Economia

Fim da escala 6×1 pode reduzir PIB, renda, empregos e empresas, diz estudo do FGV Ibre

Foto: reprodução/Wikipedia

O fim da escala 6×1 e a implementação de jornada de trabalho de 36 horas semanais em discussão no Congresso Nacional podem gerar uma redução do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 6,2% se forem adotadas de forma imediata, sem regras de transição ou instrumentos para diminuição do impacto no mercado de trabalho.

A simulação ainda avalia que o custo da proposta sem adoção de ferramentas para atenuar o impacto da redução de jornada pode ocasionar em queda de renda per capita, fechamento de empresas e até mesmo perda de empregos.

Os efeitos foram apurados por um estudo do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) assinado pelos professores Fernando de Holanda Barbosa Filho e Paulo Peruchetti.

Os pesquisadores usaram bases de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), considerando apenas a mão de obra como fator de produção e levando em conta o valor agregado à economia (que inclui informações do mercado formal e informal).

“É um exercício sobre os efeitos que as empresas podem enfrentar se nenhum instrumento for adotado para amenizar o aumento de custo de mão de obra que pode ocorrer de um dia para o outro”, explicou Barbosa Filho.

Atualmente, três PECs estão em debate no Congresso. A mais recente está na Câmara e implementa a jornada 4×3 sem transição (totalizando 36 horas por semana). Também na Câmara, outra proposta já tramita desde 2019 e prevê a diminuição gradual da jornada atual de 44 horas semanais num prazo de 10 anos até alcançar as 36 horas.

A proposta mais antiga é do Senado Federal. Ela está pronta para votação no plenário (sem data marcada) e determina redução imediata para 40 horas semanais (escala 5×2). E nova queda escalonada em quatro anos até 36 horas semanais (4×3).

Perdas

Com base em dados de 2024, o estudo apurou que o custo da hora trabalhada pode crescer 22%, se comparado ao pago na jornada de 44 horas por semana.

A queda na geração de riqueza varia entre os segmentos da economia e estão quantificados sem a previsão de ganhos de produtividade no período.

Os setores com maior perda de valor agregado com a adoção da nova jornada são: transportes (-14,2), indústria extrativa (-12,6%), comércio (-12,2%), Siup (serviços industriais de utilidade pública, -10,6%) e serviços de informação e comunicação (-10,5%).

O trabalho do FGV Ibre chama atenção para a dificuldade de se contar com ganhos de produtividade para ajudar na recomposição de custos das empresas.

É que entre 2012 e 2024, segundo o IBGE, a taxa nacional de crescimento da produtividade horas do trabalho foi zero. A estagnação no país se repetiu entre 2018 e 2024 e dos 12 segmentos pesquisados apenas Siup (5%), agropecuária (3,3%), construção (1,8%) e outros serviços (1,2%) alcançaram taxas positivas.

Com base no crescimento histórico dos ganhos de produtividade, apenas a agropecuária conseguiria compensar a perda de valor agregado com o aumento no custo de mão de obra.

E mesmo quando a simulação projeta um crescimento de 2% na produtividade hora do trabalho, apenas 2 dos 12 segmentos iriam alcançar a compensação.

Mão de obra

Os pesquisadores ainda apontam alguns impactos para a mão de obra. A redução de horas trabalhadas no comércio pode afetar a remuneração de quem recebe comissões por vendas.

Com base em dados oficiais, o estudo apontou que os trabalhadores com maior escolaridade (nível médio completo/superior incompleto e superior completo) seriam os beneficiados com aumento real de salário.

Pelos dados de 2024, esses grupos têm jornadas semanais maiores (39,3 e 38,9) enquanto trabalhadores sem instrução ou com fundamental incompleto já estão próximos da futura jornada (36,2).

Fernando de Holanda lembra que, na Constituição de 1988, o Brasil reduziu a jornada de trabalho máxima de 48 horas para 44 horas semanais. Apesar do corte grande, não houve ganhos de produtividade com a medida.

CNN Brasil

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Polícia

Falsos policiais invadem casa e matam homem a tiros na frente dos filhos, em Bayeux

Um grupo de criminosos executou um homem com vários tiros, na madrugada desta quarta-feira (18).

Os suspeitos invadiram uma residencia no bairro Jardim São Vicente, em Bayeux.

A Polícia Militar foi acionada após vizinhos ouvirem disparos de armas de fogo e, ao chegar no local, encontraram o homem morto.

