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VÍDEO: Eduardo Bolsonaro minimiza perda de mandato e diz que ida aos EUA “valeu muito a pena”

Vídeo: Reprodução/Instagram

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu nesta quinta-feira (18) à decisão que declarou a perda de seu mandato e afirmou que “valeu a pena” ter deixado o país rumo aos Estados Unidos. A medida foi oficializada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e publicada no Diário Oficial da Casa.

“Valeu muito a pena ter pela primeira vez conseguido levar consequências reais para esses ditadores”, declarou Eduardo, adotando tom de desafio. Segundo ele, o afastamento do cargo se torna “uma medalha de honra”, e não uma derrota política. O parlamentar ainda afirmou acreditar que sua trajetória “não acabou”.

Eduardo Bolsonaro está autoexilado nos Estados Unidos desde fevereiro e acumula 59 faltas não justificadas a sessões deliberativas — número que ultrapassa o limite previsto na Constituição e que pode resultar na perda automática do mandato.

A decisão da Mesa Diretora gerou reação interna e não contou com a assinatura de parte dos integrantes do colegiado, substituídos por suplentes no processo. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou a medida e classificou a decisão como “grave”, dizendo representar mais um passo no “esvaziamento da soberania do Parlamento”.

A defesa política do ex-parlamentar agora se volta ao argumento de perseguição e ao apoio de parlamentares aliados, em meio ao processo de sucessão e reorganização da bancada paulista na Câmara.

Com informações da CNN

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FRAUDES NO INSS: PF prende n° 2 do Ministério da Previdência e faz buscas contra senador aliado de Lula

A Polícia Federal faz buscas contra o senador Weverton Rocha (PDT-MA) nesta quinta-feira (18) em uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em descontos sobre aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A ação também prendeu o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal, que já foi assessor de Weverton. Ele ficará preso preventivamente em regime domiciliar. Foi preso ainda Romeu Carvalho Antunes, filho do empresário conhecido como Careca do INSS.

Os investigadores cumprem 16 mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão. A ação foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A casa de Weverton é um dos endereços de busca e apreensão. Não houve ações no gabinete do parlamentar no Senado.

Weverton é o líder do PDT no Senado. Ele entrou na mira de integrantes da CPI do INSS depois que assessores e outras pessoas ligadas a ele apareceram nas investigações sobre o esquema de fraudes, conduzidas pela PF e pela CGU (Controladoria-Geral da União).

As investigações apontaram que o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, já esteve com Weverton Rocha.

Na CPI, Antunes, acusado de ser um dos operadores do esquema, declarou que foi a um churrasco de costela na casa do senador, quando teria falado com ele sobre a regulação da venda de derivados de cannabis –ou seja, uma atividade de representação empresarial sem ligação com descontos em aposentadorias.

O Careca do INSS também disse que esteve no gabinete do senador em outras ocasiões, mas que não conversou com o político. O interlocutor teria sido Adroaldo da Cunha Portal, hoje secretário-executivo do Ministério da Previdência, mas que, na época, trabalhava no gabinete de Weverton. A visita também teria sido para tratar sobre o mercado de cannabis.

Um ex-assessor de Weverton também apareceu nas apurações. Gustavo Gaspar teria assinado uma procuração de movimentação de contas bancárias e entregado para Rubens Oliveira, apontado como um operador dos descontos irregulares.

O gabinete de Weverton Rocha ainda não se manifestou sobre a operação e as suspeitas levantadas durante as investigações.

A ação da PF nesta quinta-feira ocorre em Brasília, São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão. Segundo a PF, o objetivo é aprofundar as investigações e esclarecer a prática de crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, estelionato previdenciário, organização criminosa e ocultação de patrimônio.

Folha de S. Paulo 

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Operação da PF mira quadrilha que transportava drogas em aeronaves para o Nordeste

Uma operação da Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (18), desarticulou uma estruturada organização criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas, que utilizava o modal terrestre e aéreo para o transporte de entorpecentes, além de promover complexos esquemas de lavagem de dinheiro.

