Saúde

COVID-19: Quase três mil crianças contraíram o vírus na Paraíba com registros de casos graves e mortes

Divulgação

Um levantamento feito pela reportagem do Portal MaisPB junto ao Laboratório Central da Paraíba (Lacen-PB) aponta que quase três mil meninos e meninas entre cinco e 11 anos foram infectados pelo novo coronavírus no estado. Esse total representa apenas o número de pessoas que fizeram o tipo de exame RT-PCR, sem levar em conta o teste rápido.

A Paraíba se prepara para iniciar no próximo final de semana a vacinação contra Covid-19 para essa faixa etária. O novo público foi incluído no Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde na semana passada após uma série de polêmicas.

A vacina da Pfizer para uso em crianças apresenta dosagem e composição diferentes do imunizante utilizado para maiores de 12 anos. A formulação da vacina para uso pediátrico é de duas doses de 0,2 mL (equivalente a 10 microgramas). No Brasil, o intervalo será de oito semanas.

Mais PB

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Saúde

COVID-19: Vacinação em crianças começa no próximo sábado na Paraíba

Foto: Foto: Roberto Jimenez Mejias (Getty Images)

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros afirmou nesta terça-feira que a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19 deve começar neste fim de semana no estado.

 As doses serão distribuídas pela SES-PB logo após o desembarque.  A expectativa é de que as primeiras sejam aplicadas no próximo sábado (15).

 “Provavelmente, no final de semana já deveremos iniciar a vacinação de crianças, começando por aquelas com deficiência permanente”, explicou.

No estado, a imunização deve acontecer das crianças mais velhas para as mais novas. As doses são fabricadas pela Pfizer e são específicas para a faixa etária. O conteúdo líquido corresponde a 1/3 da dosagem tradicional destinada ao público adulto. A vacina será dada em duas doses e com 21 dias de intervalo – assim como nos adultos.

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Saúde

COVID-19: Ministério da Saúde anuncia diminuição de isolamento para 7 dias

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde anunciou na noite desta segunda-feira (10) a redução do tempo mínimo de isolamento para pessoas com quadros leves e moderados de covid-19. Assim, o período cairá de 10 para 7 dias caso o paciente não tenha sintomas há pelo menos 24 horas. Neste caso, não há necessidade de teste.

O período pode cair ainda mais, para 5 dias, caso a pessoa não tenha sintomas respiratórios, nem febre e não esteja usando medicamentos por 24 horas, e tenha resultado do exame RT-PCR ou antígeno negativo. Por outro lado, em caso de positivo, é preciso seguir o período de isolamento até o 10º dia.

Um outro cenário possível é no caso de ao 7º dia o paciente continuar com sintomas, mas realizar o teste. Caso dê negativo, ele poderá deixar o isolamento. Caso se mantenha positivo, é preciso ficar em casa até completar os 10 dias.

Além disso, a pasta recomendou manter as medidas não farmacológicas até o 10º dia, mesmo para os assintomáticos. Isso inclui a utilização de máscaras faciais, e não comparecer a ambientes que precise ficar sem a proteção. Essas pessoas também devem evitar aglomerações, bem como não ter contato com pessoas dos grupos de risco.

No início da pandemia, a orientação era de manter a quarentena e distanciamento de outras pessoas, inclusive da mesma casa, por 14 dias. Depois, o período caiu para 10 dias. A nova diretriz do Ministério da Saúde segue a recomendação de outros países, como os Estados Unidos e Reino Unido, que revisaram as normas internas para pacientes positivos.

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Saúde

COVID-19: Deltacron: nova cepa do coronavírus é identificada no Chipre

Uma nova cepa do coronavírus, que mistura as características da delta e da Ômicron, foi identificada no Chipre. A variante “deltacron”, que infectou ao menos 25 pessoas no país, foi relatada pelo professor da Universidade do Chipre e chefe do Laboratório de Biotecnologia e Virologia Molecular, Leondios Kostrikis.

“Veremos no futuro se esta cepa é mais patológica, contagiosa ou se vai prevalecer”, disse Kostrikis à Sigma TV.

