Saúde

Anvisa deve liberar uso de máscaras dentro de aviões a partir desta quarta

Foto: Reprodução

 A Anvisa deve liberar os passageiros, tripulantes e funcionários dos aeroportos do uso de máscaras nos voos domésticos. A média pode ser anunciada na reunião de avaliação que os diretores da agência farão nesta quarta-feira (17). O tema está na pauta e a aprovação é dada como tranquila.

Em lugar da obrigatoriedade, passará a vigorar uma recomendação para o uso. A nova medida entrará em vigor ainda nesta semana.

A mudança de se deve em boa parte a uma articulação feita por Daniel Pereira, que até a semana passada era o número 2 do Ministério da Saúde e assumiu dias atrás o cargo de diretor da Anvisa.

Lauro Jardim – O Globo

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Paraíba tem 35 casos suspeitos da varíola dos macacos

Divulgação

O Relatório Diário de Casos de Monkeypox – MPX, divulgado na noite dessa segunda-feira (15), apontou que a Paraíba tem 35 casos em investigação da doença. Os casos suspeitos foram registrados em 18 municípios.

A maior parte dos casos, inclusive o confirmado, encontra-se em João Pessoa, são 18 de acordo com o boletim. Campina, Gurinhém, Ingá, Monteiro e Santa Rita, têm dois casos cada em investigação. Já Araçagi, Belém, Coremas, Cruz do Espírito Santo, Lagoa Seca, Mamanguape, Massaranduba, Mogeiro, Mulungu, Rio Tinto, São João do Cariri e Sousa têm um caso suspeito cada.

De acordo com o relatório, 4 casos já foram descartados. A maioria dos casos que seguem em investigação concentra-se em pessoas na faixa etária dos 20 aos 29 anos, são 18. Na faixa dos 50 a 59, são 7; já na faixa de 10 a 19 e 50 a 59 anos são 4 em cada. de 0 a 9 anos, três casos estão em investigação.

A maior parte dos casos suspeitos são de homens, 22; mulheres são 13 e o caso confirmado é uma mulher.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Calendário de vacinação contra varíola dos macacos deve sair nesta semana

Foto: Mufid Majnun/Unsplash

O Ministério da Saúde será informado nesta semana de quando receberá as primeiras vacinas contra a varíola dos macacos.

Segundo a representante da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) no Brasil, Socorro Gross, a fase de tratativas com o laboratório produtor da vacina terminou, mas falta uma posição do laboratório sobre o calendário de entrega.

“Esperamos ter o calendário das vacinas nesta semana”, disse. “Não temos como apresentar um calendário [de entrega de vacina] neste momento. Sabemos que uma parte das vacinas vai chegar em breve. Esperamos que o fornecedor nos especifique quando nós poderemos transportar a vacina para o Brasil”, disse ela, em entrevista a jornalistas, no Ministério da Saúde.

Socorro Gross estava acompanhada do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de secretários da pasta. Queiroga esclareceu que as 50.000 doses solicitadas pelo Brasil, caso cheguem, irão para profissionais de saúde que lidam com materiais contaminados.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

FOTOS: Situação do Trauminha de Mangabeira pede socorro

Está deplorável a situação do Complexo Hospitalar Tarcísio de Miranda Burity, mais conhecido como Trauminha de Mangabeira. As imagens que o Blog do BG PB teve acesso mostram o descaso com que a Prefeitura de João Pessoa trata uma unidade hospitalar tão importante para a capital paraibana.

São paredes mofadas, estruturas enferrujadas e sem as mínimas condições de uso.

Há relatos de que as macas chegaram a ficar apoiadas em cadeiras para não caírem, mesmo com pacientes em cima.

A falta de higiene também é constante no local, onde pacientes chegaram a levar produtos de limpeza de casa para limpar a enfermaria onde estavam internados.

No ano passado, a unidade passou por sete inspeções do Conselho Regional de Medicina. Conforme relato dos médicos, faltam insumos básicos no hospital, como lâmina de bisturi, luvas de procedimento, fios de sutura, cateter intravenoso, dentre outros.

