Saúde

COVID-19: “Estamos diante de uma possível terceira onda”, diz Queiroga em Monteiro

Divulgação

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esteve nesta segunda-feira (17) em Monteiro, no Cariri paraibano, onde acompanhou a testagem para Covid-19 e vacinação contra doença. Durante a agenda, o cardiologista pediu que estados dobrem a atenção para evitar a aplicação de imunizantes vencidos e que a prioridade deve ser a aplicação da segunda dose ou dose de reforço. Para o ministro, com a variante Ômicron o país está diante de uma possível terceira onda da pandemia do novo coronavírus.

“Há mais de 70 milhões de doses que estão com os estados e essas doses têm que ser aplicadas no público- alvo. A prioridade é a aplicação da segunda dose e da dose de reforço. Estamos diante de uma possível terceira onda em função da variante Ômicron aumentando o número de casos”, disse.

“Os dados iniciais apontam que, em países que têm um nível de vacinação equiparado ao Brasil, não têm gerado tanto impacto sobre o sistema hospitalar e sobre as unidades de terapia intensiva, mas o vírus é um inimigo imprevisível e nós não temos que baixar a guarda”, finalizou o ministro da Saúde.

O ministro também alertou para necessidade do reforço na atenção nos procedimentos para a imunização da população contra a covid-19, especialmente crianças e adolescentes.

O alerta foi feito após o episódio ocorrido no município paraibano de Lucena, na grande João Pessoa, onde cerca de 60 crianças foram vacinadas equivocadamente com imunizantes para adultos. Além disso, também foram usadas vacinas fora do prazo de validade.

“Nós, do Ministério da Saúde, temos alertado acerca das questões relativas à segurança. Muitas vezes quando damos os alertas, muitas vezes [dizem que] o ministério é contra [a vacinação de crianças]. Não é questão de ser contra, é questão de compromisso com a aplicação adequada de vacinas e evitar possíveis efeitos adversos”, disse

MaisPB

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Saúde

DEPOIMENTO: Técnica afirma que recebeu “ordens superiores” para vacinar crianças em Lucena

Foto: Reprodução

Durante depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), a técnica de enfermagem, que aplicou doses vencidas de vacinas contra a covid-19 em crianças de uma comunidade de Lucena, afirmou que adultos também receberam o imunizante com prazo fora da validade. O depoimento foi colhido na tarde deste domingo (16) à procuradora da República Janaína Andrade e à promotora de Justiça Fabiana Lobo.

Ela também alegou que sua função era só vacinar e que não tinha acesso ao cadastros de vacinação, não sabendo em quantas pessoas aplicou o imunizante contra a Covid-19, e que no dia da vacinação em crianças “havia muita gente”, recebendo ordem superior para vacinar todos que chegassem.

A técnica ressaltou que não recebeu treinamento para a imunização e que a comunicação com a prefeitura era muito difícil. Ela também se queixou que estava sozinha no dia que vacinou criança, sem “coordenadora, enfermeira, médica ou dentista”, acompanhada apenas de um agente comunitário de saúde (ACS).

Veja documento:

Já em uma entrevista a Band News FM João Pessoa, o prefeito da cidade, Leo Bandeira, afirmou que a funcionária agiu por conta própria. Enquanto ninguém assume a irresponsabilidade, as mães e pais destas crianças estão desesperados quanto aos possíveis danos colaterais que devem surgir no futuro.

Com informações do ClickPB

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Saúde

VACINAS ERRADAS EM LUCENA: Quem vai pagar os prejuízos pelo erro da gestão pública?

 

Lucena, município do litoral norte da Paraíba, é destaque no Brasil com aplicação da vacina para crianças de forma desrespeitosa e irresponsável. O despreparo da equipe, somando a ineficiência da gestão pública fizeram das crianças cobais às avessas. O prefeito da cidade, Léo Bandeira, confessou o erro cometido por uma enfermeira que chegou a vacinar pelo menos 60 crianças com doses destinadas a adulta e, pra completar, fora do prazo de validade. Confessar e pedir desculpas não resolverá os danos causados à saúde dos pequenos. Aliado a tudo isso, a expectativa frustrada dos pais de verem seus filhos vacinados e imunizados, agora a preocupação da incerteza do que pode acontecer no organismo ainda em formação.