Ao todo, estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e 30 mandados de prisão (sendo 23 preventivas e 7 temporárias) nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e no Distrito Federal.

As investigações tiveram início a partir da análise de dados de operações anteriores, revelando que a liderança do grupo ordenava as ações criminosas de dentro do sistema penitenciário paraibano. A organização criminosa era responsável pela aquisição de aeronaves e pela logística de transporte de grandes quantidades de cocaína das regiões Norte e Centro-Oeste para o Nordeste. O grupo foi vinculado a três grandes apreensões recentes que totalizaram cerca de uma tonelada de entorpecentes, incluindo dois flagrantes de aeronaves transportando aproximadamente 400 kg de cocaína cada, ocorridos no estado do Tocantins, e uma apreensão terrestre na Paraíba.

Durante o inquérito policial, identificou-se uma sofisticada engenharia financeira utilizada para ocultar a origem ilícita dos recursos. Os investigados valiam-se de uma rede de interpostas pessoas (“laranjas”) e da criação de empresas de fachada (“fantasmas”) para movimentar valores milionários e adquirir bens de alto valor, como aviões e veículos de luxo.

Como forma de descapitalizar a organização criminosa, a Justiça determinou o bloqueio de contas e ativos financeiros dos investigados até o limite de R$ 4,8 bilhões, além do sequestro de diversos bens móveis e imóveis, visando impedir o proveito econômico dos delitos e garantir o ressarcimento à sociedade.

Os envolvidos responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Somadas, as penas para esses delitos podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

O nome da operação, “Hangar Fantasma”, faz alusão ao modus operandi do grupo, que utilizava empresas fictícias (“fantasmas”) e terceiros para registrar e ocultar a real propriedade das aeronaves e hangares utilizados na logística do transporte de drogas, operando uma frota aérea “invisível” aos mecanismos de controle financeiro.

Blog do BG PB

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Padre Júlio Lancelotti é proibido de transmitir missas em redes sociais e pode ser afastado de paróquia

O cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, determinou que o padre Júlio Lancelotti não transmita mais missas ao vivo, suspenda todas as suas atividades em redes sociais e pode retirá-lo da paróquia de São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca, em SP, onde ele atua há mais de 40 anos.

Lancelotti comunicou que as missas não seriam mais transmitidas no domingo (14), justamente durante uma das transmissões. A informação incendiou grupos de padres e religiosos que se comunicam por WhatsApp.

As celebrações eram transmitidas ao vivo pela Rede TVT (TV dos Trabalhadores), mantida por sindicatos, pelo portal ICL e pelo YouTube.

Lancelotti confirmou a decisão de dom Odilo à coluna _e, na sequência, divulgou uma nota em que diz reafirmar “minha pertença e obediência à Arquidiocese de São Paulo” (ler a íntegra no fim do texto).

“Dom Odilo me pediu para dar um tempo. Ele acha que é uma forma de recolhimento e de proteção”, diz o religioso à Folha. Questionado se concordava com a decisão, ele respondeu que tem “apenas que obedecer”.

Mônica Bergamo – Folha

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Projeto de Lei quer proibir interdição total de vias em protestos em João Pessoa



					Projeto de Lei quer proibir interdição total de vias públicas durante protestos em João Pessoa
Projeto de Lei quer proibir interdição total de vias públicas durante protestos, em João Pessoa 

Um Projeto de Lei (PL) que visa proibir a interdição total de vias públicas durante manifestações, em João Pessoa, foi protocolado na Câmara Municipal, nesta segunda-feira (15). O projeto é de autoria do vereador Ícaro Chaves (Podemos) e ainda precisa ser aprovada pela casa e, posteriormente sancionada pelo prefeito para valer.

De acordo com o texto do projeto, a proposta é de que em toda extensão de manifestações seja mantida “ao menos uma faixa de rolamento livre e desobstruída, com largura compatível à circulação segura de veículos, especialmente viaturas de emergência”, como viaturas do Corpo de Bombeiros, da polícia e ambulâncias.

