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Secretários municipais são presos durante operação que investiga morte de vereador em Jacaraú

Dois secretários da prefeitura de Jacaraú foram presos, na manhã desta quinta-feira (30), durante a Operação Parlamento, que investiga o assassinato do vereador Peron Filho (MDB). Mandados de prisão e de buscas estão sendo cumpridos na Paraíba e no Rio Grande do Norte, em desfavor de envolvidos no assassinato do parlamentar.

Na operação, outros dois investigados foram presos no Rio Grande do Norte,

O vereador Peron Filho foi assassinado a tiros no dia 15 de setembro, por volta das 19h30, após sair de uma partida de futsal no município de Pedro Régis, litoral norte da Paraíba.

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Número de mortes em megaoperação no Rio de Janeiro passa de 130

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro informou, na manhã desta quarta-feira (29), que já passa de 130 o número de mortos após uma megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro nos complexos da Penha e do Alemão.

Segundo o órgão, já são contabilizadas as mortes de 128 civis e quatro policiais, num total de 132 vítimas.

A Praça da Penha, na zona Norte do Rio, amanheceu com uma fila de corpos estendidos em uma lona na manhã desta quarta.

Segundo ativistas e moradores, mais de 60 corpos foram retirados pelos próprios cidadãos de uma região de mata do Complexo da Penha durante toda a madrugada. O número atualizado de mortos não consta no saldo oficial do governo do Rio de Janeiro, que disse na terça (28) que a operação havia sido finalizada com 64 mortos.

A Operação Contenção foi uma megaoperação conjunta das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, realizada nessa terça-feira (28), nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital fluminense.

A ação, que mobilizou cerca de 2.500 agentes das forças estaduais de segurança, foi resultado de mais de um ano de investigação conduzida pela DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SESP) e o Governo do Estado, o objetivo principal era combater a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e cumprir 100 mandados de prisão contra integrantes e lideranças criminosas do CV.

Entre os alvos, 30 seriam membros da facção oriundos de outros estados, com destaque para o Pará, que estariam escondidos nessas comunidades.

CNN

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Governo cede ao Congresso e libera em 3 dias mais que o dobro de emendas destinadas ao longo do ano

Lula se reúne com Motta e líderes partidários na 4ª feira
Após semanas de cobranças do Congresso, o governo começou a acelerar o pagamento das emendas de comissão, modalidade que estava travada e concentrava as principais reclamações de parlamentares. Dados atualizados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) mostram que o valor pago saltou de R$ 391 milhões na sexta-feira para R$ 1,013 bilhão nesta segunda-feira — um aumento de 159% em três dias.

O movimento ocorre após uma escalada de insatisfações no Legislativo. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), levou pessoalmente a Lula as queixas de deputados e senadores sobre o atraso na execução e cobrou um calendário claro de liberações.

A avaliação entre congressistas é que o Planalto reagiu às críticas para tentar conter o desgaste político e reduzir resistências à votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, adiada mais uma vez na semana passada.

O ritmo lento na execução até aqui está diretamente ligado às dificuldades fiscais do governo. O Planalto tenta recompor o equilíbrio das contas após o fracasso em ampliar a taxação sobre apostas e aplicações financeiras — medida que, segundo a equipe econômica, retirou cerca de R$ 35 bilhões do caixa de 2026.

O impacto levou o Executivo a pedir mais tempo para ajustar o texto da LDO e discutir novos cortes de despesas e desonerações.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que parte da recomposição virá de um corte de R$ 20 bilhões em despesas, distribuído em diferentes projetos de lei, e de um corte linear nas desonerações tributárias, relatado pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

No Centrão, a leitura é que o cenário era previsível, mas expõe falhas de coordenação entre a equipe econômica e a articulação política. O deputado Elmar Nascimento (União-BA) disse que a demora já era esperada pelo cronograma tardio do Orçamento, mas poderia ter sido evitada:

— Os atrasos sempre desgastam a relação entre os Poderes, mas já eram esperados, uma vez que o Orçamento foi votado em abril. O governo poderia ter evitado o desgaste, se fosse mais competente — afirmou.

No total, as emendas parlamentares de 2025 somam R$ 50,3 bilhões, dos quais R$ 30,7 bilhões foram empenhados (61%) e R$ 18,1 bilhões pagos (36%).

A verba está distribuída entre:

  • emendas individuais: R$ 24,6 bilhões de dotação, com R$ 18,7 bilhões empenhados (76%) e R$ 14,5 bilhões pagos (59%);
  • emendas de bancada estadual: R$ 14,3 bilhões, com R$ 6 bilhões empenhados (42%) e R$ 2,6 bilhões pagos (18%);
  • emendas de comissão: R$ 11,5 bilhões, com R$ 5,9 bilhões empenhados (52%) e R$ 1 bilhão pago (9%).

