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Após cobrança do BLOG DO BG, Cagepa e Governo do Estado emitem nota sobre tragédia em Campina Grande

Reservatório rompe, causa destruição em ruas e deixa uma pessoa morta

Após provocação do Blog do BG PB, o Governo do Estado e a Cagepa, enfim, emitiram uma nota sobre o rompimento de um reservatório de água que deixou pelo menos uma pessoa morta, além de casas destruídas em Campina Grande.

No documento os órgão lamentaram o ocorrido e ressaltaram que diversos bairros da cidades estão sem água. Veja nota completa:

O Governo do Estado e a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) lamentam profundamente o rompimento ocorrido na manhã deste sábado (8), no reservatório localizado no bairro da Prata, em Campina Grande, que resultou em uma vítima fatal, dois feridos que já foram atendidos no Trauma, alagamento de residências, além de danos materiais.

A Cagepa e o Governo do Estado manifestam seu pesar pelo falecimento da senhora Maria do Socorro Leal Teixeira de Araújo, durante o ocorrido, ao mesmo tempo em que se solidarizam com os familiares da vítima e colocam à disposição todo o aparato da empresa e do Governo para prestar o apoio necessário neste momento difícil.

Registramos também que dois feridos no incidente, Maria Auxiliadora Queiroz da Silva e Alessandro Ferreira Braga, já foram devidamente atendidos no Hospital de Trauma de Campina e estão fora de qualquer perigo.

As circunstâncias do caso estão sendo apuradas. Assim que o rompimento foi identificado, equipes técnicas e de assistência foram mobilizadas imediatamente, em parceria com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, para garantir a segurança das famílias afetadas e iniciar as medidas emergenciais. Equipes da Cagepa foram acionadas também para auxiliar na limpeza do local.

Por conta do rompimento, 40 bairros de Campina Grande e os municípios de Lagoa Seca, Lagoa de Roça, Areial e Montadas estão com o abastecimento de água temporariamente interrompido. A Cagepa já está trabalhando para que o fornecimento seja restabelecido ainda neste sábado (8) nessas localidades.

A Companhia e o Governo do Estado irão prestar toda a assistência necessária às vítimas e seus familiares, além de instaurar um processo interno de apuração para identificar as causas do rompimento.

Blog do BG PB

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VÍDEO: Reservatório da Cagepa estoura, destrói casas e deixa desabrigados em Campina Grande

Um reservatório da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (CAGEPA) se rompeu, na manhã deste sábado (8) e deixou vários desabrigados no bairro do Centenário, em Campina Grande. O grande volume de água liberado atingiu diversos imóveis, invadiu casas e chegou a arrastar carros e motocicletas.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e estão no local realizando os primeiros atendimentos. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos. A Cagepa ainda não informou o que teria causado o incidente.

Blog do BG PB

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Comando Vermelho teria ameaçado cortar energia do Pará em meio à COP30

O governo federal investiga ameaças que seriam da facção CV (Comando Vermelho) contra a Subestação Belém-Marituba, no Pará, uma das principais estruturas elétricas da região da capital do Pará.

A empresa administradora do contrato da subestação, Verene Energia S.A., encaminhou informações ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília, relatando atos de coação e ameaças de ataques às obras de implantação de reforço da Subestação 500/230 kV Marituba.

Essa instalação é considerada infraestrutura crítica do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Segundo a empresa, as ameaças foram feitas no dia 30 de outubro, por um indivíduo que se identificou como integrante da facção criminosa CV, apresentando exigências explícitas:

  • Suspensão imediata da obra de expansão da Subestação Marituba; e
  • Interrupção diária de todas as atividades de operação da subestação a partir das 15h.

O MJSP informou que tomou conhecimento dos fatos e de imediato iniciou a apuração e o devido encaminhamento aos órgãos competentes.

Um relatório de inteligência foi produzido pela Diopi (Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência), da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e enviado para as forças de segurança do Pará, à Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência e Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República.

A PF investigará a denúncia e a ligação do indivíduo com a facção criminosa do Rio de Janeiro.

A ameaça ocorre em meio à cúpula de líderes na COP30, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de dezenas de chefes de Estado.

