Brasil

CPMI do INSS ouve ex-ministro Carlos Lupi nesta segunda-feira

Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) ouve, nesta segunda-feira (8), o ex-ministro da Previdência Carlos Lupi. Trata-se do primeiro ex-chefe do Ministério da Previdência a ser ouvido pelo colegiado.

Lupi estava à frente da pasta quando o escândalo de descontos a aposentadorias e pensões veio à tona. Diante da repercussão do caso e pressões para que entregasse o cargo, o então ministro da Previdência Social pediu demissão em maio deste ano.

Outros ex-ministros da Previdência e ex-presidente do INSS também devem ser ouvidos pelo colegiado, que já aprovou diversos requerimentos. A oitiva de Lupi, entretanto, dará o pontapé em nova fase nos trabalhos da CPMI, com a oitiva de um primeiro nome político.

Instalado em 20 de agosto, o colegiado se concentrou em ouvir técnicos e envolvidos nas investigações. Já foram ouvidos representantes da PF (Polícia Federal), CGU (Controladoria-Geral da União) e DPU (Defensoria Pública da União), além do advogado Eli Cohen.

À CNN, Lupi afirmou que está com a “consciência e alma tranquilas” para participar da comissão. A reunião com a presença de Lupi, na segunda-feira, é esperada em especial pela oposição, que busca atrelar as fraudes no INSS ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A comissão também tem previstas as oitivas dos empresários Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em 15 de setembro, e de Maurício Camisotti, em 18 de setembro. Ambos são alvo de investigação da PF.

A CPMI foi criada para investigar o esquema bilionário de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões. No total, as entidades responsáveis pelos descontos teriam cobrado valor estimado em R$ 6,3 bilhões, entre os anos de 2019 e 2024. O caso foi revelado em abril após operação da PF e da CGU.

CNN

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Brasil

Governo Lula vê passo decisivo de Tarcísio para 2026, e bolsonaristas elogiam escalada de tom

Foto: Allison Sales/Folhapress

A fala neste domingo (7) do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi vista por bolsonaristas como um aceno à família Bolsonaro e à militância. Já integrantes do governo Lula (PT) a viram como um passo decisivo para que ele concorra à Presidência em 2026.

Em ato na avenida Paulista, em São Paulo, Tarcísio defendeu uma anistia “ampla e irrestrita”, disse que Bolsonaro deveria ser autorizado a ser candidato em 2026 e que ele pode ser condenado sem nenhuma prova.

O governador também fez críticas ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes, chamando-o de “ditador” e falando em “tirania”.

A avaliação entre aliados de Lula é a de que Tarcísio acena à militância e a integrantes da família de Jair Bolsonaro (PL) para se consolidar como herdeiro político do ex-presidente, num momento em que vinha sendo cobrado de infidelidade por esse grupo.

Dois integrantes do governo federal dizem que, com essas declarações, Tarcísio se afasta da imagem de que ele seria um político moderado. Seria uma sinalização que o governador faz num momento de “tudo ou nada” diante da proximidade da eventual condenação de Bolsonaro no Supremo.

Esses aliados de Lula também minimizaram o público nos atos bolsonaristas neste domingo, dizendo que há uma perda de mobilização. Além disso, disseram que a defesa do Governo dos Estados Unidos, num momento em que Donald Trump impôs uma tarifa de 50% aos produtos brasileiros, é inadmissível.

No ato em São Paulo foi estendida uma grande bandeira do país americano.

Um interlocutor frequente do presidente da República afirma que com esses gestos, a direita bolsonarista se afasta dos interesses de grande parte da população ao abraçar o governo americano e não a melhoria na vida das pessoas.

Nas redes sociais, a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais) disse que o governador foi “à manifestação pró-Trump defender os traidores da pátria e a impunidade de quem tramou um golpe contra a democracia”.

“Precisa entender que ‘tirania’ é o que eles queriam impor ao país, não as decisões do STF no devido processo legal. E o que ‘ninguém aguenta mais’ são as ameaças da família Bolsonaro contra o país”, escreveu a ministra em publicação nas redes sociais.

