Saúde

CICLO COMPLETO: Juliette toma a segunda dose de vacina contra a Covid-19 e diz: “dose de esperança”

Foto: Divulgação redes sociais

Campeã do “BBB21”, Juliette tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 na manhã desta terça-feira. A paraibana postou o registro em suas redes sociais e escreveu: “Segunda dose de esperança! #VivaoSUS”.

Durante a fase mais aguda da pandemia, ela estava na casa mais vigiada do Brasil. Assim que saiu do programa campeã, pedia aos seus fãs que evitassem aglomerações e tomassem os cuidados contra a pandemia, como a vacinação e o uso de máscaras.

A esperança é forte mesmo para ela. A mãe da ex-BBB, Dona Fátima, passou recentemente por uma cirurgia cardíaca recentemente. Um dos principais motivos para ela participar do reality show era poder ajudar do tratamento da mãe, que também aumenta o fator de risco dela para a Covid-19.

Logo depois de sua postagem, muitos fãs celebraram com ela a conquista e elogiaram a sua postura em causas importantes para a saúde pública.

“Isso aqui é o mínimo, o básico: se vacinar e se cuidar. Como tem sido importante ela expor isso nas redes, usar da influência gigante que tem pra incentivar a vacinação que tantos se empenharam pra não acontecer. Salva vidas. Obrigado por isso, Ju”, escreveu uma seguidora.

Extra Globo

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Saúde

CONECT SUS: Certificado de vacinação é liberado para quem tomou duas doses diferentes

Divulgação

O Ministério da Saúde anunciou a liberação de emissão do certificado de vacinação contra a Covid-19 para quem tomou duas doses de farmacêuticas diferentes — a chamada intercambialidade. A emissão poderá ser realizada pelo aplicativo ConecteSUS.

No início de outubro, a pasta reconheceu que o sistema do app impedia a emissão do certificado, mas informou que buscaria uma solução para evitar essa limitação para os imunizados no esquema de intercambialidade.

O certificado de vacinação é um documento que a pessoa pode emitir para comprovar que concluiu o ciclo vacinal, seja por meio do recebimento de duas doses, ou da dose única — no caso do imunizante da Janssen.

Intercambialidade

Embora a principal orientação seja para que o esquema de vacinação deve completado com o mesmo imunizante, o Ministério da Saúde afirma que em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose com uma vacina do mesmo fabricante, poderá ser administrada uma de outro laboratório.

A segunda dose deverá ser administrada respeitando o intervalo adotado para o imunizante utilizado na primeira dose.

Para as gestantes que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca/Fiocruz ou no puerpério (até 45 dias pós-parto), no momento de receber a segunda dose da vacina, deverá ser ofertada, preferencialmente, a Pfizer. Caso esse imunizante não esteja disponível na localidade, poderá ser utilizada a vacina Coronavac.

Agência Brasil

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Saúde

ALERTA: Covid volta a preocupar europeus, e governos já retomam restrições

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Não bastou ser o continente que mais rapidamente vacinou sua população: a Europa se tornou neste mês a única região do mundo em que casos de Covid estão em alta. A pandemia voltou às manchetes e ao debate político, e restrições já começaram a ser reimpostas.

Houve 1,3 milhão de novos casos registrados na semana até o dia 19, uma alta de 7% em relação à semana anterior e o terceiro salto seguido. Não é que a imunização tenha fracassado: a eficácia da vacina não está em impedir a transmissão, mas em reduzir hospitalizações e mortes.

A Europa, porém, também é o continente que está vendo mais gente morrer de Covid a cada semana, e não é simples explicar por quê, principalmente quando a média europeia encobre disparidades. A pandemia está ganhando volume em 35 dos 61 países e territórios acompanhados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o que quer dizer que não está nos outros 26.

A amplitude da imunização também varia, o que não necessariamente implica um controle maior dos óbitos. Estão totalmente vacinados 86% dos belgas, mas apenas 16% dos ucranianos, duas populações em que a taxa de mortes cresce há quatro semanas seguidas, embora seja relativamente baixa (menos de 90/1 milhão de habitantes).

