Saúde

COVID-19: cientistas detectam nova variante com 46 mutações e 12 infecções na França

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O Instituto Mediterrâneo de Infecção do Centro Hospitalar Universitário (IHU) identificou uma nova variante na França. Denominada de B.1.640.2., a cepa tem 46 mutações e 12 casos foram detectados até agora no país.

A nova mutação foi descrita em artigo publicado na plataforma medRxiv em versão pré-print, que ainda precisa passar pela revisão de pares, em 10 de dezembro de 2021. Os cientistas afirmam, entretanto, que a descoberta não é motivo para alarme, pois até agora a nova variante não apresenta sinais de que seja mais perigosa que as outras cepas do vírus.

Um conjunto de 12 casos da B.1.640.2 foi confirmado perto da área de Marselha, no sul da França. De acordo com o artigo, o primeiro caso foi um homem totalmente vacinado que havia retornado em novembro de uma viagem a Camarões, na África. Ele teria apresentado apenas sintomas respiratórios leves.

Os cientistas afirmam que ainda é cedo para especular sobre as características virológicas, epidemiológicas ou clínicas da variante.

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Saúde

BOLETIM: Paraíba registra 59 casos de Influenza A H3N2

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A Paraíba registrou nove casos de Influenza A H3N2, segundo boletim divulgado pela Gerência Executiva de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta terça-feira (4). As contaminações foram confirmadas em Bayeux, Cabedelo, Campina Grande, Conde e João Pessoa.

Em 21 de dezembro de 2021, 13 casos já haviam sido confirmados da Influenza A no estado, no entanto, a subtipagem H3N2 ainda estava sob investigação. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), do total de infectados, 4 foram internados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Ainda de acordo com o órgão, cerca de 40 contaminados têm idades entre 10 e 39 anos. A SES, no entanto, não informou quantos casos foram confirmados do sexo masculino e quanto são do sexo feminino.

Em João Pessoa, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) têm registrado grande procura de pacientes com sintomas gripais como febre, tosse e dor no corpo. No último feriadão, da última sexta-feira (31/12) até o domingo (2/01), foram atendidas 3.688 pessoas nas 4 unidades da capital, que ficam nos bairros do Valentina Figueiredo, Jardim Oceania, Cruz das Armas e Bancários.

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Saúde

COVID-19: Governador do Maranhão, Flávio Dino afirma que testou positivo

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), afirmou nesta segunda-feira (3) que testou positivo para a Covid-19.

Nas redes sociais, Dino disse que exames confirmaram a doença, mas que está bem e deve continuar trabalhando de forma remota.

“Informo que recebi hoje teste positivo para Covid. Me sinto bem, graças a Deus. Quadro atualmente existente não impede despachos internos, em isolamento domiciliar. Qualquer eventual alteração será informada”, publicou o governador.

A publicação não deu detalhes e o Palácio dos Leões ainda não informou em qual momento Dino contraiu a doença. Também ainda não foi informada se pessoas próximas do governador cumprirão quarentena.

G1

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Saúde

CONTAMINAÇÃO: RJ, SP e Ceará têm pacientes com testes positivos para Covid e Influenza ao mesmo tempo

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Ao menos três estados brasileiros têm relatos de testes positivos tanto para a Covid como para a Influenza– o que tem sido chamado de “flurona”. No Ceará e em São Paulo, outros casos também foram identificados, e especialistas dizem que a tendência é aumentar a incidência da dupla infecção.

No último sábado (1º), o governo de Israel registrou, pela primeira vez, um caso dessa dupla infecção em uma mesma pessoa. A condição ficou conhecida como flurona, uma junção das palavras “flu”, que é gripe em inglês, com parte da palavra “coronavírus”.

Dois casos no RJ

No RJ, um adolescente de 16 anos testou positivo para as duas doenças. A família do jovem informa ter feito testes em dois laboratórios particulares diferentes.

Segundo informações da TV Globo, um segundo caso foi confirmado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio.

Três casos em Fortaleza

Três pacientes de Fortaleza, entre eles dois bebês de 1 ano, tiveram o diagnóstico das duas doenças simultâneas desde o aumento dos casos de síndromes gripais, em dezembro.

terceiro paciente é um homem de 52 anos que não precisou de internação e cumpre isolamento.

