Saúde

ALERTA: Taxa de contaminação da Covid cresce na região de Cajazeiras

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES) vem demonstrando preocupação com o aumento da taxa de transmissibilidade da Covid-19 na região polarizada por Cajazeiras, no Sertão do estado. De acordo com o secretário Geraldo Medeiros, o índice chegou a 1.46% na região.

“Em Cajazeiras, houve um incremento de novos casos diários. É uma região que está preocupando com o incremento na taxa de contaminação de 1.46%”, disse o gestor nesta segunda-feira (1/11). Isso significa que cada 100 pessoas contaminadas com o vírus contaminam 146.

O secretário afirmou ainda que não há informações sobre o passaporte da vacina, cujo projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa da Paraíba e aguarda sanção do governador. “Nós já debatemos com o governador e cabe a ele a regulamentar para que seja exigido e tenhamos mais segurança”, informou, em entrevista concedida à TV Cabo Branco.

Geraldo disse ainda que o estado possui tem 72% de pessoas vacinadas com a primeira dose de vacinas contra a Covid-19.

MaisPB

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Saúde

FERIADO SEM VACINA: Imunização contra Covid-19 segue suspensa em João Pessoa

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A vacinação contra Covid-19 continua suspensa nesta segunda-feira (1º), em João Pessoa. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, campanha pode ser retomada na quarta-feira (3).

A pausa na imunização acontece desde o sábado (30) e se estende até a próxima terça-feira (2), devido ao “feriadão” de Finados.

O cronograma com os locais e horários de vacinação para retomada da campanha ainda não foram divulgados.

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Saúde

FILA DE ESPERA: Cerca de 50 mil brasileiros aguardam por cirurgias cardíacas no SUS

Cerca de 50 mil brasileiros aguardam por cirurgias cardíacas, um verdadeiro apagão causado pela falta de materiais, insumos e os valores pagos pelo SUS defasados. O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, Eduardo Rocha, ressalta que o Estado de Goiás é o mais atingido, com o cancelamento das cirurgias até a normalização dos materiais.

“Vários e vários pacientes estão deixando de ser operados. E a medida que deixam de ser operados no momento ideal, algumas doenças cardíacas progridem e pioram. Com isso, vamos operar doentes em estado pior, com maior mortalidade e maior sofrimento para esses pacientes”, explica. Eduardo Rocha reforça que os hospitais estão sem oxigenadores, válvulas cardíacas e cânulas, materiais que essenciais nas cirurgias.

O médico lembra que os valores pagos pelo Sistema Único de Saúde estão congelados há 20 anos em R$ 1.600 e a indústria nacional tem dificuldades para atender a demanda, após a alta do dólar e componentes importados.

“A gente percebeu uma queda de pelo menos 40% no movimento entre os cirurgiões que fazem cirurgia cardíaca de peito aberto. Além disso, vários estudos científicos, alguns feitos pelo Instituto do Coração, têm demostrado uma queda de volume até maior do que 40%”, diz Rocha.

De acordo com ele, a situação já foi levada ao Ministério da Saúde em diversas reuniões, mas ainda não há uma ação definida que possa restabelecer a normalidade das cirurgias no SUS.

Jovem Pan

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Saúde

Brasil vai doar vacinas contra a Covid-19 para países pobres, confirma Queiroga

Após participar da última reunião com a Cúpula do G20, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse, em entrevista à CNN Brasil, que o país poderá cooperar com a doação de vacinas contra a Covid-19 para os países pobres.

“O Brasil certamente assumirá a sua posição de protagonista de um líder global e participará desta iniciativa para reforçar o acesso às vacinas no mundo”, afirmou.

Segundo Queiroga, o Brasil já tem estruturada e planejada como será a campanha nacional que dará continuação à imunização em 2022 e todos os brasileiros acima de 12 anos serão contemplados. Por isso, o excedente poderá ser destinado à ampliação do acesso às doses — um dos principais temas discutidos pelos líderes.

“A ampliação do acesso às vacinas aos países mais pobres é um dos objetivos do G20 para que até meados de 2022 70% da população mundial esteja vacinada com a primeira dose”, explica Queiroga.

De acordo com o ministro, o segundo tópico defendido entre os governos dos países foi o fortalecimento dos sistemas de saúde.