Parte dos parlamentares avalia que o Planalto ainda pode reverter o clima de desconfiança, desde que avance na agenda fiscal e demonstre previsibilidade na execução. Para o deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA), a solução passa pela aprovação das medidas que recompõem a arrecadação:

— Há desgastes. O governo federal tem como reverter tranquilamente com a boa vontade do Congresso: aprovando o pacote fiscal para fechar o Orçamento do ano resolve tudo e libera as emendas. Eu alertei meus colegas: deveriam ter votado no aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Eu votei — disse.

Entre aliados do Planalto, há o esforço de relativizar as críticas. Deputados da base argumentam que o próprio Congresso contribuiu para o cronograma apertado, ao votar o Orçamento de 2025 com atraso e ao enviar tardiamente as emendas de comissão. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) considera injustas as cobranças ao governo:

— Engraçado que cobram do governo, mas esquecem que o Orçamento foi votado este ano. Esquecem de dizer que as emendas de comissão só foram mandadas agora, no segundo semestre. Não acho justo reclamar dessa forma, com tão pouco compromisso com a aprovação de projetos importantes, inclusive com a derrubada da medida provisória 1303, que é uma pauta-bomba e pode obrigar o governo a cortar emendas — disse.

O atraso também acendeu o alerta na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O presidente do colegiado, senador Efraim Filho (União-PB), advertiu que o cronograma pode inviabilizar a aprovação do Orçamento de 2026 ainda este ano.

— Atravessar o ano sem um Orçamento votado traz insegurança jurídica e inibe investimentos. É ruim para o governo, ruim para o Congresso, mas muito pior para o Brasil — disse.

Enquanto o Planalto tenta recompor o caixa e controlar a execução, parlamentares cobram previsibilidade nos repasses. A pressão é reforçada pela proposta do relator da LDO, Gervásio Maia (PSB-PB), que prevê obrigar o pagamento das verbas destinadas à saúde, assistência social e transferências especiais até três meses antes da eleição.

O governo tenta barrar a medida, considerada “eleitoral e sem lógica fiscal” pelo líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Já o Centrão vê o dispositivo como garantia de segurança a prefeitos e parlamentares, ao evitar retenções políticas e antecipar o uso eleitoral das verbas.

O Globo

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VÍDEO: Ciro Gomes diz que governo Lula “maquia” dados de emprego e vive “de assistencialismo”

O ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o evento de filiação ao PSDB, realizado nesta quarta-feira 22. O político questionou a condução da economia, mencionando a dependência de programas sociais e a situação do mercado de trabalho no país.

Em tom irônico, Ciro afirmou que “no Brasil, tudo está cor-de-rosa e lindo”, mas que, segundo ele, a realidade seria diferente da apresentada pelo governo.

“Tudo está maravilhoso e quem disser o oposto é logo taxado de fascista, de bolsonarista, de direitista, ou seja lá o que diabos for”, afirmou Ciro, ao comentar o que chamou de dificuldade de se fazer críticas ao atual governo.

O ex-governador do Ceará citou que 38 de cada 100 brasileiros trabalham na informalidade e acusou o governo federal de maquiar os dados de empregabilidade. Segundo ele, a gestão petista contabiliza como empregados milhões de pessoas que dependem de programas sociais.

“Na propaganda oficial, todos estão empregados, porque o governo Lula chama de empregado 94 milhões de pessoas que são os clientes das políticas assistencialistas, na maior experiência de clientelismo e assistencialismo da história da humanidade”, declarou.

Apesar das críticas, Ciro reconheceu a importância dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), mas afirmou que o crescimento do país depende de trabalho formal e bem remunerado.

“Às vezes o bocadinho que chega de um Bolsa Família é o que resta para botar o de comer no buchinho da criança com fome. Eu entendo isso perfeitamente, mas o que bota uma nação para frente é o trabalho decentemente remunerado”, completou.

Agora RN

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Ciro candidato ao Planalto atrapalha possível vitória de Lula no primeiro turno

Ciro Gomes foi eleito governador do Ceará em 1990 

A ida de Ciro Gomes para o PSDB tende a ser uma má notícia para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Caso o ex-governador decida disputar pela 5ª vez a Presidência da República, pode dificultar os planos do petista de se reeleger no 1º turno.

Na 4ª feira (22.out.2025), o ex-governador disse querer construir um projeto político no seu Estado, o Ceará. Mas a eventual tentativa de chegar ao Planalto ainda não foi negada.

