Saúde

COVID: Brasil registra 389 óbitos e 13,3 mil casos nas últimas 24h

Imagem: divulgação

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (5):

– O país registrou 389 óbitos nas últimas 24h, totalizando 609.060 mortes;

A média móvel diária é de 228 óbitos. É o quarto dia consecutivo em que o indicador está abaixo de 300. Em comparação com o verificado há 14 dias, houve variação de -30,6%, sinalizando queda nas mortes.

– Foram 13.321 novos casos de coronavírus registrados, no total 21.862.458.

O Ministério da Saúde calcula que 21.054.660 pessoas já se recuperaram da covid-19. Outras 198.738 seguem em acompanhamento.

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Saúde

ALERTA: Zoonoses registra mais de 400 casos de esporotricose em João Pessoa; resposta ao tratamento precoce é positiva

Foto: Divulgação/PBH

O Centro de Zoonoses de João Pessoa registrou esse ano 409 casos de esporotricose, conhecida como a doença do gato, também transmissível ao ser humano, e que pode levar à morte. A informação é da diretora do órgão, Pollyana Dantas, que convoca a população a fazer o teste precoce a qualquer sinal da doença no animal e tratá-lo.

“Se a doença for detectada logo no início e tratada, a resposta ao tratamento é positiva. Se for diagnosticada em estado avançado, não haverá chances para o animal”, afirmou, ressaltando que, neste caso, é preciso diminuir o sofrimento do gato, através da eutanásia.

Em João Pessoa, os bairros com maior incidência de casos de esporotricose são Mangabeira, Valentina, Cristo, Rangel e Colinas do Sul. O Centro de Zoonoses disponibiliza testes clínicos (de lâmina), gratuitos, para detectar a doença do gato.

Telefones do Centro de Zoonoses: 3214-3459/ 3218-9357/ 3218-7780

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Saúde

COVID-19: Brasil registra 436 óbitos e 13,3 mil casos nas últimas 24h

Foto: Divulgação/SES

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (4):

– O país registrou 436 óbitos nas últimas 24h, totalizando 608.671 mortes;

– Foram 13.352 novos casos de coronavírus registrados, no total 21.849.137.

A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 229, e a média móvel de novos casos é de 9.672.

O Ministério da Saúde calcula que 21.047.296 pessoas já se recuperaram da covid-19. Outras 193.170 seguem em acompanhamento.

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Saúde

Covid-19: Paraíba já tem 64,36% da população adulta com esquema vacinal completo

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI, a aplicação de 5.003.671 doses. Até o momento, onde 2.946.960 pessoas foram vacinadas com a primeira dose. Outras 1.918.970 pessoas completaram os esquemas vacinais, o que representa 64,36% da população com idade acima de 18 anos.

Do total de esquemas completos, 1.855.261 pessoas tomaram as duas doses e 63.709 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 6.563 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 131.178 doses de reforço na população com idade a partir de 60 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 5.856.464 doses de vacina aos municípios.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

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Saúde

COVID-19: Ilha principal de Tonga entra em lockdown após país registrar 1º caso

Foto: By Msdstefan

A ilha principal de Tonga entrou em lockdown por uma semana após o país do Oceano Pacífico registrar seu primeiro caso de Covid-19 desde o início da pandemia, anunciou o governo.

A notícia do primeiro caso confirmado do país fez com que centenas de tonganeses fizessem fila em locais de vacinação contra a Covid-19.

Tonga é um pequeno país no Pacífico Sul de 106 mil habitantes que fica a nordeste da Nova Zelândia. Cerca de 51% da população já recebeu ao menos uma dose dos imunizantes e 34% estão totalmente vacinados, segundo dados do “Our World in Data”

O primeiro infectado do arquipélago é um viajante que chegou da Nova Zelândia na quarta-feira (27), em um voo que saiu de Christchurch, e se isolou em um hotel de quarentena após testar positivo.

