Saúde

Paraíba distribui 103.631 novas doses de vacinas contra a covid-19 nesta quarta-feira

Foto: Sérgio Lima/Poder360

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) dá seguimento a uma nova pauta de distribuição de vacinas contra a covid-19. Nesta quarta-feira (20), serão distribuídas 103.631 doses para a abertura de esquema vacinal (D1). Desse total, 82.026 doses são Pfizer/Comirnaty e estão direcionadas à população entre 12 e 17 anos. As outras 21.605 doses são do laboratório Butantan/ Sinovac, que serão distribuídas para 26 municípios para complementar as primeiras doses da população acima de 18 anos.

Esta é a 58ª pauta de distribuição realizada pela SES, desde o início da vacinação contra a covid-19, iniciada em 19 de janeiro de 2021. A oferta dessa vacina à população de 12 a 17 anos se dará em ordem decrescente de faixa etária, priorizando o acesso às crianças e adolescentes com deficiência permanente, com comorbidade e/ou privados de liberdade.

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Saúde

MAIS MORTES: Secretário de Saúde lamenta ação contra o “passaporte da vacina”

Divulgação/SES

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, lamentou, nesta segunda-feira (18), recurso do deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra o ‘passaporte da vacina’ na Paraíba.

Em entrevista ao programa Hora H, o secretário considerou que atitudes como essa só atrapalham o processo de vacinação no Estado.

“E ainda pior, pode reverberar mortes indevidas de pessoas”, exclamou o secretário.

Cabo Gilberto alega que o projeto que foi aprovado na Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador João Azevêdo (Cidadania) é inconstitucional. A lei proíbe que os cidadãos que não foram imunizados frequente locais fechados como bares, restaurantes, eventos e estádios de futebol.

Mais PB

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Saúde

R$ 14 MILHÕES: Paraibano Marcelo Queiroga anuncia investimentos para qualificar atendimentos de urgência

Imagem: reprodução

O Ministério da Saúde anunciou hoje (18) que investirá R$ 14 milhões na criação de 10 mil vagas para o Programa SOS de Ponta, visando à qualificação de profissionais da saúde para realizarem atendimentos de urgência e emergência em suas unidades de saúde.

Segundo Queiroga, o sistema de saúde tem, atualmente, “posição confortável” para atender aqueles que, com síndrome respiratória grave, necessitam de unidades de terapia intensiva (UTIs). “Hoje trazemos essa ação SOS de Ponta porque sabemos que, nas urgências e emergências, é que existe o risco maior de morte, e precisamos qualificar melhor aqueles que estão na ponta para atende a essas situações”, disse o ministro.

Médicos pelo Brasil – Queiroga antecipou que, até o final do ano, sua pasta lançará o Médicos pelo Brasil, programa que, segundo ele, “terá edital para a contratação dos médicos de uma maneira diferente da do passado, que inclusive traziam cidadãos de outros países, em regime muito impróprio para trabalhar em nosso país. Queremos mudar esse cenário”.

Blog do BG com Agência Brasil

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Saúde

DADOS: Qualidade de vida do brasileiro piorou durante a pandemia, diz pesquisa

Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil)

Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) detectou que a qualidade de vida dos brasileiros piorou durante a pandemia de Covid-19, sobretudo cinco meses após o início das medidas de isolamento social.

O estudo “Hábitos e comportamento alimentar durante a pandemia de covid-19 no Brasil” demonstrou uma piora no estilo de vida, nas escolhas de alimentos e na frequência de atividade física no último ano, além do aumento significativo do tempo de uso de telas e dispositivos.

Os dados obtidos na primeira fase de análises estão compilados em artigos publicados na Public Health Nutrition e na Frontiers in Nutrition.

A pesquisa, realizada em conjunto pela UFMG e as universidades federais de Lavras (Ufla), Ouro Preto (Ufop) e Viçosa (UFV), avaliou os hábitos adotados por 1.368 pessoas, de ambos os sexos, com idade igual ou maior que 18 anos, por meio de questionário on-line, entre agosto e setembro de 2020.

Destes, quase 90% são da região sudeste, e 80% são mulheres.

Segundo o estudo, 97% dos pesquisados estavam cumprindo total ou parcialmente as medidas de isolamento. Uma segunda fase do estudo segue agora para avaliar os mesmos hábitos a partir de agosto de 2021.

O estudo foi projetado para verificar modificações ocorridas nos hábitos da população no período da pandemia do novo coronavírus, afirma a pesquisadora Tamires Souza, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciência de Alimentos da UFMG e uma das participantes do estudo, em comunicado publicado pela UFMG.