G1

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Saúde

QUEIROGA GARANTE: Vacinas para crianças chegam ao Brasil na segunda quinzena de janeiro

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, nesta segunda-feira (3), que vacinas contra Covid-19 para crianças entre 5 e 11 anos chegam ao Brasil na segunda quinzena de janeiro. Em dezembro, ele já havia anunciado que a imunização desse público começaria no início de 2022.

O anúncio de Queiroga à imprensa ocorreu após uma solenidade em Brasília, que tratava sobre envio de 23 médicos para ajudar vítimas das enchentes na Bahia.

“Na segunda quinzena de janeiro, as vacinas começam a chegar e serão distribuídas”, disse o ministro da Saúde.

Queiroga afirmou ainda que a vacinação infantil “está bem definida, de maneira clara e transparente” e a pasta tem uma “ampla discussão com a sociedade acerca do tema [vacinação], que é fundamental”.

“Disseram que as crianças são depósitos de vírus, nossas crianças são o futuro do Brasil”, afirmou.

G1

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Saúde

COVID-19: Queiroga prevê vacinação infantil na 2ª quinzena de janeiro

Foto: Divulgação

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mudou a previsão para o início da vacinação infantil contra a covid-19 para a 2ª quinzena de janeiro. A expectativa anterior era começar na 1ª quinzena do mês. A declaração foi dada nesta segunda-feira (3).

“Na 2ª quinzena de janeiro as vacinas serão distribuídas”, disse Queiroga. A expectativa do Ministério é que a farmacêutica Pfizer entregue as doses pediátricas a partir da semana de 10 de janeiro. O Brasil ainda não tem nenhum vacina para crianças no país.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou em 16 de dezembro a aplicação da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos.

Depois que as vacinas pediátricas – com doses menores – chegarem, elas ainda precisam passar por fiscalização da Agência.

O contrato firmado entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica para 2022 prevê disponibilizar doses para todas as faixas etárias incluídas no Programa Nacional de Imunização –o que ainda não é o caso de crianças.

Em 23 de dezembro foi aberta uma consulta pública para que a sociedade pudesse se manifestar sobre o assunto. O processo foi encerrado no domingo (2). Na terça- feira (4) haverá uma audiência pública sobre o tema. O presidente Jair Bolsonaro (PL) defende que a vacinação de crianças seja feita só com autorização dos pais e com prescrição médica.

Ainda não há previsão para quando o cronograma sobre a vacinação infantil será divulgado.

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Saúde

FLURONA: Israel registra primeiro caso raro da contaminação simultânea de Influenza e Covid

Foto: Reprodução

O primeiro caso de contágio simultâneo pelo coronavírus SARS-CoV-2 e pelo vírus Influenza, conhecido como “flurona”, em Israel foi detectado em uma mulher grávida não vacinada, confirmou o Ministério da Saúde israelense. Flurona é uma designação definida a partir dos termos “flu” (gripe, em inglês) e “rona” (de coronavírus).

A mulher recebeu alta em 30 de dezembro, após ser tratada com sintomas leves derivados dessa infecção dupla, informou o jornal Times of Israel.

Os casos de flurona foram detectados pela primeira vez nos Estados Unidos (EUA), durante o primeiro ano da pandemia de covid-19.

Os especialistas do Ministério da Saúde israelense acreditam que haja casos semelhantes, ainda não identificados, quando quase 2 mil pessoas estão internadas por gripe e, ao mesmo tempo, os casos positivos da variante Ômicron do SARS-CoV-2 estão aumentando no país.

A circulação dos vírus Influenza e SARS-CoV-2 é preocupante e de alto risco para a população, especialmente os cidadãos mais vulneráveis, já que as duas doenças afetam o sistema respiratório superior, alertaram especialistas.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ômicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde, foi notificada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em 24 de novembro, foram registradas infecções em pelo menos 110 países.

Agência Brasil

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Covid-19

Ômicron causa menos danos ao pulmão comparada a outras variantes, diz estudo

Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Um novo estudo analisou a variante do coronavírus Ômicron em camundongos e hamsters sírios e descobriu que as infecções pulmonares, doença clínica e patologia com a B.1.1.529 foram mais leves em comparação com outras variantes do SARS-CoV-2. Os resultados foram publicados na revista Research Square.

Uma equipe de pesquisadores estadunidenses e japoneses avaliou a Ômicron e outras variantes — com diferentes combinações de mutações — em 129 camundongos, em três laboratórios no consórcio da Avaliação de Evolução Viral (SAVE) do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas.