O professor ainda diz que o mais provável é que a variante não se torne prevalente, como atualmente é a ômicron. Segundo dados do site Our World in Data, gerido pela Universidade de Oxford, a Ômicron é responsável por mais de 95% das mostras sequenciadas geneticamente em laboratório no mundo. O restante ainda é relativo à delta.

A deltacron foi registrada em 7 de janeiro no banco de dados internacional que registra alterações do coronavírus, o Gisaid. Na última semana, pesquisadores franceses descobriram uma nova variante com origem no Congo – a IHU.

IstoÉ

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Saúde

ALERTA: Vacina atual contra gripe não combate vírus H3N2 e novo imunizante só chegará em abril

 

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O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, alertou para os cuidados contra a gripe e lembrou que a vacina atual não combate o vírus H3N2. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade desta segunda-feira (10), ele também alertou que o novo imunizante contra a Influenza só chegará à Paraíba no mês de abril.

“A vacina que nós recebemos em abril de 2021 ela não tem na sua composição essa variante Darwin, que está causando essa epidemia. Então nós só teremos vacina protetora contra essa variante em abril deste ano”, explicou o secretário.

Geraldo Medeiros destaca que a baixa adesão da população à vacinação contra a gripe contribuiu para o surgimento da variante H3N2 da influenza. “Tivemos 86% de adesão. O ideal seria 95%. Este é um fator que contribuiu para o surgimento dessa variante. Há baixa adesão da população, já há aproximadamente cinco anos, a todos os tipos de vacina. Isso traz o surgimento, como o caso do sarampo, de doenças que tinham sido erradicadas no país por conta dessa baixa adesão da população às vacinas.

Click PB

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Saúde

COVID-19: Paraíba registra 342 novos casos de covid-19 e duas novas nesta segunda-feira

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Paraíba tem 466.027 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta segunda-feira (10). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 9.608 no estado desde o início da pandemia. São 342 novos casos na última atualização e duas mortes notificadas.

A ocupação total de leitos de UTI na Paraíba é de 23%. Em João Pessoa, o percentual é de 39%. Em Campina Grande, 11% dos leitos estão ocupados. Já a ocupação no Sertão é de 28%.

Até o dia 11 de dezembro, 3.092.431 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 2.490.146 completaram os esquemas vacinais. Desses, 2.425.852 tomaram as duas doses e 64.294 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, haviam sido aplicadas 10.450 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 331.685 doses de reforço na população.

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Saúde

DELIVERY DE TESTE: Ministério da Saúde vai pedir à Anvisa autorização para uso de autoteste de Covid-19 no país

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O Ministério da Saúde vai pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para uso de autoteste no Brasil. De acordo com o secretário executivo da pasta, Rodrigo Cruz, a pasta deve finalizar os trâmites para solicitação à Anvisa ainda nesta semana.

O GLOBO apurou que a Anvisa tem conversado com o Ministério da Saúde sobre o tema. Diretores da agência têm discutido internamente e em debatido com a pasta para que a medida avance. Atualmente, devido a uma resolução da agência não é permitido no país o uso de autotestes para detecção de Covid-19 em casa.

Uma das frentes de análise na Anvisa é de que poderia ser feita uma normativa excepcional e temporária devido à pandemia, o que já ocorreu em relação a outras questões reguladas pela agência.

Na última sexta-feira (7), a Anvisa divulgou nota afirmando que a adoção do autoteste depende da implementação de política pública sobre o tema.

O Globo

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Covid-19

VACINAÇÃO: Pfizer antecipará 600 mil doses da vacina pediátrica contra a covid-19

Frascos da vacina da Pfizer em versão pediátrica (laranja) e a partir dos 12 anos (roxa) | Foto: Tobias Schwarz/AFP

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, nesta segunda-feira (10), ter conseguido antecipar 600 mil doses da vacina pediátrica contra a covid-19, produzidas pela empresa Pfizer. Ao defender a forma como o governo tem conduzido o combate à pandemia, Queiroga disse que a fabricação ou a importação de doses de vacina só podem ser feitas após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso contrário, a situação configuraria crime sanitário, disse o ministro.

