Paraíba

Em nota, Unimed esclarece prejuízo financeiro em 2022

Em resposta a notícia publicada pelo Blog do BG PB sobre o desempenho econômico-financeiro no terceiro trimestre de 2022, a Unimed João Pessoa esclarece que, apesar do resultado líquido negativo do período, mantém um resultado líquido positivo acumulado na ordem de R$ 11.777.290 nos três anos da atual gestão.

Nos exercícios de 2020 e 2021, a operadora apresentou resultado positivo de R$ 58.687.318. Com esse desempenho, conseguiu cobrir o resultado de 2022, considerado o pior ano da história para o segmento de saúde suplementar do Brasil.

Além do resultado acumulado positivo, a Unimed João Pessoa distribuiu R$ 18,2 milhões entre os médicos cooperados referentes aos exercícios de 2020 e 2021. O desempenho positivo nos dois anos possibilitou, ainda, a constituição de um fundo de reserva para ampliação da rede própria de R$ 31,5 milhões.

A diretoria da Unimed João Pessoa reforça o compromisso com a transparência e tranquiliza a sociedade, principalmente os seus 162 mil clientes e 1,8 mil médicos cooperados, de que, a despeito das dificuldades enfrentadas pela saúde suplementar, mantém a sustentabilidade econômico-financeira.

A gestão antecipa, ainda, que vários investimentos serão feitos em 2023 para oferecer a assistência de qualidade que se tornou marca da Unimed João Pessoa em 51 anos de liderança na Paraíba no segmento de planos de saúde.

Blog do BG PB

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Paraíba

Mais de 900 casos suspeitos de dengue são registrados na PB em 2023

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta segunda-feira (6), o terceiro Boletim Epidemiológico, referente às oito primeiras semanas do ano, no qual consta o registro total de 1.100 casos prováveis de arboviroses.

Destes, foram registrados 911 casos prováveis de dengue, 187 casos foram referentes à chikungunya e para a doença aguda pelo vírus zika foram notificados 2 casos.

No mês da mulher, os dados do boletim revelam que, em sua grande maioria, 52,36% das pessoas do sexo feminino foram as mais afetadas pelas arboviroses, seja dengue ou chikungunya.

Entretanto, ressalta-se que essas doenças afetam ambos os sexos. Sendo assim, o cuidado deve ser levado em consideração para todos, independente do gênero. O documento informa ainda uma redução de 50% para os casos prováveis de dengue, quando comparados ao mesmo período do ano passado. Já para os casos prováveis de chikungunya, uma redução de 86%, também comparados ao mesmo período. E para os casos prováveis de zika, houve redução de 97%.

Blog do BG PB

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Saúde

Relatório estima que metade da população mundial estará com sobrepeso até 2035

Obesidade: o que é, riscos e tratamento - Brasil Escola
Um novo relatório da Federação Mundial de Obesidade — publicado nesta quinta-feira para marcar o Dia Mundial da Obesidade, lembrado em 4 de março — prevê, com base nas tendências atuais, que 51% da população global viverá com sobrepeso ou obesidade até 2035.

De acordo com Louise Baur, presidente da entidade, os dados são “um aviso claro de que, ao não abordar a obesidade hoje, corremos o risco de ter sérias repercussões no futuro”.

No Atlas Mundial de Obesidade 2023, são apresentadas projeções de prevalência de obesidade para o período de 2020 a 2035, de forma que mais da metade da população global possa ter um alto índice de massa corporal (maior que 25) até o final deste período, e 1 a cada 4 pessoas podendo viver com obesidade (IMC maior que 30). A taxa atual de obesidade é de 1 a cada 7. (O IMC é calculado dividindo o peso de um adulto pelo quadrado de sua altura).

Obesidade infantil

A obesidade infantil está aumentando particularmente rápido, conforme apontou o relatório. Espera-se que as taxas dobrem entre os meninos até 2035, para 208 milhões, e aumentem em 125% entre as meninas, para 175 milhões. Ao todo, mais de 1,5 bilhão de adultos e quase 400 milhões de crianças poderão viver com obesidade em até 12 anos — a menos que sejam tomadas medidas preventivas, de acordo com o atlas.

“É particularmente preocupante ver as taxas de obesidade crescendo mais rapidamente entre crianças e adolescentes”, destacou. “Governos e formuladores de políticas em todo o mundo precisam fazer tudo o que puderem para evitar repassar custos de saúde, sociais e econômicos para a geração mais jovem”, afirmou Baur em comunicado.

Impacto econômico

O documento considera como um “fracasso contínuo” a forma como se tem tentado melhorar a prevenção e o tratamento da obesidade, podendo resultar num impacto econômico total de US$ 4,32 trilhões até 2035 – quase 3% do PIB global. Esses novos números representam um aumento significativo que, segundo a instituição, dão urgência a seus apelos para o desenvolvimento de planos de ação nacionais contra a obesidade em todo o mundo.

