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PRÊMIO RECORDE: Lotofácil da Independência sorteia R$ 220 milhões neste sábado (6); saiba como apostar

Imagem: Shutterstock | Sidney de Almeida

Com estimativa de prêmio recorde de R$ 220 milhões, a Lotofácil da Independência (Concurso nº 3.480) terá os números sorteados neste sábado (6) a partir das 20h, no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 18h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas casas lotéricas de todo o país e pela internet no portal Loterias Caixa e aplicativo Loterias Caixa. Para apostar, a pessoa precisa marcar entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis. A aposta simples custa R$ 3,50.

Prêmio não acumula

Como nos demais concursos especiais das Loterias Caixa, o prêmio principal não acumula. Se não houver apostas vencedoras com 15 números, ele será rateado entre os acertadores de 14 números e assim por diante, conforme regra da modalidade.

Mega-Sena

Também haverá sorteio da Mega-Sena (Concurso 2.911) neste sábado. Como nenhum apostador acertou os seis números sorteados na quinta-feira (4), o prêmio acumulou para R$ 40 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou pela internet (site ou aplicativo da Caixa).

Agência Brasil

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Brasil

Tarifaço: Queda de quase 20% nas exportações é apenas o começo, dizem especialistas

Panorama das Exportações no Brasil - CSS Log

O tarifaço de 50% que os EUA impuseram ao País já se faz sentir nas exportações brasileiras. As vendas para o mercado norte-americano caíram 18,5% em agosto, comparativamente ao mesmo mês do ano passado, para US$ 2,76 bilhões, um tombo que até era esperado, mas não de maneira tão imediata.

Para o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Herlon Brandão, não é possível saber se a queda das exportações, daqui para a frente, será da mesma magnitude que a observada no mês passado. É possível que parte dessa redução se deva ao fato de os importadores terem antecipado encomendas na expectativa de que o tarifaço não tivesse exceções.

Já o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral, consultor de comércio internacional, disse a O Globo que o impacto tende a ser ainda maior nos próximos meses. Quase 700 produtos brasileiros receberam tratamento especial e se livraram do adicional de tarifas, mas mesmo esses itens registraram recuo nas exportações, entre eles minério de ferro, aeronaves e combustíveis.

A notícia positiva é que as exportações brasileiras, ainda assim, tiveram um bom desempenho de maneira geral. As vendas externas aumentaram 3,9% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2024, com destaque para o aumento de embarques para Argentina, China e México, que receberam parte da produção que até então era enviada aos EUA.

Para os exportadores, a busca de novos mercados é a melhor alternativa. Se ficar parado na expectativa de que Donald Trump volte atrás de sua decisão não é uma opção, apelar a argumentos técnicos para revertê-la também parece ocioso. Isso ficou claro na missão que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou a Washington nesta semana, na qual o vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, enfatizou que as tarifas têm um componente político.

Felizmente, há mercado para muitos produtos brasileiros. O México se tornou o segundo maior cliente da carne bovina brasileira, superado apenas pela China. Em paralelo, o Ministério da Agricultura tem investido em negociações para abrir mercados para as proteínas na Ásia, em especial no Japão, no Vietnã, na Indonésia e nas Filipinas.

Depois de mais de 20 anos de negociações, a Comissão Europeia finalmente validou o acordo comercial com o Mercosul, primeiro passo para que o tratado de livre comércio seja submetido aos Estados-membros e ao Parlamento. A perspectiva de que ele possa ser assinado ainda neste ano é um alento para o Brasil, mas também para a União Europeia, cujo acordo com os EUA deixou uma legião de insatisfeitos.

Mesmo com o baque norte-americano, o saldo da balança comercial brasileira foi positivo em US$ 6,1 bilhões em agosto e em US$ 42,8 bilhões no acumulado do ano. Mantê-lo em terreno positivo no médio e no longo prazos dependerá não só da busca de novos mercados para os produtos brasileiros, mas do aumento da produtividade da economia brasileira e da remoção de barreiras às importações.

