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VÍDEO: Ex-juíza defende penduricalhos e diz que desembargador “mal tem lanche”

 

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A ex-juíza e presidente da Associação Brasileira dos Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia Márcia de Carvalho Soares, afirmou nesta quarta-feira (25) que juízes da primeira instância “não tem água nem café” ao defender o pagamento de verbas indenizatórias, os chamados “penduricalhos”.

Soares se manifestou durante o julgamento que pode referendar as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de “penduricalhos” ilegais no funcionalismo público.

“O juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café, ministro Dino”, disse a representante da ABMT.

Soares afirmou ainda que desembargadores “mal tem um lanche”. Segundo ela, atualmente, um juíz não tem segurança jurídica e “não sabe o que vai receber no mês seguinte”.

Gazeta do Povo

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Política

Anotações de Flávio Bolsonaro confirmam Efraim no PL e divulgam chapa completa na Paraíba; veja os nomes

Uma anotação manuscrita do senador Flávio Bolsonaro revelou a estratégia do Partido Liberal (PL) para as eleições na Paraíba. O documento, intitulado “situação nos estados”, foi discutido na sede nacional da legenda, em Brasília, e obtido por jornalistas durante entrevista coletiva. Flávio confirmou a autoria, afirmando que as anotações reúnem sugestões debatidas internamente.

No trecho referente a Paraíba, consta que o senador Efraim Filho, atualmente no União Brasil deve se filiar ao PL para disputar o Governo do Estado. Para o Senado, aparecem dois nomes: o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e o nome do Major Fábio, atualmente no Partido Novo e que também deve e filiar ao PL, formando a chapa ‘puro sangue’, veja:

O documento ainda menciona a eleição suplementar em Cabedelo, onde o deputado estadual Walber Virgulino (PL) está disputando a prefeitura da cidade, onde o PL deve apostar todas as suas fichas antes das eleições estaduais.

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VÍDEO: Polícia Civil apreende carros de luxo e imóveis na Paraíba durante operação contra tráfico de drogas

A ofensiva da Polícia Civil da Paraíba contra o narcotráfico interestadual não atingiu apenas a estrutura operacional da organização criminosa, mas também o patrimônio acumulado ao longo dos anos. Durante a Operação Argos, foram sequestrados 13 imóveis de alto padrão e 40 veículos, entre carros esportivos e frotas utilizadas pela organização, avaliados em mais de R$ 10 milhões.

A investigação aponta que o grupo, liderado por Jamilton Alves Franco, o “Chocô”, utilizava empresas de fachada e laranjas para ocultar a origem ilícita do dinheiro. O esquema financeiro teria movimentado cerca de R$ 500 milhões desde 2023, segundo a Polícia Civil.

Entre os bens apreendidos estão imóveis de luxo em diferentes estados e veículos de alto padrão que, de acordo com os investigadores, eram usados tanto para ostentação quanto para facilitar a logística do grupo criminoso.

Além do sequestro de bens, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 104 milhões em contas bancárias de quase 200 investigados. A operação foi deflagrada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Polícia Civil da Paraíba e contou com apoio de forças de outros estados.

Segundo a polícia, o objetivo agora é descapitalizar a organização, enfraquecendo o poder financeiro que sustentava o tráfico de drogas na Paraíba e em regiões do Nordeste.

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Polícia Civil deflagra maior operação contra o tráfico de drogas na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da DRACO, deflagrou nesta quarta-feira (26) a Operação Argos, considerada o maior golpe contra o narcotráfico interestadual dos últimos anos no estado.

A ação desarticulou a organização criminosa liderada por Jamilton Alves Franco, conhecido como “Chocô”, apontado como o maior fornecedor de drogas da Paraíba e de regiões do Sertão de Pernambuco e do Ceará. Natural de Cajazeiras (PB), ele se mudou ainda jovem para São Paulo, onde, segundo as investigações, se conectou à cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), integrando o núcleo conhecido como “Sintonia”, responsável pelas diretrizes da facção.

As investigações começaram em 2023, após sucessivas apreensões de grandes carregamentos de drogas no Sertão paraibano. O cruzamento de dados, análise de celulares e quebra de sigilo bancário revelaram que todas as cargas pertenciam ao mesmo grupo. Ao longo de quase três anos, as apreensões causaram prejuízo superior a R$ 100 milhões à organização criminosa.

