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Defesa de Bolsonaro se manifestará nesta quarta (3), segundo dia de julgamento

Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomam, nesta quarta-feira (3), o julgamento da ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus. O grupo é acusado de tentativa de golpe de Estado em 2022.

Na sessão desta quarta, advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros três acusados devem apresentar seus posicionamentos. A apresentação dos votos dos ministros pode ficar para a próxima semana.

O que vai acontecer nesta quarta-feira?

A sessão da Primeira Turma será retomada pela manhã e deve ir até o começo da tarde, já que o plenário do Supremo terá julgamentos a partir das 14h.

As defesas de quatro réus vão apresentar seus argumentos. Falam, nesta ordem, os advogados de:

  • Augusto Heleno;
  • Jair Bolsonaro;
  • Paulo Sérgio Nogueira; e
  • Walter Braga Netto.

Cada um terá cerca de uma hora para apresentar seus posicionamentos. Com o cronograma da sessão concentrado durante a manhã, se todos os advogados usarem o período total a que têm direito, a apresentação dos votos dos ministros pode ficar para a próxima terça-feira (9).

G1

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Judiciário

Moraes e Gonet rebatem pressões e defendem punição ao julgar Bolsonaro; Motta admite votar anistia

Foto: Gabriela Biló/Folhapress

O ministro Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, abriram o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) no STF (Supremo Tribunal Federal) defendendo punições pela suposta trama golpista. Enquanto isso, fora da corte, partidos aceleraram as articulações por uma anistia e conseguiram fazer o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), admitir a possibilidade de votar um projeto que poderia livrar o ex-presidente da prisão. O movimento do centrão e da oposição tenta colocar Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, como candidato em 2026.

O primeiro dia de sessões, nesta terça-feira (2), foi marcado principalmente por uma declaração inesperada de Moraes, que teve caráter político. Ele quebrou o padrão de iniciar o julgamento com a leitura do relatório, que é um resumo descritivo do processo, e disse que a pacificação do país não pode ser alcançada com impunidade, além de mandar recados contra as tarifas de Donald Trump e as articulações de Eduardo Bolsonaro nos EUA.

Bolsonaro não participou do julgamento por razões médicas, de acordo com seus advogados. O único réu a comparecer foi o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira.

“A pacificação do país depende do respeito à Constituição, da aplicação das leis e do fortalecimento das instituições, não havendo possibilidade de se confundir a saudável e necessária pacificação com a covardia do apaziguamento, que significa impunidade e desrespeito à Constituição. E mais: significa incentivo a novas tentativas de golpe de Estado”, disse.

A manifestação formal da acusação, apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), também deu destaque ao argumento de que a punição dos acusados é necessária, com o objetivo de evitar a deterioração da democracia.

“Não reprimir criminalmente tentativas dessa ordem [golpista], como mostram relatos de fato aqui e no estrangeiro, recrudesce ímpetos de autoritarismo e põe em risco o modelo de vida civilizado”, disse Gonet. A participação do procurador-geral foi marcada por declarações mais enfáticas do que em fases anteriores do processo, mas também pelo uso de vocabulário jurídico complexo.

Com a aproximação da provável prisão de Bolsonaro, líderes de grandes partidos aceleram a articulação para apoiar uma proposta de anistia que inclua não apenas os condenados por envolvimento nos ataques do 8 de Janeiro, mas também o ex-presidente.

Nesse cenário, Bolsonaro não seria preso, mas permaneceria inelegível, uma vez que a proibição de disputar eleições até 2030 foi imposta em ação da Justiça Eleitoral, que não seria alcançada pela anistia.

Enquanto o STF julgava Bolsonaro, União Brasil e PP anunciaram apoio a uma proposta de anistia. Os dois partidos, que formalizaram a ida para a oposição ao governo Lula (PT), têm interesse em apoiar a candidatura do governador paulista Tarcísio à Presidência da República em 2026, como sucessor de Bolsonaro.

Antes resistente a pautar a anistia aos acusados de golpismo, o presidente da Câmara afirmou que avalia a questão e que os líderes partidários estão cobrando a inclusão do tema na pauta. “Vamos conversar mais. […] Aumentou o número de líderes pedindo”, disse Motta.

Um dos argumentos usados pelos defensores da anistia é que esse seria um passo para a pacificação do país —ideia rejeitada por Moraes, uma vez que as punições seriam extintas.