Estadão

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Brasil

Ações judiciais sobre descontos indevidos no INSS subiram 442% em 2024

Foto: RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

As reclamações na Justiça contra descontos indevidos das folhas de pagamento do INSS aumentaram em 442% em 2024, quando já havia investigações sobre o assunto na Polícia Federal e na CGU (Controladoria-Geral da União).

É o que mostram dados enviados pelos Tribunais Regionais Federais ao STF (Supremo Tribunal Federal), no processo em que o ministro Dias Toffoli determinou que todos os processos sobre o tema fossem suspensos.

No início de julho, o ministro homologou um acordo para determinar que o INSS devolvesse os valores diretamente para a conta das pessoas lesadas pelos descontos, desde que elas abrissem mão das ações judiciais.

Para ter o controle de quais ações foram suspensas, os tribunais informaram o número de processos em andamento sobre o assunto.

Somando os processos tribunais que forneceram informações sobre todos os anos, houve um salto na quantidade de ações de 2023 para 2024.

O TRF-1 identificou apenas 665 ações sobre o assunto, sem discriminar os dados ano a ano, assim como o TRF-6, que contabilizou 1.610 processos.

Apesar dos números reportados pelo TRF-1, um relatório da CGU apontou que o Maranhão e o Piauí, que ficam sob a jurisdição do tribunal, foram mais afetados pelas fraudes que os demais estados.

Há 19 cidades nesses estados onde mais de 60% dos aposentados tinham descontos associativos em suas contas.

No intervalo de 2023 para 2024, a arrecadação das associações suspeitas com descontos associativos também disparou, como mostrou o UOL em maio.

No esquema revelado pelo portal Metrópoles e que motivou a operação da PF, as associações incluíam aposentados entre seus associados sem o consentimento deles e descontavam uma mensalidade. Muitas dessas associações nem sequer funcionavam ou prestavam qualquer serviço —existiam apenas para desviar o dinheiro dos descontos.

Os dados mostram ainda que, a julgar pela quantidade de reclamações, o problema afetou principalmente os aposentados no Nordeste.

No TRF-5, que abrange Ceará, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, há 38.292 ações pedindo ressarcimento de descontos indevidos.

Um dos inquéritos sobre as fraudes no INSS —hoje unidos no STF em um só processo— investigou fraudes no Ceará envolvendo a advogada Cecília Rodrigues Mota, suspeita de liderar um grupo de empresas de fachada cujo objetivo era desviar dinheiro do INSS.

As duas associações presididas por ela viram sua arrecadação disparar entre os anos de 2023 e 2024, e o grupo ligado a Cecília é suspeito de ter pago propina para servidores do INSS para facilitar a continuidade do esquema.

A AAPB (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil), uma dessas entidades, responde a mais de 1.600 processos no Tribunal de Justiça do Ceará. As ações contra as entidades são movidas na Justiça comum, ao contrário do que ocorre com os pedidos de indenização ao INSS, que tramitam na Justiça Federal.

O UOL não conseguiu contato com a defesa de Cecília Rodrigues Mota. As associações ligadas a ela também não responderam.

No acordo homologado por Toffoli, o beneficiário que tenha sido lesado pelas associações deverá concordar em receber os valores na esfera administrativa e desistir de ações judiciais contra a União e o INSS, mas poderá processar as entidades, se houver outras indenizações a reivindicar.

Natália Portinari, colunista do UOL

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Economia

Prejuízo dos Correios triplica e chega a R$ 4,37 bilhões no primeiro semestre de 2025

Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 4,37 bilhões no primeiro semestre de 2025, informou a empresa estatal nesta sexta-feira,5. O resultado representa um aumento de 222% (triplo) em relação ao prejuízo de R$ 1,35 bilhão registrado no mesmo período do ano anterior.

No segundo trimestre, o prejuízo chegou a R$ 2,64 bilhões – um aumento de quase cinco vezes em relação ao rombo de R$ 553 milhões do mesmo período de 2024.