CNN

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Postos do PCC movimentaram R$ 5 bilhões em três estados, diz polícia

A investigação da PCPI (Polícia Civil do Piauí) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPPI (Ministério Público do Piauí) aponta que o PCC movimentou R$ 5 bilhões usando 49 postos de combustíveis, em três estados das regiões Nordeste e Norte.

Esses estabelecimentos estão sendo bloqueados judicialmente, na manhã desta quarta-feira (5), conforme revelou a CNN.

A investigação diz que todo o montante das empresas investigadas foi de “movimentações financeiras atípicas”. E detalha que, se considerar apenas as movimentações a crédito de empresas sediadas no Piauí, o total é de R$ 300 milhões monitorados.

Além dos postos interditados, a operação Carbono Oculto 86 também cumpre 17 mandados de busca e apreensão contra investigados no Piauí, Maranhão, Tocantins e em São Paulo. Segundo os investigadores, o foco principal é o grupo investigado na capital paulista.

A polícia diz que a facção utilizava uma complexa estrutura de empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar capitais ilícitos, fraudar o mercado de combustíveis e ocultar patrimônio.

A investigação revelou interconexão direta entre empresários locais e os mesmos fundos e operadores financeiros investigados pela Operação Carbono Oculto, que integrou Receita Federal, Ministério Público de São Paulo e Polícia Militar paulista para desarticular um esquema nacional de lavagem de dinheiro de organizações criminosas.

CNN

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“Megaoperação encurralou a esquerda”, diz líder do PL

O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, avalia que a megaoperação da polícia no Rio de Janeiro mudou a agenda do Brasil e jogou o foco de debate na segurança pública, que seria uma área desconfortável para o PT.

“A megaoperação encurralou a esquerda, que tem na segurança pública seu calcanhar de aquiles. A agenda do Brasil mudou”, afirmou à CNN.

Ainda segundo o parlamentar, o governador Cláudio Castro (PL) se fortaleceu politicamente e será a prioridade do PL na disputa do Senado no ano que vem, ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Sóstenes revelou que o governador do Rio de Janeiro chegou a dizer ao partido que avaliava permanecer no cargo até o fim do mandato e não disputar o Senado.

O líder do PL foi então sondado para estar na chapa ao lado de Flávio, mas disse ao governador que seu objetivo é se reeleger e disputar a presidência da Câmara em 2027.

CNN

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Polícia Civil atualiza para 121 o número de mortos em megaoperação no Rio

Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação |  Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro atualizou para 121 o número total de mortos na megaoperação feita nos complexos do Alemão e da Penha, zona Norte da capital, na última terça-feira (28).

A informação foi atualizada na manhã desta quinta-feira (30), após os registros da chegada de corpos no IML (Instituto Médico Legal) Afrânio Peixoto, na região central do Rio.
Batizada de Operação Contenção, a ação envolveu cerca de 2.500 agentes das Polícias Civil e Militar, com o objetivo de frear o avanço territorial do CV (Comando Vermelho) e cumprir cerca de 100 mandados de prisão nos complexos do Alemão e da Penha. Entre os alvos, 30 eram de outros estados, incluindo membros da facção vindos do Pará.

Segundo o balanço do governo carioca, a operação resultou em 121 mortos: 54 corpos de civis foram encontrados no dia da ação e outros 63 foram achados por moradores em uma região de mata do Complexo da Penha na quarta-feira (29). Quatro policiais também morreram na ação — dois policiais militares e dois policiais civis.

Além das mortes, a polícia prendeu 113 suspeitos, apreendeu 118 armas — sendo 91 fuzis, 26 pistolas e um revólver —, 14 artefatos explosivos e uma quantidade ainda em apuração de drogas.

O governo do estado classificou a operação como “o maior baque da história contra o Comando Vermelho”. O MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) informou que enviará técnicos ao IML para realizar uma perícia independente nos corpos.

C

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Secretários municipais são presos durante operação que investiga morte de vereador em Jacaraú

Dois secretários da prefeitura de Jacaraú foram presos, na manhã desta quinta-feira (30), durante a Operação Parlamento, que investiga o assassinato do vereador Peron Filho (MDB). Mandados de prisão e de buscas estão sendo cumpridos na Paraíba e no Rio Grande do Norte, em desfavor de envolvidos no assassinato do parlamentar.