Este ano pouca coisa mudou. O que não muda é o silêncio da prefeitura sobre o caos vivido na saúde pública.

Blog do BG PB 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Paraibano Marcelo Queiroga faz apelo por vacinação de 15 milhões de crianças contra a poliomielite

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pediu, neste domingo (7), que pais e responsáveis levem crianças de todo o país para se vacinar contra a poliomielite.

“Não faltam vacinas, elas estão aí. Temos que imunizar 15 milhões de crianças, e não é uma atribuição exclusiva do ministério [da Saúde] esse tipo de ação. Temos os programas de imunização dos estados e municípios”, disse ele, durante agenda em São Paulo (SP).

O discurso do ministro e de outras autoridades de saúde ocorreu na avenida Paulista, em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Queiroga defendeu a vacinação durante o lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e da Multivacinação de 2022.

Para a campanha contra a poliomielite, o grupo-alvo, segundo o Ministério da Saúde, são os menores de 5 anos. As crianças com menos de 1 ano deverão ser vacinadas conforme a situação vacinal encontrada para esquema primário. Já crianças de 1 a 4 anos deverão ser vacinadas com a VOP (Vacina Oral Poliomielite), desde que tenham recebido as três doses da VIP (Vacina Inativada Poliomielite) do esquema básico.

“Ninguém tem dúvida da importância do Programa Nacional de Imunizações, instituído na década de 1970, e é uma das principais políticas públicas de saúde do nosso país. Com ele, erradicamos a poliomielite no Brasil. O último caso foi em 1989, no meu estado, na Paraíba. Não queremos mais casos de poliomielite”, afirmou.

Queiroga lembrou ainda que, recentemente, foram registrados casos nos Estados Unidos e em Israel. “Portanto, pode acontecer no Brasil, embora não tenhamos uma urgência. Em função de casos de poliomielite [nos EUA e Israel], é urgente que consigamos recobrar nossas coberturas mundiais”, ressaltou.

O ministro da Saúde disse também que, durante o período de pandemia, a cobertura vacinal contra a poliomielite diminuiu. “É premente recuperar cobertura vacinal contra a pólio e outras doenças que são evitáveis com vacinas. É a melhor forma de protegermos a sociedade”, cobrou.

Ele fez um apelo aos pais, mães e avós para que levem as crianças às 38 mil salas de vacinação disponíveis nos municípios.

Queiroga citou ainda outras 22 vacinas disponíveis no Programa Nacional de Vacinação. “O Brasil também apoia países vizinhos e a proteção às cidades de fronteiras, [afinal] as pessoas passam de uma fronteira para a outra. Protegemos regiões de fronteira. Peço aos pais que levem seus filhos às salas de vacinação. É inaceitável que tenhamos crianças com doenças que podem ser evitáveis”, encerrou.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Anvisa recebe pedido de registro para teste de varíola dos macacos

Foto: Repodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o segundo pedido de registro de kit para teste para monkeypox, a varíola dos macacos. O pedido é para o produto Monkeypox Virus Nucleic Acid Detection Kit e foi apresentado pela empresa Comércio e Indústria de Produtos Médico-Hospitalares e Odontológicos Ltda (CPMH).

De acordo com a agência reguladora, o pedido foi solicitado no dia 2 de agosto e já está em análise pela equipe técnica. Anteriormente, a Anvisa já havia o pedido de registro da empresa Biomédica. A solicitação foi analisada e a reguladora emitiu exigência, que é um pedido de informações e dados necessários para a conclusão da análise pela equipe técnica.

O processo do registro envolve avaliar fabricação, confiabilidade dos resultados e efetividade para o diagnóstico.

