Saúde

Paraíba inicia vacinação contra Influenza nesta segunda (31); veja as faixas etárias

A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES) anunciou o início da vacinação contra a influenza nesta segunda-feira, dia 31 de março, com o dia “D” estadual marcado para 12 de abril. A ação será coordenada pela Gerência Executiva de Vigilância em Saúde e pelo Núcleo Estadual de Imunizações, visando proteger o maior número de pessoas durante o período de sazonalidade da doença.

A distribuição de 112 mil doses para os 223 municípios da Paraíba começou na última quarta-feira (26), seguida por um alinhamento técnico com as cidades na sexta-feira (28). A partir deste ano, a vacina contra a influenza passa a integrar o calendário nacional de vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes.

Além desses grupos, a vacinação seguirá como estratégia especial para públicos prioritários, incluindo puérperas, povos indígenas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais de segurança, caminhoneiros, trabalhadores portuários e, pela primeira vez, trabalhadores dos Correios.

De acordo com Márcia Mayara, chefe do Núcleo Estadual de Imunizações da SES, a vacina protege contra os tipos H1N1, H3N2 e a influenza do tipo B. “A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada grupo prioritário durante o período de maior circulação do vírus, reduzindo complicações, internações e óbitos”, destacou.

A campanha de vacinação se estende até 30 de maio, com foco na alta cobertura vacinal dos grupos de risco. A SES reforça a importância da vacinação para evitar complicações graves causadas pela gripe e convida a população dos grupos prioritários a procurar os postos de saúde durante o período de campanha.

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Saúde

Campanha de vacinação contra HPV inicia nesta segunda em JP

A partir desta segunda-feira (17), a Prefeitura de João Pessoa inicia a vacinação para pessoas não vacinadas contra o HPV na rede municipal de Saúde. No Sistema Único de Saúde (SUS), a prevenção é destinada para meninos e meninas de 9 a 14 anos e, nesta campanha, a proteção será ampliada para a faixa etária de jovens entre 15 e 19 anos de idade, que tenham perdido a oportunidade de se vacinar dentro das idades recomendadas. A ação de resgate das pessoas não vacinadas contra o HPV será realizada até o dia 17 de junho.

“Essa é uma oportunidade de colocar em dia a vacinação contra o HPV e, na oportunidade, colocar em dia também outras doses que possam estar faltando da caderneta vacinal”, destacou o coordenador de Imunização da Prefeitura de João Pessoa, Fernando Virgolino. “Destacamos que essa vacinação é importante considerando que sua prevenção pode evitar casos e agravamentos de complicações relacionadas ao HPV, a exemplo de verrugas genitais e cânceres do colo do útero, vulva, pênis, ânus e orofaringe”, completou o coordenador.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colorretal. É também a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil, correspondendo a 6,05% do total. O Instituto estima 17 mil novos casos para cada ano do triênio 2023-2025, o que representa uma taxa bruta de 15,38 ocorrências a cada 100 mil mulheres.

Já o câncer de pênis acomete 1,3 a cada 100 mil habitantes. Embora não seja tão incidente, a doença é agressiva: dados do Inca apontam que entre 2007 e 2022, foram realizadas 7.790 amputações do órgão genital decorrentes de câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cerca de 486 por ano.

Dados – Atualmente, na Paraíba, são estimados 126.044 casos de jovens de ambos os sexos não vacinados contra o HPV, na faixa etária de 15 a 19 anos. No município de João Pessoa, esse número representa 23.545 jovens, sendo 4.101 meninas e 19.444 meninos.

Em 2021, em João Pessoa foram vacinadas 8.643 pessoas contra o HPV (5.868 meninas e 2.775 meninos), na faixa etária de 9 a 14 anos; Em 2022, foram 9.213 (5.771 meninas e 3.442 meninos); Em 2023, foram 13.691 (7.707 meninos e 5.984 meninas); Em 2024, foram 8.030 (3.702 meninas e 4.328 meninos).

Dados – Atualmente, na Paraíba, são estimados 126.044 casos de jovens de ambos os sexos não vacinados contra HPV, na faixa etária de 15 a 19 anos. No município de João Pessoa, esse número representa 23.545 jovens, sendo 4.101 meninas e 19.444 meninos.

Em 2021, em João Pessoa foram vacinadas 8.643 pessoas contra o HPV (5.868 meninas e 2.775 meninos), na faixa etária de 9 a 14 anos; Em 2022, foram 9.213 (5.771 meninas e 3.442 meninos); Em 2023, foram 13.691 (7.707 meninos e 5.984 meninas); Em 2024, foram 8.030 (3.702 meninas e 4.328 meninos).

