Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h deste sábado (1º) mostram que 143.408.061 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 67,23% da população. 16 estados não divulgaram dados da vacinação.
A dose de reforço foi aplicada em 26.352.545 pessoas, o que corresponde a 12,35% da população.
Um total de 161.236.948 pessoas, o que representa 75,59% da população, tomou ao menos a primeira dose de vacinas.
Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 330.997.554 doses aplicadas desde o começo da vacinação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interrompeu nesta sexta-feira (31) as atividades do cruzeiro Costa Diadema após um surto de Covid-19 na embarcação. O navio está atracado no Porto de Salvador e a agência pediu autorização às autoridades sanitárias da cidade para que passageiros infectados possam desembarcar e cumprir quarentena em hotéis disponibilizados pela empresa. Além disso, moradores da cidade poderão deixar o navio.
De acordo com a Anvisa, a maioria dos passageiros infectados está assintomática e alguns apresentam sintomas leves. Com a medida tomada pela agência, o cruzeiro só tem permissão para realizar atividades essenciais até seu destino final, no Porto de Santos, onde os demais passageiros deverão desembarcar.
“A medida foi adotada após a investigação epidemiológica conduzida pela Agência e por técnicos das Secretarias de Saúde do Estado da Bahia e do Município de Salvador, que concluiu pela declaração de transmissão comunitária de Covid-19, nível 4, a bordo da embarcação”, diz nota da Anvisa.
O Complexo Hospitalar Tarcísio de Miranda Burity, o Trauminha, e o Hospital Municipal do Valentina, em João Pessoa, tiveram mudanças de comando, após o pedido de exoneração de Fábio Rocha e substituição por Margareth Diniz na Secretaria Municipal de Saúde.
No Trauminha, o médico Humberto Pires Torres Jeronimo Leite foi exonerado do cargo de diretor geral. Assume a cadeira Alexandre Cesar Da Cruz Lima.
No Hospital do Valentina, Tania Coeli Menezes de Oliveira ocupa o cargo deixado por Darcy de Fatima Luckwu de Lucena.
A chefia de Comunicação Social da SMS também teve alterações. Alia Nasim Chaudhry assume o cargo deixado por Walter Oliveira Dantas.
Pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desenvolveram protótipo de novo medicamento para o tratamento de câncer, a partir de compostos de cloridratos sintéticos de estrutura mesoiônica, substância constituída de um anel com, pelo menos, dois tipos diferentes de átomos.
Esses compostos químicos criados em laboratório, além de terem efeitos benéficos no tratamento de inflamação associada ao desenvolvimento de um tumor, são capazes de reverter alterações nos tecidos de órgãos como o fígado, os rins e o baço, causadas pela progressão tumoral.
Segundo dados de janeiro de 2021 da American Cancer Society (Sociedade Americana contra o Câncer, em tradução livre), mais de 800 mil pessoas são diagnosticadas com câncer de fígado a cada ano em todo o mundo, sendo esse tipo de câncer um dos mais letais no planeta, responsável por mais de 760 mil óbitos anualmente.
No Brasil, a taxa de mortalidade por câncer de fígado foi de 10.550 (6.181 homens e 4.369 mulheres) em 2018, de acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer de 2019, elaborado pelo Instituto Nacional de Câncer.
Os trabalhos em laboratório tiveram início em 2017, com a participação de alunos de iniciação científica e de mestrado da UFPB. O pedido da patente referente a este potencial novo medicamento foi realizado pela Agência de Inovação Tecnológica da UFPB junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), em agosto de 2019.
Conforme a professora Marcia Regina Piuvezam, a patente encontra-se sob processo de análise pelo órgão responsável, portanto, sem definição de uso exclusivo e/ou livre. “A UFPB terá amplos poderes para trabalhá-la da melhor forma possível, assim que for concedida”, afirma a pesquisadora.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, evitou comentar, na noite desta quinta-feira (30), a recusa do governo federal da ajuda humanitária oferecida pela Argentina para a crise na Bahia. O governo argentino ofereceu ao Brasil dez homens da organização humanitária especializada em desastres Comissão dos Capacetes Brancos. Queiroga afirmou que as relações com o país vizinho são “as melhores possíveis”.
“Essa questão de Relações Exteriores é com meu vizinho aqui, o ministro Carlos França, que aliás é um competente ministro. E o Brasil sempre tem uma relação excelente [com a Argentina]. Eu particularmente tenho uma relação muito boa com a ministra [da saúde argentina] Carla Vizzotti. Estive na semana passada com ela, nós colaboramos com informações em relação à pandemia da Covid-19. As relações com a Argentina são as melhores possíveis”, disse Queiroga na saída do ministério nesta quinta.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), que está de férias em Santa Catarina, fez uma postagem no Twitter afirmando que a oferta dos argentinos foi “fraterna”, mas que as Forças Armadas e a Defesa Civil já fazem o trabalho ofertado pelos Capacetes Brancos. Uma nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores e Comércio Internacional da Argentina, porém, diverge da informação postada por Bolsonaro.
Queiroga também comemorou a entrega de 6.500 novos leitos permanentes de UTI no Brasil e destacou a liberação de verbas para minimizar os estragos das enchentes no sul e no extremo sul da Bahia.
O ano de 2022 pode marcar “o fim da fase aguda da pandemia” da Covid-19, afirmou o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, que ressaltou a importância da continuidade da prevenção diante da “dupla ameaça das variantes delta e ômicron” do coronavírus.