Segundo relato de moradores, um grupo suspeito teria invadido a residência, dizendo ser policiais. Pouco tempo depois, foram ouvidos os sons de tiros.

A polícia segue com as investigações para identificar os autores e a motivação do crime.

Blog do BG PB 

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Polícia

PF vai ouvir servidores suspeitos de vazamento de dados fiscais ligados ao STF

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Servidores da Receita Federal do Brasil e do Serpro suspeitos de envolvimento em vazamento de dados fiscais de autoridades serão ouvidos pela Polícia Federal nos próximos dias. A investigação apura acessos irregulares a informações sigilosas, incluindo dados de familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do Metrópoles. Na terça-feira (17), quatro investigados foram alvo de mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A próxima etapa inclui depoimentos à PF, que tenta identificar se a quebra de sigilo fiscal teria sido encomendada para eventual venda das informações a terceiros. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, após pedido da Procuradoria-Geral da República, dentro do chamado inquérito das fake news.

Segundo o Supremo, os servidores investigados são Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes. As apurações apontam que dados fiscais da esposa do ministro Moraes, Viviane Barci de Moraes, além de informações de parentes de outros magistrados, teriam sido acessados sem autorização.

Além das buscas, foram impostas medidas cautelares, como afastamento das funções públicas, uso de tornozeleira eletrônica, proibição de acesso aos sistemas da Receita e do Serpro, recolhimento domiciliar noturno e impedimento de deixar o país. Também houve determinação para entrega de passaportes e restrições migratórias.

Paralelamente, a Receita Federal deverá enviar ao STF um relatório detalhado com todas as consultas realizadas envolvendo ministros da Corte e familiares diretos. Em nota, o órgão afirmou que não tolera desvios relacionados ao sigilo fiscal e destacou que seus sistemas são rastreáveis, permitindo identificar e punir eventuais irregularidades.

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Polícia

Mulher morre após ser empurrada de cima de uma moto pelo namorado, em Baía da Traição

(TV Correio/Reprodução)

A jovem Rayla Cavalcante, de 21 anos, morreu após cair de uma moto, nessa segunda-feira (16), em Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano. Após ser preso, o namorado dela confessou ter empurrado a companheira por conta de uma discussão do casal.

A partir de agora, o caso passa a ser tratado como feminicídio. O delegado Sylvio Rabello, da Polícia Civil, explicou que durante o interrogatório o rapaz entrou em contradição sobre o que teria ocorrido no momento da queda de Rayla da moto.

“Ele disse que a moça estava na garupa e caiu de forma acidental e, em uma segunda vez, disse que tinha caído em um buraco. Tomamos conhecimento durante as diligências que eles estavam brigando e ele mesmo, após um longo interrogatório, confessou que havia brigado com a moça e a empurrou”, disse o delegado.

Após o interrogatório, o namorado da vítima foi conduzido da delegacia de Baía da Traição para a delegacia de Mamanguape, para aguardar a audiência de custódia.

Portal Correio

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Brasil

Planalto vê impacto negativo no desfile em homenagem a Lula e tenta conter desgaste

Foto: Marcelo Theobald

A repercussão do desfile da Acadêmicos de Niterói provocou desconforto dentro do próprio governo. Avaliações internas no Palácio do Planalto indicam que a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve impacto negativo, especialmente junto ao público evangélico — segmento que o PT tenta reconquistar desde a última eleição.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. De acordo com relatos de dirigentes petistas, levantamentos e monitoramentos internos apontaram rejeição ao conjunto do desfile. O maior incômodo teria sido uma ala que representava a chamada “família tradicional” dentro de uma lata de conservas, interpretação vista por integrantes do governo como prejudicial à estratégia de aproximação com eleitores conservadores. Nos bastidores, lideranças admitem que o episódio dificultou pontes que vinham sendo construídas com lideranças religiosas.

Um ministro ouvido reservadamente chegou a afirmar que a alegoria seria a demonstração de que o governo não interferiu na concepção artística da escola. A avaliação é que, se houvesse participação direta do Planalto, o tom adotado teria sido diferente para evitar ruídos com setores mais sensíveis do eleitorado.

Diante da repercussão, o PT iniciou movimento para reduzir a temperatura do debate. O presidente da legenda, Edinho Silva, afirmou que a escola teve total autonomia criativa e classificou como descabidas as tentativas de responsabilizar Lula pelo conteúdo apresentado na avenida. Segundo ele, o presidente mantém respeito pelas comunidades evangélicas e suas lideranças.

