Brasil

[VÍDEO] CENÁRIO DE GUERRA: Número de mortos em megaoperação contra o CV no RJ passa de 60; quatro são policiais

A megaoperação contra o CV (Comando Vermelho) que acontece nesta terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, é a mais letal da história do estado.

Até o momento, foram confirmadas mais de 60 mortes. Como a ação ainda está em andamento, o número pode aumentar. Em maio de 2021, uma operação no Jacarezinho causou 28 óbitos.

O dado é do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF).

As operações mais letais na história do RJ

Operação no Alemão e na Penha – mais de 60 mortos – 28/10/2025
Operação no Jacarezinho – 28 mortos – 05/2021
Operação na Penha – 23 mortos – 05/2022
Operação no Alemão – 19 mortos – 06/2007
Operação no Alemão – 17 mortos – 07/2022
A megaoperação de hoje

O objetivo da operação no Rio é combater a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e prender lideranças criminosas que atuam no Rio e em outros estados.

Os policiais tentam cumprir 100 mandados de prisão contra integrantes do CV — entre os alvos, 30 são de outros estados, com destaque para membros da facção no Pará, que estariam escondidos nessas regiões.

Até o último balanço, foram 60 mortes, sendo 56 de suspeitos, 4 de policiais (dois civis e dois do Bope) e 81 presos.

A ação ainda está em andamento, e os números podem mudar.

Segundo o Governo do Rio, a operação desta terça-feira é a maior em 15 anos.

CNN Brasil

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Política

Veja nota da prefeitura que classifica como ‘normal’ remanejamento para pagar folha da Saúde de JP

Centro Administrativo de João Pessoa

A Secretaria de Saúde de João Pessoa divulgou uma nota, na tarde desta terça-feira (28), afirmando que a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para pagar servidores da pasta faz parte de um “ajuste necessário” para a execução do orçamento.

O remanejamento foi aprovado durante sessão desta terça na Câmara Municipal da Capital com criticas da oposição, que acusou a gestão municipal de “quebrar a prefeitura”.

Segundo a Secretaria, “os remanejamentos orçamentários são procedimentos usuais e previstos na gestão pública”. A pasta citou que “o orçamento anual da rede municipal de saúde é de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, valor destinado seguindo critérios cuidadosos no início de cada ano com base em uma previsão orçamentária, que pode sofrer alterações ao longo do exercício”

“Tais ajustes são necessários porque a execução orçamentária nem sempre se cumpre integralmente conforme o previsto. Quando há recursos vinculados a uma finalidade específica, e essa finalidade já foi cumprida, a Secretaria tem duas opções: devolver o valor não utilizado ou solicitar a alteração da destinação dos recursos”. diz o texto

Por isso, de acordo com a Prefeitura, houve o envio da mensagem por parte do prefeito Cícero Lucena (MDB) para a aprovação da mudança de áreas de investimentos.

“A SMS-JP reforça que esse procedimento é uma prática administrativa normal e transparente, também realizada em exercícios anteriores”, concluiu.

O remanejamento

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), solicitou à Câmara Municipal da Capital a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para custear o pagamento de salários de servidores da ativa da Saúde municipal. O pleito foi aprovado por unanimidade na sessão desta terça-feira (28) com críticas da bancada de oposição.

Segundo o projeto, os recursos serão retirados de investimentos como melhoria das Unidades Básicas de Saúde, repasses para serviços de zoonozes, implantação de lavanderia no Instituto Cândida Vargas e outras ações previstas para serem realizadas no Sistema de Saúde.

Na mensagem encaminhada ao Poder Legislativo, o prefeito pediu “urgência” na votação da matéria, afirmando que a medida visa “ajustar as despesas”.

“Tendo em vista a necessidade de ajustar as despesas às reais condições de sua execução, uma vez que os valores de referência utilizados na elaboração da Peça Orçamentária, relativa ao exercício financeiro de 2025, tiveram suas estimativas a preço de junho de 2024, justifica-se dessa forma, que o Projeto de Lei anexo a essa Mensagem visa corrigir essas distorções”, diz a mensagem do prefeito.

Apesar do voto favorável, a bancada de oposição disse que a suplementação demonstra que a “Prefeitura está quebrada” e que os servidores “correm o risco de não receber 13º salário”.

