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DE NOVO: Quase metade da bancada paraibana “some” durante análise de cassação de Carla Zambelli

Pela segunda vez na semana, metade da bancada paraibana sumiu durante análises de temas importantes. Desta vez, os parlamentares se ausentaram da votação do pedido de cassação da deputada federal Carla Zambelli, que acabou não prosperando por falta de votos.

Foram 227 votos a favor da cassação e 170 votos contra. Eram necessários 257 votos para que o mandato fosse cassado. A sessão ainda teve 10 abstenções. 105 deputados estavam ausentes. Com o resultado, o processo foi arquivado.

Dos doze deputados paraibanos, apenas cinco votaram: Aguinaldo Ribeiro (PP), Mersinho Lucena (PP), Gervásio Maia (PSB) e Luiz Couto (PT) pela cassação. Apenas Cabo Gilberto (PL) votou pela manutenção do mandato. Romero Rodrigues (Podemos) se absteve.

Os ausentes: Damião Feliciano (União), Murilo Galdino (Republicanos),, Ruy Carneiro (Podemos), Wellington Roberto (PL) e Wilson Santiago (Republicanos). Hugo Motta (Republicanos) não votou pois está na condição de presidente da casa.

Blog do BG PB 

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Paraíba

Aeroporto de João Pessoa registra atrasos em vôos após mau tempo em São Paulo

Aeroporto de João Pessoa| Aena Brasil

O Aeroporto Internacional de João Pessoa registrou atrasos em dois voos nessa quarta-feira (10), resultado de uma cadeia de cancelamentos provocada por fortes rajadas de vento que paralisaram parte do tráfego aéreo em São Paulo..

A confusão começou quando ventos superiores a 90 km/h atingiram o Aeroporto de Congonhas, provocando o cancelamento de 167 voos até as 19h — 80 chegadas e 87 partidas — e obrigando companhias a alternar rotas, atrasar partidas e adiar chegadas. No Aeroporto de Guarulhos, outros 31 voos foram redirecionados para aeródromos alternativos.

Relatos de passageiros apontam demora para estacionamento das aeronaves e lentidão no desembarque, com falta de escadas de acesso imediatas após o pouso. As companhias LATAM e Gol justificaram as mudanças com a gravidade das condições meteorológicas. A empresa GRU Airport informou que as operações de chegada em Guarulhos voltaram gradualmente após a melhora do clima, mas alertou que os passageiros devem entrar em contato com as empresas para confirmar o status dos voos.

Diante do cenário, a recomendação é buscar confirmação da situação com antecedência e manter o plano de viagem flexível. A expectativa é que os remanejamentos e atrasos repercutam ao longo do dia.

g1

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Política

Câmara recua em cassação e impõe suspensão de 6 meses ao mandato de Glauber Braga

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados decidiu suspender por seis meses o mandato do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), em votação realizada nessa quarta-feira (10). O placar foi de 318 votos a 141. A pauta inicial previa a cassação definitiva, que tornaria o parlamentar inelegível por oito anos, mas um destaque apresentado alterou a pena após articulação que indicava que não haveria votos suficientes para a cassação.

A decisão ocorre um dia depois de Glauber ter sido retirado à força da cadeira da presidência da Casa, onde realizava um protesto pacífico contra o julgamento de seu próprio processo. O plenário rejeitou a tentativa de retirar o caso da pauta. Antes da votação, o deputado afirmou que seguiria defendendo suas posições: “Eu estou deputado federal. Sou militante socialista e serei por toda a minha vida”.

A suspensão surgiu como alternativa construída entre parlamentares, diante do impasse. O processo contra Glauber estava parado desde abril, quando o Conselho de Ética recomendou a perda do mandato por suposta agressão a um militante do MBL em 2024. O caso envolveu um chute, que o deputado nega ter sido agressão deliberada, alegando ter sido provocado com ofensas pessoais enquanto vivia o luto pela morte da mãe.

Com a decisão, Glauber mantém o mandato, mas ficará afastado de todas as atividades legislativas pelos próximos seis meses, enquanto o PSOL avalia as medidas políticas e jurídicas que adotará após o resultado.

A informação é do R7

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Judiciário

Justiça derruba norma que flexibiliza Lei do Gabarito, em João Pessoa

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba declarou, na tarde desta quarta-feira (10), a inconstitucionalidade da norma proposta pela Prefeitura de João Pessoa que modifica as regras da Lei do Gabarito, responsável pelos limites de altura e ocupação dos prédios na orla marítima da capital paraibana. Depois do pedido de vista, o julgamento foi retomado com o voto do desembargador Joás de Brito que julgou a lei inconstitucional.