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), disse à Folha que o governador de SP “rasgou qualquer fantasia de moderado”. “Ele assumiu o discurso da direita bolsonarista e anti-democrática. Ele vai pagar um preço altíssimo por isso.”

Em post nas redes sociais, o deputado petista afirmou ainda que Tarcísio tentou intimidar Moraes num “ataque frontal ao STF, que pode configurar coação no curso do processo”.

Aliados de Bolsonaro e do governador de São Paulo elogiaram a escalada de tom. Conhecido por ter um discurso mais conciliador, nas últimas vezes em que discursou, Tarcísio evitou citar nomes e buscava fazer um apelo para pacificação.

Agora, às vésperas de uma provável condenação de seu padrinho político no STF, o gesto à família Bolsonaro e à militância mais aguerrida do ex-presidente surpreendeu alguns aliados. Para eles, porém, essa era a hora.

Reservadamente, há divisão nas avaliações: uma parte diz que se trata de um estica e puxa, e o momento era de esticar; outra, de que poupar o STF não tem trazido os frutos esperados, então não seria tão grave se posicionar de forma mais incisiva neste momento.

A leitura é de que se o governador de São Paulo se equilibra entre o diálogo com ministros da corte e gestos para o bolsonarismo, no ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista era imprescindível que ele fizesse um gesto para a militância.

Um integrante do centrão minimiza o mal-estar que as declarações causaram entre integrantes do Supremo.

Ele diz que o governador precisa se consolidar como herdeiro político de Bolsonaro para conseguir os votos do bolsonarismo. Num segundo momento, já estabelecido candidato, ele poderá ajustar o seu discurso, sinalizando que não radicalizaria com o STF.

Tarcísio tem sido criticado por movimentações mais às claras do seu entorno para que ele seja sucessor de Bolsonaro, que está inelegível. Discutir isso em meio ao julgamento, porém, é encarado por parte da família e por apoiadores como deslealdade.

Por isso, o governador de São Paulo destacou em mais de um momento em sua fala que a direita tem um candidato em 2026: Jair Bolsonaro.

“Deixa Bolsonaro ir para urna, qual problema? Ele é nosso candidato”, disse, sob aplausos.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), apresentou uma nova versão, a mais abrangente de todas, do projeto de lei que concede anistia aos presos e condenados nos supostos ataques golpistas de 8 de janeiro.

Nesse texto, estariam inclusos todos desde que foi instaurado o inquérito das fake news no STF, em 2019, e ficaria revertida a inelegibilidade de Bolsonaro. O projeto encontra resistência na Casa por ser muito amplo. Nos bastidores, a avaliação é a de que a chance de aprovação com essa amplitude é baixíssima.

O Palácio do Planalto trabalha para evitar a aprovação de uma anistia.

Um aliado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), diz que o parlamentar deve levar o tema a plenário, até como uma maneira de se livrar da pressão que vem recebendo tanto de governistas quanto de bolsonaristas. Por outro lado, reconhece que isso não deverá ocorrer agora justamente pelo tensionamento provocado pelo julgamento de Bolsonaro no Supremo.

Ele diz ainda que, se Motta discutir esse texto agora, após as declarações de Tarcísio, sinalizará que concorda com essa radicalização contra o Supremo —o que esse aliado diz que não compactua com a visão do presidente da Câmara.

Folha de S.Paulo

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Judiciário

STF planeja punições severas para Bolsonaro e outros réus, mas inferiores à pena máxima

Foto: Wilton Junior/Estadão

Com a condenação dos réus do principal núcleo da suposta trama golpista alinhavada, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) terá como principal desafio o cálculo das penas. Em caráter reservado, ministros do colegiado apostam que a opção será o meio do caminho entre a expectativa da Procuradoria-Geral da República (PGR) e o pedido das defesas. A expectativa é que as punições fiquem entre 25 e 30 anos de prisão.