No primeiro semestre, a empresa viu a sua receita líquida cair de R$ 9,28 bilhões em 2024 para R$ 8,18 bilhões em 2025. Ao mesmo tempo, despesas gerais e administrativas saltaram de R$ 1,2 bilhão para R$ 3,4 bilhões, enquanto as despesas financeiras aumentaram de R$ 3,09 milhões para R$ 673 milhões, na mesma comparação.

Os custos com produtos vendidos e serviços prestados subiram de R$ 7,8 bilhões para R$ 7,9 bilhões.

Na divulgação do balanço, a empresa afirmou que “enfrenta restrições financeiras decorrentes de fatores conjunturais externos que impactaram diretamente a geração de receitas.”

“Entre os principais motivos, destaca-se a retração significativa do segmento internacional, em razão de alterações regulatórias relevantes nas compras de produtos importados, que provocaram a queda do volume de postagens e o aumento da concorrência, resultando na redução das receitas vinculadas a esse segmento”, diz a empresa, referindo-se de forma indireta à taxa das blusinhas, implementada pelo governo Lula.

A empresa ainda diz que implementou um plano de contingência, com objetivo de buscar o reequilíbrio econômico.

“As ações priorizam o incremento de receitas, por meio da diversificação de serviços e da expansão da atuação comercial, bem como a otimização e racionalização das despesas e a reduçãod e custos operacionais, preservando a universalização dos serviços e assegurando ganhos de produtividade e sustentabilidade financeira”, disse a companhia.

Os Correios também citam a implementação de um market place próprio, com a entrada no segmento do e-commerce, e a autorização de uma linha de crédito de R$ 4 bilhões junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o banco dos Brics, para investir em modernização, operações logísticas e automação de processos.

Em entrevista ao Estadão, em meados de julho, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, reconheceu os problemas financeiras da estatal e afirmou que a solução para reverter o quadro passa por cortes de custos e aumento de receitas.

“Tem de cortar custos de um lado e buscar receita de outro. Essa é a solução para os Correios, e num setor que está passando por transformação”, disse Dweck.

Ela afirmou que os Correios perderam o monopólio de entregas no País, ao mesmo tempo que permaneceu com a obrigação de garantir fornecer o serviços para todo o território nacional, incluindo áreas remotas e pouco lucrativas.

Estadão

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Brasil

Lula sobre redes sociais: “Queremos regular e vamos regular, doa a quem doer”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (5) que o governo federal vai regular as big techs no país “doa a quem doer”.

Segundo o presidente, as redes sociais facilitam a propagação de informações falsas sem nenhum tipo de controle.

“Queremos regular e vamos a regular, doa a quem doer”, declarou Lula em entrevista ao “SBT Brasil”.”Não pode brincar com a verdade. Não, não é censura. Quando você fala em regular, fala em censura? O país tem que ter regras, o que vale na vida real, vale na digital”, prosseguiu.

 

A declaração do presidente Lula também é uma resposta ao posicionamento do governo dos Estados Unidos, que já chegou a afirmar que o Brasil estaria censurando empresas americanas.

CNN

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Brasil

Lula diz que não passou a hora de ligar para Trump ‘porque ele não quer conversar’

Foto: SBT/Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (5), que não passou da hora de ligar para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para falar sobre a taxação dos EUA de 50% sobre produtos brasileiros.

“Não, não passou da hora porque ele não quer conversar. Tenho [o vice-presidente Geraldo] Alckmin, o [ministro da Fazenda, Fernando] Haddad e [o ministro das Relações Exteriores] Mauro Vieira para conversar. Pergunte se alguém tem interlocutor [com os EUA]? Não tem. Os americanos estão tendo comportamento político com relação ao Brasil”, disse Lula durante entrevista ao SBT, em Brasília.