O texto ainda prevê que os realizadores dos protestos enviem 48 horas antes o trajeto que pretendem fazer, assim como o tempo estimado de duração da manifestação. Essas informações, conforme o PL, devem ser enviadas para a Secretaria de Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania.

Após esse envio, o PL ainda destaca que a própria secretaria em questão seja responsável pela designação de agentes ou servidores para acompanhar e “garantir o cumprimento das disposições da lei”. O uso da Guarda Civil Municipal e outros órgãos de fiscalização também são citados.

O PL estabelece também que, em caso de descumprimento dessas regulações, é passível aplicação de multa para os organizadores e responsáveis pela manifestação, “sem prejuízo de responsabilização civil e/ou penal quando da ocorrência de danos a bens públicos e privados e/ou à integridade física de pessoas”.

Justificativa do Projeto de Lei

Como justificativa para protocolar o PL, o vereador argumentou que “a proibição de obstrução total das vias durante manifestações públicas, não restringe o direito constitucional de livre manifestação e expressão, mas busca compatibilizá-lo com outros valores igualmente protegidos, como a segurança pública, a mobilidade urbana, o direito de locomoção e a continuidade dos serviços essenciais”.

O propositor também argumenta que a proposta “que manifestações populares representam o exercício da cidadania e constituem instrumento legítimo de reivindicação social e política”, mas “a ausência de parâmetros objetivos para sua realização tem, em diversas ocasiões, provocado bloqueios integrais de vias de intenso fluxo, gerando congestionamentos, dificuldades de acesso para ambulâncias, transporte público, serviços de emergência, além de prejuízos ao deslocamento de trabalhadores, estudantes e demais cidadãos”.

Ele ainda destacou que “o Projeto de Lei adota medida proporcional e adequada, permitindo que manifestações ocorram de forma livre e visível, porém sem paralisar completamente o trânsito ou inviabilizar o funcionamento regular da cidade”.

O próximo passo do PL é a leitura em plenário e, além disso, a votação.

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Estatal Infra S.A. emprega familiares do presidente do TCU Vital do Rêgo

Uma estatal que deveria servir ao interesse público, Infra S.A., virou mais um escandaloso cabide de empregos bancado pelo contribuinte. A empresa, responsável pelo planejamento e estruturação de projetos estratégicos para o setor de transportes, passou a ser ocupada por parentes de políticos e autoridades, em cargos comissionados de altos salários e todos ligados à família Vital do Rego.

Entre os nomeados está Sarah Vital do Rêgo Freire, de apenas 27 anos, sobrinha do atual presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Vital do Rêgo, e também do senador Veneziano Vital do Rêgo. Em maio de 2025, ela foi alçada ao cargo de assessora técnica nível 2 da presidência da Infra S.A., com um salário de R$ 15.852,98. Antes disso, já ocupava cargo comissionado em outra estatal, a ENBPar, onde recebia cerca de R$ 9 mil, além de auxílios e bônus. Um currículo meteórico para alguém formada há pouco mais de três anos.

Mas não para por aí. A Infra S.A. também nomeou Valkênia Herculano de Moraes, cunhada do presidente do TCU. Ela assumiu o cargo de assessora especial da presidência da estatal com um salário ainda mais generoso: R$ 27.570,42. Valkênia é irmã da esposa do ministro Vital do Rêgo e, segundo seu próprio perfil profissional, atua como assessora de investimentos e empresária do ramo de transportes. Coincidência demais para uma estatal que deveria primar pela impessoalidade.

A empresa também emprega Francisco Dutra Pimenta, filho do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS). Formado em publicidade e propaganda, ele foi nomeado assessor especial do presidente da Infra S.A. em outubro, com salário de R$ 16.083,27.

Enquanto isso, o brasileiro segue pagando a conta de uma máquina pública usada como extensão dos interesses políticos e familiares — um retrato claro do desrespeito com o dinheiro público e com a ética na administração.