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Saúde

Conselho de Saúde denuncia ‘precarização’ de serviços em Campina: ‘Situação alarmante’

O Conselho Municipal de Saúde de Campina Grande denunciou, por meio de nota, nesta terça-feira (6), a “precarização” dos serviços de saúde no município e os constantes atrasos no pagamento dos salários dos servidores municipais da saúde.

A nota critica a postura da Prefeitura Municipal de Campina Grande e da Secretaria Municipal de Saúde, acusando a gestão local de negligenciar tanto os profissionais da saúde quanto a população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O descaso com os profissionais da saúde, que são responsáveis pelo cuidado de milhares de pessoas, é inadmissível. A falta de pagamento, a sobrecarga de trabalho e a precarização das condições de trabalho estão afetando diretamente a qualidade do atendimento prestado. Isso sem contar a frustração da população que, muitas vezes, não consegue sequer marcar uma consulta ou realizar um exame básico, colocando em risco a saúde de todos”, afirma a nota.

De acordo com o Conselho, a situação atual da saúde no município é alarmante. O manifesto destaca que, além dos atrasos nos salários, os profissionais estão enfrentando sérias dificuldades devido a falta de materiais e insumos essenciais para o bom funcionamento dos serviços de saúde.

Confira a nota completa:

Manifesto do Conselho Municipal de Saúde de Campina Grande

O Conselho Municipal de Saúde de Campina Grande vem a público manifestar sua mais veemente desaprovação à postura da Prefeitura Municipal de Campina Grande e da Secretaria Municipal de Saúde, que, de forma inaceitável, tem deixado de realizar o pagamento em dia dos salários dos servidores municipais da saúde e negligenciado as condições adequadas para a prestação dos serviços de saúde à população.

Essa situação configura um grave desrespeito aos profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado da população, comprometendo não apenas a dignidade desses trabalhadores, mas também a qualidade dos serviços prestados à sociedade. Além disso, a falta de materiais e insumos essenciais, bem como as dificuldades enfrentadas pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), agravam ainda mais o cenário de descaso e negligência por parte da gestão municipal.

A população de Campina Grande tem sofrido com a precariedade dos serviços, enfrentando dificuldades para marcar consultas e exames, a demora excessiva no acesso aos atendimentos e, muitas vezes, a frustração de não conseguir realizar os procedimentos necessários mesmo após longas esperas. Quando atendidos, muitos usuários se deparam com a falta de medicamentos e a impossibilidade de realizar exames essenciais para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado. Essa situação fere o direito fundamental à saúde e expõe a população a riscos desnecessários.

Outrossim, a gestão municipal vem negligenciando o atendimento, inclusive, para com usuários de doenças graves, que precisam de pronto acesso ao serviço médico-hospitalar. Essa omissão coloca em risco a vida de inúmeras pessoas que dependem da rede pública de saúde para receber diagnóstico e tratamento em tempo hábil, agravando ainda mais a crise no setor.

Ademais, resta inadmissível que, apesar da existência de um calendário de pagamento estabelecido pela própria Prefeitura Municipal de Campina Grande, o mesmo não venha sendo cumprido, agravando ainda mais a situação e demonstrando a falta de compromisso da gestão municipal com os profissionais da saúde e com a transparência na administração pública. Além disso, de forma ainda mais prejudicial, a gestão tem realizado o pagamento de forma parcial, priorizando uma ou outra categoria sem qualquer aviso prévio ao trabalhador, o que penaliza duplamente o servidor. Muitos, além de estarem com salários atrasados, ainda enfrentam questionamentos sobre a veracidade da situação ao tentarem reivindicar seus direitos. A precarização das condições de trabalho reflete diretamente na qualidade da assistência prestada à população, sobrecarregando os profissionais e tornando o ambiente hospitalar e ambulatorial ainda mais crítico.

Além disso, importa trazer à baila a reiterada falta de repasses aos prestadores de serviços, cujo descumprimento das obrigações ameaça rotineiramente o funcionamento adequado das unidades de atendimento e coloca em risco a continuidade da assistência à população. A omissão da gestão municipal evidencia um total descaso com a saúde pública, afetando diretamente tanto os usuários do SUS quanto os trabalhadores e prestadores de serviço na área.