Diagnóstico

De acordo com a Anvisa, atualmente o diagnóstico da monkeypox no país é feito por meio de ensaios moleculares de PCR com metodologia desenvolvida pelo próprio laboratório de análise clínica, com base em protocolos validados. Essa forma de atuação está regulamentada e é equivalente à aplicada por diferentes países, principalmente quando ocorre epidemia por agentes etiológicos emergentes.

Situação no país

Segundo dados do Ministério da Saúde, até ontem (5), 2004 casos de varíola dos macacos foram registrados no país. A pasta acompanha outros 1.962 casos. Até o momento, uma morte foi confirmada pela doença, em Minas Gerais.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou no início da semana que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.

A

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Anvisa recebe pedido da Pfizer para uso de vacina em crianças de 6 meses a 4 anos

Foto: Getty Images

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, nessa sexta-feira (29), que recebeu o pedido para que a vacina da Pfizer contra a Covid-19 seja incluída na imunização de crianças de 6 meses a 4 anos de idade.

Atualmente o imunizante pode ser utilizado a partir dos 5 anos de idade. Caso a agência reguladora aceite a solicitação da Pfizer, essa será a segunda vacina em uso no Brasil aprovada para o público menor de 5 anos, e a primeira para crianças com menos de três anos.

A vacina da Pfizer tem registro no país desde 23 de fevereiro de 2021.

“A análise técnica será feita pela Anvisa de forma rigorosa e com toda a cautela necessária para avaliação de imunizantes destinados a esse público específico”, informou a agência em comunicado.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Primeiras vacinas contra varíola dos macacos devem chegar em setembro

Foto: Reprodução/Nikos Pekiaridis

As primeiras doses da vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox, em inglês) destinadas ao Brasil deverão chegar em setembro, informaram há pouco o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Daniel Pereira, e o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Medeiros. Cerca de 20 mil doses desembarcarão no país em setembro; e 30 mil, em outubro.

Apenas profissionais de saúde que manipulam as amostras recolhidas de pacientes e pessoas que tiveram contato direto com doentes serão vacinados. O esquema de vacinação será feito em duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.

A aquisição será feita por meio de convênio com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) porque a empresa dinamarquesa produtora da vacina não-replicante não tem escritório no Brasil nem pretende abrir representação no país. “Existe um pedido da Opas para a aquisição de 100 mil doses de vacinas para as Américas. Dessas 100 mil doses, 50 mil serão adquiridas pelo Ministério da Saúde”, detalhou Medeiros.

Os secretários do Ministério da Saúde concederam, nesta tarde, entrevista coletiva para explicarem as ações da pasta, no dia da inauguração do Centro de Operação de Emergência (COE), que coordenará os trabalhos de monitoramento e de combate à doença.

Segundo o secretário de Vigilância Sanitária, o ministério informou que não haverá campanha de vacinação em massa porque não existe recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS).

“A OMS não preconiza uma vacinação em massa, então a gente não está falando de uma campanha de vacinação como falávamos para a covid-19. São vírus absolutamente distintos, é uma clínica absolutamente distinta, um contágio absolutamente diferente, uma letalidade diferente. São doenças absolutamente distintas”, justificou.

Embora, neste primeiro momento, o Brasil compre as doses de uma empresa dinamarquesa, Medeiros não descartou a possibilidade de que, no futuro, o Ministério da Saúde compre doses do Instituto Butantan ou do Laboratório de Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, caso essas unidades produzam algum imunizante não-replicável contra a varíola dos macacos e caso haja necessidade.

Estigmatização

O Ministério da Saúde manteve as orientações para quem tem suspeita de estar infectado. Quem tiver sintomas deverá procurar um médico, informar os contatos próximos e isolar-se o mais rápido possível. Embora a maior parte dos casos registrados até agora seja registrado em homens que tiveram relações sexuais com outros homens, o secretário de Vigilância em Saúde alertou que qualquer pessoa pode contrair o vírus.