Além disso, o relatório fornece novos insights sobre os impactos econômicos do sobrepeso e da obesidade, que devem reduzir a economia global em mais de US$ 4 trilhões por ano até 2035. Com quase 3% do PIB global, isso está em uma par com o impacto financeiro da pandemia de COVID-19 em 2020. Todas as regiões verão um aumento no impacto econômico até 2035, com as Américas (América do Norte, Central e do Sul) arcando com os custos mais altos como proporção do PIB (3,7% ) e a região do Pacífico Ocidental os custos totais mais altos (US$ 1,56 trilhão).

Planos de prevenção

O relatório enfatiza a importância de desenvolver planos de ação nacionais abrangentes para prevenir e tratar a obesidade e apoiar as pessoas afetadas pela doença. Ele também reconhece o impacto das mudanças climáticas, restrições do COVID-19, novas pandemias e poluentes químicos sobre o sobrepeso e a obesidade e adverte que, sem uma ação ambiciosa e coordenada para resolver problemas sistêmicos, as taxas de obesidade podem aumentar ainda mais.

Para Baur, isso significa dar atenção “urgentemente para os sistemas e fatores que contribuem para a obesidade e envolver ativamente os jovens nas soluções”.

“Se agirmos juntos agora, teremos a oportunidade de ajudar bilhões de pessoas no futuro”, acrescentou.

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Paraíba

AVANÇO NA MEDICINA: Cientistas da UFPB criam droga contra superbactéria que pode provocar meningite

UFPB realiza mapeamento genético de bactéria que causa meningite e  infecções — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB
Cientistas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criaram um fármaco de dimensão nanométrica capaz de dizimar a superbactéria Staphylococcus aureus, frequentemente encontrada na pele e nas fossas nasais dos seres humanos e que pode provocar infecções simples e graves, como pneumonia e meningite.

O fármaco TiO2/ZIF-67 foi desenvolvido à base de dióxido de titânio (TiO2) e de redes organometálicas, que são compostos de íons metálicos ou aglomerados coordenados a ligantes orgânicos que formam estruturas mono, bi ou tridimensionais. A substância tem aspecto de pó, ou seja, é sólida, seca e reduzida a partículas tenuíssimas.

“Foram feitos dois materiais por metodologias diferentes. A fórmula geral é TiO2/ZIF-67. É uma mistura de dois materiais, o TiO2 e a ZIF-67. Usamos a mesma nomenclatura para os dois”, explica Fausthon Silva, professor e pesquisador do Departamento de Química, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) da UFPB, e um dos coordenadores do estudo.

Segundo o cientista da UFPB, o TiO2 já é utilizado para esse fim em outros trabalhos científicos. No entanto, apenas um artigo científico trata da ZIF-67 para fins antibacterianos. Fausthon Silva esclarece que o estudo é o segundo a relatar essa propriedade e justifica que a Staphylococcus aureus foi escolhida como padrão, por ser bastante estudada na literatura.

De acordo com o pesquisador da UFPB, a droga atua sobre a superbactéria por meio da combinação de duas estratégias: liberação de íons de cobalto e reações químicas do tipo redox, que provocam a destruição da parede celular da superbactéria, culminando na sua inativação.

O TiO2/ZIF-67foi criado por meio de micro-ondas de laboratório, metodologia inédita na literatura para esse tipo de material. “Materiais similares aos nossos têm sido aplicados como fotocatalisadores, para geração de energia, e em células solares. Nesse caso, exploramos as propriedades antibacterianas”, esclarece Ieda Santos, que divide a coordenação da pesquisa com Fausthon Silva.

Para ele, a pesquisa se insere no esforço atual para desenvolvimento de novos materiais que possam superar a resistência bacteriana, abrindo possibilidade para futuros estudos deste nanomaterial visando aplicação farmacológica.

Conforme Ieda Santos, as doenças bacterianas são um desafio atual, em razão da crescente resistência bacteriana aos antibióticos tradicionais. Desta forma, materiais nanoestruturados estão entre as alternativas viáveis para superar esse problema.

“A resistência bacteriana é uma problemática global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 700 mil pessoas morrem anualmente devido a bactérias super-resistentes e a superação desse desafio é um dos objetivos do desenvolvimento sustentável”, sinaliza o professor Fausthon Silva.

O estudo que produziu o fármaco TiO2/ZIF-67 foi realizado entre 2018 e 2020, durante o mestrado de Raquel Dantas Campos, com orientação de Fausthon Silva e Ieda Santos. Os pesquisadores André Oliveira, Camila Félix e Lúcio Castellano colaboraram.

