Lotep deve manter a suspensão até decisão judicial ou comprovação de que cessaram as condutas irregulares. O descumprimento pode gerar ações civis públicas e processos criminais.

O caso reforça a atuação permanente do MPT no combate à exploração infantil, especialmente na internet, e a importância da rede de proteção para receber e apurar denúncias.

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Política

“Lula não quer diálogo com Trump, quer o caos”, diz Flávio Bolsonaro

Senador Flávio Bolsonaro e o deputado Paulo Bililysnkyj, após reunião com Ricardo Pita, funcionário do gabinete do assunto do hemisfério ocidental do departamento de Estado dos EUA. Trataram sobre o crime organizado do Brasil assiciado com o crime nos EUA. | Sérgio Lima/Poder360 – 05.mai.2025

Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou na terça-feira (13) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por declarações sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Em post em seu perfil no X, o congressista afirmou que Lula “não quer diálogo com Trump, quer o caos”.

Segundo Flávio, o chefe do Executivo “atua como agente da desordem, cria crises, se recusa a solucioná-las e usa o falso discurso de soberania para justificar a instabilidade que alimenta”. A crítica foi acompanhada de vídeo citando que “Lula diz que tarifaço não ficará impune e que povo americano e Trump sofrerão as consequências”. Em destaque no vídeo, aparece a palavra “irresponsável”.

As declarações de Lula foram dadas no contexto da reação do governo brasileiro ao aumento de tarifas de importação anunciado por Trump. O presidente brasileiro disse que medidas de retaliação não estão descartadas.

Nesta quarta-feira (13), o presidente Lula assina a MP (Medida Provisória) Brasil Soberano, que apoiará empresas brasileiras diante do tarifaço dos Estados Unidos.

A MP estabelece um conjunto inicial de medidas para mitigar os impactos econômicos da elevação, em até 50%, das tarifas de importação sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump (republicano).

O presidente Lula disse à Rádio Bandnews FM, na 3ª feira (12.ago), que a MP terá uma linha de crédito de R$ 30 bilhões inicialmente para empresas brasileiras afetadas por tarifas.

Além do crédito subsidiado para as empresas, Lula citou outros itens do pacote como: mais compras governamentais dos produtos que não poderão ser exportados; exigência de um mínimo de conteúdo nacional no que for produzido internamente; e a busca do governo por novos mercados para os exportadores brasileiros.

Poder360

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Política

Polícia Civil prende suspeitos de roubo de veículos, em João Pessoa

A Polícia Civil da Paraíba prendeu, na manhã desta quarta-feira (13), dois integrantes de um grupo criminoso investigado por diversos roubos a veículos ocorridos nos últimos quatro meses na capital paraibana.

De acordo com as investigações, o grupo selecionava as vítimas, preferencialmente mulheres, e aguardava o momento mais oportuno para anunciar o assalto, subtraindo os veículos e demais pertences pessoais. Até o momento, foram identificados quatro membros da organização criminosa, que responderão pelos crimes de roubo majorado e associação criminosa armada.

Os presos foram localizados e conduzidos à unidade policial, onde permanecem custodiados até a realização da audiência de custódia, após a qual serão encaminhados ao sistema prisional para cumprimento das medidas judiciais. As diligências continuam para identificar e capturar outros envolvidos.

Blog do BG PB 

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Brasil

‘Perdi tudo por apoiar Lula; está um horror esse governo’, admite ex-governador do Paraná

Foto: Agência Senado

Durante entrevista, o ex-governador do Paraná, Roberto Requião (PDT), defendeu a necessidade de um projeto de país acima da disputa entre nomes como Lula e Bolsonaro. As falas foram concedidas ao portal Metrópoles.

Segundo ele, a política brasileira foi tomada por um ‘folclore’ que substituiu propostas concretas por celebridades fabricadas pelo domínio da mídia e das redes sociais.

“O que me preocupa é um projeto para o Brasil, não é um nome. O nome é folclórico”, afirmou. Para ele, a centralidade dada a figuras políticas é fruto de um sistema de comunicação concentrado e pouco preocupado com conteúdo. “Precisamos de um projeto de Brasil, um projeto para o Brasil acreditar.”

Embora afirme não ter críticas pessoais a Lula, Requião criticou o atual governo federal por não apresentar um plano claro para o país. Classificou o momento como ‘um horror’ do ponto de vista administrativo.

“Falta um projeto de governo. Não é uma presepada crítica, não é um espetáculo de televisão. É: o que vamos fazer com o petróleo? Com a água? Com a educação?.”

Requião reconheceu ter perdido popularidade no Paraná após apoiar o PT, mesmo sem compartilhar integralmente das diretrizes do partido. “Eu não estava apoiando exatamente o PT nem o Lula. Eu estava dizendo ‘não’ à barbaridade que representava o Bolsonaro.”

Ao mesmo tempo, afirmou que a rejeição ao PT contaminou sua imagem, apesar de considerar que fez o que era necessário diante do páreo eleitoral da época.