“Os líderes se comprometeram com o fortalecimento dos sistemas de saúde de uma maneira geral, não só para por fim a esta pandemia, mas para enfrentar outras emergências sanitárias como essa.”

Queiroga enalteceu ainda o sistema de saúde brasileiro. “O Brasil é um país que tem 200 milhões de habitantes e tem um dos sistemas de saúde de acesso universal igualitário e gratuito dos maiores do mundo.”

Por fim, o ministro acrescentou que é importante preservar as “liberdades individuais” ao se seguir enfrentando a pandemia. “O presidente Bolsonaro, desde o início, defendeu o enfrentamento ao problema sanitário, a questão da economia é fundamental — o binômio saúde e economia não pode ser dissociado –, e a defesa intransigente das liberdades. Nós precisamos ter um ambiente de mais tranquilidade para poder avançar.”

CNN Brasil

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Saúde

Covid-19: Médias de mortes e casos permanecem estáveis pelo 5º dia no país

O Ministério da Saúde confirmou 232 novas mortes por covid-19 no Brasil neste sábado (30.out.2021). Agora, são 607.694 vítimas da doença no país.

O governo também registrou 10.693 casos em 24 horas. São 21.804.094 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Nos finais de semana, os números caem porque há menos funcionários no órgão e nas Secretarias de Saúde para relatar os dados, e não por haver menos mortes.

O indicador mostra que a média de mortes pela doença no Brasil é de 320 por dia. Está abaixo de 400 pelo 19º dia consecutivo, depois de 11 meses acima do patamar.

A curva parou de apresentar tendência de queda na 3ª feira (26.out). Com uma variação de -3,7% na comparação de duas semanas, mostra tendência de estabilidade pelo 5º dia consecutivo. Não apresenta aumento há 35 dias.

Poder 360

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Saúde

PANDEMIA: Fiocruz espera receber três lotes de IFA neste domingo

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prevê receber neste domingo (31) três lotes do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a fabricação da vacina contra a covid-19. Os insumos estão previstos para chegar às 5h50 ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e devem permitir a produção de 17,4 milhões de doses da vacina da farmacêutica AstraZeneca.

A entrega de três lotes de IFA neste domingo se soma a mais dois que chegaram ao Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) na noite dessa sexta-feira (29).

Além desses cinco lotes, a Fiocruz já tinha recebido mais quatro no mês de outubro, que teve recorde de envio do IFA desde que o insumo começou a ser entregue, em fevereiro.

A chegada de cinco lotes em um intervalo de dois dias é resultado de um processo de negociações da Fiocruz com a AstraZeneca para a aceleração do recebimento do insumo. A fundação afirma que o objetivo é garantir a continuidade da produção, bem como possibilitar que Bio-Manguinhos/Fiocruz possa atuar com sua capacidade plena de produção.

Com esses cinco lotes, será possível produzir 27,2 milhões de doses da vacina. Além dessas, há 15,3 milhões de doses já em produção e controle de qualidade em Bio-Manguinhos, totalizando 42,5 milhões de doses a serem entregues até 20 de dezembro.

Desde o início da produção, a Fiocruz já liberou para o Programa Nacional de Imunizações 121 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, que responde por 40,2% das doses aplicadas no Brasil, segundo o Localiza SUS. A CoronaVac (29,4%), Pfizer (28,6%) e Janssen (1,8%) completam a campanha de vacinação contra a covid-19 no Brasil.

Agência Brasil

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Saúde

Associação Americana de Pediatria declara “emergência de saúde mental” para crianças e adolescentes

A pandemia e os meses de isolamento social deixaram os pequenos mais ansiosos, estressados e deprimidos. Em um comunicado divulgado na última semana, a Academia Americana de Peditria (AAP) declarou que as crianças e os adolescentes vivem atualmente uma situação de “emergência de saúde mental”.

“A pandemia de COVID-19 afetou seriamente a saúde mental das crianças à medida que os jovens enfretaram e continuam enfrentando isolamento físico, incerteza contínua, medo e tristeza. Mesmo antes da pandemia, os desafios de saúde mental enfrentados pelas crianças eram de grande preocupação, e a COVID-19 só os exacerbou”, diz o comunicado.

Entre março e outubro de 2020, os Estados Unidos registraram um aumento de 24% no número de atendimentos relacionados à saúde mental de crianças com 5 a 11 anos de idade. Entre a população de 12 a 17 anos, esse crescimento foi de 31%.