Na operação, outros dois investigados foram presos no Rio Grande do Norte,

O vereador Peron Filho foi assassinado a tiros no dia 15 de setembro, por volta das 19h30, após sair de uma partida de futsal no município de Pedro Régis, litoral norte da Paraíba.

Blog do BG PB

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Número de mortes em megaoperação no Rio de Janeiro passa de 130

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro informou, na manhã desta quarta-feira (29), que já passa de 130 o número de mortos após uma megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro nos complexos da Penha e do Alemão.

Segundo o órgão, já são contabilizadas as mortes de 128 civis e quatro policiais, num total de 132 vítimas.

A Praça da Penha, na zona Norte do Rio, amanheceu com uma fila de corpos estendidos em uma lona na manhã desta quarta.

Segundo ativistas e moradores, mais de 60 corpos foram retirados pelos próprios cidadãos de uma região de mata do Complexo da Penha durante toda a madrugada. O número atualizado de mortos não consta no saldo oficial do governo do Rio de Janeiro, que disse na terça (28) que a operação havia sido finalizada com 64 mortos.

A Operação Contenção foi uma megaoperação conjunta das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, realizada nessa terça-feira (28), nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital fluminense.

A ação, que mobilizou cerca de 2.500 agentes das forças estaduais de segurança, foi resultado de mais de um ano de investigação conduzida pela DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SESP) e o Governo do Estado, o objetivo principal era combater a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e cumprir 100 mandados de prisão contra integrantes e lideranças criminosas do CV.

Entre os alvos, 30 seriam membros da facção oriundos de outros estados, com destaque para o Pará, que estariam escondidos nessas comunidades.

CNN

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Governo cede ao Congresso e libera em 3 dias mais que o dobro de emendas destinadas ao longo do ano

Lula se reúne com Motta e líderes partidários na 4ª feira
Após semanas de cobranças do Congresso, o governo começou a acelerar o pagamento das emendas de comissão, modalidade que estava travada e concentrava as principais reclamações de parlamentares. Dados atualizados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) mostram que o valor pago saltou de R$ 391 milhões na sexta-feira para R$ 1,013 bilhão nesta segunda-feira — um aumento de 159% em três dias.

O movimento ocorre após uma escalada de insatisfações no Legislativo. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), levou pessoalmente a Lula as queixas de deputados e senadores sobre o atraso na execução e cobrou um calendário claro de liberações.

A avaliação entre congressistas é que o Planalto reagiu às críticas para tentar conter o desgaste político e reduzir resistências à votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, adiada mais uma vez na semana passada.

O ritmo lento na execução até aqui está diretamente ligado às dificuldades fiscais do governo. O Planalto tenta recompor o equilíbrio das contas após o fracasso em ampliar a taxação sobre apostas e aplicações financeiras — medida que, segundo a equipe econômica, retirou cerca de R$ 35 bilhões do caixa de 2026.

O impacto levou o Executivo a pedir mais tempo para ajustar o texto da LDO e discutir novos cortes de despesas e desonerações.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que parte da recomposição virá de um corte de R$ 20 bilhões em despesas, distribuído em diferentes projetos de lei, e de um corte linear nas desonerações tributárias, relatado pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

No Centrão, a leitura é que o cenário era previsível, mas expõe falhas de coordenação entre a equipe econômica e a articulação política. O deputado Elmar Nascimento (União-BA) disse que a demora já era esperada pelo cronograma tardio do Orçamento, mas poderia ter sido evitada:

— Os atrasos sempre desgastam a relação entre os Poderes, mas já eram esperados, uma vez que o Orçamento foi votado em abril. O governo poderia ter evitado o desgaste, se fosse mais competente — afirmou.

No total, as emendas parlamentares de 2025 somam R$ 50,3 bilhões, dos quais R$ 30,7 bilhões foram empenhados (61%) e R$ 18,1 bilhões pagos (36%).