Outras apreensões em 2024 e 2025, incluindo 80 kg de cocaína pura com selo “Tio Patinhas”. Segundo a Polícia Civil, o grupo funcionava como uma “holding do crime”, com divisão profissionalizada em três núcleos: transporte (uso de carretas de empresas legais para esconder drogas), varejo (distribuição na Paraíba) e financeiro (lavagem de dinheiro). A movimentação financeira da organização teria chegado a cerca de R$ 500 milhões desde 2023.

A investigação também identificou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, envolvendo empresas de fachada, uso de “laranjas” e até suspeita de infiltração em contratos públicos, com empresas que receberam recursos milionários mesmo sem estrutura operacional compatível.

A operação mobiliza mais de 400 policiais civis e conta com apoio de forças da Paraíba, São Paulo, Bahia e Mato Grosso. Ao todo, estão sendo cumpridos 44 mandados de prisão preventiva e 45 mandados de busca e apreensão

O nome “Argos” faz referência ao personagem mitológico de cem olhos, simbolizando vigilância permanente. Com a ação, a Polícia Civil afirma ter atingido os três pilares da organização: logística, distribuição e capital, enfraquecendo de forma significativa o narcotráfico interestadual com atuação na Paraíba.

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Política

STF condena irmãos Brazão a 76 anos de prisão por morte de Marielle Franco

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a 76 anos e três meses de prisão, nesta quarta-feira (25), por unanimidade, os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e João Francisco (“Chiquinho”) Brazão, ex-deputado federal, por planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018.

Os ministros condenaram ainda Ronald Paulo Alves Pereira pelo duplo homicídio e o homicídio tentado. Robson Calixto, conhecido como Peixe, também foi condenado por organização criminosa. Já o quinto réu, Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi condenado por obstrução da Justiça e corrupção passiva.

As condenações e as penas

Domingos Brazão — duplo homicídio, tentativa de homicídio e organização criminosa armada – 76 anos e três meses de reclusão em regime inicialmente fechado e 200 dias-multa no valor de dois salários mínimos cada

Chiquinho Brazão — duplo homicídio, tentativa de homicídio e organização criminosa armada – 76 anos e três meses de reclusão em regime inicialmente fechado e 200 dias-multa no valor de dois salários mínimos cada

Ronald Paulo Alves Pereira — duplo homicídio e tentativa de homicídio – 56 anos de reclusão

Robson Calixto — organização criminosa – 9 anos de reclusão e 200 dias-multa no valor de um salário mínimo cada

Rivaldo Barbosa — corrupção passiva e obstrução à Justiça – 18 anos de reclusão em regime inicialmente fechado e 360 dias-multa no valor de um salário mínimo cada

A Primeira Turma do STF ainda impôs o pagamento uma indenização, de forma solidária, de R$ 7 milhões pelos réus às famílias das vítimas e da sobrevivente do atentado: R$ 1 milhão será destinado a Fernanda Chaves, que sobreviveu ao crime, e a sua filha; R$ 3 milhões serão destinados à família de Marielle Franco, divididos igualmente entre a pai, o pai, a filha e a sua mulher (R$ 750 mil para cada); R$ 3 milhões serão destinados à família de Anderson Gomes, divididos entre a mulher o filho do motorista.

A condenação unânime ocorreu após os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin seguirem o voto do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que acolheu a maior parte dos pontos apresentados pela acusação, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A ministra Cármen Lúcia, terceira a votar, disse que o Brasil não pode deixar mais “Marielles” serem assassinadas.

“Eu me pergunto, senhoras e senhores, quantas Marielles o Brasil permitirá que sejam assassinadas até que se ressuscite a ideia de Justiça nesta pátria de tantas indignidades. Quantos Anderson nós ainda vamos ver chorar, quantos vão ficar órfãos para que o Brasil resolva que isso não pode continuar e que esse estado de direito não é retórica”, questionou a ministra.