O diretor de Emergências Sanitárias da entidade, Mike Ryan, acrescentou na mesma entrevista coletiva que no futuro próximo “é difícil que o vírus seja completamente eliminado, mas possivelmente mudará para uma transmissão de nível mais baixo, que cause surtos ocasionais em populações não vacinadas”.
“Vamos acreditar que este será o final, mas certamente ainda não chegamos lá e restam obstáculos que esperamos superar alcançando a igualdade na distribuição de vacinas”, disse.
Ao traçar um paralelo entre o atual coronavírus e a pandemia de gripo H1N1 de 2009, Ryan afirmou que “esse vírus (da gripe A) segue entre nós, mas não provoca a morte e a destruição daquele ano porque vacinamos os mais vulneráveis”.
O número de infecções pela Ômicron na África do Sul parece estar caindo quase tão rápido quanto aumentou nesta província e no resto do país africano. Em 14 de novembro, foram registrados 283 novos casos. Apenas um mês depois, no dia 16 de dezembro, as infecções dispararam para 23 mil por dia em todo o país.
Mas desde o dia 16 de dezembro, o número de infecções diárias despencou na África do Sul e, na segunda-feira (27), menos de 15 mil casos foram registrados.
As primeiras descobertas sobre a variante ômicron indicam que ela é menos grave do que as antecessoras. Mas a taxa mais elevada de contágio continua sendo um desafio para hospitais e centros de atenção primária.
Embora a ômicron não parecesse ter o mesmo efeito no número de hospitalizações que outras variantes, os especialistas temiam que o número crescente de casos sobrecarregasse os hospitais.
Mas, desde meados de dezembro, os casos nessa província começaram a diminuir rapidamente, reproduzindo o mesmo padrão no resto do país.
“O rápido aumento de casos foi seguido por um rápido declínio e agora parece que vemos o início do fim dessa onda”, disse Fareed Abdullah, do Hospital Acadêmico Steve Biko em Pretória, em declarações coletadas pela agência Associated Press. E a tendência de queda não parece estar diminuindo, pelo menos até o dia 28 de dezembro.
Enquanto grande parte dos gestores estaduais anuncia que não vai cobrar a prescrição médica para disponibilizar a vacinação de crianças contra a Covid-19, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mantém o posicionamento de exigir o documento, além da autorização dos pais, no ato da aplicação. Nesta quarta-feira (29), o cardiologista rebateu o movimento contrário à cobrança, afirmando que a maioria dos governadores e prefeitos “não são médicos”.
“Por isso da consulta pública. Os estados têm que se manifestar. Aliás, governadores falam em prescrição, prefeitos falam em prescrição, e, pelo que eu saiba, a grande maioria deles não são médicos. Estão interferindo nas suas secretarias estaduais e municipais”, declarou Queiroga a jornalistas, em Brasília.
Na avaliação do ministro, o assunto está pacificado e a recomendação é favorável à inclusão de crianças de 5 a 11 anos no PNO (Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19). “A decisão do ministério está aí para que todos os brasileiros tomem conhecimento e a sociedade civil possa se manifestar. A consulta pública é um instrumento da democracia e amplia a decisão sobre o tema, trazendo tranquilidade aos pais para que possam levar seus filhos à sala de vacinação.”
A previsão da pasta é que a vacinação comece em meados de janeiro, após o término da consulta pública e formalização da decisão no STF (Supremo Tribunal Federal), prorrogada até 5 de janeiro.
O novo lote de doses da Pfizer, vacina que recebeu aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), só deve ser entregue em 10 de janeiro, possibilitando o montante necessário para ampliar a faixa etária da campanha.
Um levantamento feito pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) apontou que a incidência da variante ômicron em oito estados brasileiros é de 31,7%. A análise foi feita em parceria com os laboratórios Dasa e DB Molecular, que verificaram testes RT-PCR coletados entre os dias 1 e 25 de dezembro, em 16 estados.
Foram analisados 30.483 testes. Desses, 640 foram positivos, sendo 203 casos prováveis da nova cepa. A ômicron estava presente em testes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Goiás, Santa Catarina e Tocantins. São Paulo e Rio de Janeiro detectaram a ômicron em mais de 50 testes
Segundo o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na segunda-feira (27), o Brasil tem, oficialmente, 74 casos confirmados de ômicron e há 116 outros em investigação.
“Considerando os casos de ômicron, sua rápida disseminação e a atual epidemia de gripe, recomendamos cautela neste período de festas de fim de ano. Máscara, distanciamento e boa circulação de ar em ambientes fechados são estratégias importantes contra a ômicron e o vírus da gripe”, alertam os pesquisadores.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta quarta (29), 199 casos de covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 01 (0,5%) é moderado ou grave e 198 (99,5%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 463.855 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.248.371 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.
Também foram confirmados 02 novos óbitos desde a última atualização, nenhum ocorrido nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 9.591 mortes. O boletim registra ainda um total de 358.243 pacientes recuperados da doença.
Óbitos
Até esta quarta, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos confirmados neste boletim ocorreram nos dias 26 e 27 de dezembro, entre os residentes dos municípios de Guarabira (1) e Santa Rita (1). As vítimas são uma mulher e um homem, com idades de 62 e 86 anos, ambos sem histórico de comorbidade.
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