Apesar da tentativa de contenção, o episódio ampliou o debate político nas redes sociais e expôs, mais uma vez, o desafio do governo em equilibrar sua base progressista com o diálogo junto a setores conservadores do país.

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Brasil

Lula aprova reajuste do Legislativo, mas barra penduricalhos e ganhos acima do teto

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o reajuste salarial para servidores do Legislativo federal — incluindo Câmara, Senado e também o Tribunal de Contas da União — mas vetou dispositivos que permitiriam pagamentos extras acima do teto constitucional. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18).

Com a sanção, passam a valer mudanças na estrutura das carreiras, como a criação da Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico, que substitui modelos anteriores de bônus e passa a ter natureza remuneratória, submetida ao limite salarial do funcionalismo. Também foi reconhecido o caráter de carreiras de Estado para os servidores envolvidos, além da ampliação de cargos e funções no TCU.

Apesar disso, o presidente vetou pontos considerados sensíveis, como mecanismos que poderiam gerar aumento automático de despesas nos próximos anos. Entre os trechos barrados estão reajustes escalonados previstos para 2027, 2028 e 2029, pagamentos retroativos continuados e a criação de licença compensatória que poderia ser convertida em dinheiro — prática vista como brecha para ultrapassar o teto constitucional, atualmente fixado em cerca de R$ 46,3 mil mensais.

Segundo o Palácio do Planalto, a decisão teve como base a Lei de Responsabilidade Fiscal, que impede a criação de novas despesas obrigatórias sem previsão de execução dentro do próprio mandato presidencial. A avaliação do governo é que manter esses dispositivos poderia comprometer o equilíbrio fiscal nos próximos anos.

A sanção com vetos ocorre em meio ao debate sobre gastos com pessoal no serviço público e aumenta a pressão política no Congresso, já que parlamentares poderão tentar derrubar parte das restrições impostas pelo Executivo nas próximas sessões.

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Paraíba

VAZIOS: Paraíba tem nove açudes secos e quase 40 em situação crítica; veja lista



					Paraíba tem nove açudes secos e quase 40 em situação crítica; veja lista
Paraíba tem nove açudes secos e quase 40 em situação crítica – Foto: Beto Silva / TV Paraíba.

A Paraíba tem nove açudes totalmente vazios e 39 em situação crítica, com o nível de água abaixo dos 10% da capacidade total, de acordo com dados levantados junto à Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB).Veja a lista da situação dos açudes abaixo.

De acordo com o levantamento, nove açudes estão completamente vazios: os reservatórios localizados nos municípios de São Mamede, Desterro e Conceição; dois em Teixeira; dois em Gurjão; além dos açudes de São José dos Cordeiros e Picuí. Todos operam com 0% da capacidade de armazenamento.

Outros 39 reservatórios em situação crítica estão com capacidade entre 0,1%, como é o caso do açude em Taperoá, e 9,81%, como é o caso do reservatório na cidade de Caraúbas, que fica localizada no Cariri da Paraíba.

A Aesa-PB classifica os 136 reservatórios que monitora no estado em diferentes categorias: aqueles que estão “sangrando”, os que se encontram em situação favorável, os considerados normais, os que permanecem em observação, os que estão em estado de atenção e, por fim, os que apresentam situação crítica.

Na categoria de açudes em estado de atenção, que reúne reservatórios com volume entre 10% e 19% da capacidade, estão 18 açudes distribuídos por diferentes municípios e regiões da Paraíba, a exemplo de Cajazeiras e Catingueira, no Sertão, e Campina Grande, no Agreste.

Na condição de observação, com volumes entre 20% e 50% da capacidade, estão 36 açudes no estado. Outros 13 reservatórios apresentam níveis considerados normais, entre 50% e 69%. Já 16 açudes estão em situação favorável, com volumes que variam de 77% a 99% da capacidade total.

O cenário é ainda mais preocupante porque, justamente nas regiões onde há açudes completamente secos, as condições climáticas seguem adversas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, desde esta terça-feira (17), um alerta de baixa umidade para 88 municípios do Sertão paraibano, válido até a quarta-feira (18), o que pode agravar a situação hídrica e os impactos da estiagem na região.

Volumes dos açudes na Paraíba no começo de 2026

Açudes acima da capacidade

  • Monteiro (São José II) — 100,15%;
  • Monteiro (Poções) — 102,85%;
  • Araçagi — 103,46%;
  • Mari — 106,48%.