“Conseguimos antecipar com a Pfizer mais 600 mil doses da vacina pediátrica agora no mês de janeiro. Então serão 4,3 milhões de doses de vacina”, informou Queiroga nesta manhã ao passar pela portaria do ministério.

Segundo ele, o trâmite para aquisição e distribuição de vacinas no país é satisfatório, se comparado a outros países. “A indústria farmacêutica só pode deflagrar produção de doses após o aval da agência regulatória [Anvisa]. Então doses não aprovadas pela agência regulatória não podem adentrar no país, sob pena de caracterizar até mesmo crime sanitário”, argumentou o ministro.

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Saúde

Fiocruz espera autossuficiência em vacina contra Covid-19 até fim do semestre

Na última sexta-feira (7), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do insumo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a vacina contra Covid-19, o que abre caminho para a fabricação de 100% do imunizante no Brasil.

A expectativa é que o primeiro lote dessa vacina seja entregue em fevereiro. A CNN Brasil entrevistou Maurício Zuma, diretor da Mio-Manguinhos/ Fiocruz.

Segundo ele, esse movimento deve garantir nossa independência na fabricação de vacinas contra Covid no curto prazo.

“Vai garantir a nossa autossuficiência até o fim desse semestre. Precisamos de alguns meses para escalonar o processo, já produzimos cerca de 20 milhões de doses, 15 milhões de pontas e outros 5 milhões estão em produção. Vamos continuar escalonando para ter uma capacidade maior de produção”, disse neste domingo (9).

Questionado sobre o que muda na prática com essa aprovação, Zuma diz que a permissão para a fabricação do principal insumo da vacina protege o país de imprevistos.

“Dá mais garantia de que a gente vai ter o insumo farmacêutico ativo aqui sem depender de problemas de logística e de produção em outros locais de fabricação”, diz.

“Produzir a vacina é sempre complexo, porque você está sujeito a uma série de variáveis que pode atrapalhar o processo e, agora, produzindo aqui, isso está sob nosso controle”, diz.

CNN Brasil

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Saúde

Anvisa recomenda reabertura de fronteiras a seis países da África

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orientou nessa sexta-feira, 08, que o governo reabra as fronteiras aéreas com África do Sul, Botsuana, Essuatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue. Com isso, viajantes oriundos desses países deveriam ser submetidos às mesmas regras da portaria para entrada de turistas, já aplicada a outros locais.

A recomendação se dá após a Ômicron ser encontrada em mais de 100 países e não estar restrita às seis nações da África, que detectaram os primeiros casos da cepa..A Anvisa recomendou as restrições em 26 de novembro com o objetivo de evitar a entrada da variante. No dia seguinte, estendeu as medidas a mais quatro países: Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia.

“A recomendação da Agência teve como fundamento a situação epidemiológica no país, o avanço contínuo da vacinação contra a Covid-19, as novas medidas excepcionais e temporárias para entrada no Brasil expressas na Portaria nº 663, de 2021, e a atual taxa de propagação e extensão da variante Ômicron no mundo”, diz a nota.

A Anvisa reitera que o atual cenário epidemiológico do país inspira “preocupação” e “cautela” e que é necessário manter medidas de prevenção contra a Covid-19. O número de casos avança no Brasil diante da nova variante.

“Portanto, os dados demonstram que a transmissão da Ômicron rompeu a barreira de transmissão sustentada nos países africanos, sendo identificada atualmente em mais de 100 países, o que justifica a revisão da recomendação expressa na Nota Técnica nº 203/2021, desde que sejam mantidas as demais medidas para viajantes de procedência internacional, ou seja, exigência de testes pré-embarque, preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante (DSV), comprovante de vacinação contra a Covid-19 e quarentena após desembarque no Brasil”, diz a nota.

Cabe aos ministérios da Saúde, da Casa Civil, da Justiça e Segurança Pública e da Infraestrutura tomar a decisão final. A Anvisa tem papel de assessoramento.

O Globo

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