Lula criticou o governo Trump por associar a taxação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal. “Cada um dá palpite no seu quintal, cuida do seu galinheiro, do nosso nós cuidamos.”

Apesar de criticar Trump, Lula disse que está disposto a negociar, quando os EUA estiverem dispostos a isso. “Se tem uma coisa que aprendi foi negociar, e negociar com magnatas. Então no dia que Trump quis negociar ele tem um metalúrgico preparado para negociar (…) O Lula paz e amor está de volta.”

Lula ainda falou que a população dos Estados Unidos pode, no seu entendimento, ser prejudicada pelo tarifaço do governo de Donald Trump.

“Se os Estados Unidos acham que seu presidente virou imperador e que ele pode ficar ditando regras para o mundo, eles vão ver o que pode acontecer. O que vai acontecer nos Estados Unidos é que o povo americano vai pagar mais caro os produtos que eles estão comprando da gente”, afirmou o presidente.

Folha de S.Paulo

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Mundo

VÍDEO: Trump diz que governo do Brasil se tornou “radical de esquerda”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (5) que o governo do Brasil é “radical de esquerda”, ao responder a uma pergunta da imprensa sobre a avaliação que sua gestão está fazendo de impor restrições de visto às delegações do Brasil, Irã, Sudão e Zimbábue durante a Assembleia Geral da ONU, que será realizada este mês em Nova York.

A informação foi revelada pela agência Associated Press (AP) nesta quinta-feira (4), com base em um memorando interno do Departamento de Estado.

Segundo a reportagem, as medidas em estudo poderiam limitar os deslocamentos das delegações citadas fora da zona da assembleia, reforçando o controle sobre diplomatas e líderes desses países que participam do encontro.

“Estamos muito chateados com o Brasil. Nós aplicamos tarifas muito altas contra eles, porque eles estão fazendo algo muito injusto”, disse Trump nesta sexta-feira durante entrevista coletiva na Casa Branca, em referência ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), que o republicano chamou de “caça às bruxas”.

“Eu amo o povo do Brasil. Temos um ótimo relacionamento com o povo do Brasil, mas o governo do Brasil mudou radicalmente, foi muito para a esquerda, se tornou radicalmente de esquerda, e está prejudicando muito o Brasil. Eles estão indo muito mal, então veremos”, disse o presidente americano, a respeito das possíveis restrições de visto.

Em 6 de agosto, entrou em vigor uma tarifa de 50% na importação de produtos brasileiros imposta por Washington.

O governo Trump mencionou como um dos motivos para a tarifa o processo contra Bolsonaro no STF. Entretanto, a taxa não foi aplicada para cerca de 700 produtos brasileiros, entre eles, suco e polpa de laranja e aeronaves civis.

No final de julho, o Departamento do Tesouro americano impôs sanções econômicas contra o ministro do STF Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, uma legislação dos Estados Unidos que permite a Washington aplicar punições contra acusados de violação de direitos humanos e corrupção em todo o mundo.

Antes disso, o Departamento de Estado havia anunciado a revogação dos vistos de Moraes, de “aliados dele” no STF e seus familiares, que ficaram assim impedidos de entrar nos Estados Unidos.

Gazeta do Povo 

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Paraíba

‘PJotização’: procurador do MPT na PB diz que contratos de trabalho por PJ é ‘prática fraudulenta’ e traz prejuízos

'PJotização': procurador do MPT diz que contratos de trabalho por PJ é 'prática fraudulenta' e traz prejuízos para sociedade

Foto: Pixabay/Ilustrativa

O procurador do Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), Rogério Sitônio, disse, nesta sexta-feira (5), que os contratos de trabalho por PJ – Pessoa Jurídica – é uma ‘prática fraudulenta’ e traz prejuízos para sociedade.

De acordo com o procurador, este tipo de contrato é prejudicial, uma vez que não garante o direito à férias, descansos semanais e o recolhimento da previdência social.