Folha de São Paulo

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Saúde

Covid-19: aumenta circulação de subvariante Delta em Belém do Pará

Uma subvariante Delta do novo coronavírus, que pode não ser detectada em testes rápidos, tem circulado de forma cada vez mais intensa em Belém, no Pará. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), após sequenciamento de 16 amostras do vírus SARS-CoV-2 obtidas de pacientes na capital paraense.

“Nessas análises a Sesma detectou uma uma subvariante Delta, a AY.33, circulando em Belém e que pode não ser detectada por testes rápidos e pelos protocolos padrões de RT-qPCR”, informou, em nota, a secretaria.

Diante da constatação, a prefeitura local está orientando que qualquer pessoa que apresente sintomas compatíveis com covid-19 fique em isolamento social por 14 dias. Na nota divulgada pela Sesma, foram apresentados resultados de análises feitas desde julho, que revelaram uma inversão das variantes identificadas.

Em julho e agosto, dos 1.612 casos da covid-19 notificados em Belém, foram enviadas, para sequenciamento, 72 (4%) amostras de pacientes sintomáticos que apresentaram RT-qPCR positivo. Desses casos, 84,7% de casos foram provocados pela variante Gamma, enquanto os casos da variante Delta representaram 9,7%.

Dos 332 casos notificados em setembro, 24 (7%) dos pacientes sintomáticos tiveram resultado positivo no RT-qPCR. Destes, 50% foram casos provocados pela variante Delta e 50% dos pacientes haviam sido infectados pela variante Gamma do vírus SARS-CoV-2.

Nos primeiros 20 dias do mês de outubro, foram notificados 152 casos. As 20 amostras genotipadas (13%) revelaram uma inversão, com a predominância da variante Delta, responsável por 75% dos casos, enquanto a variante Gamma foi identificada em 25% das análises.

“Diante deste cenário, se faz a necessário que a população siga com as medidas de prevenção e controle como: isolamento domiciliar da pessoa que estiver com suspeita ou em período de transmissão da doença, lavagem frequente das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel, além do uso obrigatório de máscara e manter o distanciamento social”, informou a Sesma.

Agência Brasil

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Saúde

“Pandemia terminará quando todo mundo decidir acabar com ela e dispomos de todas as ferramentas”, diz chefe da OMS

A pandemia de covid-19 terminará “quando todo mundo decidir acabar com ela”, pois atualmente dispomos de “todas as ferramentas” necessárias para combater o vírus, assegurou neste domingo (24) o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“A pandemia acabará quando todo mundo decidir acabar com ela, está nas nossas mãos, dispomos de todas as ferramentas de que precisamos para isso”, declarou o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Berlim, onde voltou a insistir em uma distribuição mais equilibrada em todo o mundo das vacinas anticovid.

Tedros Adhanom também lembrou que “com cerca de 50.000 mortos semanais” no mundo, “a pandemia está longe de ter acabado”.

Ele deu estas declarações na cerimônia inaugural da “Cúpula Mundial sobre a Saúde”, que reúne a cada ano profissionais de saúde e dirigentes políticos em Berlim.

A OMS estabeleceu como meta que 40% da população de cada país esteja vacinada contra a covid-19 antes do fim do ano e 70% em meados de 2022.

Tedros Adhanom lamentou em várias ocasiões a concentração de vacinas nos países ricos.

“O objetivo é alcançável, mas só se os países e as empresas que controlam o abastecimento traduzirem suas declarações em fatos”, insistiu na capital alemã.

UOL com AFP

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Saúde

COVID: 109,2 milhões de brasileiros completam vacinação, 51,2% da população

O Brasil alcançou no sábado (23) a marca de 109,2 milhões de habitantes que completaram a vacinação contra a covid-19. Ao todo, 109.217.821 brasileiros tomaram a segunda dose ou a dose única de imunizante, o que representa 51,2% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa, com base nas informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 373.009 segundas doses e 521 únicas em todo o país – ou seja, 373.530 brasileiros concluíram o ciclo vacinal neste período. Também foram vacinadas 121.824 pessoas com a primeira e outras 142.747 com a de reforço. Entre ontem e hoje, o total de doses aplicadas de imunizante contra a covid-19 foi de 638.101.