MaisPB

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CMJP

“PREFEITURA QUEBRADA”: Oposição critica remanejamento de recursos para saúde em JP; veja documento

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), solicitou à Câmara Municipal da Capital a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para custear o pagamento de salários de servidores da ativa da Saúde municipal. O pleito foi aprovado por unanimidade na sessão desta terça-feira (28) com críticas da bancada de oposição.

Segundo o projeto, os recursos serão retirados de investimentos como melhoria das Unidades Básicas de Saúde, repasses para serviços de zoonozes, implantação de lavandaria no Instituto Cândida Vargas e outras ações previstas para serem realizadas no Sistema de Saúde. (veja a tabela no final da matéria) 

Na mensagem encaminhada ao Poder Legislativo, o prefeito pediu “urgência” na votação da matéria, afirmando que a medida visa “ajustar as despesas”.

“Tendo em vista a necessidade de ajustar as despesas às reais condições de sua execução, uma vez que os valores de referência utilizados na elaboração da Peça Orçamentária, relativa ao exercício financeiro de 2025, tiveram suas estimativas a preço de junho de 2024, justifica-se dessa forma, que o Projeto de Lei anexo a essa Mensagem visa corrigir essas distorções”, diz a mensagem do prefeito.

Apesar do voto favorável, a bancada de oposição disse que a suplementação demonstra que a “Prefeitura está quebrada” e que os servidores “correm o risco de não receber 13º salário”.

“A Prefeitura de João Pessoa está quebrada. E eu tenho dito isso que ela está quebrada. Essa é mais uma prova que a prefeitura está quebrada. Esse remanejamento para se pagar folha de pagamento é o primeiro sinal que essa prefeitura não vai ter dinheiro para pagar nem a segunda parcela do 13º do servidor. Servidor, se prepare que você pode conseguir voltar há mais de 30 anos atrás e ter que fazer empréstimo. Aguardem, escutem e prestem atenção o que a oposição dessa casa está dizendo. Essa Prefeitura de João Pessoa está quebrada, literalmente quebrada”, afirmou o vereador Fábio Carneiro (Solidariedade).

O governista Raoni Mendes (DC) contrapôs ao argumento de Carneiro, afirmando que o remanejamento é “necessário e normal”.

“Mostra-se que a saúde de João Pessoa, apesar de todas as dificuldades nacionais, nós estamos investindo de recursos próprios, mais de 12%, chegando a 27% e 28%, onde a obrigatoriedade é de apenas 15%. Então há investimento da Prefeitura de João Pessoa e nós enxergamos isso com todas as reformas e entregas no serviço. Eu pergunto, vossa excelência vai deixar os funcionários sem receber? Nós vamos deixar os funcionários fazer um cavalo de batalha, chegar ao ponto de dizer que a Prefeitura está quebrada, em um projeto específico de remanejamento natural que muitas e muitas vezes já se foi votado”, reagiu.

Veja de onde serão retirados recursos: 

MaisPB

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Sem categoria

Governo cede ao Congresso e libera em 3 dias mais que o dobro de emendas destinadas ao longo do ano

Lula se reúne com Motta e líderes partidários na 4ª feira
Após semanas de cobranças do Congresso, o governo começou a acelerar o pagamento das emendas de comissão, modalidade que estava travada e concentrava as principais reclamações de parlamentares. Dados atualizados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) mostram que o valor pago saltou de R$ 391 milhões na sexta-feira para R$ 1,013 bilhão nesta segunda-feira — um aumento de 159% em três dias.

O movimento ocorre após uma escalada de insatisfações no Legislativo. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), levou pessoalmente a Lula as queixas de deputados e senadores sobre o atraso na execução e cobrou um calendário claro de liberações.

A avaliação entre congressistas é que o Planalto reagiu às críticas para tentar conter o desgaste político e reduzir resistências à votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, adiada mais uma vez na semana passada.

O ritmo lento na execução até aqui está diretamente ligado às dificuldades fiscais do governo. O Planalto tenta recompor o equilíbrio das contas após o fracasso em ampliar a taxação sobre apostas e aplicações financeiras — medida que, segundo a equipe econômica, retirou cerca de R$ 35 bilhões do caixa de 2026.