Conexão Política

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Política

Alcolumbre cede a ministro de Lula em indicação para agência reguladora

Foto: Reprodução

Na véspera da sabatina, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), resolveu ceder ao ministro de Minas e Energia do governo Lula, Alexandre Silveira, em uma indicação para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP).

Após inicialmente pressionar o governo a rever a decisão, Alcolumbre recuou e topou manter a indicação do secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Pietro Mendes, para uma vaga na ANP. Pietro é apadrinhado por Silveira.

O recuo de Alcolumbre ocorreu após uma série de reuniões. Uma delas aconteceu na segunda-feira (11) com as presenças do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), do senador Laércio Oliveira (PP-SE), relator da indicação, e de Pietro.

A indicação do secretário do MME para a ANP já havia sido encaminhada por Lula ao Senado em dezembro de 2024. Diante da resistência de Alcolumbre, contudo, o governo avaliou recuar e indicar para a vaga o advogado Ângelo Rezende.

A ideia do governo seria enviar uma mensagem modificativa ao Senado para alterar a indicação. O nome de Ângelo foi sugerido pelo líder do governo no Senado. A sugestão, inclusive, foi levada ao Palácio do Planalto e teve o aval de Lula.

Fontes ouvidas pela coluna do Igor Gadelha dizem que Alcolumbre topou manter Pietro após ficar irritado por não ter participado das negociações para indicação de Ângelo. A expectativa agora é de que o advogado volte a ser indicado para a ANP em 2026.

Metrópoles – Igor Gadelha

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Mundo

The New York Times lista acusações contra Moraes

Foto: Evaristo Sá/AFP

O jornal norte-americano The New York Times (NYT) listou acusações contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que está no centro do debate sobre as tarifas impostas pelos EUA ao Brasil. A reportagem afirma, logo no título, que o “Brasil manteve o controle rígido sobre as grandes empresas de tecnologia”.

A publicação afirma que as “tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, podem mudar isso”. O NYT afirma que o magistrado brasileiro “prendeu sem julgamento, bloqueou veículos de notícia e ordenou remoção de contas”.

Para além das ações de Moraes e paralelamente às sanções comerciais, o texto traz a tese de que empresas do setor digital ampliam sua influência nos debates sobre regulamentação tecnológica no Brasil.

Com a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, representantes de empresas como Google e Meta passaram a ser recebidos por autoridades e ministros do STF, em meio à elaboração de normas relativas à liberdade de expressão e à inteligência artificial.

Pressão dos EUA e resposta do governo brasileiro

Apesar da pressão internacional, sobretudo dos EUA, o governo brasileiro reafirma que decisões judiciais não podem ser influenciadas por interesses externos. Além disso, Moraes continua à frente do processo que tem o ex-presidente Jair Bolsonaro como réu, mesmo diante das sanções norte-americanas.

Washington mira as regras brasileiras para o setor da tecnologia. Os EUA mantêm relevante intercâmbio comercial com o Brasil, com superávit de aproximadamente US$ 7,5 bilhões em 2024, num fluxo total superior a US$ 90 bilhões. A Casa Branca alega que as normas locais prejudicam empresas norte-americanas e censuram vozes conservadoras.

Revista Oeste

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Brasil

Lula ignora Tarcísio ao citar adversários que podem enfrentá-lo e diz que ‘quanto mais candidatos da direita, melhor’

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (12) que, quanto mais candidatos de direita disputarem contra ele em 2026, “melhor”. Lula disse que, se decidir disputar a reeleição, vencerá e não tem preocupações. “O povo vai comparar o mundo em que vivia com o mundo em que está vivendo. Se achar que está pior, paciência. É porque eu não soube explicar”, afirmou ao jornalista Reinaldo Azevedo, em entrevista à BandNews TV.

Lula citou os governadores Ratinho Júnior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) como presidenciáveis. No entanto, não mencionou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como favorito entre empresários e o mercado financeiro.

O presidente criticou a postura desse setor em relação ao seu governo, dizendo que nunca quis fazer comício com empresários e que, embora respeite quem produz no país, dá prioridade aos trabalhadores mais pobres. “Empresários acham que eu não posso fazer política de inclusão social”, afirmou. “Os R$ 300 bilhões que gasto com inclusão social, eles queriam para eles”, acrescentou.

Enquanto Lula diz que disputará a reeleição se estiver com saúde em 2026, os governadores de direita já se movimentam para lançar suas candidaturas. Ronaldo Caiado fez seu lançamento em abril, e Romeu Zema anunciará o dele no próximo sábado, em São Paulo. No PSD, Ratinho Júnior disputa a indicação com Eduardo Leite, mas o presidente do partido, Gilberto Kassab, já demonstrou preferência pelo político do Paraná.

Os dois governadores do PSD também dependem do movimento de Tarcísio de Freitas, que Kassab disse que apoiaria caso ele dispute a Presidência. Até agora, Tarcísio diz que pretende disputar a reeleição em São Paulo, mas é pressionado a concorrer ao Palácio do Planalto.

