O Itamaraty publicou, nesta segunda-feira (27), a primeira foto da reunião técnica entre representantes do Brasil e dos Estados Unidos para discutir um possível acordo que reduza o tarifaço imposto por Washington a produtos brasileiros. O encontro, realizado em Kuala Lumpur, na Malásia, deu continuidade ao diálogo iniciado entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.
Pela delegação brasileira participaram o chanceler Mauro Vieira, o secretário-executivo do Ministério da Indústria e Comércio, Márcio Rosa, e o assessor Audo Faleiro. Do lado americano, estiveram presentes o representante de comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent. As partes acertaram que uma nova rodada de negociações será feita em Washington, provavelmente na primeira semana de novembro.
De acordo com fontes do Planalto, os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) devem integrar a comitiva brasileira. A expectativa é que, após essa etapa, o governo tenha mais clareza sobre as demandas americanas — que ainda não foram oficialmente apresentadas pela Casa Branca.
Lula afirmou estar confiante em uma solução “em poucos dias” e brincou dizendo que, se houver entraves, ligará pessoalmente para Trump. O presidente americano, por sua vez, confirmou que a reunião foi “ótima”, mas ponderou: “Vamos ver o que acontece. No momento, eles estão pagando 50% de tarifa. Veremos se algo muda”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisou se retratar de fala (Evaristo Sá/AFP)
A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre “traficantes vítimas de usuários” rendeu o quarto maior volume em publicações e engajamentos nas redes sociais envolvendo o nome do chefe do Poder Executivo federal entre janeiro e 26 de outubro deste ano, segundo pesquisa da Brandwatch — e isso não foi nada bom para o presidente, que é candidato à reeleição em 2026.
De acordo com o estudo, foram 213 mil menções, com 529 milhões de alcance (pessoas que foram impactadas pelos posts), sendo que 87% das publicações foram negativas e apenas 13% positivas.
Na semana passada, na Indonésia, Lula afirmou que “os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também”. “Você tem uma troca de gente que vende porque tem gente que compra, de gente que compra porque tem gente que vende”, disse ao comentar a política do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de empreender uma guerra às drogas na América Latina.
A frase repercutiu mal, foi amplamente e imediatamente explorada pela oposição, o que obrigou o presidente a se explicar. No mesmo dia, o petista se retratou ao dizer que a frase foi “mal colocada” e que o seu governo combate o tráfico oriundo do crime organizado.
Ainda segundo o levantamento, a frase sobre “traficante vítima” só ficou atrás até o momento de três assuntos: tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump aos produtos importados do Brasil, pronunciamento em TV aberta e discurso na Organização das Nações Unidas (ONU). Esses três, no entanto, tiveram comportamento mais equilibrado entre menções positivas e negativas.
Movimentação nas redes relacionadas a Lula durante o ano (Brandwatch/Reprodução)
O estudo mostra também que os principais adversários políticos de Lula foram os que mais postaram sobre o assunto nas redes sociais. Entre eles, estão os senadores Sergio Moro (União-PR) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por exemplo. O ex-juiz da Lava-Jato publicou no X: “Segundo Lula, ‘os traficantes de drogas são vítimas dos usuários’. O pior é que ele pensa desse jeito mesmo, que os criminosos são vítimas da sociedade. Já falou bobagem equivalente ao comentar furto de celular e ao desprezar o combate à corrupção. Vai ver é por isso que quer garantir no projeto antifacção o direito à visita íntima dos presos”, disse.
Em meio ao crédito caro e à desaceleração da atividade econômica, a expectativa dos empresários do comércio para a economia brasileira está no pior patamar desde a pandemia, com queda nas projeções de contratações e investimentos.
É o que mostram dados de uma pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), que calcula o Índice de Confiança do Empresário do Comércio.
O levantamento aponta que, em setembro e outubro, 46% e 43,6% dos pesquisados projetavam piora para a economia brasileira, os maiores percentuais desde junho de 2020.
De acordo com João Marcelo Costa, economista da CNC, o principal fator que influenciou a alta do pessimismo é o fato de que a taxa de juros está no maior patamar em quase 20 anos, o que restringe o acesso a empréstimos por parte dos comerciantes.
“O empresário do comércio precisa se financiar, depende do fluxo de caixa para fazer contratações e investir. Quando os juros estão altos, ele precisa tomar capital de giro, o que fica mais difícil no cenário atual”, avalia.
Não por acaso, a pesquisa mostrou que as intenções de investimento recuaram para 99,1 pontos em outubro, abaixo do patamar neutro de 100 pela segunda vez consecutiva desde novembro de 2023. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve uma queda de 4,2%.
