Brasil

Furto de energia no país gerou custo de R$10,3 bilhões em 2024

Funcionários da Enel fazem manutenção em poste de energia elétrica Rovena Rosa/Agência Brasil

O furto de energia, conhecido como perdas não técnicas de energia elétrica no Brasil, representaram um custo de R$ 10,3 bilhões em 2024, de acordo com relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Conhecido como “gato”, o furto de energia ocorre no mercado de baixa tensão, que é composto por consumidores residenciais, pequenos comércios, escritórios e pequenas indústrias. Esse furto de energia gera também um consumo sem controle da carga distribuída. Inúmeros aparelhos, tecnicamente precários, estão conectados a essa carga furtada, o que provoca danos ao sistema e prejudica o atendimento aos demais consumidores.

As concessionárias de grande porte, que têm o mercado maior do que 700 Gwh (gigawatt-hora), são as responsáveis por fazer a gestão dos níveis dessas perdas comerciais, devido à amplitude do mercado de distribuição e à complexidade de combater práticas irregulares.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) detalha a complexidade e os desafios impostos por essa prática, considerada crime, no estudo “Furto de energia: Perdas não técnicas”, que acaba de ser lançado. O material explica de que forma os custos com furtos impactam a tarifa de energia de todos os consumidores regulares.

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Política

João desconfia de voto de Cícero e dispara: não pode estar em dois palanques

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), afirmou nesta sexta-feira (5) que irá cobrar comprometimento total de seus aliados nas eleições de 2026. Ao comentar as movimentações do prefeito Cícero Lucena (PP), João mandou um recado:

“Não existe estar em dois cantos. Você não vai estar no palanque fazendo pedido para o adversário. Vamos raciocinar”, disparou ao ser perguntado se “aceitaria” o voto de Cícero que, em diversas oportunidades, garantiu que votaria nele para o Senado.

João ainda disse que, diferente dele, “são projetos pessoais que estão sendo colocados na pauta”. E cobrou fidelidade dos aliados: “O nosso grupo terá um projeto e nós vamos cobrar de todos os aliados nossos que estejam integrados. Isso será uma cobrança que será feita para todo mundo.”

Perguntado sobre a relação com o vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), João disse que precisa saber qual vai ser a atitude de Leo “quando ele sentar na cadeira”. “Preciso entender um bocado de coisa ainda pela frente. “Então, essa discussão vai ser feita num momento adequado. Agora, que nós vamos cobrar de todos os nossos aliados a total de integração ao projeto que nós estamos apresentando, é claro que nós vamos cobrar.”

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Sem categoria

Banco Central cria teto de Pix para combater crime organizado

PixMarcello Casal Jr./Agência Brasil

O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (5) a criação de um teto para transações via Pix para algumas instituições com o intuito de evitar lavagem de dinheiro pelo crime organizado.

Para instituições de pagamento não autorizadas e as que se conectam à Rede do Sistema Financeiro Nacional via PSTI (Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação) fica limitado em R$ 15 mil o valor de TED e Pix.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirma que, para transações de valores maiores, será necessário fazer mais de uma operação.

Muitas instituições, de diversos tipos, se conectam ao sistema financeiro nacional por um prestador de serviço terceirizado, as PSTIs.

Galípolo, explica que o BC identificou uma “infraestrutura crítica” desses prestadores de serviço, o que levou a autoridade monetária a endurecer as regras vigentes.

Segundo o presidente do BC, 99% das transações de Pix ou TED de pessoas jurídicas estão abaixo desse valor de R$ 15 mil. A ideia é identificar movimentações suspeitas com mais facilidade, especialmente as feitas pelo crime organizado. Essa restrição fica vigente até que a intuição financeira se torne autorizada ou que o PSTI atenda os novos processos de controle do BC.

O BC aumentou os requisitos e controles para o credenciamento dos PSTI. Passa-se a exigir capital mínimo de R$ 15 milhões dessas terceirizadas.

O descumprimento estará, segundo o BC, sujeito à aplicação de medidas cautelares ou até ao descredenciamento.

“Vamos requerer tanto requisitos de governança e gestão de riscos e capital mínimo de R$ 15 milhões”, disse Galípolo.

A norma entra em vigor imediatamente e os PSTI em atividade têm até quatro meses para se adequarem. As novas regras serão publicadas pelo BC às 18h00 desta sexta.

Nas novas regras publicadas nesta sexta, o BC também impôs controles adicionais às instituições de pagamento.

Somente integrantes dos segmentos S1, S2, S3 ou S4 que não sejam cooperativas poderão atuar como responsáveis no Pix por instituições de pagamento não autorizadas. Os contratos vigentes deverão ser adequados em até cento e oitenta dias.