Com apoio do centrão, outras pautas também avançaram no Congresso. No Senado, foram aprovadas mudanças no texto da Lei da Ficha Limpa e a PEC dos Precatórios. Já na Câmara, os partidos desencadearam uma ofensiva para aprovar um projeto de lei que dá poderes ao Legislativo para demitir diretores e o presidente do Banco Central.

Folha de S.Paulo

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Sem categoria

Casal é flagrado fazendo sexo e é autuado pela PM em praia em João Pessoa

Um casal foi autuado após realizar atos obscenos em uma área da Praia do Cabo Branco, em João Pessoa. O episódio ocorreu nesta terça-feira (2) e chamou a atenção de frequentadores que passavam pelo local. De acordo com a Polícia Militar, os dois são turistas e vieram de São Paulo.

Uma guarnição do BEPTUR (Batalhão Especializado em Policiamento Turístico) que realizava patrulhamento no local percebeu a situação e realizou a intervenção.

“As guarnições da Polícia Militar da Paraíba estão realizando a lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo ato obsceno”, informou o comandante Bruno.

Testemunhas relataram surpresa com a cena, que ocorreu em plena luz do dia e em área de circulação de banhistas. O casal foi encaminhado para os procedimentos legais cabíveis.

MaisPB

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Brasil

VÍDEO: Manifestantes pró e contra Bolsonaro discutem em frente ao condomínio do ex-presidente

 

Manifestantes contrários ao Jair Bolsonaro (PL) protagonizaram um bate-boca, nesta terça-feira (2/9), com apoiadores em frente ao condomínio do ex-presidente, no condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico. A situação se deu em meio ao julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nas imagens, é possível ver o momento que um dos integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) discute com um morador, apoiador do ex-presidente, em frente à portaria do condomínio.

Em um determinado momento, um apoiador do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se uniu aos integrantes do MSTS e passou a discutir com o morador, que confrontou dizendo “vem para cima para você ver”.

Metrópoles

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Saúde

Duas unidades de saúde são interditadas por problemas de estrutura em Santa Rita



					Duas unidades de saúde são interditadas por problemas de estrutura em Santa Rita
CRM-PB/Divulgação

Duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Santa Rita foram fiscalizadas pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) e tiveram a equipe de médicos eticamente interditada nesta terça-feira (2).

O Jornal da Paraíba tentou entrar em contato com a equipe de comunicação da prefeitura de Santa Rita, via mensagens, mas não obteve retorno até a última atualização desta notícia.

 

As unidades de saúde interditadas foram o PSF Farmacêutico Antônio Azevedo e o PSF Aldeny Montenegro. Os atendimentos médicos nas duas unidades estão suspensos até que as inconformidades apontadas pelo CRM sejam corrigidas.

Falta de estrutura e insalubridade



					Duas unidades de saúde são interditadas por problemas de estrutura em Santa Rita
CRM-PB/Divulgação

Na unidade Aldeny Montenegro, no bairro Popular, a equipe do CRM-PB constatou que não há privacidade para o ato médico e para o paciente, já que o consultório possui apenas “meia parede”.

De acordo com o CRM-PB, a estrutura de atendimento das unidades de saúde é inadequada, pois não existe confidencialidade do ato médico, tendo em vista que a consulta pode ser ouvida e vista pelas pessoas presentes na recepção do local. Estas irregularidades já tinham sido apontadas em uma vistoria realizada no mês de julho deste ano, mas não foram corrigidas.

Já o PSF Farmacêutico Antônio Azevedo vem funcionando há cerca de um ano e meio com mofo e infiltrações nas paredes do consultório médico, além do teto do consultório de enfermagem e do banheiro dos funcionários estar com grave comprometimento estrutural.



					Duas unidades de saúde são interditadas por problemas de estrutura em Santa Rita
CRM-PB/Divulgação

As inconformidades apontadas em fiscalização nas unidades de saúde oferecem risco à saúde dos usuários e dos profissionais.

“A interdição ética de uma unidade de saúde é o último recurso adotado pelo CRM-PB. Infelizmente, as UBSs apresentam problemas sérios que precisam ser resolvidos o mais breve possível, como apontamos desde o mês de julho. Como não foram tomadas as providências necessárias, fizemos a interdição”, afirmou o presidente do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza

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Polícia

Avó mantém neta de 1 ano refém em João Pessoa

Uma mulher de 56 anos manteve a própria neta, de apenas um ano de idade, como refém nesta terça-feira (2), em um apartamento no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, a suspeita seria usuária de drogas e estava armada com uma faca no momento em que foi contida.