Ciro tem um apelo forte para parte do eleitorado de centro-esquerda e esquerda. E isso tira votos do PT. Nos 4 pleitos em que tentou ser eleito para o Planalto, Ciro ficou em 3º ou 4º lugares.

Nas mesmas disputas, Lula venceu os pleitos ou terminou em 2º lugar –sempre no 2º turno. A exceção foi a eleição de 2018, quando o petista não pôde concorrer porque estava preso por investigações da Lava Jato. Naquele ano, Fernando Haddad foi o candidato à Presidência pelo PT e ficou em 2º lugar.

Lula tem um sonho arrojado para as eleições de 2026: não quer só ser reeleito –quer vencer no 1º turno. Seria inédito para o petista. Só Fernando Henrique Cardoso (PSDB) conseguiu ser eleito no 1º turno, em 1994, e reeleito também no 1º turno, em 1998.

Em 2006, Lula achava que venceria no 1º turno. Seu excesso de confiança o traiu. Teve de enfrentar uma 2ª rodada de votação. À época, ficou deprimido por 2 dias.

Amigos e conselheiros foram animá-lo no seu apartamento em São Bernardo do Campo. Alguns o encontraram deitado no chão, sem querer reagir. Marisa Letícia, sua então mulher, dava broncas para que o petista reagisse e voltasse para seus compromissos de campanha.

Em 2022, aliados do petista ficaram abatidos depois do resultado do 1º turno, quando se estabeleceu que haveria um 2º turno entre Lula e Jair Bolsonaro (PL). Coube a Lula, contrariado, animar a militância. Disse que sua ida para a outra etapa do pleito era “apenas uma prorrogação”.

Em 2026, a possibilidade de vitória é grande e fica maior se não houver ninguém relevante do campo da centro-esquerda disputando o Planalto.

No cenário atual, seria só Lula, no campo da esquerda, contra os governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD, centro-direita), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil, direita). Os 2 ainda não têm pontuações expressivas em pesquisas de intenção de voto. A chance de liquidar no 1º turno seria real se a eleição fosse agora.

As principais especulações sobre candidaturas estão no campo da direita, como a possibilidade de o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), desistir da reeleição ao governo local para tentar o Planalto.

Por essas razões, a possível entrada de Ciro Gomes na corrida presidencial pode ser uma má notícia para Lula.

Poder360

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Confira as cinco estatais campeãs de prejuízo no governo Lula 3

Decretos inclui Correios no Programa Nacional de Desestatização | Agência  Brasil

Das 44 estatais controladas diretamente pela União, 12 registraram resultado líquido negativo em 2024, segundo dados do MGI (Ministério da Gestão e Inovação).

Em primeiro lugar está os Correios, que enfrentam uma crise bilionária e recentemente anunciaram um plano de reestruturação que inclui um pedido de empréstimo de R$ 20 bilhões, lideram a lista. A estatal fechou o ano com déficit de R$ 2,6 bilhões.

Em segundo lugar está a CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), responsável por operar o sistema ferroviário urbano em diversas capitais. Em 2024, a estatal registrou prejuízo de R$ 1,1 bilhão.

Na sequência aparecem a Embrapa (R$ -375 milhões), a Infraero (R$ -229 milhões) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (R$ -132 milhões), completando a lista dos cinco piores resultados do ano.

O governo, no entanto, argumenta que o resultado primário não é o indicador mais adequado para medir a saúde financeira de uma companhia.

O MGI argumenta, por exemplo, que se uma empresa realiza investimentos ou paga dividendos aos acionistas utilizando recursos acumulados em anos anteriores, isso pode gerar um déficit no resultado primário sem necessariamente indicar desequilíbrio financeiro.

Na prática, o governo reforça que o resultado primário é calculado sob a ótica das finanças públicas, seguindo a metodologia do Orçamento da União, e não reflete, necessariamente, a situação de caixa ou o desempenho mercadológico da empresa.

“Um déficit primário pode indicar um ciclo de investimento intensivo, financiado por recursos previamente acumulados ou por endividamento planejado, e não necessariamente uma falha de gestão ou insuficiência de receitas operacionais”, afirma o MGI.

CNN

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Prometida há dez anos, triplicação da BR-230 põe vidas em risco e mostra descaso com o dinheiro público

Governo Federal corta R$ 3 milhões da triplicação da BR-230 na PB - Portal Correio – Notícias da Paraíba e do Brasil
As obras de triplicação da BR-230, entre Cabedelo e João Pessoa, foram anunciadas por volta de 2016 e começaram de fato em 2017. Desde então, o que deveria ser um símbolo de progresso virou sinônimo de atraso.