Quem vai amenizar o desespero das mães ao acompanhar as reações adversas da vacinas que causaram febre, dor de cabeça e vômito? Quem vai responder pelos possíveis danos causados à saúde dessas crianças? O prefeito? A equipe?

O fato acontece justamente em meio a resistência de pais e responsáveis com relação à imunização das crianças, por causa desses efeitos colaterais. Além de tudo, foram doses que custaram ao governo federal, tanto na compra, quanto na logística e que poderiam ter sido aplicadas em outras pessoas, gerando a proteção contra o vírus. Além dos prejuízos sanitários, foi um desperdício do erário público.

Essa fatura será paga por todos.

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Saúde

SEDENTARISMO: Brasileiro consumiu mais álcool e fez obesidade crescer durante a pandemia

Foto: Reprodução

Os efeitos da pandemia na saúde dos brasileiros foram arrasadores, mesmo entre aqueles que não contraíram a covid-19. Durante o ano de 2020, quando o Brasil passou mais tempo em isolamento social para frear o avanço do coronavírus, houve aumento no consumo abusivo de bebidas alcoólicas e no sedentarismo entre a população brasileira, o que desencadeou a elevação da taxa de pessoas com doenças crônicas, como a obesidade.

Isso é que mostra a pesquisa Doenças Crônicas e Seus Fatores de Risco e Proteção: Tendências Recentes no Vigitel, realizada pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Em 2019, a obesidade atingia 20,3% dos adultos nas capitais do País, mas, em 2020, a doença passou a afetar 21,5% deste grupo, com maior prevalência nos Estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Manaus (24,9%), Cuiabá (24,0%) e Rio de Janeiro (23,8%) lideram o ranking de maior incidência da obesidade. Até 2011, nenhuma capital havia ultrapassado a taxa de 20%.

O índice nacional chega a quase o dobro do que foi registrado 14 anos antes, em 2006, quando só 11,8% da população brasileira era portadora desse tipo de comorbidade. O ano marca a primeira vez que foi realizado o levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) pelo Ministério da Saúde, de onde os dados do IEPS foram extraídos. Foram entrevistadas 27.077 pessoas nesta edição do estudo.

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Saúde

Queiroga defende dose de reforço para conter avanço da Ômicron

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu nesse sábado (15) a aplicação da dose de reforço para proteção contra a variante Ômicron. O ministro cumpriu agenda em João Pessoa (PB) para incentivar a população a completar o ciclo vacinal contra a Covid-19.

“É necessário aplicar a dose de reforço para que o organismo esteja preparado para se defender no caso de variante. O governo tem feito essas ações de maneira reiterada”, pontuou Queiroga no Hospital Universitário Lauro Wanderley.

O titular da pasta da Saúde reforçou ainda que a queda no número de mortes em decorrência da Covid-19 se deve à vacinação.

“Nós tivemos uma quebra expressiva no número de óbitos e isso se deve à força do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 162 milhões de brasileiros receberam a primeira dose e 135 milhões já completaram o esquema vacinal com a segunda dose ou dose única do imunizante. Foram aplicadas 16,7 milhões doses de reforço em todo o país.

Metrópoles

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Saúde

Paraíba registra um óbito, 66 novos casos e 26% de ocupação de leitos Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), registrou, neste domingo (16), 66 novos casos de Covid-19. Entre os casos confirmados hoje, 55 (83,33%), são leves e 11 (16,66%) são moderados ou graves. Agora, a Paraíba totaliza 468.244 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.264.660 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Ocorreu um óbito, desde a última atualização, ocorrida nas últimas 24h. Com isso, o estado contabiliza o total de 9.615 mortes. O boletim registra ainda um total de 363.491 pacientes recuperados da doença.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM), extraídos às 10h, do dia 16/01/2022 sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até este domingo, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. O óbito confirmado neste boletim ocorreu no último dia 15 de janeiro. A vítima é um homem, de 80 anos, residente do município de Cacimba de Areia, que morreu em hospital público. Não foi informado comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 26%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 34%. Em Campina Grande, estão ocupados 15% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 46% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 17 pacientes foram internados nas últimas 24h.