Entre os diferentes tipos de investimento, a retração mais expressiva ocorreu na intenção de contratar funcionários, que despencou de 121,1 pontos em junho para 112 pontos em outubro. A queda ante outubro do ano passado foi de 6,3%, e o recuo mensal, de 0,4%.
A intenção de investir na expansão do negócio também recuou para 93,4 pontos (queda mensal de 1,2% e anual de 5,7%), o que segundo Costa também evidencia o impacto da Selic elevada sobre o custo do crédito. A intenção de fazer estoques é o único tipo de investimento que teve alta, de 0,5% na comparação anual.
Além das taxas elevadas, outro fator que impacta a avaliação dos empresários do comércio, de acordo com o economista, é o elevado endividamento.
Dados da Peic, pesquisa sobre endividamento da CNC, revelam que o percentual de famílias que possuem contas em atraso alcançou 30,5% em setembro, o maior valor da série histórica.
“As pesquisas de atividade do IBGE já indicam que a economia começa a arrefecer, e nesse cenário as pessoas consomem menos. Há muitas famílias endividadas, que possuem menos renda disponível para consumir”, afirma Costa.
A retração na confiança do empresário com a economia futura alcançou todos os setores, mas o destaque foram as lojas de varejo de eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e decoração, material de construção e veículos. Nesse segmento, onde o consumo é mais impactado pelos juros altos, o índice se reduziu em 14,5% ante outubro do ano passado.
No caso de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos e de roupas, calçados e tecidos também houve quedas, de 10,6% e 9,1%, respectivamente, em relação ao mesmo mês de 2024.
O indicador total de confiança do comércio, que é formado também pela avaliação do cenário atual da economia brasileira (onde 77,4% dos comerciantes veem piora), alcançou 95,7 pontos em outubro, permanecendo abaixo de 100 pontos pelo segundo mês e registrando o menor nível desde maio de 2021. Entre julho e outubro, o índice acumulou queda de 10,3%.
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou três pessoas por integrarem uma associação criminosa voltada à introdução de cédulas falsas no comércio de Campina Grande (PB). A ação penal do MPF descreve um esquema articulado, com divisão de tarefas, planejamento logístico, uso de disfarces e movimentações financeiras voltadas à prática conhecida como ‘derramamento de notas’.
Segundo a denúncia, os acusados realizavam compras de baixo valor em estabelecimentos comerciais, utilizando cédulas falsificadas para receber troco em dinheiro verdadeiro. As notas apreendidas foram submetidas a perícia, que confirmou a falsidade e a alta qualidade do material, capazes de enganar o cidadão comum.
As investigações apontam que o grupo planejava as ações com antecedência, discutindo rotas, cidades e comércios mais propensos à prática criminosa. Eles se comunicavam por meio de mensagens e áudios trocados em aplicativos, inclusive em um grupo de WhatsApp criado poucos dias antes do crime. Conversas interceptadas revelaram planos de deslocamento para outras cidades — como João Pessoa (PB), Caicó (RN) e Natal (RN) — com o objetivo de expandir a atuação do esquema.
Para dificultar a identificação por câmeras de segurança, os acusados utilizavam disfarces, como óculos, chapéus e camisas diferentes. Imagens obtidas em um shopping de Campina Grande, onde parte das notas foi introduzida, confirmaram a chegada conjunta dos denunciados em um veículo que teria sido usado em outras ações semelhantes. As investigações também identificaram movimentações financeiras suspeitas em uma casa lotérica e transferências via PIX entre os envolvidos.
O MPF requer o recebimento da denúncia e a condenação dos acusados pelos crimes de associação criminosa e introdução de moeda falsa, conforme os artigos 288 e 289, parágrafo 1º do Código Penal.
Uma partida da 2ª divisão do Campeonato Paraibano de 2024 é alvo do Ministério Público da Paraíba (MPPB) pela suspeita de manipulação de resultados. O procedimento administrativo foi originado através de um encaminhamento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por intermédio de sua Unidade de Integridade do Futebol Brasileiro (UIFB).
A investigação apura irregularidades no jogo entre Picuiense x Desportiva Guarabira, realizado no dia 22 de agosto de 2024, no estádio Amigão, em Campina Grande. O confronto foi válido pela 1ª rodada da competição, na ocasião, a Desportiva Guarabira venceu por 3×1 e todos os gols foram marcados no segundo tempo.