O BC também informou que nenhuma instituição de pagamento poderá começar a operar sem autorização prévia.

Além disso, o prazo final para que instituições de pagamento não autorizadas a funcionar pelo BC solicitem autorização para funcionamento é antecipado de dezembro de 2029 para maio do ano que vem.

CNN

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Polícia

Polícia Civil prende suspeitas de tráfico de drogas que escondiam drogas em fraldas de bebê

 

A Polícia Civil da Paraíba realizou, nesta sexta-feira (5), a prisão em flagrante de duas mulheres suspeitas de praticar os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico na cidade de Coremas, no Sertão do Estado.

As equipes da investigação foram realizar o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no endereço das suspeitas, após o levantamento investigativo de que o local seria utilizado para o comércio de entorpecentes. Ao chegarem na residência, as mulheres foram encontradas com quase 100 pedras de substância semelhante à crack prontas para venda, além de dinheiro em espécie fracionado e aparelhos celulares. Diante da situação, as suspeitas foram presas em flagrante.

Ainda durante a busca no local da prisão, foi constatado que uma das mulheres utilizava as fraldas do próprio filho, de apenas três meses de idade, para esconder drogas e barrar a ação repressiva da Polícia Civil. As suspeitas foram encaminhadas à autoridade policial para os procedimentos legais e encontram-se à disposição da Justiça.

Blog do BG PB

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Política

Anistia: Governo Lula prevê disputa voto a voto no Senado

O projeto de lei que propõe anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro ganha força na Câmara dos Deputados, levando o governo a se preparar para uma batalha legislativa no Senado. A articulação política em torno do texto tem avançado significativamente, especialmente após o apoio ao movimento do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Em agenda realizada em Belo Horizonte, o presidente Lula (PT) manifestou preocupação com o tema, que foi amplamente discutido durante sua viagem de Brasília a Minas Gerais. A avaliação do governo é que existem chances expressivas de aprovação do projeto na Câmara.

O governo já reconhece que precisará de uma intensa articulação e trabalhar voto a voto entre os senadores para tentar barrar o avanço do projeto, mesmo com a manifestação contrária do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). A oposição avalia que, se o texto for aprovado com folga na Câmara, será difícil impedir sua aprovação no Senado.

Cálculos preliminares indicam que o União Brasil, partido de Alcolumbre, pode garantir cerca de 50 votos favoráveis ao projeto na Câmara. A oposição trabalha nos bastidores, realizando conversas informais de gabinete para ampliar o apoio à proposta, ainda sem definição exata do texto final que será apresentado.

A discussão sobre a anistia ganhou protagonismo no cenário político, tornando-se o principal tema em debate, mesmo durante uma semana marcada por outros eventos significativos no cenário político nacional.

CNN

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Política

Motta vai colocar anistia em votação e relator vai ser de partido de centro, diz líder do PL

O líder do PL na Câmara, deputado federal Sóstenes Cavalcante, afirmou nesta quinta-feira (4) que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), prometeu pautar o projeto de lei da anistia geral ainda neste ano e que o relator vai ser de um partido de centro.

A votação da anistia só deve acontecer após o julgamento de Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado. O julgamento termina em 12 de setembro.

Cavalcante falou a jornalistas após encontro com Motta, para tratar do assunto, na Residência Oficial da Câmara. Segundo o líder do PL, o presidente pediu que, na próxima semana, ele converse com lideranças partidárias a favor do projeto. A ideia seria ter um “mapa” de votos favoráveis ao texto. Motta também teria solicitado uma lista com nomes para a escolha do relator.

R7

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Política

Há um mês de preso, Bolsonaro está triste e debilitado, diz Ciro Nogueira

  • Foto: Assessoria de imprensa do PP

O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI), afirmou nesta quinta-feira (4) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está “muito triste e muito debilitado”.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto.

Em entrevista coletiva em evento de posse de ministros no STJ (Superior Tribunal de Justiça), o senador foi questionado se tem tido contato com ex-chefe do Executivo. Ele afirmou que não solicitou nova visita, mas que tem conversado com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e assessores.

“Ele tá triste, muito triste. Muito debilitado”, disse Nogueira, que foi ministro da Casa Civil de Bolsonaro e um de seus principais aliados políticos.

O senador também afirmou que está pressionando o Parlamento para votar o projeto da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e para beneficiar o ex-presidente.

“[A lei] vai ser aprovada, se Deus quiser, para a gente corrigir essa injustiça que está sendo cometida contra o [ex-]presidente [Bolsonaro]”, declarou.