Apesar do susto, a criança não sofreu nenhum ferimento e passa bem. Testemunhas relataram que a mulher teria surtado e ameaçado a integridade da menina, o que mobilizou equipes da Polícia Militar para o local.

A corporação informou que a avó faz uso de entorpecentes há muito tempo e, quando não consome, apresenta crises de violência.

Ela foi encaminhada para um hospital e posteriormente deverá ser levada à delegacia, onde vai responder pelo caso.

MaisPB

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Brasil

Bolsonaro “não está com saúde” e “segue firme, mas indignado”, diz Flávio

Foto: Reprodução/Flavio via X

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, nesta terça-feira (2), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “não está com saúde” e, por isso, não foi acompanhar presencialmente o julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal).

“Ele [Bolsonaro] queria ir, mas, obviamente, não dá. Ele não está com saúde no momento para ficar lá bancando dez horas assistindo àquele teatro do Alexandre de Moraes com tudo já programado, manipulado, combinado”, disse o senador a jornalistas no Senado.

O STF iniciou nesta manhã o julgamento de Bolsonaro e outros sete réus na ação sobre a suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

“Estive lá com ele [Bolsonaro] ontem. Ele está lá firme, mas está indignado com isso que não dá para chamar de processo, já que foi manipulado desde o início por Alexandre de Moraes”, declarou Flávio.

O julgamento no STF é realizado pela Primeira Turma, composta pelos ministros Alexandre de Moraes (relator), Cristiano Zanin (presidente da turma), Cármen Lúcia, Flávio Dino e Luiz Fux. O colegiado terá sessões extraordinárias nos dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro para análise do caso.

Ao criticar o processo no Supremo, Flávio reforçou a defesa pela aprovação de um projeto de anistia “ampla, geral e irrestrita”. Segundo ele, deputados e senadores analisam um novo texto que deve ser apresentado nos “próximos dias”.

A proposta também deve ser debatida com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que veio para Brasília nesta terça.

“Falo com ele [Tarcísio] todos os dias. Tem sido um grande aliado, uma pessoa que é leal ao presidente Bolsonaro, a todo momento está nos ajudando, ajuda na articulação, é uma grande liderança. E a gente vai estar junto hoje, também” disse o senador.

CNN Brasil

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ALPB

DISPUTA DE PODERES: Governo da Paraíba vai ao STF contra LDO 2026 promulgada pela ALPB

O Governo da Paraíba acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, promulgada pela Assembleia Legislativa mesmo após vetos do governador João Azevêdo. A ação foi protocolada no dia 30 de agosto e ficou sob relatoria do ministro Edson Fachin.
Na ação, o Estado alega que o presidente da Assembleia, Adriano Galdino, ignorou os vetos e publicou a lei sem alterações, o que teria gerado duas versões da mesma norma: uma sancionada pelo Executivo com vetos e outra promulgada pelo Legislativo sem eles. Para o governo, a medida viola a Constituição, a separação dos Poderes e cria insegurança jurídica.
O Executivo também contesta pontos específicos, como:
•aumento de 0,9% para 1,5% da Receita Corrente Líquida para emendas impositivas;
•antecipação do pagamento dessas emendas para até 15 de maio;
•criação de novo critério de reajuste automático para os orçamentos de outros Poderes.
Azevêdo pede liminar para suspender a eficácia da lei ou, ao menos, dos trechos considerados inconstitucionais. O STF vai ouvir a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de julgar o caso.

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CMJP

Partidos têm 48h para indicar membros da CPI dos combustíveis, em JP

O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), Dinho Dowsley (PSD), deu prazo de 48 horas para que os partidos indiquem os membros da CPI dos Combustíveis. O anúncio foi feito nesta terça-feira (2), durante sessão ordinária.

“Defiro o pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito e encaminho à Assessoria Legislativa para providências, dando 48 horas para que os partidos indiquem seus representantes”, afirmou Dinho.

A CPI será formada por sete vereadores. Até agora, apenas dois nomes foram indicados: Fábio Lopes (PL) e Fábio Carneiro (Bloco de Centro Democrático).

A Comissão foi proposta pelo vereador Guga Moov Jampa (PSD) após o aumento injustificado nos preços da gasolina em João Pessoa. A suspeita é de cartel entre postos de combustíveis, prática já identificada pelo Procon-JP, que autuou 29 estabelecimentos durante a operação “Margem Explosiva”.