O impacto levou o Executivo a pedir mais tempo para ajustar o texto da LDO e discutir novos cortes de despesas e desonerações.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que parte da recomposição virá de um corte de R$ 20 bilhões em despesas, distribuído em diferentes projetos de lei, e de um corte linear nas desonerações tributárias, relatado pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

No Centrão, a leitura é que o cenário era previsível, mas expõe falhas de coordenação entre a equipe econômica e a articulação política. O deputado Elmar Nascimento (União-BA) disse que a demora já era esperada pelo cronograma tardio do Orçamento, mas poderia ter sido evitada:

— Os atrasos sempre desgastam a relação entre os Poderes, mas já eram esperados, uma vez que o Orçamento foi votado em abril. O governo poderia ter evitado o desgaste, se fosse mais competente — afirmou.

No total, as emendas parlamentares de 2025 somam R$ 50,3 bilhões, dos quais R$ 30,7 bilhões foram empenhados (61%) e R$ 18,1 bilhões pagos (36%).

A verba está distribuída entre:

  • emendas individuais: R$ 24,6 bilhões de dotação, com R$ 18,7 bilhões empenhados (76%) e R$ 14,5 bilhões pagos (59%);
  • emendas de bancada estadual: R$ 14,3 bilhões, com R$ 6 bilhões empenhados (42%) e R$ 2,6 bilhões pagos (18%);
  • emendas de comissão: R$ 11,5 bilhões, com R$ 5,9 bilhões empenhados (52%) e R$ 1 bilhão pago (9%).

Parte dos parlamentares avalia que o Planalto ainda pode reverter o clima de desconfiança, desde que avance na agenda fiscal e demonstre previsibilidade na execução. Para o deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA), a solução passa pela aprovação das medidas que recompõem a arrecadação:

— Há desgastes. O governo federal tem como reverter tranquilamente com a boa vontade do Congresso: aprovando o pacote fiscal para fechar o Orçamento do ano resolve tudo e libera as emendas. Eu alertei meus colegas: deveriam ter votado no aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Eu votei — disse.

Entre aliados do Planalto, há o esforço de relativizar as críticas. Deputados da base argumentam que o próprio Congresso contribuiu para o cronograma apertado, ao votar o Orçamento de 2025 com atraso e ao enviar tardiamente as emendas de comissão. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) considera injustas as cobranças ao governo:

— Engraçado que cobram do governo, mas esquecem que o Orçamento foi votado este ano. Esquecem de dizer que as emendas de comissão só foram mandadas agora, no segundo semestre. Não acho justo reclamar dessa forma, com tão pouco compromisso com a aprovação de projetos importantes, inclusive com a derrubada da medida provisória 1303, que é uma pauta-bomba e pode obrigar o governo a cortar emendas — disse.

O atraso também acendeu o alerta na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O presidente do colegiado, senador Efraim Filho (União-PB), advertiu que o cronograma pode inviabilizar a aprovação do Orçamento de 2026 ainda este ano.

— Atravessar o ano sem um Orçamento votado traz insegurança jurídica e inibe investimentos. É ruim para o governo, ruim para o Congresso, mas muito pior para o Brasil — disse.

Enquanto o Planalto tenta recompor o caixa e controlar a execução, parlamentares cobram previsibilidade nos repasses. A pressão é reforçada pela proposta do relator da LDO, Gervásio Maia (PSB-PB), que prevê obrigar o pagamento das verbas destinadas à saúde, assistência social e transferências especiais até três meses antes da eleição.

O governo tenta barrar a medida, considerada “eleitoral e sem lógica fiscal” pelo líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Já o Centrão vê o dispositivo como garantia de segurança a prefeitos e parlamentares, ao evitar retenções políticas e antecipar o uso eleitoral das verbas.

O Globo

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Política

Foto com Trump se torna a mais popular de Lula nas redes

Foto: Reprodução

A foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), tornou-se em poucos dias a publicação com maior engajamento nas redes sociais do brasileiro.

A imagem foi divulgada no domingo (26.out.2025) e feita pelo fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert, durante o encontro entre os 2 em Kuala Lumpur (Malásia).

Segundo dados do instituto de pesquisa Quaest, a publicação alcançou 72 milhões de visualizações, 778 mil menções, 22 milhões de curtidas e 7,5 milhões de compartilhamentos. O levantamento considerou plataformas como Instagram, X, TikTok e Facebook.