Pistas estreitas, buracos e falta de sinalização adequada transformam cada trajeto em risco. À noite, sem luz ou placas que indiquem desvios ou condições adversas, pedestres e motoristas trafegam praticamente no escuro.

Após quase uma década, as obras anunciadas em 2016 e em execução desde 2017 ainda sofrem com paralisações, cortes orçamentários, empresas desistindo de contratos sem respeito aos cronogramas.

Quando cobrado, o DNIT, do Governo Federal e as autoridades envolvidas silenciam. Aliás, por outro lado, estão sendo instalados radares  de velocidade no local. Isso para evitar, quem sabe, acidentes que podem ser causados pela própria irresponsabilidade de quem brinca com o dinheiro público.

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TRE-PB mantém cassação de vereador de Itaporanga por fraude à cota de gênero

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu, por unanimidade, negar provimento ao recurso interposto pelo vereador Ricardo Rangel Pinto da Silva (Progressistas), do município de Itaporanga, e manteve integralmente a sentença que cassou seu mandato. A decisão confirma o entendimento da 33ª Zona Eleitoral, que julgou procedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024, resultando na anulação de todos os votos da chapa do partido para o cargo de vereador.

A ação foi originalmente ajuizada por Wilka Rodrigues de Medeiros, que foi representada no processo pelos advogados Frederich Diniz e Wilson Moraes. A acusação central apontava que o partido Progressistas de Itaporanga inscreveu uma candidata, Ellenice Emilly Ramalho Pinto, de forma fictícia, com o único propósito de cumprir formalmente a exigência legal de 30% de candidaturas femininas. Segundo os autos, a candidata não realizou atos de campanha, teve uma movimentação financeira inexpressiva e obteve apenas um único voto, configurando a chamada “candidatura laranja”.

A juíza de primeira instância, Hyanara Torres Tavares de Queiroz, acolheu os argumentos da acusação, destacando que as provas eram robustas para demonstrar a fraude. A defesa do vereador e dos demais investigados, recorreu da decisão, argumentando que a candidata teria participado de atos de campanha e que a baixa votação não seria suficiente para comprovar a fraude. No entanto, os argumentos não foram suficientes para reverter a decisão no TRE-PB, que julgou no dia de hoje o recurso eleitoral e manteve, à unanimidade, a sentença proferida.

Como consequência da manutenção da sentença, o diploma de Ricardo Pinto foi cassado, e todos os votos atribuídos ao Progressistas para o cargo de vereador nas eleições de 2024 foram anulados. O tribunal determinou ainda a retotalização dos quocientes eleitoral e partidário para uma nova distribuição das vagas na Câmara Municipal de Itaporanga. Além disso, a candidata Ellenice Emilly Ramalho Pinto foi declarada inelegível por oito anos, a contar da data da eleição.

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PF desarticula grupo criminoso suspeito de desviar recursos da Lei Paulo Gustavo na Paraíba

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a Operação Vai que Cola, com o objetivo de apurar desvios de recursos públicos federais destinados a projetos culturais no âmbito da Lei Paulo Gustavo, no município de Itapororoca.

As investigações indicam que um grupo criminoso, composto sobretudo por agentes públicos, teria articulado um esquema para desviar recursos federais destinados a projetos culturais, utilizando pessoas previamente indicadas para figurarem como beneficiárias dos editais da Lei Paulo Gustavo.

Essas pessoas eram selecionadas e simulavam a execução dos projetos, mas, após o recebimento dos valores, repassavam parte dos recursos aos servidores públicos envolvidos, em evidente desvio de finalidade dos recursos federais.

Estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal na Paraíba, nos municípios de Itapororoca, João Pessoa e Jaboatão dos Guararapes.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no curso das investigações.

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PEGOU AR: Cícero Lucena se irrita com jornalistas após perguntas sobre eleições: ‘Não tem outra pergunta?’

Cícero Lucena: “Eu estou querendo e muito” ser governador - ParaibaOnline

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido) se irritou com a imprensa paraibana após ser questionado se iria votar no governador João Azevedo, que deve disputar o senado.

As dúvidas foram levantadas depois que Cícero se desfiliou do Progressistas, partidos da base de João. Nos últimos dias, Cíceor tem cumprido agendas com o senador Veneziano Vital (MDB), que faz oposição a João Azevedo.

“Será que vocês não tem outra pergunta?! Eu já disse qual era a minha posição em relação a isso. Vê se vocês criam alguma outra coisa nova. Eu estou dizendo que eu mantenho a minha posição. “, questionou.

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