Autoridades de saúde neozelandesas dizem que o viajante foi totalmente vacinado com a vacina da Pfizer e havia feito um teste de Covid, que deu negativo, antes de embarcar para Tonga. Havia 215 passageiros no voo.

G1

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Saúde

EUA já consideram aplicação de 4ª dose da vacina contra Covid-19 em 2022 para imunossuprimidos

Os Estados Unidos já consideram a aplicação de uma segunda dose de reforço da vacina contra Covid-19 para pacientes imunossuprimidos seis meses após a primeira, totalizando quatro doses do imunizante. A orientação faz parte de uma atualização das diretrizes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país (CDC, na sigla em inglês) realizada na semana passada, mas ainda não foi confirmada pelas agências reguladoras.

Por enquanto, a recomendação é de que a quarta dose seja oferecida apenas para pessoas imunossuprimidas de forma moderada ou grave, com mais de 18 anos, e que tenha recebido as três primeiras doses de uma das vacinas de RNA mensageiro — a da Pfizer/BioNTech ou a da Moderna.

A segunda dose adicional, que deverá ser aplicada apenas no ano que vem, pode ser de qualquer um dos três imunizantes autorizados no país: Pfizer, Moderna e Janssen, que usa a tecnologia de vetor viral.

Já para aqueles que também têm o sistema imunológico comprometido de forma moderada ou grave, mas tenham recebido inicialmente a vacina de dose única da Janssen, o CDC orienta no momento apenas uma primeira dose de reforço.

A aplicação pode ser de qualquer uma das vacinas após dois meses da dose única. Para essas pessoas, portanto, é recomendado apenas um esquema de duas aplicações, e não de quatro.

A Food and Drugs Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos EUA, liberou em agosto a primeira dose de reforço da vacina de Covid-19 para imunossuprimidos, no período de 28 dias após a segunda aplicação ou de dois meses após a primeira no caso da dose única. O grupo elegível para a quarta dose deve começar a recebê-la em fevereiro de 2022.

Estudos demonstram uma menor proteção induzida pelo imunizante em pessoas cujos sistemas imunológicos são mais frágeis. É o caso de pessoas com câncer, com HIV, transplantados, entre outros. Por esse motivo, diversos países estão oferecendo uma dose de reforço contra Covid-19 após as duas primeiras ou a dose única.

É o caso do Brasil, que em agosto teve a terceira dose recomendada pelo Ministério de Saúde para imunossuprimidos no prazo de 28 dias depois da segunda aplicação ou da dose única. Em outubro, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) orientou o mesmo procedimento.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), que se opõe fortemente à oferta da dose de reforço para a população geral no momento, abre uma exceção apenas para o caso de pessoas imunossuprimidas. A organização defende que pessoas de fora desse grupo não devem receber uma dose adicional até que uma parcela maior da população mundial seja vacinada.

Para a OMS, essa prática reforça a desigualdade vacinal no mundo no momento em que alguns países europeus, por exemplo, imunizaram mais de 70% de sua população geral, enquanto há lugares na África que não chegaram a 1%.

O Globo

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Saúde

SERÁ VOCÊ?: Cientistas buscam pessoas que, mesmo expostas, nunca tiveram Covid

Imagine nascer naturalmente resistente ao SARS-CoV-2 e nunca ter que se preocupar em contrair Covid-19 ou espalhar o vírus. Se você tem esse superpoder, cientistas querem conhecê-lo.

Segundo artigo publicado na Nature, uma equipe internacional de cientistas lançou uma busca global por pessoas que são geneticamente resistentes à infecção pelo vírus causador da pandemia.

Os pesquisadores pretender identificar os genes que protegem esses indivíduos, para levar ao desenvolvimento de drogas bloqueadoras de vírus que não apenas protejam as pessoas contra a Covid-19, mas também impeçam a sua transmissão.