Segundo Gabrielle Carlson, presidente da Academia Americana de Psiquiatria da Criança e do Adolescente (AACAP, em inglês), a situação pede que medidas emergenciais sejam tomadas. “Estamos cuidando de jovens com taxas crescentes de depressão, ansiedade, trauma, solidão e suicídio que terão impactos duradouros sobre eles, suas famílias, suas comunidades e todo o nosso futuro. Não podemos ficar de braços cruzados. Esta é uma emergência nacional, e o momento para uma ação rápida e deliberada é agora”, explicou.

Em parceria com a AACAP e a Associação Hospitalar Infantil, a AAP agora está elaborando sugestões de políticas públicas que possam ajudar a minimizar o problema, como melhorar o acesso à telemedicina, apoiar modelos de atenção à saúde mental nas escolas, aumentar programas de auxílio financeiro para que mais famílias possam acessar serviços de saúde mental.

Revista Crescer

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Saúde

Paraíba prorroga Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes

A Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade foi prorrogada até 30 de novembro.

O prazo inicial, que seria até esta sexta-feira (29), foi ampliado na perspectiva de elevar e homogeneizar as coberturas vacinais, para que estas fiquem em conformidade com os indicadores definidos para cada vacina. A campanha foi iniciada para aumentar as coberturas e diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis (que podem ser evitadas com a vacinação).

Ao todo, são 18 vacinas ofertadas que fazem parte do calendário vacinal da criança e do adolescente e estão disponíveis em todos os postos nos 223 municípios paraibanos.

A meta de cobertura vacinal é de 90% para BCG e Rotavírus e 95% para as demais, mas até o mês de setembro, as coberturas de 2021 estão abaixo de 70%. A vacina BCG tem 51,62% de cobertura, Rotavírus Humano tem 66,18%, Meningocócita C tem 64,93%, Pentavalente tem 66,24%, Pneumocócita tem 69,76%, Pólio tem 65,36%, Febre Amarela tem 44,78%, Hepatite A tem 58,55%, Tríplice Viral D1 tem 68,04%, Tríplice Viral D2 tem 40,95%. As vacinas contra HPV e a Meningo ACWY são as com menores coberturas, com 7,1% e 6%, respectivamente.

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Saúde

Hospitais Universitários na Paraíba recebem R$ 2,2 milhões em crédito suplementar do Governo Federal

O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB) recebeu, esta semana, R$ 1 milhão do governo federal em recurso suplementar. Liberado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a qual o HULW é vinculado, o montante vai assegurar a aquisição de itens necessários para concluir as ações de 2021, além de garantir iniciativas programadas para o início de 2022.

Na Paraíba, além da quantia destinada ao HULW-UFPB, a Ebserh repassou R$ 1 milhão para o Hospital Universitário Alcides Carneiro e R$ 200 mil para o Hospital Universitário Júlio Bandeira, ambos da Universidade Federal de Campina Grande.

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Saúde

CARTEIRA DE VACINAÇÃO ATUALIZADA: Saúde prorroga Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes

Imagem: reprodução

A Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade foi prorrogada até 30 de novembro. O prazo inicial, que seria até esta sexta-feira (29), foi ampliado na perspectiva de elevar e homogeneizar as coberturas vacinais, para que estas fiquem em conformidade com os indicadores definidos para cada vacina. A campanha foi iniciada para aumentar as coberturas e diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis (que podem ser evitadas com a vacinação).

Ao todo, são 18 vacinas ofertadas que fazem parte do calendário vacinal da criança e do adolescente e estão disponíveis em todos os postos nos 223 municípios paraibanos. A meta de cobertura vacinal é de 90% para BCG e Rotavírus e 95% para as demais, mas até o mês de setembro, as coberturas de 2021 estão abaixo de 70%. A vacina BCG tem 51,62% de cobertura, Rotavírus Humano tem 66,18%, Meningocócita C tem 64,93%, Pentavalente tem 66,24%, Pneumocócita tem 69,76%, Pólio tem 65,36%, Febre Amarela tem 44,78%, Hepatite A tem 58,55%, Tríplice Viral D1 tem 68,04%, Tríplice Viral D2 tem 40,95%. As vacinas contra HPV e a Meningo ACWY são as com menores coberturas, com 7,1% e 6%, respectivamente.

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