Ao ser questionado sobre a atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de não pautar o projeto, o Nogueira disse que ele não é dono da Casa e deve respeitar a vontade da maioria.

“Ele não é dono da casa. Tem que respeitar o direito da maioria, se a oposição quiser votar”, disse.

Bolsonaro e outros sete são réus no STF (Supremo Tribunal Federal) por suposta tentativa de golpe de Estado.

O julgamento do ex-presidente e dos demais réus do núcleo 1 chega à fase final na próxima semana. A Primeira Turma do STF retoma o caso com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, seguido pelos demais quatro integrantes do colegiado.

Três votos são suficientes para definir o desfecho — seja pela condenação ou absolvição dos acusados. A expectativa nos bastidores é de que Moraes se manifeste pela condenação dos oito réus envolvidos.

CNN

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Política

Proposta do PL para ampliar anistia esbarra em entraves no Congresso, STF e governo

Foto: Edilson Rodrigues/Agencia Senado

Apesar dos empecilhos a um projeto de anistia que contemple Jair Bolsonaro (PL), o partido do ex-presidente tenta ampliar o escopo da medida, incluindo até mesmo a reversão da sua inelegibilidade devido às condenações na Justiça Eleitoral.

Se, por um lado, o início do julgamento do ex-presidente pelo STF (Supremo Tribunal Federal) na suposta trama golpista alavancou as articulações do PL e do centrão pela anistia, por outro, a ideia enfrenta resistência no Senado e no próprio Supremo, além de ser incerta até na Câmara dos Deputados.

O perdão ainda dependeria da sanção do presidente Lula (PT), mas a palavra final é do próprio Congresso, que por maioria pode derrubar vetos presidenciais. Depois disso, haveria também a necessidade de uma validação do STF, que certamente seria provocado a se manifestar sobre a constitucionalidade da medida.

Dirigentes do PL, PP, União Brasil e Republicanos calculam ter uma maioria de cerca de 300 votos pela anistia na Câmara, e até deputados da esquerda admitem que o requerimento de urgência do projeto (para acelerar a tramitação) deve ser aprovado. Há dúvidas, porém, sobre a aprovação do mérito, principalmente nos termos em que propõe o partido de Bolsonaro.

Uma das dificuldades atuais é, justamente, a falta de um texto consolidado para o projeto de anistia. Por enquanto, há versões em discussão entre os congressistas que apoiam a medida. Enquanto a proposta de anistiar os condenados pelo 8 de Janeiro tem mais adesão, a ideia de incluir Bolsonaro ou até sua inelegibilidade é vista com ressalva entre os deputados.

O líder do PL, o deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), elaborou uma versão, após consultar especialistas, que libera Bolsonaro para concorrer na eleição de 2026 e perdoa acusados desde o início do inquérito das fake news no STF —passando pelo 8 de Janeiro, pelos acampamentos golpistas e pelas acusações a Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de atentar contra a soberania nacional.

A versão ainda não foi protocolada, mas a Folha obteve acesso ao texto. Ele é o mais abrangente desde que começou a discussão na Casa, porque retrocede até o início do governo Bolsonaro.

O inquérito das fake news, criado em março de 2019, deu início a todos os outros em andamento no STF que têm o ex-presidente e seus aliados como alvo. Eles são relatados pelo ministro Alexandre de Moraes.

A proposta de Sóstenes, no entanto, contraria a estratégia do centrão, que tem defendido a anistia, mas com a manutenção da inelegibilidade de Bolsonaro, num esforço para viabilizar a candidatura presidencial do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que passou a atuar na linha de frente da articulação a favor do perdão.

A atuação do centrão e de Tarcísio pela anistia vem em resposta a críticas dos filhos de Bolsonaro de que esses políticos estariam disputando seu espólio eleitoral sem um verdadeiro empenho em tirá-lo da prisão. O gesto, portanto, seria necessário para viabilizar a candidatura de Tarcísio, que precisa do aval do ex-presidente para unificar a direita e concorrer com mais força.

O aumento da pressão do centrão e de Tarcísio, que foi a Brasília durante o julgamento para tratar de anistia, teve efeito sobre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que admitiu colocar a proposta em votação, mas resultou em poucos avanços concretos. Por enquanto, não há nem definição de data para votar o texto nem relator para negociá-lo, por exemplo.

Após encontrar-se com Tarcísio nesta quarta-feira (3), Motta declarou que “não há ainda nenhuma definição” sobre a anistia e que segue ouvindo líderes de partidos favoráveis e contrários ao tema.

“O governador é um querido amigo, é do nosso partido, nós temos dialogado sempre, não tem nenhuma novidade com relação a isso. O governador tem um interesse em que se paute a anistia, isso é público. E nós estamos ouvindo a todos”, disse.