Procurador do MPT-PB, Rogério Sitônio. (Foto: Clilson Júnior)

Segundo Rogério Sitônio, a prática causa desequilíbrio das receitas previdenciárias e suas consequências não se restringem apenas ao trabalhador ‘PJ’.

“A PJotização está ligada à uma prática fraudulenta de evitar a formalização do contrato de emprego e traz prejuízos enormes para a sociedade. Aquele PJ, além de ele ter o comprometimento, ele não terá direito à férias, descansos semanais, vai deixar de fazer o recolhimento da previdência e daqui a uns anos ou décadas essa pessoa vai estar envelhecida, talvez doente e como que o estado vai arcar com esse déficit? Então, isso contribui para esse desequilíbrio das receitas previdenciárias. É um debate que a sociedade tem que enfrentar, pois ela não traz consequências apenas para a pessoa que trabalha como PJ, mas para toda a sociedade”, explicou o procurador.

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Brasil

Moraes pede a Zanin sessão extra na quinta-feira (11) para julgamento de Bolsonaro

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu nesta sexta-feira (5) mais sessões para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido foi encaminhado ao presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin.

Moraes pediu uma sessão extra na quinta-feira, 11 de setembro. Bolsonaro e outros sete réus são julgados no STF por plano de golpe. As próximas sessões estão previstas apenas para leitura do voto dos ministros.

Inicialmente, para a próxima semana, estavam previstas sessões na terça-feira (9), pela manhã e pela tarde; na quarta-feira (10), pela manhã; e, na sexta-feira (12), pela manhã e pela tarde.

“Solicito ao Excelentíssimo Presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin, o agendamento de novas sessões complementares para a realização do julgamento, a serem realizadas na quinta-feira, dia 11/9/2025”, diz o pedido de Moraes.

Com informações de CNN e g1

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Política

Cícero rompe com Governador e diz que vontade do povo não se negocia; veja nota



					Em nota, Cícero oficializa saída do PP e se lança como pré-candidato ao governo da Paraíba
divulgação/secom-jp

Após encontro na Granja Santana com o governador João Azevêdo (PSB), nesta sexta-feira (5), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, divulgou uma nota pública anunciando a sua desfiliação do PP e reafirmando seu projeto de concorrer ao governo da Paraíba em 2026.

No texto, ele destaca que pesquisas que indicam a preferência do seu nome pelo eleitorado foram desconsiderados pelo PP para a definição do nome mais competitivo do grupo. O partido pretende lançar o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), com o apoio do governador João Azevêdo.

“Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda”, diz, na nota.

Cícero deve anunciar para qual partido se filiará após retorno de viagem à Europa. A tendência é que retorne ao quadros do MDB. O convite formal foi feito ontem pelo senador Veneziano Vital do Rêgo.

Confira a nota na íntegra:

Nota

Com a humildade e a lealdade que sempre guiaram minha vida pública, registro que, nos últimos meses, tenho recebido nas ruas o carinho e o incentivo do povo para que eu dispute o Governo do Estado.

Todas as pesquisas, qualitativas e quantitativas, confirmam que a população reconhece o nosso trabalho à frente da Prefeitura de João Pessoa, pela quarta vez, e enxerga que a cidade vive o seu melhor momento.

Esses levantamentos também revelam que meu nome é o que melhor representa um projeto de desenvolvimento sustentável para a Paraíba, consciente de que, para continuar crescendo, o Estado precisa de um gestor experiente e com coragem para enfrentar os desafios.

Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda.

Agradeço a todos que fazem parte do PP e reafirmo que levo comigo respeito, amizade e boas lembranças. No momento oportuno, anunciarei minha nova legenda partidária.

Apresento, com confiança e determinação, minha pré-candidatura ao Governo da Paraíba. Vou seguir ouvindo os paraibanos em todas as regiões e, a partir desse diálogo, elaborar o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Paraíba, que vai garantir um futuro seguro para nosso estado, preservando as conquistas e fazendo a Paraíba avançar ainda mais.

A vontade popular não se negocia, se respeita.

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