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Judiciário

Padre Egídio e ex-servidor terão que ressarcir mais de R$ 500 mil ao Hospital Padre Zé

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O padre Egídio de Carvalho Neto e Samuel Rodrigues Cunha foram condenados a ressarcir R$ 525.877,77 ao Instituto São José e à Arquidiocese da Paraíba, como forma de reparação pelos desvios de bens do Hospital Padre Zé, mas não devém ser presos em unidade prisional pela condenação.

A sentença foi proferida pelo Juízo da 3ª Vara Criminal da Capital e integra a Operação Indignus. Pe. Egídio, então diretor-presidente do Hospital Padre Zé, e Samuel, que era chefe do Setor de Tecnologia da Informação da instituição filantrópica, foram responsabilizados pela apropriação indevida de 676 aparelhos eletrônicos doados pela Receita Federal ao Instituto São José e à Ação Social Arquidiocesana (ASA). Os fatos ocorreram entre 1º de junho e 24 de julho de 2023.

Justiça nega medidas cautelares e mantém prisão domiciliar de Padre Egídio
Além do valor a ser ressarcido, Pe. Egídio foi condenado a cinco anos, seis meses e 20 dias de reclusão, além de 132 dias-multa, à razão de 1/30 do salário mínimo vigente à época dos fatos. Samuel, por sua vez, foi condenado a quatro anos, sete meses e 16 dias de reclusão, além do pagamento de 110 dias-multa, também à razão de 1/30 do salário mínimo vigente à época.

Ambos deverão cumprir a pena inicialmente em regime semiaberto.

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Polêmica

Justiça decreta prisão de ex-comandante da Guarda de Bayeux, Kleber Rento por violência doméstica

 TJPB pede prisão de ex-comandante da Guarda Municipal de Bayeux por violência doméstica
Kleber Renato Barbosa Medeiros foi exonerado do cargo.. Reprodução/Prefeitura de Bayeux

A Justiça da Paraíba pediu a prisão do ex-comandante da Guarda Civil Municipal de Bayeux, investigado por violência doméstica. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela 5ª Vara Mista de Bayeux, nesta terça-feira (24).

Kleber Renato Barbosa Medeiros foi exonerado do cargo no dia 12 de dezembro de 2025, após o Ministério Público da Paraíba (MPPB) ter pedido o afastamento do servidor.

O mandado de prisão preventiva foi assinado pela juíza Ana Carolina Tavares Cantalice com o objetivo de garantir a ordem pública e para assegurar a eficácia das medidas protetivas de urgência anteriormente impostas.

Relembre o caso

O ex-comandante da Guarda Civil Municipal de Bayeux responde a um processo criminal na 5ª Vara de Bayeux por violência doméstica, com a imposição de medidas protetivas contra ele. No dia 11 de dezembro, o MPPB pediu o afastamento do servidor, considerando uma série de indícios incompatíveis com o cargo.

No caso da violência doméstica, o Ministério Público afirmou que foram impostas medidas protetivas de urgência em favor da vítima, incluindo proibição de aproximação e contato, além da suspensão do porte de arma funcional e pessoal do comandante.

Em nota, o MPPB afirmou que a manutenção do servidor no comando da Guarda Civil “viola os princípios da legalidade e da moralidade administrativa” e prejudica a credibilidade da instituição. O órgão também afirmou que, caso a Prefeitura de Bayeux não cumpra a recomendação no prazo estabelecido, poderá ajuizar medidas judiciais para assegurar o interesse público.

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Brasil

Ex-dirigentes do INSS fecham delação e entregam Lulinha e políticos

Foto: Reprodução 

Dois ex-servidores do alto escalão do INSS estão em processo avançado de delação premiada.

A coluna apurou que o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios da autarquia, André Fidelis, entregaram o filho mais velho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, e detalharam o envolvimento de políticos no esquema.

Entre os políticos citados pelos delatores está Flávia Péres (ex-Flávia Arruda). Ela foi ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo Jair Bolsonaro. É a primeira vez que o nome dela aparece associado ao esquema. Flávia é mulher do economista Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master e ex-sócio do empresário mineiro Daniel Vorcaro.

Os dois delatores estão presos desde 13 de novembro.

Virgílio Filho é acusado pela PF de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades que faziam os descontos ilegais nas aposentadorias. Desse total, R$ 7,5 milhões teriam vindo de empresas de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

Os repasses teriam sido enviados a empresas e contas bancárias da esposa do ex-procurador, a médica Thaisa Hoffmann Jonasson.