Motta, que vinha resistindo a pautar a anistia, chegou a admitir, contudo, que a medida ganhou força e poderia ser levada ao plenário. “Os líderes estão cobrando, estamos avaliando, vamos conversar mais. […] Aumentou o número de líderes pedindo”, disse na terça-feira (2).

Após se reunir com Motta nesta quinta-feira (4), Sóstenes afirmou que a anistia não será votada antes do julgamento —e nem o requerimento de urgência. Na próxima semana, ainda em meio às sessões no STF, Motta liberou os deputados das sessões presenciais e adotou sessões remotas.

Folha de S.Paulo

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Brasil

Com golaços Brasil vence Chile e segue invicto sob o comando de Ancelotti

Foto: Reprodução/X/@CONMEBOL

O Brasil de Carlo Ancelotti venceu e convenceu os mais de 57 mil torcedores no Maracanã, onde bateu o Chile por 3 a 0, nesta quinta-feira (4), pela penúltima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026.

Já garantida no Mundial — e contra um Chile decepcionante e lanterna —, a Seleção jogou mais leve do que vinha se apresentando, especialmente após as trocas no segundo tempo.

Os gols, todos plasticamente bonitos, foram marcados por Estêvão, Lucas Paquetá e Bruno Guimarães. Luiz Henrique, acionado na etapa final, participou ativamente dos dois últimos.

Com a vitória, a Seleção Brasileira segue invicta sob o comando de Ancelotti — dois triunfos consecutivos e um empate — e assume a segunda posição da tabela, atrás apenas da líder disparada Argentina.

Como foi o jogo

Em momento de testes pós-classificação, Ancelotti escalou o Brasil com um quarteto de atacantes — Estêvão, Raphinha, Martinelli e João Pedro — sustentado pela dupla de volantes Bruno Guimarães e Casemiro.

Wesley era o lateral ofensivo, enquanto Douglas Santos fazia as vezes de terceiro zagueiro ao lado de Marquinhos e Bruno Guimarães quando o time atacava. Ainda assim, o lateral-esquerdo participou do primeiro gol.

Aos 38 minutos, Douglas acertou bela enfiada para Raphinha, que chutou para defesa de Vigouroux. A bola subiu e ia na direção do gol, mas Estêvão acertou uma bela bicicleta para garantir que o placar seria aberto.

Foi o primeiro gol do jovem de 18 anos, jogador do Chelsea, pela Seleção Brasileira principal.

Substituições melhoram o time

Na segunda etapa, vendo que o Brasil diminuía o ritmo diante de um Maracanã cheio, Ancelotti optou por dar sangue novo ao time. Acionou Andrey Santos, Luiz Henrique, Lucas Paquetá e Kaio Jorge.

Ex-Botafogo e hoje no Zenit, Luiz Henrique voltou a se destacar com a camisa amarelinha. Aos 28 minutos, ele fez belíssima jogada individual e cruzou para Paquetá apenas completar de cabeça, em sua volta à Seleção após a absolvição.

Três minutos depois, após bela triangulação, Luiz Henrique fintou o zagueiro, acertou o travessão e, no rebote, Bruno Guimarães apenas empurrou para o gol vazio.

Próximo jogo

A Seleção Brasileira agora se despede das Eliminatórias com um desafio difícil. Na terça-feira (9), às 20h30 (de Brasília), o time visita a Bolívia em El Alto, contra uma altitude de mais de 4 mil metros.

Os bolivianos, inclusive, jogarão a partida da vida. Afinal, os donos da casa dependem de uma vitória sobre o Brasil — e de um tropeço da Venezuela contra a Colômbia — para irem à repescagem e ainda sonharem com uma vaga na Copa.

CNN

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Trânsito

Trecho da Avenida Tancredo Neves será interditado a partir desta sexta-feira

A partir desta sexta-feira (5) a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) vai interditar um trecho da Avenida Tancredo Neves, em João Pessoa, entre a Líder Veículos e a LDF Material de Construção. O bloqueio será feito até o dia 6 de outubro.

As intervenções fazem parte das obras da nova Estação Elevatória de Esgotos Usina II e de seu respectivo emissário. De acordo com a companhia, o serviço tem como objetivo a execução da interligação das tubulações do emissário de recalque, implantado por meio do Método Não Destrutivo (MND), tecnologia que minimiza os impactos à superfície durante a instalação de redes subterrâneas.

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A intervenção faz parte de um conjunto de ações estruturantes voltadas para a ampliação e modernização do sistema de esgotamento sanitário da Capital.

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