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Lula se encontra com neto de Fidel Castro em evento do PT

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou neste domingo, 3, em Brasília, com Fidel Antonio Castro Smirnov, o “Fidelito” – neto do líder cubano Fidel Castro, que morreu em 2016.

Um registro que mostra Lula e Fidelito foi publicado pelo prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá (PT), que afirmou ser um dos responsáveis pelo “encontro simbólico”, durante o encerramento do 17º Encontro Nacional do PT.

“O Congresso também foi marcado por um encontro simbólico que ajudei a construir: o abraço entre Lula e Fidelito, neto de Fidel. Um gesto de afeto e história, que agora se transforma em futuro. Fidelito vai desenvolver pesquisas em medicina nuclear em Maricá. Seguimos firmes, com ousadia, projeto e pé no povo!”, escreveu.

O evento reuniu lideranças petistas como a ex-presidente do PT e ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o novo presidente do partido, Edinho Silva.

Estadão

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Países manifestam desejo de tirar COP30 de Belém por preços exorbitantes de hotéis

Foto: Daniela Santos

O presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30), André Corrêa do Lago (foto em destaque), afirmou, nessa quinta-feira (31/7), que ao menos 25 países solicitaram, em carta, que a conferência não seja realizada em Belém, no Pará, devido à alta nos preços das diárias de hotéis.

A conferência do clima da ONU está marcada para 10 a 21 de novembro no Pará. Segundo Lago, os países membros “manifestaram de fato e saíram a público para dizer que a questão do preço dosa hotéis é uma preocupação”.

Ele alega que os hotéis, em Belém, chegan a cobrar diárias até 10 vezes mais caras do que o normal.

De acordo com Lago, o governo brasileiro está tentando convencer os hotéis a baixar os preços, mas a legislação não permite a imposição de limites. “Os esforços continuam, mas eu acredito, talvez, que os hotéis não estejam se dando conta da crise que estão provocando”, disse o presidente da COP30.

“Representantes de regiões pediram para tirar a COP de Belém”, afirmou em um evento realizado pela Associação de Correspondentes Estrangeiros (AIE), com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).

O presidente alegou que “há um sensação de revolta, sobretudo por parte dos países em desenvolvimento” por causa da alta dos preços que estão sendo cobrados.

No início do mês passado, o Planalto realizou uma reunião para discutir problemas relacionados à hospedagem, incluindo os preços abusivos, segundo apurou o Metrópoles por meio da coluna do Igor Gadelha.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria Extraordinária da COP30 e aguarda retorno.

Metrópoles

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Trump adia início de tarifas no Brasil e no mundo; veja nova data

Após repetir reiteradamente que o dia 1º de agosto seria o prazo final e inadiável para aplicação do tarifaço, o governo dos Estados Unidos jogou para semana que vem a data em que entrarão em vigor tarifas recíprocas reajustadas por Donald Trump.

Em ordem executiva assinada nesta quinta-feira (31), o republicano impôs alíquotas que variam de 10% a 41% a dezenas de países. O decreto pontua que as taxas entram em vigor sete dias após sua publicação, no dia 7 de agosto, próxima quinta-feira.

O Brasil aparece na lista com uma alíquota recíproca de 10%. Na véspera, quarta-feira (30), o republicano confirmou, já considerando esta taxa base, que iria subir em 40 pontos percentuais a tarifa aplicada contra os importados brasileiros, totalizando 50%.

O decreto desta quinta trata de reajustar as tarifas anunciadas pelo republicano em 2 de abril, que ficou conhecido como Dia da Libertação.

Uma semana mais tarde, porém, Trump anunciou uma pausa de 90 dias ao tarifaço para que os EUA pudessem negociar com seus parceiros comerciais.

O período foi marcado por uma escalada de tensão com a China; o vai e vem de tarifas contra o México e Canadá; acordos vagarosos com o Japão e a União Europeia; e ameaças a países que adotassem posturas anti-americanas, segundo Trump.

CNN

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EUA sancionam Moraes com lei Magnitsky, usada pelo país para punir estrangeiros

Alexandre de Moraes impeachment

O governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, sancionou nesta quarta-feira (30) o ministro do STF Alexandre de Moraes com a lei Magnisky, utilizada para punir estrangeiros. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro norte-americano.

Segundo o governo americano, todos os eventuais bens de Alexandre de Moraes nos EUA estão bloqueados, assim como qualquer empresa que esteja ligada a ele. O ministro também não pode realizar transações com cidadãos e empresas dos EUA — usando cartões de crédito de bandeira americana, por exemplo.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, mencionou diretamente uma suposta “caça às buxas” tendo o ex-presidente Jair Bolsonaro como alvo por parte do ministro.