Açudes com condições favoráveis

  • Fagundes (Gavião) — 77,08%
  • Sapé (São Salvador) — 77,69%
  • Cuitegi (Tauá) — 78,83%
  • São Domingos do Cariri (São Domingos) — 79,34%
  • Bananeiras (Lagoa do Matias) — 79,54%
  • Conde (Gramame / Mamuaba) — 80,07%
  • Areia (Saulo Maia) — 82,70%
  • Mamanguape (Jangada) — 83,06%
  • Juarez Távora (Brejinho) — 86,19%
  • Pirpirituba — 87,83%
  • Alagoa Grande (Pitombeira) — 87,89%
  • João Pessoa (Marés) — 88,31%
  • Ingá (Chã dos Pereiras) — 93,51%
  • São Sebastião de Lagoa de Roça (São Sebastião) — 94,59%
  • Cacimba de Dentro (Cacimba de Várzea) — 98,92%
  • Serra da Raiz (Suspiro) — 99,84%

Açudes em condições normais

  • Água Branca (Bom Jesus II) — 50,76%
  • Itatuba (Acauã – Argemiro de Figueiredo) — 51,94%
  • Juru (Glória) — 52,32%
  • Serra Branca (Serra Branca I) — 54,69%
  • Conceição (Vídeo) — 56,76%
  • Borborema (Canafístula II) — 59,91%
  • Duas Estradas — 60,05%
  • Camalaú — 60,28%
  • Areial (Covão) — 64,97%
  • Bananeiras (Jandaia) — 66,39%
  • Imaculada (Pedra Lisa) — 67,22%
  • Aguiar (Frutuoso II) — 68,05%
  • Tavares (Tavares II) — 69,16%

Açudes em observação

  • Cachoeira dos Índios (Cachoeira da Vaca) — 20,10%
  • Areia (Vaca Brava) — 21,05%
  • Cajazeiras (Lagoa do Arroz) — 22,09%
  • São José de Caiana (Pimenta) — 22,40%
  • Alagoa Nova (Nova Camará) — 22,58%
  • Olivedos — 24,39%
  • Curral Velho (Bruscas) — 24,44%
  • Belém do Brejo do Cruz (Baião) — 25,74%
  • Itaporanga (Cachoeira dos Alves) — 26,55%
  • Princesa Isabel (Jatobá II) — 26,86%
  • Santana dos Garrotes (Queimadas) — 27,00%
  • Uiraúna (Capivara) — 27,01%
  • Nova Olinda (Saco) — 27,11%
  • Coremas (Coremas) — 27,12%
  • Coremas (Mãe d’Água) — 27,20%
  • Brejo do Cruz (Santa Rosa) — 29,84%
  • Conceição (Condado) — 30,17%
  • Conceição (Serra Vermelha I) — 30,35%
  • Tavares (Novo II) — 32,40%
  • São José de Piranhas (São José I) — 33,62%
  • Aguiar (Lancha I) — 35,05%
  • São Francisco (Paraíso – Luiz Oliveira) — 36,56%
  • Boa Ventura (Riacho Verde) — 37,11%
  • Bonito de Santa Fé (Bartolomeu I) — 37,46%
  • Serra Grande (Cafundó) — 37,63%
  • Boqueirão (Epitácio Pessoa) — 38,72%
  • Diamante (Vazante) — 39,03%
  • Congo (Cordeiro – Gov. Wilson Braga) — 39,19%
  • Manaíra (Catolé I) — 41,18%
  • Massaranduba (Sindô Ribeiro) — 41,59%
  • São Sebastião do Umbuzeiro (Santo Antônio) — 41,71%
  • Massaranduba — 42,29%
  • Ibiara (Piranhas) — 44,76%
  • Jericó (Carneiro) — 46,38%
  • Igaracy (Cochos) — 48,11%
  • Carrapateira (Bom Jesus) — 49,05%
  • Sousa (São Gonçalo) — 49,92%
  • Açudes em atenção
  • Sumé — 10,04%
  • Ibiara (Mameluco) — 10,56%
  • Serra Branca (Serra Branca II) — 11,71%
  • Santa Inês — 12,73%
  • Campina Grande (José Rodrigues) — 13,53%
  • Catingueira (Cachoeira dos Cegos) — 14,41%
  • Triunfo (Gamela) — 14,60%
  • Santana de Mangueira (Poço Redondo) — 14,64%
  • Uiraúna (Arrojado) — 15,11%
  • Monteiro (Pocinhos) — 16,30%
  • Riacho dos Cavalos — 16,68%
  • Olho d’Água (Jenipapeiro – Buiú) — 17,05%
  • Juru (Timbaúba) — 17,42%
  • Cajazeiras (Engenheiro Avidos) — 17,47%
  • Imaculada (Albino) — 18,10%
  • São José da Lagoa Tapada (Jenipapeiro) — 18,19%
  • Juazeirinho (Mucutu) — 19,39%
  • Emas — 19,61%