“É uma ideia fantástica”, diz Mary Carrington, imunogeneticista do Laboratório Nacional Frederick para Pesquisa do Câncer em Bethesda, Maryland. “Realmente, uma coisa sábia a se fazer.”

Mas o sucesso não é garantido. Se houver resistência genética ao coronavírus SARS-CoV-2, pode haver “apenas um punhado” de pessoas com essa característica, disse à Nature Isabelle Meyts, imunologista pediátrica e médica da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, que faz parte do consórcio por trás do esforço.

“A questão é como encontrar essas pessoas”, diz Sunil Ahuja, especialista em doenças infecciosas do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em San Antonio. “É muito desafiador.”

O primeiro passo é restringir a busca às pessoas que foram expostas, sem proteção, a uma pessoa doente por um período prolongado, e não testaram positivo ou montaram uma resposta imunológica contra o vírus. De particular interesse são as pessoas que dividiram a casa e a cama com um parceiro infectado — pares conhecidos como casais discordantes.

Depois de identificar os possíveis candidatos, os pesquisadores vão comparar os genomas dos indivíduos com os de pessoas que foram infectadas, em busca de genes associados à resistência. Quaisquer genes contendores serão estudados em modelos de células e animais para confirmar uma ligação causal à resistência e estabelecer o mecanismo de ação.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Será que sou uma dessas pessoas? Já estive exposta ao vírus mais de uma vez e graças a Deus não fui contaminada.

  2. Sou Wallyson Tenho 18 anos, eu tive contato com várias pessoas que pegaram o vírus mais nunca peguei…

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Saúde

PÓS-PANDEMIA: Pesquisa mostra que 76,5% dos pacientes preferem tratamentos longe dos hospitais

Se muitas pessoas já não gostavam de ir ao hospital para fazer algum procedimento de saúde, com a pandemia da covid-19 esse cenário ficou ainda mais acentuado. Uma pesquisa realizada por empresas de consultoria no setor revelou que o ambiente hospitalar tem tendência a causar medo e ansiedade nas pessoas, o que tem levado muitos usuários a buscarem tratamento fora desses locais.

O levantamento apontou que 76,5% preferiam ir a um ambiente não hospitalar, como a um consultório ou clínica especializada.

Apenas 23,5% disseram que não se importam de ir a um hospital. A maioria dos entrevistados, 53,8%, disse ainda que se eles tivessem que se submeter a uma cirurgia, eles prefeririam que fosse em um hospital, mas 46,2% disse que tendo opção, solicitariam que o procedimento ocorresse em um centro cirúrgico fora de um hospital.

A pesquisa foi realizada no ano passado pela empresa americana que administra imóveis do setor de saúde, incluindo hospitais, a Physicians Realty Trust e pela consultora empresarial americana Carmichael & Company  e ouviu 2.018 pessoas.

Outro dado revelador do estudo foi a quantidade de pessoas que afirmaram que não iriam ao pronto-socorro para ser atendido na emergência: 22,6% dos entrevistados.

“A ansiedade em torno dos hospitais, acentuada com a pandemia da covid-19,  mostrou que quase um quarto dos entrevistados estão mais dispostos a arriscar suas vidas do que ir para o hospital ”, diz o relatório.

O presidente e CEO da Physicians Realty Trust, John T. Thomas, afirmou que o grupo encomendou a pesquisa para avançar na compreensão do impacto da covid-19 no setor de saúde. “As descobertas confirmam nossas observações de longo prazo nas atitudes dos usuários que apontam que, cada vez mais, eles estão preferindo ir a estabelecimentos e edifícios de consultórios médicos longe de hospitais”, acrescentou.

Maior preocupação com limpeza e higiene – A pesquisa mostrou que as pessoas estão também mais preocupadas com a limpeza e a dos espaços.