“Alexandre de Moraes assumiu para si o papel de juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas dos Estados Unidos e do Brasil”, disse Bessent.
“Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos judicializados com motivação política — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará responsabilizando aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, afirma o secretário, em comunicado.

No último dia 18, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia anunciado a revogação de vistos americanos de ministros do STF e seus parentes, citando Moraes nominalmente.

Para justificar a medida, o secretário americano citou o processo que corre no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é tornou réu por tentativa de golpe de Estado após perder as eleições para Lula (PT) em 2022.

EUA anunciam Lei Magnitsky para Alexandre de Moraes — Foto: Reprodução

Em maio, durante uma audiência na Câmara dos EUA, Rubio foi questionado por um parlamentar trumpista se o governo considerava aplicar sanções contra Moraes com base na Lei Magnitsky.

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EUA sancionam Moraes com lei Magnitsky, usada pelo país para punir estrangeiros

Alexandre de Moraes durante sessão em 27 de novembro de 2024 — Foto: Reuters/Adriano Machado

O governo dos Estados Unidos sancionou nesta quarta-feira (30) o ministro do STF Alexandre de Moraes com a lei Magnisky, utilizada para punir estrangeiros. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro norte-americano.

No último dia 18, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia anunciado a revogação de vistos dos EUA de ministros do STF e seus parentes, citando Moraes nominalmente.

Para justificar a medida, o secretário americano citou o processo que corre no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é tornou réu por tentativa de golpe de Estado após perder as eleições para Lula (PT) em 2022.

EU anunciam Lei Magnitsky para Alexandre de Moraes — Foto: Reprodução

EU anunciam Lei Magnitsky para Alexandre de Moraes — Foto: Reprodução

Em maio, durante uma audiência na Câmara dos EUA, Rubio foi questionado por um parlamentar trumpista se o governo considerava aplicar sanções contra Moraes com base na Lei Magnitsky.

“Isso está sendo analisado neste momento, e há uma grande, grande possibilidade de que aconteça”, disse o secretário, à época.

Entenda a lei Magnitsky

Lei Magnitsky permite que os Estados Unidos imponham sanções a cidadãos estrangeiros. O objetivo é punir pessoas acusadas de violações graves de direitos humanos ou de corrupção em larga escala.

  • A legislação foi criada em homenagem ao advogado russo Sergei Magnitsky, que morreu na prisão após denunciar um esquema de desvio de dinheiro por membros do governo da Rússia.
  • O texto foi aprovado pelo Congresso americano e sancionado pelo então presidente Barack Obama em 2012.
  • Inicialmente, a proposta visava punir oligarcas e autoridades russas envolvidas na morte do advogado.
  • Em 2016, houve o entendimento de que a lei poderia ser usada também em outros casos de corrupção, vínculos com o crime organizado e violações mais amplas de direitos humanos.
  • No mesmo ano, a legislação foi ampliada e passou a ser considerada de alcance global.
  • Desde então, dezenas de pessoas já foram alvo de sanções com base na Lei Magnitsky.

g1

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Senadores alertam que Brasil será taxado novamente pelos EUA: ‘Há outra crise pior’

Em coletiva nesta quarta-feira (30), os senadores que estão nos Estados Unidos pra negociar o tarifaço imposto por Donald Trump, alertaram que “outra crise” pode atingir o Brasil, referindo-se a sanções para os países que negociam com a Rússia.

 

“Nós também estamos levando aqui um recado ao Brasil: Há outra crise pior que pode atingir o Brasil nos próximos 90 dias. Eles irão criar sanções automáticas para todos os países que negociam com a Rússia”, disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG).

“Será uma lei americana, não será uma decisão, portanto do presidente dos Estados Unidos, será do Congresso americano”, acrescentou.

CNN

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Operação da Polícia Federal investiga fraudes no seguro-defeso, na Paraíba

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (30) a Operação Rede de Arrasto, que tem como objetivo combater os crimes de estelionato majorado, lavagem de dinheiro e associação criminosa no município de Diamante.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na cidade.

Durante as investigações, foram levantados indícios de que o investigado, que é presidente de uma colônia de pescadores, realizava cadastros de pessoas que nunca exerceram atividade de pesca como se fossem pescadores, cobrando mil reais para realizar este serviço, com o objetivo de fraudar o benefício do seguro-defeso, pago pelo Governo Federal ao pescador artesanal em períodos em que a pesca é proibida.

Blog do BG PB

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Tarifaço dos EUA: Líder do governo no Senado descarta conversa entre Lula e Trump até 1º de agosto

Foto: Pedro França

O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, descartou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes da entrada em vigor das tarifas de 50%, prevista para a próxima sexta-feira, 1º de agosto.

“Não vamos resolver isso até o dia 1º. É sexta-feira. O encontro de dois presidentes da República não se prepara da noite para o dia”, disse o senador, a jornalistas, nesta terça-feira, 29, em Washington.