“Essa flexibilização de padrões urbanísticos e ambientais, de fato, configura um manifesto indiscutível retrocesso, fulminando o postulado da proibição do retrocesso ambiental, que decorre da interpretação sistemática dos direitos fundamentais e se impõe ao legislador no sentido de progressividade de tutela socioambiental, representando a diminuição do nível de proteção ambiental e paisagística que historicamente caracteriza a Orla de João Pessoa e que encontra guarida na Constituição Estadual”, examinou o desembargador.

“Como deveras sabido, a competência municipal para legislar sobre uso e ocupação do solo, embora autônoma, não é absoluta. Deve ser exercida em harmonia com as normas estaduais e federais e, sobretudo, em conformidade com o dever de progressividade na proteção ambiental”, complementou o magistrado.

Joás, porém, divergindo do relator da ação, Carlos Martins Beltrão, desconsiderou que a Lei de Ocupação e Uso do Solo (LOUS) não foi debatida, avaliando que a proposta foi “amplamente discutida” com movimentos sociais e especialistas na área ambiental.

Em seguida, o desembargador Aluízio Bezerra Filho, que também pediu vista, seguiu o entendimento de Joás de Brito e também rejeitou a tese de que a LOUS não foi dialogada com a sociedade civil. No entanto, entendeu que a norma da Prefeitura de João Pessoa é inconstitucional, mas votou para manter os alvarás das construções dos prédios expedidos até a data da publicação do acórdão.

Com base no argumento do colega, o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos mudou o seu voto quanto ao vício formal e reconheceu que a lei foi municiada de “muitos detalhes e muita participação popular”.

“Ele [o desembargador Aluízio Bezerra Filho] citou cinco ou seis atos populares que eu desconhecia. E me convenci que não há vício formal”, citou Márcio Murilo.

Por fim, o desembargador João Batista Barbosa se absteve de votar por não ter presenciado o voto dos demais desembargadores que compõem o Colegiado.

Como votou o relator da ação

O relator da ação, desembargador Carlos Martins Beltrão, votou pela inconstitucionalidade da lei. Além dele, foram favoráveis ao pedido do Ministério Público da Paraíba os desembargadores Márcio Murilo da Cunha Ramos, Saulo Benevides, João Benedito da Silva, Carlos Eduardo Leite de Lisboa, Leandro dos Santos, Oswaldo Trigueiro do Vale Filho, Francisco Seráphico, Ricardo Vital de Almeida, Túlia Neves e o presidente do TJPB, Fred Coutinho.

“A norma impugnada ao flexibilizar a proteção ambiental da zona costeira, cosubstancia uma afronta direta aos preceitos constitucionais que impoem o direito de defender e presevar o meio ambiente, bem como o princípio da vedação do retrocesso socioambiental. A atuação deste Tribunal de Justiça é imperativa para reestabelecer a ordem e garantir a prevalência do interesse público ambiental sobre interesses particulares”, declarou o relator da ação Carlos Martins Beltrão.

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Brasil

Trabalhadores da Petrobras aprovam greve a partir de segunda

Trabalhadores vinculados à FUP (Federação Única dos Petroleiros) aprovaram nesta quarta-feira (10) uma greve nacional a partir da 0h de segunda-feira (15). A decisão ocorre após a Petrobras apresentar uma contraproposta para o ACT (acordo coletivo de trabalho) considerada insuficiente pelos petroleiros.

Os sindicatos irão notificar a empresa sobre a paralisação na sexta-feira (12). Segundo a FUP, as votações continuam até quinta-feira (11), mas as aprovações já são suficientes para deflagrar a greve.

Também está prevista uma vigília de aposentados e pensionistas em frente ao Edifício Senado, sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, nesta quinta. A Petrobras foi procurada, mas não respondeu até a publicação deste texto.

Para a FUP, a contraproposta da Petrobras não atende os três eixos aprovados pela categoria: a retomada de direitos retirados em gestões anteriores, distribuição mais justa dos resultados da companhia e o fim dos PEDs (Planos de Equacionamento de Déficit) da Petros, fundo de pensão dos funcionários da estatal.

A entidade também critica o reajuste proposto de 0,5%, abaixo do concedido por outras estatais.