Jovem Pan News

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Economia

Socorro contra tarifaço terá R$ 30 bi em crédito, compras do governo e adiamento de impostos

Foto: Wilton Junior/Estadão e Alex Brandon/AP

Depois de duas semanas de espera desde que o presidente americano Donald Trump oficializou o tarifaço contra o Brasil, o governo Lula apresenta nesta quarta-feira, 13, às 11h30, o plano de socorro aos setores atingidos. As propostas estão divididas em três grupos, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad: linhas de crédito, benefícios tributários e compras governamentais. Haverá a exigência de manutenção de empregos como contrapartida aos benefícios, mas com exceções a depender da empresa.

“O texto está 100% definido, é um projeto que contempla as várias demandas dos setores produtivos. Nós tivemos muitas reuniões com eles e penso que, dentro dos limites estabelecidos, ele contempla os afetados”, afirmou Haddad após audiência pública no Senado nesta terça-feira, 12.

Haddad também adiantou que o governo vai abrir crédito extraordinário para financiar as medidas. Isso significa que essas despesas ficarão de fora do limite de gastos do arcabouço, mas serão contabilizadas no cálculo da meta fiscal (balanço entre receitas e despesas das contas públicas).

Especialistas apontam que esses recursos podem ser usados para viabilizar as compras, pelo governo, de produtos que deixarão de ser exportados, bem como no caso de diferimento de impostos – quando as empresas adiam o pagamento dos tributos.

Em entrevista à Bandnews nesta terça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que será criada uma linha de crédito de R$ 30 bilhões, mas que esse montante “é só o começo” do plano de contingência.

“Estamos pensando em ajudar, sobretudo, as pequenas empresas: o pessoal que exporta tilápia, frutas, mel, máquinas. As grandes têm mais poder de resistência”, disse Lula.

Ajustes

Como revelou o Estadão, o governo preferiu deixar o anúncio das medidas para depois que o tarifaço fosse oficializado por Trump, para conseguir calibrar com mais precisão as propostas. No anúncio pelo governo americano, cerca de 40% da pauta exportadora do Brasil ficou excluída da alíquota de 50%.

Na visão da Fazenda, a estratégia se mostrou correta, porque acabou reduzindo riscos fiscais, já que menos setores foram atingidos.

Por um lado, há a preocupação de proteger os setores, principalmente as pequenas e médias empresas; por outro, existe também o objetivo de abrir novos mercados para reduzir a dependência das vendas para os EUA.

Com o receio de agravar o desequilíbrio fiscal, a governo calibrou para que a proposta fosse “tailor made” – ou seja, sob medida para cada empresa, após a análise do CNPJ de cada uma e o peso das exportações aos EUA em seu faturamento.

Em entrevista à GloboNews nesta semana, Haddad afirmou que o plano tem viés estrutural, para além de medidas conjunturais. Ele disse que estão incluídas duas reformas estruturais que envolvem medidas de crédito e o Fundo de Garantia para Exportações (FGE).

“Estamos fazendo uma reforma estrutural no FGE, com suporte dos demais fundos, para garantir que toda empresa brasileira – não só as grandes – que tiver vocação de exportação terá instrumentos modernos para fomentar a exportação para o mundo inteiro”, disse ele, citando a necessidade de redirecionar as exportações.

O ministro confirmou que o plano de contingência terá linhas de financiamento, além de contemplar a questão tributária e autorizar compras governamentais em determinados casos. Ele adiantou que a exigência de manutenção de empregos será flexibilizada.

“Manutenção de emprego está previsto na MP, mas há empresas que não vão poder garantir isso, porque o impacto é muito grande na sua produção, e a MP flexibiliza para alguns casos outros tipos de contrapartida”, disse Haddad. “É uma MP que tem que ter certa flexibilidade; são mais de 10 mil empresas, não vamos conseguir colocar na mesma moldura todo mundo ”, disse.

Estadão

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Brasil

Moraes autoriza saída de Bolsonaro para ir em hospital fazer exames

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

O ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou nesta terça-feira (12) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a deixar a prisão domiciliar para fazer exames médicos em um hospital particular de Brasília.

A defesa do ex-presidente terá até 48 horas após a realização dos exames para apresentar o atestado médico. Os exames estão marcados para o próximo sábado (16), no DF Star, e a liberação deverá ocorrer em, no máximo, oito horas.

O pedido para que Bolsonaro fosse liberado a ir ao hospital foi feito pela defesa do ex-presidente.

Segundo os advogados, os exames são necessários para dar “seguimento de tratamento de medicamentos em curso, da necessidade de reavaliação dos sintomas de refluxo e soluços refratários, bem como da verificação das condições atuais de saúde”.

Em abril deste ano, Bolsonaro passou por mais uma cirurgia por complicações decorrentes da facada que sofreu em 2018. Ele teve alta somente duas semanas depois.

Na mesma decisão, o ministro também autorizou visitas a Bolsonaro nas seguintes datas:

Senador Rogério Marinho (PL-RN), no dia 22 de agosto;

Deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ), no dia 25 de agosto;

Vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Augusto (Pl-SP), no dia 26 de agosto;

Deputado estadual, Tomé Abduch (Republicanos-SP), no dia 27 de agosto.

CNN

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