Diante desse cenário, exigimos que a Prefeitura de Campina Grande-PB tome providências urgentes para regularizar a situação, garantindo o pagamento imediato dos salários atrasados dos servidores da saúde, regularizar os repasses aos prestadores de serviços e garantir a oferta adequada de insumos, medicamentos e exames, assegurando que a população tenha acesso pleno ao direito à saúde.

O Conselho Municipal de Saúde, desde já, manifesta seu apoio e solidariedade a todos os profissionais da saúde, aos prestadores de serviços e aos usuários do SUS, reafirmando seu compromisso em seguir atento e atuante na luta por melhores condições de trabalho, atendimento digno e garantia dos direitos fundamentais da população.

MaisPB

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Saúde

Prefeitura abre licitação para cremação de animais em João Pessoa

Licitação foi aberta pelo secretário do Meio Ambiente, Welison Silveira

A Prefeitura de João Pessoa publicou, nesta sexta-feira (28), a licitação para a contratar o serviço de cremação de animais de pequeno porte de até 50 quilos. O processo havia sido antecipado pelo secretário do Meio Ambiente, Wellison Silveira.

De acordo com o edital, a proposta é garantir uma “alternativa eficiente para o descarte de animais, em observância ao que prevê a legislação ambiental” e proporcionar “o adequado recolhimento e descarte de carcaças, evitando que grande parte deste resíduo seja encaminhado para o aterro sanitário municipal”.

“O serviço de Cremação é uma proposta que contribui com o meio ambiente de forma significativa, evitando qualquer tipo de contaminação seja do solo, água ou no ar. O processo de cremação é sem dúvida, o mais eficiente, pois, através das altas temperaturas (1.000oC a 1.200oC) utilizadas no processo, realiza uma esterilização completa do material”

Cemitérios para animais 

Um projeto de lei apresentado na Câmara Municipal pelo vereador Fábio Lopes (PL) que obrigava o Poder Executivo a criar um cemitério pet na capital.

À época, o secretário Wellison Silveira se mostrou contrário à proposta. “Recentemente, foi publicado no Diário Oficial uma providência que visa instalar um sistema de cremação de animais nas unidades hospitalares veterinárias do município de João Pessoa. Com isso, acreditamos que conseguiremos atender não apenas os animais que são atendidos nessas unidades, mas também aqueles que venham a falecer em suas residências ou até mesmo nas ruas, mercados públicos e outros locais. O processo foi publicado e trata-se de um processo de credenciamento”, disse Welison.

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Saúde

Veja o que se sabe sobre o novo coronavírus na China

Foto: Unsplash/Viktor Forgacs

Um novo tipo de coronavírus encontrado em morcegos de Hong Kong, na China, pode ter a mesma capacidade de se espalhar em humanos que a Sars-CoV-2, que causou a pandemia da Covid-19. O estudo feito em conjunto pelo Instituto de Virologia de Wuhan e pelo Laboratório de Guangzhou foi publicado pela revista Nature

A equipe da virologista Shi Zhengli, que trabalhou no Instituto de Wuhan durante a pandemia, foi a responsável por encontrar o vírus HKU5-CoV-2, que usa o receptor Ace-2 para infectar organismos.

Onde foi encontrado?

Em um laboratório, durante testes, em Hong Kong, na China. Cientistas usaram uma técnica chamada Crio-EM, que utiliza um microscópio potente, para descobrirem o alto risco de transmissão do novo vírus para humanos.

Quando foi descoberto?

O novo vírus foi encontrado recentemente, mas o artigo que o apresenta à comunidade científica foi publicado na última terça-feira (18).

Quais as semelhanças dele com o Sars-Cov-2?

O HKU5-CoV-2 pertence à família do Merbecovirus, um subgênero de vírus do gênero Betacoronavirus que também está relacionado com o Sars-CoV-2, que causou a pandemia de Covid-19.

Quais as diferenças dele para o Sars-Cov-2?

O novo vírus possui um modo de ligação distinto de outros CoVs conhecidos que usam ACE2. “Análises estruturais e funcionais indicam que o HKU5-CoV-2 tem uma melhor adaptação ao ACE2 humano do que a linhagem 1 HKU5-CoV”, afirmam os pesquisadores.

Por isso, eles destacaram o risco da doença possivelmente se espalhar entre os animais e humanos. O estudo ainda afirma que a capacidade do vírus de infectar células humanas foi confirmada.