Açudes em situação crítica

  • São Mamede — 0,00%
  • Desterro (Jeremias) — 0,00%
  • Conceição (Roçado) — 0,00%
  • Teixeira (Sabonete) — 0,00%
  • Gurjão (Livramento – Russos) — 0,00%
  • São José dos Cordeiros (São José III) — 0,00%
  • Gurjão — 0,00%
  • Picuí (Caraibeiras) — 0,00%
  • Teixeira (Bastiana) — 0,00%
  • Taperoá (Lagoa do Meio) — 0,01%
  • Tenório (Riacho Fundo) — 0,04%
  • Teixeira (São Francisco II) — 0,04%
  • Barra de São Miguel (Bichinho) — 0,06%
  • São José do Sabugi (São José IV) — 0,07%
  • Teixeira (Riacho das Moças) — 0,11%
  • Ouro Velho — 0,15%
  • Belém do Brejo do Cruz (Tapera) — 0,27%
  • Prata (São Paulo) — 0,39%
  • Riacho de Santo Antônio — 0,43%
  • Várzea — 0,43%
  • Cacimbas (Coronel Jueca) — 0,43%
  • Barra de Santa Rosa (Curimataú) — 0,45%
  • Belém do Brejo do Cruz (Escondido) — 0,50%
  • Patos (Farinha) — 0,54%
  • Algodão de Jandaíra (Algodão) — 0,68%
  • Taperoá (Taperoá II – Manoel Marcionilo) — 0,71%
  • Soledade — 0,75%
  • São Vicente do Seridó (Felismina Queiroz) — 1,37%
  • São João do Rio do Peixe (Pilões) — 1,65%
  • Prata (Prata II) — 1,65%
  • Picuí (Várzea Grande) — 1,69%
  • São Vicente do Seridó (Cacimbinha) — 2,45%
  • Cuité (Boqueirão do Cais) — 2,71%
  • São Sebastião de Lagoa de Roça (Manguape) — 4,34%
  • São João do Cariri (Namorado) — 5,77%
  • Serra Redonda (Chupadouro II) — 6,37%
  • São João do Rio do Peixe (Chupadouro I) — 6,61%
  • Pedra Lavrada (Porcos) — 6,75%
  • Santa Teresinha (Capoeira) — 6,79%
  • Santa Luzia — 7,12%
  • Patos (Jatobá I) — 7,33%
  • Condado (Engenheiro Arcoverde) — 8,15%
  • Montadas (Emídio) — 8,22%
  • Monteiro (Serrote) — 8,27%
  • Puxinanã (Milhã – Evaldo Gonçalves) — 8,29%
  • Cuité (Retiro) — 9,41%
  • Barra de Santa Rosa (Poleiros) — 9,48%
  • Caraúbas (Campos) — 9,81%

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Brasil

STF diz que inquérito identificou ‘diversos e múltiplos’ acessos ilícitos ao sistema da Receita

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou em nota publicada nesta terça-feira, 17, que a investigação sobre vazamento de dados fiscais de ministros e seus parentes identificou “diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Secretaria da Receita Federal do Brasil, seguindo-se de posterior vazamento das informações sigilosas”.

A manifestação ocorreu em nota após a Polícia Federal (PF) realizar na manhã desta terça-feira operações de busca e apreensão dos suspeitos de terem acessado e vazado indevidamente as informações fiscais de magistrados e seus familiares.

Desdobramento do inquérito das fake news

O STF assume na nota que a investigação foi iniciada como um desdobramento do inquérito das fake news, do qual o ministro também é relator. O caso teve início por iniciativa de Moraes após diversos veículos de imprensa revelarem relações da sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e dos irmãos de Dias Toffoli com investigados no caso do Banco Master.