O chefe da PGR, Paulo Gonet, defendeu a condenação dos oito réus – entre eles, Jair Bolsonaro – por cinco crimes. Se somadas as penas máximas previstas para os crime, a punição total seria superior a 40 anos de prisão para cada condenado. Por outro lado, advogados dos réus defenderam no STF teses com potencial para diminuir esse patamar para pouco mais de dez anos de prisão.

Integrantes da Primeira Turma acreditam que a pena final dos réus será fixada no meio do caminho entre o que querem as defesas e a acusação, com tendência de aproximação maior do pedido da PGR.

A solução para aplicar penas inferiores às máximas previstas em lei pode estar na fusão entre alguns crimes. Os réus foram acusados de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e organização criminosa armada.

Segundo os advogados, para fins de cálculo das penas em caso de condenação, os dois primeiros crimes deveriam ser punidos apenas uma vez, porque referem-se a uma mesma prática. O mesmo procedimento deveria ser adotado, ainda de acordo com as defesas, para os crimes deferentes ao patrimônio público. Em relação ao último crime, não há pedido de fusão com outros.

A calibragem das penas passou a ser discutida com maior intensidade entre os ministros do STF à medida que o Congresso Nacional passou a articular a anistia para condenados pela trama golpista. As penas menores podem ser levadas em conta para parlamentares enterrarem o projeto – ao menos no que diz respeito ao perdão de quem tramou a ruptura democrática.

Alguns ministros são simpáticos à sugestão dos advogados – especialmente Luiz Fux, que declarou apoio a ela no julgamento que resultou na abertura da ação penal contra os oito réus, em fevereiro. Além de Fux, outros integrantes da Primeira Turma estariam inclinados a lançar mão do raciocínio para fixar penas em patamares menores ao que quer a PGR.

Os advogados esperam que ao menos Cristiano Zanin vote nesse sentido. Isso porque, em outros julgamentos sobre a trama golpista, Zanin defendeu penas menores do que as defendidas pelo relator, Alexandre de Moraes.

Após serem proferidos os votos dos ministros, a Primeira Turma passará à dosimetria das penas, que é o cálculo da punição de cada um dos condenados. Nessa parte da sessão, é realizada uma nova votação com a pena defendida por cada ministro. Se não houver consenso, é elaborado o chamado voto médio, em que se discute um meio termo entre os votos proferidos.

O julgamento começou na semana passada, com o relatório de Moraes, a sustentação oral do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e as manifestações dos advogados. Na terça-feira, 9, devem votar Moraes e Flávio Dino. Os votos de Fux, Cármen Lúcia e Zanin, bem como a dosimetria, devem ficar para quarta, quinta e sexta-feira, últimos dias previstos para o julgamento.

Estadão

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Protestos

[VÍDEO] Tarcísio de Freitas: “Só existe um candidato para nós que é Jair Messias Bolsonaro”

 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cotado para ser candidato a presidente no ano que vem, reafirmou, neste domingo (7), o apoio a candidatura de Jair Bolsonaro (PL).

“Só tem um candidato para nós, que é Jair Messias Bolsonaro”, disse, em ato na Avenida Paulista. Bolsonaro, no entanto, está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “Eu tenho certeza que ele indo para urna, ele vai vencer às eleições”, afirmou.

Tarcísio defendeu uma anistia ampla, para incluir Bolsonaro, aos condenados por tentativa de golpe de Estado. “Essa festa não está completa porque Jair Messias Bolsonaro não está conosco”, disse. Em outro momento, ele mandou um recado para o presidente da Câmara, Hugo Motta: “Paute a anistia.”

O governador também citou que a defesa dos réus do núcleo crucial do golpe apontaram cerceamento de defesa. Segundo ele, isso mostra que o julgamento não está sendo imparcial. O núcleo crucial, que inclui Bolsonaro, começou a ser julgado na semana passada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). “Ninguém aguenta a tirania de um ministro”, disse, em alusão ao ministro Alexandre de Moraes. “Nós não vamos aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”, disse em outro momento.