A suspeita foi levantada por empresas especializadas em monitoramento de competições e mercados de apostas e que possuem parceria com a CBF.
O modus operandi descrito sugere a “efetivação de ganhos através cooptação de atletas profissionais para combinar a incidência de eventos determinados”, falseando o resultado da partida para garantir o êxito das apostas pré-determinadas.
Quatro em cada dez consumidores já desistiram de compras internacionais pela internet por causa do Imposto de Importação (II), a “taxa das blusinhas”, segundo uma pesquisa realizada pelo Nexus para a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Quatro em cada dez consumidores já desistiram de compras internacionais pela internet por causa do Imposto de Importação (II), a “taxa das blusinhas”, segundo uma pesquisa realizada pelo Nexus para a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Entre a população que tem o hábito de fazer esse tipo de compra, o porcentual de quem já desistiu de uma transação por causa da taxa aumentou de 13% em maio de 2024 para 38% em outubro. A razão dos que nunca desistiram caiu de 74% para 50% no mesmo período.
Dos que deixaram de fazer a compra por causa da “taxa das blusinhas”, 42% desistiram em definitivo. Outros 32% procuraram um produto similar, mas com entrega nacional. Já 14% foram a uma loja física, e 11% buscaram um produto parecido em outro site internacional.
Segundo a CNI, os números demonstram um impacto positivo para a indústria brasileira. “No entanto, o imposto ainda está em um patamar muito aquém do necessário para chegarmos a esse equilíbrio, pois a carga tributária de outros países é muito menor que a nossa”, diz o superintendente de Economia da entidade, Marcio Guerra, em nota.
Outros fatores
Além do Imposto de Importação, vários outros fatores também levaram a desistências de compras online, de acordo com a pesquisa. A proporção dos que desistiram por causa do ICMS atingiu 36% em outubro, considerando os consumidores que têm o hábito de fazer compras internacionais pela internet.
O custo do frete levou 45% dos consumidores habituais a desistir de uma compra. Outros 32% já abandonaram uma transação por causa da demora no prazo de entrega.
A pesquisa ouviu 2.008 pessoas de 16 anos ou mais, entre 10 e 15 de outubro, nas 27 Unidades da Federação (UFs). A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%.
A tentativa de legalizar cabines de bronzeamento artificial em João Pessoa (PB), por meio da Lei Municipal nº 15.465/2025, motivou a atuação do Ministério Público Federal (MPF) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A norma local, sancionada em fevereiro, autoriza o funcionamento do serviço e estabelece requisitos para a emissão de alvarás sanitários, em desacordo com a Resolução da Diretoria Colegiada nº 56/2009 da Anvisa, que proíbe a prática em todo o país por riscos à saúde.
Após a publicação da legislação municipal, o MPF solicitou manifestação da Anvisa sobre o tema e indicou a possibilidade de ação civil pública conjunta contra o município, caso houvesse concessão de licenças com base na nova lei. A agência reguladora respondeu que o serviço é ilegal e inconstitucional porque expõe a população à radiação ultravioleta associada ao aumento do câncer de pele.
Com base no entendimento técnico da Anvisa, o MPF requisitou informações à prefeitura de João Pessoa, que informou estar alinhada à orientação da Agência, não havendo previsão de concessão de autorizações para o funcionamento das cabines. Paralelamente, o Ministério Público Federal enviou ofício à Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) para verificar a existência de estabelecimentos oferecendo o serviço. A partir de indícios levantados, foram requisitadas providências à vigilância sanitária municipal.
A ação resultou na operação “Bronze Seguro”, realizada pela Gerência de Vigilância Sanitária de João Pessoa, com apoio da Agevisa e da Guarda Civil Metropolitana. Nos dias 11 e 12 de setembro, foram vistoriados 11 estabelecimentos e interditadas oito cabines que operavam de forma clandestina, muitas delas com equipamentos artesanais de radiação ultravioleta.
O procurador da República José Guilherme Ferraz da Costa destaca que o caso evidenciou a importância da atuação coordenada para assegurar a efetiva fiscalização diante da legislação municipal vigente. “As normas locais não podem ser mais permissivas do que a legislação federal, sobretudo considerando que o bronzeamento artificial está associado ao aumento de casos de câncer de pele”, observa.