“O dado epidemiológico que nós temos é que, em quase 20 mil casos no mundo, mais de 95% dos casos confirmados são de homens que fazem sexo com outros homens, mas isso não é estigmatização porque a principal forma de transmissão se dá por meio de contato [direto com a pele da pessoa infectada]. É fundamental não fazer a estigmatização, até porque a principal forma de transmissão é o contato pele com pele”

Balanço

O Ministério da Saúde também atualizou as estatísticas de casos da varíola dos macacos. Em todo o Brasil, o número de casos confirmados subiu para 1.066, contra 978 até ontem. As cidades com mais ocorrências são São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A pasta também deu mais informações sobre a primeira morte de um infectado no Brasil. O paciente, um homem de Belo Horizonte com 41 anos, tratava um câncer com quimioterapia, estava imunodeprimido e morreu por complicações provocadas pelos sintomas da varíola dos macacos. Ele estava em um hospital público da capital mineira, chegou a ir para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas não resistiu.

Nesta tarde, a Espanha também confirmou a primeira morte por varíola dos macacos, a segunda fora do continente africano. Até agora, foram registradas sete mortes em todo o planeta neste surto da doença. O país com o maior número de casos são os Estados Unidos, com cerca de 4,9 mil ocorrências.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Brasil registra primeira morte por varíola dos macacos em Minas Gerais

Foto: Reprodução

O Brasil registrou a primeira morte por varíola dos macacos. O óbito de um paciente adulto em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, foi confirmado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (29).

O país tem a primeira morte pela doença fora da África. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, de janeiro até o dia 22 de julho, cinco mortes foram registradas no mundo por varíola dos macacos, todas no continente africano, sendo três vítimas na Nigéria e duas na República Centro-Africana.

Na quinta-feira (28), o Ministério da Saúde passou a usar o termo “surto” ao divulgar informações relativas aos casos da doença no país.

Doença tem baixa letalidade

O vírus Monkeypox causa uma doença com sintomas semelhantes à varíola comum, mas menos graves. Os sintomas incluem bolhas no rosto, mãos, pés, olhos, boca ou genitais, febre, linfonodos inchados, dores de cabeça e musculares e falta de energia.

Existem dois grupos de vírus da varíola dos macacos: o da África Ocidental e o da Bacia do Congo (África Central).

As infecções humanas com o tipo de vírus da África Ocidental parecem causar doenças menos graves em comparação com o grupo viral da Bacia do Congo, com uma taxa de mortalidade de 3,6% em comparação com 10% para o da Bacia do Congo.

“A coisa mais importante sobre a varíola dos macacos é que ela causa uma erupção cutânea que pode ser desconfortável, pode causar coceira e pode ser dolorosa. Portanto, a coisa mais importante sobre cuidar de alguém com essa doença é basicamente cuidar da pele e cuidar de quaisquer sintomas que alguém possa ter, como dor ou coceira”, afirma a cientista Rosamund Lewis, líder técnica sobre varíola dos macacos do Programa de Emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os cuidados clínicos para a varíola dos macacos são voltados para o alívio dos sintomas, além do gerenciamento de complicações e prevenção de sequelas a longo prazo. Os pacientes devem receber líquidos e alimentos para manter o estado nutricional adequado. Infecções bacterianas secundárias devem ser tratadas conforme indicado.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Secretaria de Saúde investiga caso suspeito de varíola dos macacos em JP

Foto: Divulgação

Um caso suspeito de varíola dos macacos (monkeypox) está em investigação pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A informação foi confirmada nesta sexta-feira (29) pelo secretário executivo de Saúde, Jhony Bezerra.

De acordo com Jhony Bezerra, trata-se de um jovem de 25 anos, que foi atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de João Pessoa com um quadro sugestivo (sintomático), com lesões na pele.

O caso foi repassado à SES pela Vigilância Epidemiológica do município de João Pessoa, que está acompanhando o jovem. Ele está em isolamento para evitar possíveis contágios e os testes já foram coletados para análise da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), no Rio de Janeiro.

Conforme a SES, outros dois casos suspeitos também eram investigados, mas foram descartados após o resultado dos exames.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.