A publicação anterior com mais engajamento de Lula também era uma foto de Stuckert, de 2021. Na imagem, o presidente aparece com a mulher, Rosângela Lula da Silva, a Janja.

Na época, ainda antes da eleição de 2022, a foto teve 65 milhões de visualizações, 4,6 milhões de menções, 19 milhões de curtidas e 7 milhões de compartilhamentos.

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, o resultado mostra que a diplomacia do século 21 é feita “nas redes sociais e nas mesas de negociação”.

“A foto publicada e amplamente visualizada é um exemplo claro da política como imagem, que mesmo sem legenda fala sobre o que aconteceu. O sorriso, a postura, o aperto de mão, tudo é simbólico”, disse.

A Quaest usou sua ferramenta QuaestScan para o mapeamento e analisou também os sentimentos do público. Dos comentários analisados, 54% foram neutros, 26% positivos e 20% negativos.

“É resultado da guerra de narrativas. A direita tentando emplacar a menção a Bolsonaro, a esquerda tentando comemorar a virada e a maioria observando”, disse Nunes, em referência às citações ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a reunião.

O instituto também fez a comparação com a foto do ex-presidente Barack Obama (Partido Democrata) com a sua mulher, Michelle Obama, de janeiro de 2012. A publicação alcançou 63 milhões de visualizações, além de 2,8 milhões de menções, 3,9 milhões de curtidas e 1,4 milhão de compartilhamentos.

O encontro de Kuala Lumpur foi considerado amistoso pelos 2 lados, com o presidente norte-americano mais ouvindo do que falando, segundo autoridades brasileiras que acompanharam a conversa.

A reunião durou 45 minutos e terminou sem que Trump anunciasse a revogação das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. O republicano, porém, aceitou discutir uma revisão das taxas.

Lula pediu a suspensão das tarifas e das punições da Lei Magnitsky ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e à mulher dele, Viviane Barci de Moraes.

O presidente brasileiro classificou a conversa como “franca e construtiva”. Já Trump disse que deve firmar acordos comerciais depois do encontro bilateral.

Poder360

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Polícia

Megaoperação contra o Comando Vermelho deixa quatro suspeitos mortos no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução/TV Globo

Cerca de 2.500 agentes das forças de segurança do Rio de Janeiro realizam, nesta terça-feira (28), uma grande operação contra o Comando Vermelho (CV), com o objetivo de prender cerca de 100 traficantes. Até o momento, quatro suspeitos morreram em confronto — dois da Bahia, um do Espírito Santo e outro de origem não informada.

A ação, parte da Operação Contenção, foca nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte, onde líderes da facção se refugiam. Traficantes reagiram com barricadas em chamas, tiros e lançamento de bombas por drones, gerando colunas de fumaça visíveis de diferentes pontos da cidade. Até agora, nove homens foram presos, quatro deles baleados e internados no Hospital Estadual Getúlio Vargas, que também recebeu um homem em situação de rua atingido por bala perdida. A polícia apreendeu dois fuzis, uma pistola e nove motos.

A operação provocou impactos em serviços públicos: 26 escolas do Complexo do Alemão e 17 da Penha permaneceram fechadas, enquanto cinco unidades de saúde suspenderam atendimentos. Linhas de ônibus tiveram itinerários desviados por questões de segurança.

Além da Polícia Militar e da Polícia Civil, participam promotores do Ministério Público, com apoio de helicópteros, blindados, veículos de demolição e ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate. Pelo menos 30 dos alvos da operação são do Pará, após um ano de investigação conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE).

Com informações do G1

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Política

Quase 60% dos brasileiros querem mudar a forma de governar o país, diz Paraná Pesquisas

Lula
O presidente Lula: apenas 23% defendem que o modelo atual de governar o país seja mantido (Yasuyoshi CHIBA/AFP)
A ampla maioria dos brasileiros (quase 59%) gostaria que o próximo presidente da República mudasse de modo profundo a atual forma de conduzir o país, segundo levantamento feito entre os dias 21 e 24 de outubro pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta terça-feira, 28.

De acordo com a sondagem, 29% dos entrevistados afirmaram que o próximo governante deveria mudar “bastante” a forma atual de administrar o país, enquanto 28,9% disseram que gostariam que ele alterasse “totalmente” a maneira como o país é governado.