A pesquisa usou tomografia microcomputada para verificar as anormalidades pulmonares nos animais infectados pela cepa Delta (B.1.617.2), identificada inicialmente na Índia e que deixou o mundo em alerta devido a sua alta taxa de transmissibilidade, e compararam com os camundongos infectados pela Ômicron.

Foto: Research Square

As imagens revelaram que os hamsters sírios infectados com a Delta tiveram um quadro de doença mais grave (com sequelas pulmonares e doença grave), enquanto aqueles infectados com a Ômicron tiveram uma classificação de doença substancialmente mais baixa.

Os resultados também mostraram que as cepas que possuíam a mutação N501Y, como a cepa D614G — primeira variante da Covid-19 — ou a Beta (B.1.351), fizeram cerca de 10 a 15% dos camundongos perderem peso.Em contrapartida, com a infecção pela Ômicron, nenhum dos 129 animais perdeu peso.

Os cientistas também avaliaram a carga viral dos hamsters sírios infectados pela Ômicron e por outras variantes. Eles escreveram que “os camundongos infectados com a WA1 / 2020 N501Y / D614G ou a Beta sustentaram altos níveis de infecção na lavagem nasal, conchas nasais e pulmões. E isso significa que, esse nível de infecção estava previamente associado a evidências de pneumonia leve.

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Saúde

Vacinados com Coronavac podem precisar de 2 reforços contra ômicron, diz estudo

Um estudo preliminar indicou que pessoas imunizadas com a vacina Coronavac podem precisar de 2 doses de reforço contra a variante ômicron do coronavírus.

A pesquisa foi publicada no site especializado medRxiv e envolveu mais de 100 participantes. Cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, do Ministério da Saúde da República Dominicana e de outras instituições participaram do estudo.

Aplicada no Brasil e em outros 47 países, a coronavac apresentou eficiência limitada contra a ômicron, variante do vírus causador da Covid-19.

“Em termos de saúde pública, 2 doses de Coronavac são insuficientes para neutralizar o Omicron. Portanto, quem tomou CoronaVac pode precisar de 2 doses de reforço adicionais para atingir os níveis necessários contra Omicron”, afirmou Akiko Iwasaka, professora da Escola de Medicina da Universidade de Yale.

É bom destacar que o estudo se trata de um preprint, isto é, uma versão preliminar do artigo definitivo, sujeita a ajustes.
O Brasil fechou 2021 com 619.109 pessoas mortas pela covid-19 desde o começo da pandemia e 22,2 milhões de brasileiros diagnosticados com a doença.

Mais de 140 milhões de brasileiros estão com a imunização completa, ou seja, já tomaram a dose única ou a segunda dose da vacina.

FolhaPress

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Saúde

Pilotos e comissários dos EUA temem novos números da pandemia e recusam bônus para voar mais

Pilotos, comissários e a equipe de apoio das companhias aéreas nos Estados Unidos estão resistindo a fazer hora extra durante a temporada de férias, mesmo com incentivos financeiros maiores.

Segundo os sindicatos do setor, os funcionários temem lidar com passageiros que não cumpram as medidas sanitárias por conta da pandemia, além de um medo crescente de se infectar com Covid-19.

Com a nova variante ômicron, as infecções em todo o mundo atingiram um recorde nos últimos sete dias, com média de mais de 1 milhão de casos detectados por dia.

Na última quinta-feira (30), mais de 1.200 voos domésticos e internacionais foram cancelados, segundo o site de acompanhamento de viagens aéreas Flight Aware.

O Natal é normalmente um período de pico para viagens aéreas, mas a rápida disseminação da nova variante, altamente transmissível, forçou as companhias aéreas a cancelar voos já que parte dos pilotos e membros da tripulação precisou ser colocada em quarentena.

A United Airlines disse que o pico atual de casos de Covid-19 teve impacto direto em suas operações. A JetBlue também reduziu o número de voos em mais de 1.200 até janeiro.

A FAA (agência federal de aviação dos EUA) confirmou que há um número crescente de funcionários do setor que testou positivo para Covid-19.

No setor aéreo, o saldo de cancelamentos de voos se uniu a uma maior dificuldade para convencer as equipes a ficarem mais tempo no ar.

Reuters

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