Ao todo, 152.938.187 habitantes tomaram a primeira dose até agora, o equivalente a 71,7% da população do país. A de reforço foi aplicada em 6.026.092 brasileiros no total.

Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba e Paraná não informaram dados atualizados sobre a vacinação até o horário de fechamento do boletim do consórcio, às 20h.

UOL

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Saúde

Após pico em março, mortes por covid no Brasil estão em queda há 6 meses

O número mensal de mortes por data real por covid-19 está em queda desde que atingiu o pico, em março deste ano, quando foram 80.831 vítimas da doença. Nós meses seguintes, o total mensal vem caindo sucessivamente, até que chegou em setembro ao menor número desde novembro de 2020.

Números de cada mês:

  • Março: 80.831;
  • Abril: 76.464;
  • Maio: 54.205;
  • Junho: 47.677;
  • Julho: 27.811;
  • Agosto: 16.998;
  • Setembro: 10.534.

Os dados referem-se às datas em que realmente ocorreram as mortes, e não às datas em que foram notificadas. O número de notificações é divulgado diariamente neste site do Ministério da Saúde. Já as mortes por data real são divulgadas uma vez por semana pelo Ministério da Saúde em boletim epidemiológico. A edição mais recente traz dados até 18 de outubro.

É possível que os números mais recentes aumentem nos próximos boletins, à medida que as autoridades identificam as datas das mortes. Esse dado pode demorar até 16 meses para ser conhecido.

De 603.465 mortes confirmadas até 18 de outubro, 588.936 têm a data real conhecida pelo Ministério da Saúde. Ou seja, ainda não se sabe exatamente em que data aconteceram 2,4% das mortes registradas até a última data de atualização dos dados.

Em março, durante o mês de pico da pandemia, o país atingiu o maior número de mortes ocorridas em 24 horas. No dia 29 de março de 2021, o Brasil teve 3.434 vítimas, de acordo com a atualização mais recente. O maior número de notificações em 24 horas só foi registrado 10 dias depois, 8 de abril, com 4.249 mortes reportadas em 1 dia.

Poder 360

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Saúde

João Pessoa suspende vacinação contra Covid-19 neste domingo

Foto: Kleide Teixeira

A Prefeitura de João Pessoa suspendeu a vacinação contra Covid-19, neste domingo (24). Segundo a Secretaria de Saúde, os profissionais que trabalham na ação estarão de folga.

A imunização será retomada na segunda-feira (25), mas ainda não há uma programação.

A Prefeitura de João Pessoa suspendeu a vacinação contra Covid-19, neste domingo (24). Segundo a Secretaria de Saúde, os profissionais que trabalham na ação estarão de folga.

A imunização será retomada na segunda-feira (25), mas ainda não há uma programação.

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Saúde

Paraíba tem 23% de taxa de ocupação de leitos Covid-19

Foto: Secom PB

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 23%. Fazendo  um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 24%.

Em Campina Grande, estão ocupados 21% dos leitos de UTI adulto e no sertão 31% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 09 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 134  pacientes estão internados nas unidades de referência.

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Saúde

Brasil tem 108,8 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid-19

Foto: Reprdoução

O Brasil atingiu a marca de 51,02% da população totalmente imunizada contra a covid-19. Em números, significa que 108.844.291 receberam as duas doses ou o imunizante de aplicação única.

O número de habitantes parcialmente imunizados, ou seja, com ao menos uma dose das vacinas disponíveis é de 152.816.363, correspondendo a 71,64% da população.

Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.167.980 aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em pouco mais de 170 mil pessoas. Já 706.095 receberam a 2ª aplicação da vacina.

Estadão Conteúdo

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