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Saúde

COVID-19: Áustria torna vacinação obrigatória a partir de fevereiro

A Áustria vai ser o primeiro país da Europa a tornar a vacinação contra a covid-19 obrigatória para adultos. O chanceler austríaco disse que será aplicada multa pesada a quem não cumprir a determinação.

“Conforme planejado, vamos tornar a vacinação obrigatória no início de fevereiro”, disse, em entrevista coletiva, o conservador Karl Nehammer, que chefia o governo austríaco em coligação com os verdes.

Durante toda a semana, o tema gerou debates acalorados, quer no Parlamento, quer na sociedade.

A medida divide profundamente a sociedade austríaca, no momento em que altura em que 71,5% da população elegível tem o ciclo de vacinação completo, um número baixo se comparado com o de outros países europeus.

Nesse sábado (15), 27 mil pessoas manifestaram-se contra a medida em Viena, a capital, acusando o governo de desrespeitar as liberdades individuais.

“É um projeto sensível”, mas “de acordo com a Constituição”, afirmou o chanceler.

O projeto de lei deverá ser aprovado quinta-feira (20) pelo Parlamento, onde conservadores e verdes têm larga maioria e, para essa medida, contam ainda com os líderes dos partidos social-democrata e liberal. Só a extrema-direita é contra.

Karl Nehammer adiantou que haverá “uma fase de adaptação” até meados de março e, a partir daí, controle e aplicação de multa aos não vacinados.

Há exceções para grávidas e os que não podem ser vacinados por razões médicas.

Agência Brasil

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Saúde

Israel pretende vacinar bebês e crianças pequenas em abril

Israel espera vacinar bebês e crianças pequenas em abril, segundo o Ministério da Saúde, citado pelo jornal The Times of Israel.

“Em Israel, as vacinas estão disponíveis agora para todos com cinco anos ou mais. Acredito que até abril isso será expandido para qualquer idade acima de seis meses”, disse esta semana Asher Shalmon, diretor de relações internacionais do Ministério da Saúde, segundo o jornal israelense.

A Pfizer vem realizando testes clínicos para reduzir a idade aprovada para sua vacina de cinco anos para seis meses e a expectativa é que anuncie o imunizante em março. A farmacêutica informou no mês passado que, em seu teste em andamento com crianças de seis meses a cinco anos, “nenhuma preocupação de segurança foi identificada” e a vacina “demonstrou um perfil de segurança favorável”.

Os melhores resultados até o momento indicam que serão aplicadas três minidoses de 3 microgramas cada — dez vezes menor que a dose acima de 12 anos e três vezes menor que a dose para crianças entre 5 e 11 anos.

O conselheiro para a pandemia do governo israelense, o epidemiologista Nadav Davidovitch, reforçou que Israel pretendia introduzir doses infantis em breve.

“As crianças costumam ficar muito menos doentes do que os adultos, mas podem ter a síndrome multissistêmica inflamatória pediátrica, um efeito colateral da Covid-19, e a Covid longa, e é por isso que as vacinas são importantes e haverá imunização das crianças menores de cinco anos”, afirmou Davidovitch, de acordo com o jornal israelense.

O Globo

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Saúde

Covid-19: Brasil recebe 2º lote de vacinas da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos

O Brasil recebeu neste domingo (16) o segundo lote de vacinas da Pfizer contra Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. Segundo a farmacêutica norte-americana, a remessa tem 1.248.000 doses e tinha previsão de chegar ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), às 3h50, mas chegou com atraso, por volta de 9h.

A Pfizer confirmou a chegada do lote às 11h deste domingo. O voo com imunizantes saiu de Amsterdam, na Holanda, e as vacinas foram descarregadas no aeroporto com auxílio da Receita e Polícia Federal. Em seguida, haverá transporte até um centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP), antes das entregas aos estados.

O número de doses do segundo lote é igual ao do primeiro, que chegou ao país em 13 de janeiro. Além disso, a Pfizer, por meio de assessoria, confirmou que a empresa prevê envio ao Brasil de mais 1.818.000 vacinas em 27 de janeiro, o que deve fazer o total entregue no mês chegar a 4.314.000.