Mudanças de hábitos

Por meio da verificação das mudanças nos hábitos diários, o grupo de pesquisadores detectou diferenças específicas nos hábitos alimentares e no estilo de vida durante a pandemia, que dividiu em três categorias.

Troca de Refeições: menor frequência de adesão ao café da manhã, ao lanche da manhã e ao almoço e maior frequência de lanches noturnos e outras refeições além das tradicionais.

Alimentação de pior qualidade: aumento no consumo de pães, farináceos, refeições instantâneas e fast food e redução no consumo de frutas e vegetais.

Reforço de maus hábitos de saúde: aumento da frequência de consumo de bebida alcoólica, do hábito de fumar, de horas de sono e do tempo de utilização de telas e dispositivos e a redução na prática de atividade física.

“Os voluntários reportaram praticar em torno de 120 minutos por semana de atividade no período pré-pandemia, índice que caiu para 80 minutos por semana durante as medidas de distanciamento. A recomendação da OMS é que se pratiquem entre 150 e 300 minutos de exercícios por semana”, alerta.

“Quanto ao tempo de tela, antes da pandemia, os participantes relataram média diária de 6,5h de exposição. Durante a pandemia, esse número subiu para 10h por dia”, acrescentou.

CNN

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Saúde

MÉTODO EM ESTUDO: Novo teste de covid-19 usará saliva e luz

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma nova tecnologia de teste para avaliar o diagnóstico de covid-19 pela saliva utilizando luz. A formulação foi feita por um grupo do Laboratório de Bioanalítica e Eletroquímica da instituição de ensino. Os estudiosos adotaram uma técnica denominada entre os especialistas de eletroquimioluminescência.

Segundo esta técnica, um sinal elétrico é aplicado na saliva de um paciente. Caso haja o vírus na saliva da pessoa, esse sinal produz uma reação química e mostra o resultado na forma de aparição de luz vermelha, apontando o diagnóstico. Se o aparelho utilizado não ascender, o diagnóstico é negativo.

De acordo com os pesquisadores, é possível obter o resultado do diagnóstico em até uma hora e ele tem precisão semelhante ao do teste laboratorial RT-PCR. O teste indica a presença ou não do vírus e a carga viral. Outra vantagem apontada pelos autores da pesquisa é a análise de 20 amostras ao mesmo tempo.

O dispositivo utilizado para o teste também pode ser conectado a um smartphone. Assim, ele “roda” sem a necessidade de um técnico especializado para comunicar o resultado do exame realizado.

Agência Brasil 

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Saúde

Cerca de 30 milhões de brasileiros aptos ainda não se vacinaram contra a Covid, diz Sociedade Brasileira de Imunizações

O Brasil ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas com imunização completa contra a Covid-19 entre vacinados de duas doses (Pfizer, AstraZeneca e Coronavac) e dose única (Janssen). Apesar disso, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Juarez Cunha, há um número expressivo de pessoas que já poderia ter completado seu esquema vacinal ou recebido a primeira dose, mas que ainda não foram aos postos de saúde.

“É claro que a gente tem que festejar estes quase 50% da população com a dose plena, com duas doses ou dose plena, e os 71% que já receberam a 1ª dose. Ao mesmo tempo, nos preocupa que, se nós temos 151 milhões de pessoas que receberam a 1ª dose, significa que temos cerca de 30 milhões de pessoas que poderiam ter se vacinado e ainda não se vacinaram”, ressaltou o executivo em entrevista à CNN.

Cunha detalha que estes indivíduos estão incluídos no público-alvo da campanha, ou seja, não fazem parte do número de crianças menores de 12 anos, que ainda aguarda a autorização de uma vacina contra a Covid-19 para as faixas etárias mais baixas. “Precisamos melhorar ainda mais nossas coberturas vacinais, lembrando que a proteção do indivíduo também impacta a proteção do coletivo”, defendeu.

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Saúde

Brasil tem semana com menor número de mortes por Covid-19 desde abril de 2020

No total da semana epidemiológica encerrada neste sábado, foram notificadas 2.323 mortes pela doença – é o menor número semanal desde os primeiros meses da pandemia, no ano passado.

A última vez em que o número de mortes em uma semana foi mais baixo do que isso foi entre 19 e 25 de abril de 2020, quando a pandemia estava havia pouco menos de dois meses no Brasil e 1.669 novos óbitos foram confirmados.

O número de novos casos notificados nesta semana – 71.545 – é também o menor desde a semana encerrada em 9 de maio (59.543).

As médias móveis de óbitos e de infecções estão em tendência de queda e ficaram em 332 e 10.221, respectivamente, neste sábado.