“É tudo muito frágil, como vamos admitir uma condenação? Só há uma forma de resolver isso: anistia”, defendeu. O governador esteve em Brasília na semana passada para tentar pressionar que anistia seja pautada no Câmara dos Deputados.

Com informações de R7

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Trânsito

Zona Azul passa a valer nesta segunda (8) em João Pessoa; saiba como funciona

Zona Azul João Pessoa: entenda como funciona

A partir desta segunda-feira (8), os motoristas que estacionarem nas áreas de Zona Azul passarão a pagar tarifas. A cobrança será aplicada inicialmente no Setor Comercial, que custa R$ 3 por hora para os carros e R$ 1,50 para motos.

Os pagamentos podem ser realizados por Parquímetros, Pontos de venda credenciados;, Site oficial e aplicativo (Rek Pay; disponível para Android e iOS) e Monitores da concessionária, funcionários fardados e identificados, que estarão em toda a área do sistema.

A capital será dividida em três setores, sendo o Setor Comercial, Setor Orla e Edifício Garagem, cada um deles com especificidades; veja quais são:

  • Setor Comercial – funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h; aos sábados, das 8h às 12h. O tempo máximo é de 2 horas na mesma vaga.
  • Setor Orla – funcionará de segunda a sábado, das 9h às 21h. O tempo máximo de permanência é de 5 horas na mesma vaga.
  • Edifício Garagem – funcionará de segunda a sábado, das 7h30 às 18h30. Não há tempo máximo de permanência e a cobrança será proporcional ao tempo de uso.

Listas de ruas do Setor Comercial da Zona Azul de João Pessoa

  • Avenida Barão do Triunfo
  • Avenida Pres. Epitácio Pessoa
  • Avenida Afonso Campos
  • Avenida Alm. Barroso
  • Avenida Beaurepaire Rohan
  • Avenida Dom Pedro II
  • Avenida dos Bandeirantes
  • Avenida Engenheiro Clodoaldo Golveia
  • Avenida Francisca Moura
  • Avenida General Osório
  • Avenida João Amorim
  • Avenida João Ribeiro Morais
  • Avenida Machado de Assis
  • Avenida Mal. Deodoro da Fonseca
  • Avenida Mons. Walfredo Leal
  • Avenida Pres. Getulio Vargas
  • Avenida Princesa Isabel
  • Avenida Rodrigues Chaves
  • Avenida Santos Dumont
  • Avenida Visc. Pelotas
  • Praça 1817
  • Praça Antonio da Silva Pessoa
  • Praça Barão de Rio Branco
  • Praça João Pessoa
  • Praça Venâncio Neiva
  • Rua Acad. Aloisio A. S. Sobreira
  • Rua Augusto dos Anjos
  • Rua Avelino Cunha
  • Rua Barão de Abiaí
  • Rua Braz Florentino
  • Rua Cinco de Agosto
  • Rua Comerciante Alfredo
  • Rua Cons. Henriques
  • Rua da República
  • Rua Deputado Barreto Sobrinho
  • Rua Deputado Odon Bezerra
  • Rua Des. José Peregrino
  • Rua Diogo Velho
  • Rua Duque de Caxias
  • Rua Elizeu Cézar
  • Rua Gama e Melo
  • Rua Heraclito Cavalcanti
  • Rua Irineu Pinto
  • Rua José Regis Velho
  • Rua Josefa Taveira
  • Rua Maciel Pinheiro
  • Rua Major José de Barros
  • Rua Mal. Almeida Barreto
  • Rua Mons. Sabino Coelho
  • Rua Padre de Azevedo
  • Rua Peregrino de Carvalho
  • Rua Professor José Coelho
  • Rua Professora Alice Azevedo
  • Rua Riachuelo
  • Rua Rodrigues de Aquino
  • Rua Santo Elias
  • Rua Silva Jardim
  • Rua Ten. Retumba
  • Rua Treze de Maio
  • Trav. Reitoria
  • Avenida Barão do Triunfo
  • Avenida Pres. Epitácio Pessoa
  • Avenida Afonso Campos
  • Avenida Alm. Barroso