Imunização para crianças
A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, em 16 de dezembro, a vacinação de crianças desta faixa etária. Já em 5 de janeiro, o Ministério da Saúde informou que não será exigida receita médica para vacinar o grupo.

Os estados começaram a se organizar para o esquema de vacinação. O governo de São Paulo, por exemplo, anunciou na quarta-feira a abertura do pré-cadastro para início da imunização de crianças.

Em 10 de janeiro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou que a Pfizer antecipará as entregas de 600 mil doses de vacinas para crianças. Com isso, o total de imunizantes previstos para janeiro sobe dos 3,7 milhões, estimados inicialmente, para 4,3 milhões. Veja abaixo o cronograma:

Remessas entregues

Quinta-feira (13) – 1.248.000 doses (lote 1)
Domingo (16) – 1.248.000 doses (lote 2)

Remessas previstas

27 de janeiro – 1.818.000 doses (lote 3)

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 20,5 milhões de crianças nessa faixa etária contempladas pela vacinação.

O envio das doses faz parte do acordo firmado em 29 de novembro entre o governo federal e a farmacêutica, que estipula a disponibilização de 100 milhões de doses ao Brasil ao longo de 2022.

A negociação também prevê que o Ministério da Saúde tenha a opção de aumentar o número de doses previstas para serem entregues ao país em até 50 milhões de vacinas adicionais, elevando o número total para 150 milhões de doses neste ano.

“O contrato prevê a possibilidade de fornecimento de versões modificadas do imunizante, que poderão ser eventualmente desenvolvidas caso necessário, e versões para diferentes faixas etárias, conforme solicitação por parte do Ministério da Saúde”, diz nota da Pfizer.

g1

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Saúde

Bolsonaro defende autotestes de Covid-19 para “garantir início rápido das ações para interromper cadeia de transmissão”

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais, neste domingo (16), para defender a implementação dos autotestes para detectar a Covid-19 no Brasil. “O uso do autoteste pode garantir o início mais rápido das ações para interromper a cadeia de transmissão”, escreveu, depois de anunciar ter encaminhado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informações sobre a medida no âmbito do que chamou do “Plano Nacional de Expansão da Testagem”.

 

Segundo o presidente, o governo federal pretende possibilitar que os exames sejam disponibilizados em farmácias, drogarias e outros estabelecimentos de saúde para que os cidadão interessados em comprar o produto tenham acesso e consigam realizar o diagnóstico em casa. Atualmente, a detecção da Covid-19 precisa ser feita em ambiente controlado, como em unidades de saúde básicas, postos volantes, farmácias, clínicas, laboratórios e hospitais.

Para que a autotestagem seja liberada para o cidadão comum, é necessária a autorização da Anvisa. As conversas entre a reguladora e o Ministério da Saúde se intensificaram na última semana, quando a pasta encaminhou uma nota técnica formalizando o pedido. A solicitação oficial ocorre após a busca por exames ter disparado diante da disseminação da variante Ômicron.

“A autotestagem é uma estratégia adicional para prevenir e interromper a cadeia de transmissão da Covid-19, juntamente com a vacinação, o uso de máscara e o distanciamento social. Os autotestes podem ser realizados em casa ou em qualquer lugar, são fáceis de usar e produzem resultados rápidos”, diz a nota do ministério.

A demanda também parte de prefeitos e gestores de saúde locais, que defendem a medida como estratégia para agilizar o diagnóstico e contribuir para a testagem em massa. A Anvisa, por outro lado, alerta para a necessidade da elaboração de uma política pública de saúde a fim de viabilizar a implementação da autotestagem no país.

Segundo a agência, o governo federal precisa viabilizar as informações para que o usuário leigo consiga administrar o exame.  Além disso, os sistemas de saúde devem estar preparados para receber os resultados positivos vindos dos usuários e assegurar a notificação compulsória, já que a Covid-19 é uma doença que exige a inserção de dados no sistema nacional, a fim de permitir as ações de controle da disseminação do vírus.

A autotestagem já é permitida em países europeus e nos Estados Unidos e, no Brasil, serviria como uma medida para diminuir a pressão sobre as unidades de saúde, como defendeu o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Por outro lado, não há previsão de que os testes sejam distribuídos nas farmácias de graça.

R7

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