Sindicatos vinculados à FNP (Federação Nacional dos Petroleiros), outra federação que representa trabalhadores do setor, decidirão, até quiinta, se aderem à paralisação.

A FUP representa em torno de 25 mil empregados e opera 61% das unidades da Petrobras, enquanto a FNP opera 80% da extração de petróleo do país e representa mais de 50 mil trabalhadores.

Segundo a FNP, as negociações com a Petrobras somam 103 dias e não houve avanço quanto ao trabalho remoto ou melhorias para aposentados e pensionistas. “Por isso, a FNP mantém o indicativo de greve”, afirmou o secretário-geral da entidade, Eduardo Henrique.

A última paralisação da categoria ocorreu em março deste ano, com duração de 24 horas. Os trabalhadores criticavam a redução dos dias em home office e diminuição da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e cobravam a contratação de funcionários, criação de plano integrado de carreiras e melhores condições para prestadores de serviços.

COMO DEVE SER A PARALISAÇÃO

A mobilização pode afetar plataformas e as refinarias. “A greve é por tempo indeterminado. A depender de quanto continuar, pode afetar a produção de petróleo”, diz Eduardo Henrique, da FNP.

Após aprovar a greve nas assembleias, as entidades irão notificar a Petrobras para que um plano de contingência seja negociado. Nele, são definidos quantos funcionários serão necessários para manter as operações essenciais em andamento.

A Petrobras costuma ter equipes de contingência para diminuir o impacto de greves em suas operações, principalmente no curto prazo. Essas equipes costumam ser formadas por profissionais em cargos de gestão, direção, chefia ou confiança.

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Brasil

Em votação relâmpago, Comissão do Senado aprova fim da escala de trabalho 6×1

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A CCJ do Senado aprovou nesta quarta-feira (10/12) a PEC 148/2025, que reduz a jornada semanal e põe fim à escala 6×1. O texto limita o trabalho a até oito horas por dia e 36 horas por semana, distribuídas em até cinco dias, sem corte de salário.

A proposta garante repouso semanal remunerado de, no mínimo, dois dias, preferencialmente aos sábados e domingos. Agora, segue para votação no plenário do Senado.

Apresentada por Paulo Paim (PT-RS) e relatada por Rogério Carvalho (PT-SE), a PEC tramita desde 2015 e foi incluída extrapauta na sessão desta quarta. O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), defendeu a votação afirmando que o tema já foi amplamente debatido em três audiências públicas.

A discussão sobre a redução da jornada também avança na Câmara, onde o tema vem sendo analisado pela Comissão de Trabalho.

Com informações de Metrópoles

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Polêmica

Paraíba lidera aumento de estupros; MP cobra medidas urgentes

O Ministério Público da Paraíba instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e pressionar pela implantação do Registro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, previsto na Lei Federal nº 15.035/2024, mas ainda não operacional. A iniciativa é do 9º promotor de Justiça de João Pessoa, Ricardo Alex Almeida Lins, que aponta um “cenário alarmante” de violência sexual no estado.

Dados do MPPB mostram que a Paraíba registrou aumento de 111,2% nos casos de estupro de vulnerável em 2024, subindo de 418 para 883 vítimas, sendo 789 mulheres. Os casos de estupro também cresceram 54,6%. Segundo o promotor, a Paraíba teve a maior variação percentual do país em crimes sexuais contra mulheres, enquanto 70% da exploração infantil ocorre dentro de casa e menos de 8% dos casos são denunciados. “Esses números representam vidas destruídas e demonstram a urgência de ações concretas e eficazes”, afirmou.

Criado para reunir dados sobre condenados por crimes sexuais — incluindo nome, CPF, classificação criminal e obrigatoriedade de monitoramento eletrônico — o Registro Nacional deveria estar ativo desde novembro de 2024. O CNJ instituiu um grupo de trabalho em maio deste ano para regulamentá-lo, mas, até agora, nenhum avanço foi divulgado. “É inadmissível que uma lei tão relevante permaneça no papel. Cada dia de inércia é um dia a mais de risco para nossas crianças”, disse o promotor.

O MPPB já oficiou o CNMP, o Tribunal de Justiça, a Corregedoria, a Secretaria de Segurança e a Polícia Civil solicitando informações sobre o andamento do cadastro, sistemas estaduais existentes e dados atualizados sobre crimes sexuais. O órgão afirma que seguirá cobrando respostas e reforça que o registro é uma ferramenta essencial para prevenção, investigação e proteção das vítimas.