Ruas do Setor Orla da Zona Azul de João Pessoa

  • Avenida João Maurício
  • Avenida Almirante Tamandaré
  • Avenida Antônio Lira
  • Avenida Cabo Branco
  • Avenida Cairu
  • Avenida Índio Arabutan
  • Avenida Izidro Gomes
  • Avenida Maria Elizabeth
  • Avenida Monsenhor Odilon Coutinho
  • Avenida Nego
  • Avenida Olinda
  • Avenida Pres. Epitácio Pessoa
  • Avenida Profa. Maria Sales
  • Avenida Sen. Ruy Carneiro
  • Praça Santo Antônio
  • Rua Adolfo Loureiro França
  • Rua Alice Almeida
  • Rua Aluísio França
  • Rua Áurea
  • Rua Buarque
  • Rua Carlos Alverga
  • Rua Coração de Jesus
  • Rua Elizeu Cândido Viana
  • Rua Florência de Almeida Barros
  • Rua Geraldo Costa
  • Rua Gregório Pessoa de oliveira
  • Rua Helena Meira Lima
  • Rua José Augusto Trindade
  • Rua José Ramalho Brunet
  • Rua Luciano Ribeiro de Morais
  • Rua Maj. José Eugênio Lins
  • Rua Marcionila da Conceição
  • Rua Mirtes Bichara Sobreira
  • Rua N. Sra. dos Navegantes
  • Rua Targino Marques
  • Rua Ver. Antônio Pessoa da Rocha

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Política

“Reagir contra os excessos do STF”, diz Efraim sobre manifestação deste domingo, em João Pessoa

 

“É hora de reagir e toda presença conta!” É com esse chamado, quase uma convocação, que o senador e pré-candidato ao governo, Efraim Filho, convoca os paraibanos para a manifestação no Busto de Tamandaré, em João Pessoa, a partir das 15h deste domingo, 7 de setembro. O evento é uma manifestação enérgica contra o que ele chama de “excessos do STF” (Supremo Tribunal Federal).

Efraim explica que o movimento “é uma forma de expressar a insatisfação de parte expressiva da sociedade com as decisões da Suprema Corte”.

“É hora de estarmos todos juntos. Com coragem e altivez. Dar o nosso grito de liberdade. Toda presença conta! Contra os excessos, contra a perseguição e a favor da liberdade!”, diz o senador em vídeo publicado nas redes sociais.

Pré-candidato ao governo da Paraíba, Efraim, que é filiado ao União Brasil, exibiu, recentemente, a declaração de apoio de Michele Bolsonaro e do PL à candidatura dele. Com esse movimento de centro-direita, o senador acredita que tem tudo para conseguir derrotar “o projeto de governo acanhado que há 16 anos comanda a Paraíba e abrir espaço a um governo de oposição que tem projeto, energia e visão para fazer a Paraíba voar mais alto”, afirma.

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Brasil

VÍDEO: Manifestação a favor da anistia e pela liberdade marca o 7 de Setembro no Rio de Janeiro

Manifestação no RJ – Foto: Tércio Teixeira/Metrópoles

O 7 de Setembro foi marcado por manifestações da direita em diversas capitais do país. No Rio de Janeiro apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram às ruas com pedidos de anistia e pela liberdade para os presos pelo 8 de janeiro.

No Rio de Janeiro, a manifestação se concentrou na orla de Copacabana. Participaram do ato o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e o governador Cláudio Castro (PL-RJ). Flávio afirmou que o evento é uma resposta política ao julgamento em curso no Supremo.

Manifestação em São Paulo acontece a partir das 15h

Em São Paulo, apoiadores de Bolsonaro se concentraram na Avenida Paulista, reforçando críticas ao Judiciário e pedindo liberdade para os condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes.