Na nota divulgada nesta terça-feira, o STF reproduz a avaliação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de que a “exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas, divulgadas sem contexto e sem controle jurisdicional, tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais”.

Na nota, o STF cita que a Receita enviou para a Corte um relatório sobre a atuação dos seus servidores no qual admite a existência de um “bloco de acessos cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional”. A PGR avaliou preliminarmente que os acessos podem configurar o crime de violação de sigilo funcional.

Nesta terça-feira, Moraes autorizou a operação da PF e medidas cautelares complementares contra os suspeitos, o que inclui:

  1. busca e apreensão domiciliar e pessoal;
  2. afastamento dos sigilos bancário, fiscal e telemático;
  3. proibição de se ausentar da Comarca e recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana mediante uso de tornozeleira eletrônica;
  4. afastamento imediato do exercício da função pública, proibição de ingresso nas dependências do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) e da Receita Federal do Brasil e proibição de acesso a seus sistema e bases informatizadas;
  5. proibição de se ausentar do país, cancelamento de todos os passaportes e determinação de impedimento migratório.

A nota conclui com a informação de que os investigados prestarão depoimentos à PF, que prosseguirá nas investigações.

Mais cedo, a Receita publicou nota na qual assume ter detectado violação de informações de autoridades protegidas por sigilo no curso da investigação. O órgão, no entanto, não especificou se os dados vazados pertencem a ministros do Supremo e seus parentes.

Estadão Conteúdo

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MPPB

MP apura abandono de imóveis e tráfico de drogas no Centro de JP

Foto: Google Streetview (Imediações do antigo Bom Preço)

O Ministério Público do Estado da Paraíbainstaurou, nessa segunda-feira (16), um Procedimento Preparatório para apurar o abandono de imóveis e terrenos localizados na Avenida João Machado, Avenida Alberto de Brito e nas imediações do antigo Bom Preço da Castro Pinto, em João Pessoa.

A medida foi adotada pela 43ª Promotoria de Justiça da Capital, através da promotora Claúdia Cabral, com atuação nas áreas de Meio Ambiente e Patrimônio Social.

A investigação teve início a partir de manifestações encaminhadas à Ouvidoria do MPPB, relatando que os imóveis estariam sendo utilizados como refúgio para práticas ilícitas, incluindo tráfico de drogas e roubos, o que estaria gerando insegurança para moradores e comerciantes da região.

De acordo com a portaria assinada pela promotora de Justiça em substituição, os elementos já reunidos indicam possível irregularidade urbanística decorrente do abandono das propriedades, com potencial violação à função social da propriedade urbana, às posturas municipais e à ordem urbanística.

Ofícios

Na apuração, foram expedidas requisições de informações à Secretaria de Desenvolvimento e Controle Urbano (Sedurb), ao Comando do Policiamento Regional Metropolitano da Polícia Militar da Paraíba e à Guarda Civil Municipal.

Com a conversão da Notícia de Fato em Procedimento Preparatório, o Ministério Público determinou o envio de ofícios ao CICC e à Guarda Civil Municipal, solicitando, no prazo de 15 dias, informações sobre registros de ocorrências policiais nos últimos 12 meses e eventuais fiscalizações ou intervenções realizadas nos imóveis citados.

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Brasil

(VÍDEO) EDUARDO OINEGUE: A Justiça eleitoral vai passar pano ou punir o samba de Lula?

Em 2006, a escola paulista Leandro de Itaquera foi pra avenida com um samba exaltando, acredite, a despoluição do rio Tietê. Que por uma dessas coincidências, um desses alinhamentos de planeta, era um programa do governador do estado, Geraldo Alckmin.

Em cima de um carro alegórico colocaram o boneco gigante de três caciques tucanos, entre os quais Alckmin, que sairia candidato a presidente naquele ano. O PT tentou proibir o desfile porque, naquela época, achava que isso era propaganda eleitoral antecipada.

Agora vem a Acadêmicos de Niterói fazendo a mesma coisa, só que de forma mais descarada, contando a vida do candidato Lula. Com ataques a Bolsonaro, Michel Temer, uso de jingle da campanhas antigas de Lula, e repetição cantada do número do partido.

O TSE tem um belo desafio. Passa pano, como aconteceu com Alckmin em 2006. Ou faz alguma coisa até para evitar que a bajulação politica vire moda no carnaval, usando a liberdade de expressão como escudo para a propaganda política desavergonhada?

Band Jornalismo

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