CNN Brasil

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Saúde

Marcelo Queiroga, Ministro da Saúde, garante toda a população imunizada até o fim do ano

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilSaúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que todos os brasileiros serão vacinados contra a Covid-19 até o fim de 2021. A declaração foi dada durante evento pelo “Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação”, em São Luís, no Maranhão.

“Estamos nos preparando para sair da maior crise sanitária que a humanidade já enfrentou. Isso se deve ao esforço conjunto de todos nós. Eu tenho certeza de que haveremos de vencer em breve essa pandemia. Isso eu posso me comprometer com vocês porque eu sei que até o final do ano toda a população brasileira estará imunizada”, disse.

Queiroga lembrou que o Brasil chegou à marca dos 100 milhões de pessoas vacinadas com as duas doses de uma vacina anti-Covid ou com um imunizante de dose única. O total corresponde a 47% da população.
De acordo com o Localiza SUS, mais de 149 milhões de pessoas, cerca de 70% dos brasileiros, já receberam ao menos uma dose.

Desse total, 42,3% foram imunizados com a vacina da AstraZeneca e 31,5% com a CoronaVac. Os imunizantes da Pfizer e da Janssen correspondem a 24,2% e 1,9% das aplicações, respectivamente.

Durante o evento deste sábado, Queiroga afirmou que o Brasil sempre foi referência em campanhas de vacinação e que desempenha o mesmo papel durante a pandemia. O ministro criticou a exploração política da imunização e disse que o governo federal trabalha para que em breve as pessoas possam se ver “livres de máscaras, de distanciamentos”.

R7

 

 

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Saúde

Ministério da Saúde confirma que receberá 36 milhões de doses da Janssen até o final do ano

Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

O Governo Federal e a Johnson & Johnson, fabricante da vacina de dose única da Janssen, confirmaram que o contrato entre as partes será cumprido. Além da antecipação de 1,8 milhão de doses ocorrida em junho, 36,2 milhões serão entregues até o final do ano pela J&J.

O Brasil também recebeu outros 3 milhões de doses em julho, por meio de doação do governo dos Estados Unidos.

Questionado pela CNN, o Ministério da Saúde ainda não respondeu como esse novo lote de imunizante será utilizado, já que a Janssen é dose única e só está autorizada em adultos.

A empresa informou à CNN que os estudos mostraram que quando um reforço da vacina foi administrado seis meses após a dose única, os níveis de anticorpos aumentaram nove vezes após uma semana e continuaram a subir para 12 vezes mais após quatro semanas a partir do reforço.

Já com o reforço administrado dois meses após a primeira dose, os níveis de anticorpos aumentaram de quatro a seis vezes mais do que os observados após a dose única.

A companhia forneceu os dados disponíveis para a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês), dos EUA, órgão correspondente à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). E planeja enviar os dados para o governo brasileiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Grupos Técnicos Consultivos Nacionais sobre Vacinação (GTCVs ou NITAGs) em todo o mundo para auxiliar na tomada de decisão e estratégias locais de administração de vacinas, conforme necessário.

Mas apenas 4,8 milhões de brasileiros poderiam receber a possível dose de reforço, número recebido e aplicado no país. Não existem estudos divulgados sobre a intercambialidade (mistura de diferentes imunizantes).Sobrariam 31,4 milhões de doses. A validade da vacina, a partir da fabricação, é de 2 anos quando armazenada a -20 graus Celsius, e apenas seis meses quando refrigerada a temperaturas entre 2 e 8 graus Celsius, que é o que acontece na imensa maioria dos municípios brasileiros.

Até o momento, a Janssen só conseguiu autorização pra uso emergencial junto a Anvisa. A empresa informou também que “Segue trabalhando em estreita cooperação com a Agência nesse processo para obter todas as certificações necessárias e avançar com o pedido de registro definitivo de sua vacina contra a COVID-19 para indivíduos com 18 anos ou mais até o final de 2021”.

A reportagem também questionou a Anvisa e o Ministério da Saúde sobre o registro definitivo e se a doação de vacinas da Janssen é uma possibilidade. Até o fechamento desta matéria não houve resposta. Governo e empresa não divulgaram a data de entrega do próximo lote do imunizante no Brasil.

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Saúde

IMUNIZANTE: Brasil recebe lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer

Chegou neste sábado (16) ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. As informações são da Agência Brasil.

Os imunizantes do laboratório norte-americano chegaram em dois voos no início da manhã. Mais um carregamento com 1,3 milhão de doses está previsto para chegar neste domingo (17).

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Até o momento, 101,3 milhões de pessoas foram completamente imunizadas contra a doença com duas doses ou vacina de dose única.

FolhaPress

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