“Os merbecovírus de morcegos, que são filogeneticamente relacionados ao MERS-CoV, apresentam alto risco de transmissão para humanos, seja por transmissão direta ou facilitada por hospedeiros intermediários”, diz o estudo. A íntegra da pesquisa foi publicada na plataforma científica “Cell”.

Como é a transmissão para humanos?

Os pesquisadores explicam a cadeia da potencial transmissão em humanos no estudo. Eles ilustram que o novo vírus, HKU5-CoV-2, que infecta morcegos pode usar o ACE2 humano — uma proteína na superfície de diversas células do corpo — como um receptor de entrada nas células de uma forma inédita. O receptor ACE2 também foi usado pelo Sars-CoV-2 para entrar nas células humanas.

Considerando que “o risco de ocorrência do HKU5-CoV-2 em populações humanas não deve ser exagerado”, cientistas revelaram que há necessidade de uma investigação maior sobre o comportamento do vírus.

CNN

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Saúde

Ministérios da Saúde e Educação fazem mobilização contra a dengue em escolas da Paraíba

DENGUE2

Os Ministérios da Saúde e da Educação (MEC) iniciaram uma mobilização denominada “Escolas Livres da Dengue”. Movimento é voltado para a prevenção da dengue, Zika e chikungunya. O programa, que segue até o dia 11 de abril, envolve crianças, adolescentes, jovens, profissionais da saúde e a comunidade escolar como agentes ativos na luta contra as arboviroses. Na Paraíba, todos os 223 municípios aderiram à iniciativa, abrangendo 3.442 escolas e 685,2 mil alunos.

Durante a semana de mobilização que terminou nesta sexta-feira (21), as escolas da Paraíba e de todo o país promoveram atividades como gincanas, concursos de desenho e redação, além de peças teatrais e aulas públicas para identificar e eliminar criadouros do Aedes aegypti, transmissor das arboviroses. Até abril, a programação também incluirá discussões sobre os sinais e sintomas das doenças, além dos impactos das mudanças climáticas na proliferação do mosquito.

A mobilização não se restringe às escolas, mas também busca envolver as famílias e as comunidades nas ações preventivas. Entre fevereiro e abril, o Programa Saúde na Escola (PSE) realizará feiras de ciências e rodas de conversa com agentes de saúde, debatendo temas como os efeitos das mudanças climáticas na propagação do mosquito Aedes aegypti.

Em 2024, o Brasil registrou um aumento significativo de casos de dengue. Entre as semanas epidemiológicas 27 e 52, foram notificados 323.246 casos prováveis, um aumento de 30,9% em relação ao ano anterior. Este crescimento reforça a necessidade de intensificar as ações de conscientização nas escolas, com o objetivo de prevenir novos casos e proteger a saúde da população.

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Saúde

Paraíba tem aumento de 40% nos casos de dengue em janeiro, com 674 registros

Foto: Reprodução

A Paraíba registrou um aumento de 40% nos casos de dengue em janeiro de 2025, em comparação com o mesmo período do passado. Até o dia 1º de fevereiro, o estado contabilizou 674 casos. A informação é da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES), que divulgou um novo boletim epidemiológico das arboviroses.

Segundo o boletim, os casos prováveis de chikungunya caíram 48%, com 55 registros, enquanto os de zika vírus tiveram uma queda de 89%, com somente um caso notificado. Além disso, a febre de Oropouche registrou sete casos prováveis, correspondendo a 0,95% do total.

Para a técnica responsável pela vigilância das arboviroses, Carla Jaciara, a colaboração da população é fundamental para combater essas doenças. “É importante que a população, no caso de qualquer sinal ou sintoma sugestivo de uma dessas doenças, procure logo um serviço de saúde, não se automedique, para que o seu caso seja notificado e identificado para ser tratado de forma adequada e oportuna, como também, deve ficar atenta a qualquer meio que acumule água para que seja eliminado e a gente consiga fazer a vigilância de forma correta”, afirmou.

Mortes

Embora o boletim não registre mortes confirmadas por dengue, dois óbitos estão sendo investigados nos municípios de Campina Grande e São Domingos do Cariri. Para chikungunya, zika e febre de Oropouche, não há óbitos confirmados ou em investigação até o momento.

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Saúde

Dia D de Doação de Sangue acontece nesta terça-feira (4), em João Pessoa

Sangue, Hemocentro, Doar sangue
Hemocentro ressalta a importância da doação regular de sangue (Foto: EBC)

A Fundação PB Saúde em parceira com o Hemocentro Paraíba realiza nesta terça-feira (4) o Dia D de Doação de Sangue, com o objetivo de abastecer os estoques do Hemocentro.