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VÍDEO: Mulher é detida após pichar monumento histórico durante ato contra anistia

 

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Um post compartilhado por Poder360 (@poder360)

Vídeo: Reprodução/Instagram

Uma manifestante foi detida pela Polícia Militar nesse domingo (14) após pichar o Monumento à Terra Mineira, em Belo Horizonte (MG), durante um protesto contra o projeto que reduz as penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. A mulher foi abordada no local e liberada posteriormente.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a manifestante escreve, com tinta vermelha, a frase “Brasil, terra indígena” na base do monumento, localizado na Praça da Estação. Um homem que acompanhava a cena chegou a questionar se o material utilizado era removível, mas, segundo ele, a mulher negou.

A ação motivou a intervenção conjunta da Polícia Militar e da Guarda Municipal. O monumento, inaugurado em 1930, integra o conjunto histórico da capital mineira e é assinado pelo escultor Júlio Starace, sendo considerado patrimônio cultural da cidade.

O episódio gerou forte repercussão nas redes sociais, com críticas à depredação do patrimônio público. Alguns internautas fizeram comparações com o caso de Débora Rodrigues dos Santos, condenada pelo STF após pichar a estátua “A Justiça”, em frente à Suprema Corte, durante os atos de 8 de Janeiro, levantando debates sobre tratamento jurídico em situações semelhantes.

Com informações do Poder360

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DE NOVO: Quase metade da bancada paraibana “some” durante análise de cassação de Carla Zambelli

Pela segunda vez na semana, metade da bancada paraibana sumiu durante análises de temas importantes. Desta vez, os parlamentares se ausentaram da votação do pedido de cassação da deputada federal Carla Zambelli, que acabou não prosperando por falta de votos.

Foram 227 votos a favor da cassação e 170 votos contra. Eram necessários 257 votos para que o mandato fosse cassado. A sessão ainda teve 10 abstenções. 105 deputados estavam ausentes. Com o resultado, o processo foi arquivado.

Dos doze deputados paraibanos, apenas cinco votaram: Aguinaldo Ribeiro (PP), Mersinho Lucena (PP), Gervásio Maia (PSB) e Luiz Couto (PT) pela cassação. Apenas Cabo Gilberto (PL) votou pela manutenção do mandato. Romero Rodrigues (Podemos) se absteve.

Os ausentes: Damião Feliciano (União), Murilo Galdino (Republicanos),, Ruy Carneiro (Podemos), Wellington Roberto (PL) e Wilson Santiago (Republicanos). Hugo Motta (Republicanos) não votou pois está na condição de presidente da casa.

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Metade da bancada paraibana “sumiu” na votação do PL da Dosimetria

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o PL (Projeto de Lei) da Dosimetria, que reduz as penas dos envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. A medida beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foram 291 votos sim e 148 não. Com a aprovação na Câmara, o texto segue para a análise do Senado Federal. Dos doze deputados paraibanos, apenas seis votaram: Cabo Gilberto (PL), Romero Rodrigues (Podemos), Ruy Carneiro (Podemos) e Mersinho Lucena (PP) disseram sim à proposta. Já Gervásio Maia (PSB) e Luiz Couto (PT) foram contrários.

O impressionante é que metade da bancada paraibana simplesmente “sumiu” durante a votação. Entre os ausentes estavam Aguinaldo Ribeiro (PP), Damião Feliciano (União), Murilo Galdino (Republicanos), Wellington Roberto (PL) e Wilson Santiago (Republicanos) não votaram.

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Cagepa deixa seis bairros de João Pessoa sem água por 12h nesta terça-feira

Imagem ilustrativa

Com um aviso de manutenção feito em pleno feriado, a Cagepa informou que seis bairros de João Pessoa vão ficar sem água nas torneiras nesta terça-feira (9), a partir das 8h.

A previsão da Companhia é para que o sistema seja reativado a partir das 20h do mesmo dia, com retorno gradual.

A Cagepa esclareceu que a suspensão temporária do abastecimento de água nos bairros será necessária para realização de obras do “Projeto Água na Medida”.

O projeto visa reduzir perdas, equilibrar a distribuição de água e garantir a continuidade no fornecimento e o melhor aproveitamento dos recursos hídricos.

Veja lista dos bairros

Tambaú

Manaíra

Bessa

Jardim Oceania

Aeroclube

São José

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