A Vigilância Sanitária municipal informou ao MPF que manterá ações contínuas para coibir o funcionamento irregular de cabines de bronzeamento artificial, com instauração de processos administrativos e novas inspeções em todo o município. A população também poderá denunciar casos suspeitos por telefone, pelo aplicativo “João Pessoa na Palma da Mão” e pelos canais de ouvidoria, contribuindo para o monitoramento permanente e a prevenção de reaberturas irregulares
Usuários do Gmail foram alertados sobre uma violação massiva de dados que expôs mais de 183 milhões de senhas e endereços de e-mail de diversos provedores. O especialista australiano em cibersegurança Troy Hunt, criador do site Have I Been Pwned, revelou nesta segunda-feira que 3,5 terabytes de informações foram comprometidos em um dos maiores vazamentos já registrados.
Segundo Hunt, a base de dados contém credenciais associadas a vários serviços online, incluindo Gmail, Yahoo, Outlook e outros provedores populares.
— Todos os principais provedores têm endereços de e-mail lá. Eles vêm de todos os lugares que você possa imaginar, mas o Gmail sempre aparece em grande destaque — afirmou o especialista ao Daily Mail.
Como saber se sua senha foi roubada
Os usuários foram orientados a verificar se suas contas foram afetadas acessando o site Have I Been Pwned, plataforma que permite checar se um e-mail esteve envolvido em alguma violação nos últimos dez anos.
Caso o endereço apareça entre os comprometidos, a recomendação é alterar imediatamente a senha e ativar a autenticação de dois fatores (2FA) para adicionar uma camada extra de segurança.
O alerta não se restringe apenas ao e-mail. Segundo Hunt, senhas reaproveitadas em outros serviços — como Amazon, Netflix e eBay — também podem ter sido comprometidas. “Os registros dos ladrões expõem as credenciais que você insere nos sites que visita e depois faz login”, explicou o especialista.
De acordo com a investigação, a exposição dos dados aconteceu em abril de 2025, mas só foi divulgada agora, após o cruzamento de informações encontrado em fóruns e bases de dados da dark web.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desejou feliz aniversário ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da SIlva, que completa 80 anos nesta segunda-feira (27), chamando o líder de “muito vigoroso”.
“E feliz aniversário. Quero desejar feliz aniversário ao presidente, ok? Hoje é o aniversário dele. Ele é um cara muito vigoroso, na verdade, e foi muito impressionante, mas hoje é o aniversário dele, então feliz aniversário.”
Conversando com repórteres, a bordo do Air Force One, a caminho do Japão, o americano afirmou também que teve uma “boa reunião com Lula”. Os líderes conversaram por quase uma hora na Malásia, no domingo (26).
Ainda durante o voo, Trump disse que estava incerto sobre as perspectivas de um acordo. “Não sei se algo vai acontecer, mas veremos”, expressou ele.
Os dois foram à Malásia para participar da 47ª reunião de cúpula da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático).
A reunião foi articulada durante semanas por integrantes dos governos dos dois país, desde que os presidente se encontraram brevemente durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, em setembro.
Os Estados Unidos impuseram tarifas de 50% sobre produtos brasileiros em retaliação à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Lula disse que as decisões recentes tomadas pelos Estados Unidos contra o Brasil foram “incorretas”.
No entanto, ele disse que estaria disposto a discutir qualquer questão com Trump e também a ajudar os Estados Unidos na questão da Venezuela.
“Eu disse a ele que era extremamente importante levar em conta a experiência do Brasil como o maior país da América do Sul, como o país economicamente mais importante, que tem quase toda a América do Sul como vizinha”, disse Lula.
O influenciador Gefferson Willian dos Santos, que se apresentava nas redes sociais como “Rei do Fuá”, foi morto com ao menos 17 tiros em frente a residência em que morava, no Bairro Sol Nascente, na cidade de Brejo Santo, no interior do Ceará, na noite deste domingo (26).
Segundo testemunhas, o influenciador chegava em casa de carro, na Rua Aristides Nezinho, quando foi atacado por um criminoso em uma moto, que atirou no vidro do motorista. Ele ainda tentou sair pela porta do passageiro para fugir, mas foi atingido por outros disparos e morreu no local.
O g1 questionou a Secretaria da Segurança Pública sobre a investigação do caso e se o criminoso foi preso, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Rei do Fuá possui 16 mil seguidores no Instagram, onde costumava fazer postagens de fofocas e críticas a políticos, empresários e outras personalidades de Brejo Santo e municípios vizinhos.
Em janeiro deste ano, o influenciador denunciou em seu perfil que havia sofrido um atentado, com 30 tiros disparados contra a casa e o carro dele. Na ocasião, ele chegou a postar imagens do veículo atingido pelos tiros.
O influenciador era considerado uma pessoa polêmica na região. Ele era réu na Justiça por difamação e também possuía outros processos por calúnia.
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