O evento acontece das 7h às 17h, no estacionamento do Open Mall, localizado na Av. Epitácio Pessoa, na Capital paraibana. Os interessados devem comparecer ao local portando o documento oficial com foto. De acordo com a diretora técnica do Hemocentro Paraíba, Valéria Limeira, uma doação pode salvar até quatro vidas. “A gente conta com o apoio da população para que nos ajude a salvar vidas”, afirmou.

Como Participar

Para realizar a doação de sangue, o candidato deve atender a alguns requisitos:

  • Ter entre 16 e 69 anos;
  • Pesar mais de 50 kg;
  • Estar em bom estado de saúde, descansar e se alimentar adequadamente antes da doação;
  • Não fumar nas duas horas que antecedem a coleta;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas;
  • Menores de 18 anos deverão estar acompanhados por um responsável legal;
  • A primeira doação pode ser feita até os 60 anos de idade.

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Saúde

Casos de viroses de verão aumentam em João Pessoa

Casos de viroses de verão aumentam em João Pessoa e médicos recomendam reforçar hábitos de higiene

Casos de viroses de verão aumentam em João Pessoa e médicos recomendam reforçar hábitos de higiene

As altas temperaturas do verão, somado a outros fatores, colaboram para um crescimento nos casos de viroses. Diante disso, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) orienta a população pessoense sobre as medidas de prevenção para evitar o adoecimento e quando buscar atendimento nos serviços de urgência, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

A médica da Rede Municipal de Saúde e diretora técnica da UPA Bancários, Thaís Pires, reforça que neste período é comum observar um aumento de casos de viroses características do verão.

“O calor intenso e as condições ambientais favorecem a disseminação de microrganismos, especialmente em locais com maior aglomeração de pessoas, como praias, piscinas e eventos típicos da estação”, explica.

O aumento de casos pode ser atribuído a fatores como temperaturas elevadas que favorecem a replicação de vírus e a degradação de alimentos, aumentando infecções alimentares.

“O maior contato social em locais públicos, facilita a transmissão pessoa a pessoa e, nesta época existe também uma proliferação de mosquitos devido ao acúmulo de água parada após chuvas de verão. Além disso, é comum que as pessoas tenham menos atenção à higiene alimentar e consumam alimentos em locais improvisados”, destaca a médica.

Diante dessas condições, os tipos mais comuns são infecções gastrointestinais com sintomas como diarreia, vômitos e dores abdominais.

Viroses respiratórias, incluindo resfriados comuns, que podem se intensificar em locais com ar-condicionado. Doenças virais transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya, devido ao aumento da proliferação do Aedes aegypti.

Além de doenças exantemáticas, como coxsackievirus, responsáveis pela síndrome mão-pé-boca, principalmente nas crianças.

Quem apresentar esses sintomas deve buscar atendimento médico nas Unidades de Pronto Atendimento em casos de:

  • desidratação severa;
  • febre alta persistente, acima de 39°, que não melhora e é acompanhada por confusão mental;
  • dores abdominais intensas e contínuas ou presença de sangue nas evacuações;
  • dificuldade para respirar ou agravamento de sintomas respiratórios;
  • suspeita de dengue ou de outras arboviroses, com sinais de alerta como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, tontura e manchas vermelhas pelo corpo.

Para casos com sintomas mais leves, além dos citados, a população deve buscar assistência na Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de sua casa, referência para seu atendimento.

“Ninguém gosta nem quer adoecer então, o mais importante é adotar medidas de prevenção na rotina, não apenas nesta época do ano, tendo sempre hábitos de higiene pessoal e alimentar como lavar as mãos frequentemente, especialmente antes de comer e após usar o banheiro”, afirma a médica Thaís Pires.

Outras dicas da médica para evitar as viroses são:

  • consumir alimentos frescos e preparados de forma segura, evitando comidas de rua em condições duvidosas;
  • beber bastante água potável;
  • evitar aglomerações em ambientes fechados e mal ventilados;
  • eliminar criadouros do Aedes aegypti;
  • usar repelentes e roupas que cubram o corpo;
  • cuidado com locais de banho, optando sempre por praias e piscinas que sejam monitoradas e tratadas adequadamente.

“Além de estar em dia com o calendário vacinal, incluindo vacinas contra hepatites e gripe, se indicado. São ações simples, mas que ajudam a reduzir significativamente o risco de adoecimentos no verão”, finaliza a médica Thaís Pires.