A verba está distribuída entre:

  • emendas individuais: R$ 24,6 bilhões de dotação, com R$ 18,7 bilhões empenhados (76%) e R$ 14,5 bilhões pagos (59%);
  • emendas de bancada estadual: R$ 14,3 bilhões, com R$ 6 bilhões empenhados (42%) e R$ 2,6 bilhões pagos (18%);
  • emendas de comissão: R$ 11,5 bilhões, com R$ 5,9 bilhões empenhados (52%) e R$ 1 bilhão pago (9%).

Parte dos parlamentares avalia que o Planalto ainda pode reverter o clima de desconfiança, desde que avance na agenda fiscal e demonstre previsibilidade na execução. Para o deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA), a solução passa pela aprovação das medidas que recompõem a arrecadação:

— Há desgastes. O governo federal tem como reverter tranquilamente com a boa vontade do Congresso: aprovando o pacote fiscal para fechar o Orçamento do ano resolve tudo e libera as emendas. Eu alertei meus colegas: deveriam ter votado no aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Eu votei — disse.

Entre aliados do Planalto, há o esforço de relativizar as críticas. Deputados da base argumentam que o próprio Congresso contribuiu para o cronograma apertado, ao votar o Orçamento de 2025 com atraso e ao enviar tardiamente as emendas de comissão. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) considera injustas as cobranças ao governo:

— Engraçado que cobram do governo, mas esquecem que o Orçamento foi votado este ano. Esquecem de dizer que as emendas de comissão só foram mandadas agora, no segundo semestre. Não acho justo reclamar dessa forma, com tão pouco compromisso com a aprovação de projetos importantes, inclusive com a derrubada da medida provisória 1303, que é uma pauta-bomba e pode obrigar o governo a cortar emendas — disse.

O atraso também acendeu o alerta na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O presidente do colegiado, senador Efraim Filho (União-PB), advertiu que o cronograma pode inviabilizar a aprovação do Orçamento de 2026 ainda este ano.

— Atravessar o ano sem um Orçamento votado traz insegurança jurídica e inibe investimentos. É ruim para o governo, ruim para o Congresso, mas muito pior para o Brasil — disse.

Enquanto o Planalto tenta recompor o caixa e controlar a execução, parlamentares cobram previsibilidade nos repasses. A pressão é reforçada pela proposta do relator da LDO, Gervásio Maia (PSB-PB), que prevê obrigar o pagamento das verbas destinadas à saúde, assistência social e transferências especiais até três meses antes da eleição.

O governo tenta barrar a medida, considerada “eleitoral e sem lógica fiscal” pelo líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Já o Centrão vê o dispositivo como garantia de segurança a prefeitos e parlamentares, ao evitar retenções políticas e antecipar o uso eleitoral das verbas.

O Globo

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VÍDEO: Ciro Gomes diz que governo Lula “maquia” dados de emprego e vive “de assistencialismo”

O ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o evento de filiação ao PSDB, realizado nesta quarta-feira 22. O político questionou a condução da economia, mencionando a dependência de programas sociais e a situação do mercado de trabalho no país.

Em tom irônico, Ciro afirmou que “no Brasil, tudo está cor-de-rosa e lindo”, mas que, segundo ele, a realidade seria diferente da apresentada pelo governo.

“Tudo está maravilhoso e quem disser o oposto é logo taxado de fascista, de bolsonarista, de direitista, ou seja lá o que diabos for”, afirmou Ciro, ao comentar o que chamou de dificuldade de se fazer críticas ao atual governo.

O ex-governador do Ceará citou que 38 de cada 100 brasileiros trabalham na informalidade e acusou o governo federal de maquiar os dados de empregabilidade. Segundo ele, a gestão petista contabiliza como empregados milhões de pessoas que dependem de programas sociais.

“Na propaganda oficial, todos estão empregados, porque o governo Lula chama de empregado 94 milhões de pessoas que são os clientes das políticas assistencialistas, na maior experiência de clientelismo e assistencialismo da história da humanidade”, declarou.

Apesar das críticas, Ciro reconheceu a importância dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), mas afirmou que o crescimento do país depende de trabalho formal e bem remunerado.

“Às vezes o bocadinho que chega de um Bolsa Família é o que resta para botar o de comer no buchinho da criança com fome. Eu entendo isso perfeitamente, mas o que bota uma nação para frente é o trabalho decentemente remunerado”, completou.

Agora RN

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