A CPI terá poderes de investigação e poderá encaminhar os resultados ao Ministério Público para apuração de possíveis responsabilidades.

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Judiciário

Novas mensagens do “gabinete paralelo” de Moraes revelam relatórios contra jornalistas

Foto: Reprodução

Mensagens divulgadas pelo portal Revista Oeste, no âmbito da Vaza Toga, apontam possíveis ordens de integrantes do gabinete paralelo do ministro Alexandre de Moraes contra jornalistas. Os registros seriam de novembro e dezembro de 2022.

Segundo a publicação, em 22 de novembro, o juiz auxiliar Airton Vieira teria compartilhado em um grupo do WhatsApp, um vídeo de Rodrigo Constantino, colunista da Gazeta do Povo. No conteúdo, o jornalista criticava medidas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra suposta “desordem informacional”.

Após a mensagem, Vieira teria ordenado: “Vamos bloquear tudo desse cara e prever multa”. O comando gerou questionamentos dentro do grupo. O então chefe da Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE, Eduardo Tagliaferro, teria pedido orientação sobre qual justificativa deveria constar no relatório contra Constantino.

Vieira teria respondido que ligaria para explicar como elaborar o documento. Logo depois, teria reforçado: “Bloqueio e multa pelo STF. Capriche no relatório”.

Rodrigo Constantino afirmou que teve conhecimento da divulgação das mensagens, que para ele, são provas de que é vítima de um regime totalitário. “É uma sensação de constatar aquilo que eu já sabia, mas agora com provas, de que eu fui um alvo selecionado por estar incomodando com minhas opiniões e que eu fui perseguido de forma implacável. Primeiro selecionaram o alvo e depois criaram o pretexto. Não acharam nada, tiveram que criar uma narrativa”, disse o colunista.

Gabinete paralelo teria definido desmonetização de contas de jornalistas
Poucos dias mais tarde, em 5 de dezembro, os integrantes teriam recuado, avaliando que o bloqueio poderia gerar repercussão negativa. Segundo as mensagens, teriam optado apenas por desmonetizar as contas de Rodrigo Constantino.

Segundo a publicação da Revista Oeste, o grupo discutiu ainda sobre Guilherme Fiuza, também colunista da Gazeta do Povo. Em 27 de dezembro, Tagliaferro teria enviado relatório contra o colunista e declarado: “Esse não precisou de muito para se comprometer”.

A mensagem teria recebido aplausos de Marco Antônio Vargas e Airton Vieira. Vargas teria apontado que Fiuza possuía “vários posts golpistas”. Tagliaferro teria concluído: “Vamos mandar bala”.

Guilherme Fiuza preferiu não comentar sobre a divulgação das mensagens. A Gazeta do Povo entrou em contato com a assessoria do STF, do TSE e do TJ-SP, questionando sobre o conteúdo, mas não recebeu retorno.

Senador protocola CPI da Vaza Toga para investigar ministros do STF
O senador Esperidião Amin (PP-SC) protocolou na quinta-feira (28), o pedido de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Vaza Toga. A iniciativa visa investigar membros do Judiciário por suposta perseguição política a adversários.

O senador Esperidião Amin reuniu 29 assinaturas em seu requerimento, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, precisa lê-lo em plenário para instalar a comissão.

A Vaza Toga começou em 13 de agosto de 2024, quando o jornalista Glenn Greenwald publicou matéria no jornal Folha de São Paulo. A reportagem indicou ter acesso a 6 gigabytes de mensagens e áudios vazados do WhatsApp, sugerindo atuação informal do ministro Alexandre de Moraes no TSE.

Segundo Amin, o STF produziu provas para sustentar acusações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. Ele afirmou que membros do tribunal criaram algumas evidências de ‘forma criativa’ para reforçar certas narrativas contra adversários.

O Senado aprovou recentemente requerimento para ouvir Eduardo Tagliaferro. O ex-assessor de Moraes é apontado como responsável pelo vazamento de informações do gabinete da presidência do TSE entre 2022 e 2024.

A Procuradoria-Geral da República acusa Tagliaferro de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Em abril, a Polícia Federal indiciou Tagliaferro por divulgar diálogos sigilosos entre servidores do TSE e do STF, ação conhecida como “Vaza Toga”. Tagliaferro nega as acusações. Ele afirma sofrer perseguição política de Moraes e conta com apoio de parlamentares alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Gazeta do Povo

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