João Pessoa possui quatro UPAs, que funcionam 24 horas e estão localizadas nos bairros de Manaíra (UPA Oceania), Valentina (UPA Célio Pires de Sá), Cruz das Armas (UPA Augusto Almeida Filho) e Bancários (UPA Lindbergh Farias).

As USFs estão espalhadas por toda a cidade e funcionam de segunda a sexta, das 7h às 11h e das 12h às 16h.

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Saúde

Hospital da FAP enfrenta problemas para realizar cirurgias pelo SUS em CG

O Hospital da FAP, em Campina Grande, têm enfrentado dificuldades para a realização de cirurgias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade atende mais de 160 municípios e a falta de cirurgias acontece em virtude de uma série de questões referentes à administração dos repasses realizados pelo Ministério da Saúde.

Nesta segunda (13), o secretário de estado da Saúde, Ari Reis, o superintendente da PB Saúde, Jhony Bezerra e a representante dos usuários da FAP, Raquel Brito, estiveram reunidos em busca de soluções para amparar os pacientes em tratamento que dependem dos serviços.

O superintendente da PB Saúde destacou os esforços do Governo da Paraíba para que os pacientes sejam amparados pela gestão dupla entre estado e os municípios, para ampliar a assistência aos usuários de serviços de oncologia.

“Estamos hoje em busca de soluções para que os pacientes não fiquem sem o devido amparo. Essa é uma preocupação do Governador João Azevêdo, que e da própria secretaria de saúde que está conosco hoje para que possamos acolher e dar tratativas para que a população oncológica de Campina Grande municípios referenciados siga com seus tratamentos e cirurgias”, enfatizou Jhony Bezerra.

O Hospital da FAP é referência em oncologia para a segunda Macrorregião de Saúde e vem enfrentando problemas na execução dos serviços desde o final de 2024. O secretário de saúde o Estado, Ari Reis, enfatizou que a SES é coordenadora da política de saúde em âmbito estadual e tem por obrigação pedir apuração sobre o caso e intervir para dar o suporte necessário cabível.

“Nós temos por obrigação neste momento de crise pedir a apuração sobre o caso e dar as devidas respostas. A SES atualmente possui um convênio com a FAP no valor de R$ 5 milhões anuais e, por ordem do Governador, nós estamos tomando as medidas para antecipar as parcelas para dar o suporte financeiro neste momento de crise”. Frisou o secretário.

Ainda de acordo com o secretário, o momento foi oportuno para discutir a gestão dupla do SUS no Hospital da FAP. “Hoje a gestão é plena, feita pelo município, e que precisa sim ser compartilhada, para que em um momento de crise como este o estado tenha robustez para dar o suporte necessário aos municípios, em caso e atrasos de parcelas dos recursos federais. Precisamos dar a certeza do atendimento ao paciente com câncer. É preciso garantir o direito de luta de quem tem câncer aqui na Paraíba”, finalizou.

A unidade segue enfrentando dificuldades devido ao envio de recursos do Ministério da Saúde, provenientes do Fundo de Ações Estratégicas e Compensações (FAEC), referentes ao mês de outubro. A situação vem sendo acompanhada também pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), em busca de alternativas que impeçam a suspensão dos atendimentos para a população.

A representante dos pacientes, Raquel Brito, enfatizou a importância desta interveção em busca de manter o atendimento, uma vez que o os pacientes já se sentem fragilizados com o diagnóstico e com a necessidade de rapidez no tratamento. “Eu, enquanto usuária sou impactada diretamente e espero que a gente possa articular para que essa crise seja sanada e não seja normalizada. Nós pacientes, a gente já sofre com tantas outras fragilidades que não dá para ficar com esse tipo de insegurança”, destacou.

Hoje o Estado conta com o Programa Paraíba Contra o Câncer, desenvolvido pelo Governo da Paraíba para promover o acesso de pacientes oncológicos a exames, estadiamento, diagnóstico e tratamento do câncer.

O acesso realizado por Teleoncologia, em funcionamento desde maio em todo o estado. O agendamento para realização de procedimentos, exames e encaminhamento é gerido pelo Complexo Regulador Estadual, que organiza uma fila única para o acolhimento dos pacientes. As equipes especializadas, compostas por oncologistas clínicos e enfermeiros navegadores, coordenam o atendimento desde o ingresso no Programa até a realização dos exames necessários para diagnóstico, estadiamento e tratamento.

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