Já André Fidelis teria recebido R$ 3,4 milhões em propina entre 2023 e 2024, segundo os investigadores.

Andrezza Matias – Metrópoles 

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Brasil

Liquidação de banco expõe ligação com Banco Master e políticos do PT

Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A liquidação do Banco Pleno pelo Banco Central, decretada em fevereiro de 2026, abriu uma nova frente de crise no sistema financeiro e lançou luz sobre a relação da instituição com o Banco Master e personagens ligados a governos do PT na Bahia. O colapso ocorre em meio às investigações da CPI do INSS e da Polícia Federal, que apuram possíveis fraudes em operações de crédito consignado.

Segundo o Banco Central, o modelo de negócio do Pleno tornou-se insustentável. A instituição captava recursos por meio de CDBs com juros elevados, mas não conseguia expandir sua carteira de crédito consignado na mesma proporção. Com a deflagração da Operação Compliance Zero e a intervenção no Banco Master, investidores passaram a sacar recursos em massa, provocando uma crise de liquidez que culminou na liquidação.

O elo político remonta a 2018, durante a gestão de Rui Costa na Bahia, com a criação do programa Credcesta, cartão de crédito consignado voltado a servidores estaduais. O empresário Augusto “Guga” Lima, ex-sócio do Banco Master e controlador do Pleno, teria participado das articulações do modelo, que também envolveu o senador Jaques Wagner. Decretos estaduais ampliaram a margem de endividamento dos servidores e favoreceram a consolidação do produto no estado.

No centro das investigações estão Daniel Vorcaro, do Banco Master, e Augusto Lima. Ambos cumprem prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica e tiveram sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados por determinação da CPI do INSS. O STF autorizou o compartilhamento das informações com a Polícia Federal para aprofundar a apuração criminal.

O impacto financeiro é bilionário. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deverá realizar o maior desembolso de sua história: estimativas apontam pagamento de R$ 40,6 bilhões a clientes do Banco Master e R$ 4,9 bilhões aos do Banco Pleno. Especialistas questionam se houve falha na fiscalização do Banco Central, que teria demorado a endurecer medidas mesmo diante de sinais de fragilidade nas instituições.

Com informações da Gazeta do Povo

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Política

The Economist dispara contra STF e fala em “enorme escândalo” envolvendo ministros

Foto: Rosinei Coutinho/STF

A revista britânica The Economist publicou reportagem afirmando que o Supremo Tribunal Federal (STF) está envolvido em um “enorme escândalo”, citando suspeitas e questionamentos que vêm se acumulando nos últimos meses em torno de ministros da Corte e do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O texto aponta que alguns dos juízes “mais poderosos do mundo” manteriam relação excessivamente próxima com a elite empresarial e política.

A publicação destaca os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. No caso de Toffoli, a revista menciona investigações que levantaram dúvidas sobre a conduta de integrantes do Supremo, citando alegações da Polícia Federal de que Vorcaro teria investido em um resort ligado à família do ministro. Toffoli nega qualquer irregularidade.

Em relação a Moraes, a reportagem cita contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, que previa pagamento de R$ 3,6 milhões por mês durante três anos. Após surgirem informações sobre o acordo, Moraes determinou investigação sobre suposto vazamento de dados fiscais envolvendo ministros da Corte e familiares.

O texto também amplia o foco e menciona o ministro Gilmar Mendes, apontando que ele organiza anualmente, em Lisboa, encontros que reúnem políticos, magistrados e empresários — alguns com processos no STF. A revista ainda afirma que há indícios de nepotismo no Judiciário, citando casos em que parentes de ministros atuariam como advogados nos tribunais superiores.

Por fim, a reportagem menciona a iniciativa do presidente do STF, Edson Fachin, que defende a criação de um código de ética para os ministros. Segundo a publicação, Toffoli e Moraes consideraram a medida desnecessária. A revista conclui afirmando que, independentemente da posição dos magistrados, adversários no Congresso acompanham o cenário de perto, especialmente diante da possibilidade de avanço de candidatos de direita ao Senado com discurso favorável a pedidos de impeachment contra integrantes da Corte.

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