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Judiciário

TJ afasta juiz Josivaldo Félix após denúncia de favorecimento em sentenças na PB

O Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu, nesta quarta-feira (10), receber a denúncia e afastar cautelarmente, por 180 dias, o juiz Josivaldo Félix de Oliveira. A decisão atende a um pedido do Ministério Público, que acusa o magistrado de favorecer interesses de terceiros em processos sob sua responsabilidade, em supostos atos ocorridos entre 2017 e 2018.

O relator do caso, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle, classificou as condutas atribuídas ao juiz como de “brutal gravidade” e votou tanto pelo recebimento da denúncia quanto pelo afastamento. A maioria da Corte acompanhou o voto. Dois desembargadores — Onaldo Rocha e João Batista Barbosa — defenderam apenas o recebimento da denúncia, sem o afastamento.

A investigação aponta que o magistrado teria mantido contatos telefônicos frequentes com Sandra Maria Diniz, Ozní Pereira de Oliveira Silva e Marcus Paulo Gouveia da Costa Freire, supostamente para tratar de medidas processuais. O Ministério Público já obteve a quebra do sigilo bancário dos investigados como parte das diligências.

O procedimento continua em andamento, e o MP solicitou prorrogação de 60 dias para concluir análises técnicas e decidir se apresenta nova denúncia, pede arquivamento ou requisita novas diligências.

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Judiciário

Entenda como o PL da Dosimetria aprovado pela Câmara pode derrubar penas de Bolsonaro e aliados

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Câmara aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o PL da Dosimetria — projeto que muda as regras das penas para os réus dos chamados “atos golpistas” e que pode reduzir significativamente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados próximos. O texto agora segue para o Senado, onde a votação deve ocorrer já na próxima quarta (17), em regime de aceleração total, segundo informações do G1.

O projeto une dois crimes hoje aplicados pelo STF: o de golpe de Estado e o de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Na prática, o crime mais grave passa a “engolir” o outro, diminuindo o tempo total de condenação.

A proposta também facilita a saída do regime fechado, reduzindo o tempo mínimo de cumprimento de 1/4 para apenas 1/6 da pena — mecanismo que pode antecipar a ida de Bolsonaro para o semiaberto.

Outro ponto que pesa a favor dos condenados é a possibilidade de descontar parte da pena com dias trabalhados durante períodos em que usaram tornozeleira eletrônica. A cada três dias de trabalho, um dia é abatido da condenação, segundo o parecer aprovado.

Se virar lei, o PL pode derrubar os atuais cálculos da Vara de Execuções Penais, que projetam Bolsonaro no semiaberto só em 2033. Pelas novas regras, ele ficaria mais 2 anos e 4 meses no regime fechado.

Generais Braga Netto e Augusto Heleno, além do deputado Alexandre Ramagem — hoje foragido nos EUA —, também seriam beneficiados. Nos bastidores, aliados de Lula comemoram; já a oposição alerta para o efeito político explosivo da mudança.

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Política

Senado peita Gilmar e tenta frear “superpoder” que blindaria ministros do STF

Foto: STF

O Senado resolveu enfrentar o STF e pediu, nesta quarta-feira (10), que o Supremo suspenda a decisão do ministro Gilmar Mendes que, na prática, dificulta qualquer tentativa de impeachment contra ministros da própria Corte. A liminar de Gilmar mudou a Lei do Impeachment, de 1950, e tirou do cidadão comum o direito de denunciar magistrados por crime de responsabilidade — deixando essa função exclusiva para o procurador-geral da República.

Além disso, o ministro elevou o número de votos necessários para abrir um processo de impeachment: saiu da maioria simples e passou para dois terços dos senadores, um patamar quase inalcançável no cenário político atual.

Para o Senado, essa mudança unilateral cria insegurança jurídica e interfere diretamente em um projeto que já tramita no Congresso para atualizar as regras de impeachment.

No pedido enviado ao STF, a Casa quer que a decisão de Gilmar seja suspensa até que os parlamentares votem o novo texto na Comissão de Constituição e Justiça. O Senado também pede que o STF cancele a sessão marcada para esta sexta (12), quando a Corte iria confirmar ou derrubar a liminar — o que, segundo senadores, poderia atropelar o trabalho legislativo.

A advocacia do Senado afirmou que a intervenção do ministro cria “zonas de dúvida” e pode gerar “assimetria” nas regras enquanto o Congresso finaliza um novo projeto.

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