O ato da direita em SP está marcado para as 15h deste domingo (7/9) na Avenida Paulista. No primeiro ato bolsonarista desde a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), as principais presenças e discursos mais aguardados são o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e do pastor Silas Malafaia.

Com informações de Metrópoles e CNN Brasil

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Paraíba

Duas apostas da Paraíba faturam prêmio milionário na Lotofácil da Independência

Duas apostas feitas na Paraíba estão entre as ganhadoras da Lotofácil da Independência 2025, realizada no último sábado (6), em São Paulo. No total, 54 bilhetes de diferentes estados cravaram as 15 dezenas e cada um receberá o prêmio de R$ 4.293.824,50.

As dezenas sorteadas foram: 03 – 05 – 06 – 08 – 09 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17 – 20 – 21 – 22 – 23.

No caso da Paraíba, um dos jogos premiados foi registrado em João Pessoa, através dos canais eletrônicos da Caixa.

O outro foi realizado presencialmente em uma casa lotérica da cidade de Conceição, no Sertão paraibano.

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Brasil

VÍDEO: Multidão lota a praia de Copacabana em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro começam a lotar a orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio. O protesto é realizado em favor da liberdade e pela anistia aos investigados pelo 8 de janeiro.

Os manifestantes pedem anistia para condenados por atos golpistas e levaram cartazes com mensagens de apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja:

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Gastronomia

PAPO DE FOGAO: Confira as receitas de Spaghetti ao mare e peixe ao limão; e mousse de limão com ganache de chocolate

SPAGHETTI AO MARE E PEIXE AO LIMÃO
Para 2 pessoas

PEIXE AO LIMÃO
Ingredientes:
400g de filé de peixe
60ml de limão
60ml de conhaque
60ml de água
1 colher de mel
Mix de ervas aromáticas
Sal e pimenta do reino a gosto
1 colher de sopa de vinagre
Farinha de trigo para empanar
Azeite e manteiga para selar o peixe

Modo de fazer:
Temperar os filés com sal, pimenta do reino e vinagre.
Passe os filés na farinha de trigo e frite até dourar em uma frigideira e coloque azeite e manteiga.
Assim que dourar o peixe, adicione a mistura de: limão, água, conhaque, mel e na sequência as ervas aromáticas.
Cozinhar por poucos minutos e servir em seguida.
Bom apetite

Tempo de preparo: 7min
Tempo de cozimento: 10min

SPAGHETTI AL MARE
Para 2 pessoas
Ingredientes:

400g de filé de camarão
250g de spaghetti
Azeite e sal a gosto
5 dentes de alho
Pimenta calabresa
Casca de laranja ralada
50ml de Martini Bianco
2 colheres de sopa de creme de leite
Salsinha a gosto

Modo de preparo:
Refogue o alho e a pimenta no azeite até dourar, junte o camarão descascado, o sal e deixe cozinhar por 2 minutos.
Coloque o Martini e a casca de laranja e deixe mais 2 minutos.
Misture o spaghetti cozido com o molho, o creme de leite, a salsinha e refogue por mais 1 minuto.
Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 10min
Tempo de cozimento: 15 min

MOUSSE DE LIMÃO COM GANACHE DE CHOCOLATE

MOUSSE DE LIMÃO
Ingredientes:
1 lata de creme de leite com o soro
1 lata de leite condensado
1 xícara (chá) de suco de limão
200g de leite em pó

Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador ou misture os ingredientes com a ajuda de um batedor de claras.
Leve à geladeira em taças individuais até o mousse ficar firme.
Tempo de preparo: 40min

GANACHE DE CHOCOLATE
1 tablete de chocolate meio amargo
1 caixa de creme de leite

Modo de preparo:
Derreta o chocolate em banho-maria.
Junte o creme de leite e misture bem.
Coloque por cima do mousse e decore com raspinhas do limão.
Leve pra geladeira por 15 minutos pra gelar.
Sirva bem gelado.

Tempo de preparo: 20m
Tempo de cozimento: 5min

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