O líder do governo no Senado afirmou que está transmitindo as informações das reuniões ao presidente Lula, mas deve se encontrar com ele para debater a missão aos EUA. Para ele, é importante o encontro dos presidentes brasileiro e americano.

‘Desmistificar preconceitos de parte a parte’

“Eu sempre acho importante substituir o meio magnético virtual. Olho no olho é diferente, e o presidente Lula é campeão disso”, afirmou. “Eu não posso dizer o que vai acontecer se houver esse encontro. Se depender da minha opinião, esse encontro, para mim, sempre será produtivo para desmistificar preconceitos de parte a parte”, acrescentou Wagner.

Segundo ele, o objetivo da missão foi “plantar”, e “não colher” os frutos. “Eu vim aqui plantar, estamos plantando. Eu não vim aqui com a pretensão de colher”, reforçou Wagner.

O senador afirmou ainda que, em todas as reuniões, um dos focos foi a ampliação do prazo para a entrada em vigor das tarifas ao Brasil.

“Todos os países tiveram 60, 90 dias; em 20 dias, como é que os empresários se organizam?”, questionou.

Estadão

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Quase metade dos brasileiros reprova trabalho do STF, diz instituto

O trabalho do Supremo Tribunal Federal é reprovado por 47% dos brasileiros, uma parcela levemente superior à dos que aprovam o desempenho da corte, que chega a 41%. Outros 12% não souberam ou não quiseram responder.

Os dados foram aferidos por uma pesquisa do instituto Nexus, realizada entre 14 e 20 de julho de 2025, com 2.021 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O STF está sob os holofotes no momento em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados na suposta trama golpista.

A aprovação é mais alta entre pessoas mais velhas e de menor renda e escolaridade. Ela chega a 47% no segmento com mais de 60 anos e 51% no grupo com renda familiar de até 1 salário mínimo.

Por outro lado, a desaprovação é mais expressiva em perfis com maior renda e escolaridade. Entre quem tem ensino superior, 52% desaprovam a corte, parcela que chega a 58% nos que têm renda familiar de mais de 5 salários mínimos.

No recorte por regiões, a maior aprovação ao STF ocorre no Nordeste (53%), enquanto a menor se encontra no Sudeste (37%). Também há discrepâncias de gênero: 52% dos homens desaprovam o trabalho da corte, contra 42% das mulheres que têm visão negativa.

Folha de S. Paulo

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Leo Lins se pronuncia após piadas serem associadas à morte de Preta Gil

Foto: Reprodução

O humorista Leo Lins, 42, se pronunciou em um vídeo neste domingo (27) explicando que as piadas que foram associadas à cantora Preta Gil, que morreu há oito dias, foram tiradas de contexto.

“Essa semana, nós tivemos a perda da Preta Gil. Uma figura conhecida da música, dos blocos de carnaval, programas de televisão e, no meu caso, dos tribunais. Nós tivemos alguns processos. Pessoalmente, nunca tive problema nenhum com ela. Profissionalmente, eu fiz algumas piadas, e creio que ela teve os seus motivos para não gostar de mim”, começou.

De acordo com Lins, as últimas piadas que ele criou sobre a cantora foram há dois anos, quando ela anunciou que estava começando o tratamento de câncer de intestino. Ele disse que chegou a mandar mensagem para consolar Preta no momento da descoberta da doença.

“Minha figura pública é comediante. Eu faço piadas no local de fazer piadas. Sei que nem todas as brincadeiras são para todas as pessoas e, conforme eu disse no meu próprio julgamento, eu procuro tomar os cuidados para que elas não cheguem em quem pode se machucar com elas”, explicou.

O comediante disse que refletiu sobre fazer uma publicação lamentando a morte da filha de Gilberto Gil nas redes sociais, mas pensou que poderia mal interpretado e que as pessoas poderiam achar que ele estaria tentando limpar sua imagem após fazer as piadas envolvendo ela no passado.

“Mas chegou num ponto em que falei: não posso ignorar, porque pegaram uma notícia de mês passado, feita de forma muito desleal e desonesta, sobre piadas escritas dois anos atrás, para agora publicar notas dizendo que eu estou fazendo piadas sobre a morte da Preta Gil. Eu nunca disse isso. E nem fiz piadas sobre a morte dela”, disse.

Leo Lins aproveitou o espaço do vídeo para deixam sentimentos para a família e aos amigos da cantora.

“Me despeço então com uma piada — para vocês que são meus fãs, e feita para vocês que não gostam de mim: fiquem tranquilos. A Preta Gil não vai mais me encontrar nem ouvir minhas piadas, porque ela está no céu e eu vou pro inferno”, concluiu.

CNN

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