“Desinfetante para as mãos agora é o super-herói do dia. E também as visíveis  evidências de atenção rigorosa para higiene, incluindo ver os ambientes sendo limpos, uso de máscaras, de luvas, sinais de distanciamento social e etc., ajudam muito para que os consumidores dos serviços de saúde sintam-se mais confortáveis e menos ansiosos em uma ida a qualquer estabelecimento de saúde”, ressalta o estudo.

O relatório da pesquisa aponta que essas medidas devem ser adotadas pelas unidades de saúde para tranquilizar os pacientes e aumentar a credibilidade do local. “As pessoas desejam transparência e ter o conhecimento que o setor de saúde atende às suas necessidades, incluindo adequação das normas sanitárias e os cuidados com a higiene e a limpeza”, aponta.

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Saúde

Vacinação garante mais proteção que imunidade natural, mostra estudo do CDC

Um estudo publicado ontem (29) pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) sugere que a vacinação garante uma proteção mais forte e confiável contra o coronavírus do que a imunidade natural, adquirida por quem já teve covid-19.

Segundo a pesquisa, o risco de uma pessoa que já foi infectada pelo vírus e não tomou vacina desenvolver a covid-19 é cinco vezes maior do que o de alguém que recebeu as duas doses da vacina da Pfizer ou da Moderna e nunca contraiu o coronavírus.

“Agora, temos evidências adicionais que reafirmam a importância de você tomar a vacina contra a covid-19 mesmo se já teve uma infecção anterior”, disse Rochelle P. Walensky, diretora do CDC, em um comunicado que acompanhou a divulgação do trabalho científico.

Apesar de a vacinação estimular que o organismo produza mais anticorpos e garanta maior proteção contra a covid-19, o estudo identificou que a imunização natural estimula a produção de anticorpos mais diversificados, o que é positivo contra variantes do coronavírus. Mas, obviamente, uma coisa não anula a outra e quem já teve covid-19 vai estar ainda mais protegido se tomar a vacina.

Como o estudo foi feito

A pesquisa analisou 7.348 pacientes com mais de 18 anos, que buscaram atendimento com sintomas semelhantes ao do coronavírus entre janeiro e setembro de 2021 e que já haviam feito ao menos um teste de covid-19 num intervalo de 90 dias ou mais antes da hospitalização.

328 pacientes hospitalizados nunca tiveram uma infecção anterior e estavam totalmente vacinados (receberam duas doses) com os imunizantes da Pfizer ou da Moderna. Desses, 324 (5,1%) tiveram resultado positivo para a covid-19 na hospitalização;

020 pessoas com imunidade natural e não vacinadas foram hospitalizadas. Entre elas, 89 (8,7%) estavam com covid-19;

A pesquisa concluiu que o risco de alguém com imunidade natural contrair covid-19 foi 5,4 vezes maior, em comparação aos vacinados.

Com informações do UOL

 

 

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Saúde

Proibir demissão de quem recusa vacina é inconstitucional, dizem advogados

Especialistas em direito constitucional e trabalhista disseram ser inconstitucional a portaria do governo que proíbe demissões por recusa da vacinação contra a covid-19. Profissionais de saúde afirmam que pessoas não imunizadas podem colocar em risco colegas de trabalho.

O ministro do Trabalho e Previdência Social, Onyx Lorenzoni, assinou nesta 2ª feira (1º.nov.2021) uma portaria proibindo empresas de demitirem trabalhadores que não foram vacinados.

A medida também veda a exigência de comprovantes de vacinação durante a contratação. Diz ainda que eventual descumprimento pode levar à condenação da companhia por danos morais.

Advogados criticam portaria

Os especialistas disseram ao Poder360 que a edição da portaria invade a competência federal para editar normas sobre saúde pública e desestimula a vacinação.

Ricardo Calcini, especializado em direito do trabalho, disse não haver lei sobre demitir trabalhadores não vacinados. Assim, o governo federal não poderia editar portaria para o tema. “Trata-se do princípio da reserva legal. A portaria não pode dizer algo que não esteja previsto em lei“, afirmou.

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