Entre os entrevistados, outros 17,1% afirmaram que o futuro presidente “fizesse poucas mudanças” na atual forma de governar o Brasil.

Apenas 23% responderam que que querem a “total continuidade” do jeito atual de governar o país. Outros 2% não souberam ou não quiseram opinar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na semana passada que vai tentar um quarto mandato em 2026.

Veja

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Política

Esquerdogata já havia sido condenada por desacato antes de nova prisão

A influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, voltou a se envolver em confusão com a Polícia Militar. Presa na madrugada de sábado (25) em Ribeirão Preto (SP) após desacatar agentes, ela já havia sido condenada em 2022 pelo mesmo crime, quando chamou policiais de “bostas” e pregou um adesivo do ex-presidente Lula em uma viatura.

A informação é da coluna do Tácio Lorran, do Metrópoles. Na ocasião anterior, segundo o Ministério Público, Aline e o advogado Fernando Ruas Guimarães chegaram a agredir os policiais com socos e unhadas após serem abordados em um bar. Em fevereiro deste ano, ambos foram condenados por desacato e desobediência, recebendo pena de 30 dias-multa. O processo segue em fase de recurso.

Agora, a militante, que soma mais de 800 mil seguidores e é filiada ao PT desde 2022, foi presa novamente por insultar e resistir à abordagem policial. De acordo com relatos da PM, Aline apresentava sinais de embriaguez e chegou a fazer comentários depreciativos sobre o salário e a forma de falar dos agentes.

Após passar a noite detida, a influenciadora foi liberada em audiência de custódia, mas deverá cumprir medidas cautelares, como evitar sair à noite e frequentar determinados locais. O advogado de defesa afirmou que ela está “abalada” com o episódio.

Com informações do Metrópoles

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Polícia

Operação mira jovem que incitava crimes contra crianças na internet

Foto: Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão contra um jovem em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, que incitava crimes pelas redes sociais. A ação aconteceu na manhã desta terça-feira (28).

A operação, deflagrava pela Delegacia de Crimes Cibernéticos (DECC), investiga um jovem de 18 anos que utilizava redes sociais para a prática de incitação ao crime contra mulheres, crianças e homossexuais.

“Apreendemos alguns dispositivos eletrônicos dele para verificar se ele praticou algum daqueles crimes que ele instigava outras pessoas a cometer, se ele fez alguma vítima em relação a esses grupos que ele apresentava esse discurso de ódio nas redes sociais”, explicou o delegado João Ricardo.

Ainda segundo a polícia, as investigações continuam na tentativa de identificar outras pessoas que atuavam com o jovem incitando a violência.

Com informações de MaisPB

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Brasil

Brasil e EUA seguem sem acordo para suspensão de tarifas após encontro entre Lula e Trump

Foto: Reprodução

O primeiro encontro oficial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump foi marcado por cordialidade, mas terminou sem avanço concreto nas negociações sobre o tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Mesmo assim, o governo do Brasil planeja enviar uma comitiva a Washington na próxima semana para dar continuidade às conversas. Segundo o Itamaraty, o diálogo entre as equipes já começou nesta segunda-feira (27), com foco na abertura de novas rodadas de negociação.

Durante a reunião, realizada em Kuala Lumpur, na Malásia, Lula afirmou estar otimista quanto à possibilidade de um entendimento com os Estados Unidos. O presidente destacou a importância do contato direto entre chefes de Estado, sem intermediários, para facilitar acordos comerciais. Trump, por sua vez, elogiou Lula e disse esperar uma “conclusão rápida”, mas admitiu incerteza sobre o desfecho das tratativas.

Apesar da falta de acordo, o tom amistoso entre os dois líderes foi visto como um avanço diplomático. O chanceler Mauro Vieira classificou o encontro como “muito positivo” e afirmou que há expectativa de tratar de forma setorial as tarifas impostas pelos EUA. Trump chegou a desejar feliz aniversário a Lula, que completou 80 anos na segunda-feira, reforçando o clima de cordialidade entre os dois.

A aproximação gerou otimismo no mercado financeiro brasileiro, com o Ibovespa batendo recorde de fechamento e o dólar em queda. Analistas veem no encontro uma oportunidade para reaproximação entre as duas maiores economias das Américas, após meses de tensão provocados pelas medidas tarifárias impostas a produtos brasileiros.

Com informações da CNN Brasil

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