O trabalho foi realizado em parceria com o National Institute of Materials Physics e o National Institute for Research and Development of Isotopic and Molecular Technologies, em Magurele, na Romênia.

Os resultados da pesquisa foram capa de edição do New Journal of Chemistry, revista científica mensal revisada por pares que publica pesquisas e artigos de revisão sobre todos os aspectos da química. O estudo também gerou patente do método de síntese e aplicação do material como antimicrobiano, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

Blog do BG PB

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Saúde

Anvisa aprova vacina com eficácia de 80% contra dengue

Foto: Ewa Urban/Pixabay

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quinta-feira (2) a primeira vacina contra a dengue que também pode ser administrada em pessoas que ainda não tiveram a doença. A eficácia do imunizante é de 80,2% durante os 12 meses seguintes à aplicação.

Em comunicado, a agência de vigilância sanitária informou que a vacina Qdenga, da empresa Takeda Pharma Ltda., é composta por 4 diferentes sorotipos do vírus causador da dengue, conferindo uma ampla proteção contra a doença.

Crianças acima de 4 anos até adultos de 60 poderão receber o imunizante. A aplicação será em duas doses, com intervalo de 3 meses entre elas.

A vacina aprovada anteriormente para uso no Brasil, a Dengvaxia, só pode ser administrada em quem já teve dengue.

A Qdenga foi testada em larga escala em países endêmicos à doença. Em dezembro do ano passado, também foi aprovada pela EMA (Agência Europeia de Medicamentos, na sigla em inglês), em um programa de avaliação de medicamentos usados em países de baixa e média renda fora da UE (União Europeia).

A concessão do registro pela Anvisa permite a comercialização do produto no Brasil. Porém, não há previsão de quando a imunizante estará disponível no mercado, nem se ele será incorporado ao calendário de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde). Antes, deverá passar por uma avaliação de custo-efetividade feita pelo Ministério da Saúde.

Poder360

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Saúde

HIV: Cientistas anunciam quinto paciente curado após transplante de medula óssea

Imagem: Istock

Um homem de 53 anos, morador de Dusseldorf, na Alemanha, se tornou o quinto paciente do mundo a ser curado do HIV após receber um transplante de células-tronco. O caso foi relatado na revista científica Nature nesta segunda-feira (20/2).

O paciente foi acompanhado por dez anos pela equipe de pesquisadores da Universidade de Dusseldorf. O homem, que não teve sua identidade revelada, foi diagnosticado com leucemia mielóide aguda em 2011 e no ano anterior, já havia testado positivo para HIV.

Em 2013, ele passou por transplante de células-tronco hematopoiéticas. O médico responsável pelo procedimento afirmou que, desde o início, a intenção da cirurgia era controlar tanto a leucemia quanto a Aids.

Vírus indetectável

A equipe médica selecionou um doador com uma mutação no receptor das células que o HIV usa para destruir o sistema imunológico. Essa terapia já se mostrou eficiente em pacientes anteriormente curados, pois a alteração genética torna o paciente resistente à maioria das cepas do vírus, bloqueando o caminho da infecção e dificultando a reprodução do HIV no organismo.

Depois da cirurgia, o paciente de Dusseldorf realizou quimioterapia e recebeu infusões de linfócitos, células imunes que destróem as células cancerígenas. Além disso, continuou tratando o HIV com terapia antirretroviral.

Seis anos após o transplante, em 2018, o HIV já era indetectável em seu organismo, o que o levou a parar de tomar os comprimidos diários. Nos quatro anos seguintes, ele continuou sob supervisão da equipe de médicos e dos pesquisadores da Universidade de Dusseldorf, que concluíram que o paciente estava em remissão da Aids.

Os pesquisadores afirmam que o histórico clínico do paciente de Dusseldorf fornece fortes evidências de que o transplante de células-tronco o curou do HIV. No entanto, as pesquisas devem continuar para permitir que os pacientes superem a Aids sem a necessidade do transplante, visto que esse é um procedimento com muitos riscos associados.

Metrópoles

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Saúde

ALERTA: Motociclistas são 70% dos mortos no trânsito da PB

Auxílio-Acidente por Acidente de Moto: Saiba Tudo - Giácomo Oliveira
Os acidentes de trânsito ocasionaram de 2000 a 2022, 8.058 vítimas, das quais cerca de 70% delas trafegavam em motocicletas. As informações são da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A quantidade total de mortes no trânsito de João Pessoa é superior à quantidade da população de alguns municípios paraibanos, a exemplo de Juarez Távora, que possui 8.014 habitantes. No acumulado de 2000 a 2022 foram 5.558 mortes envolvendo motociclistas e 2.500 envolvendo motoristas de carros.

Os dados chegam como um sinal após os 25 anos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). No ano 2000, as mortes provocadas por acidentes com motos e carros atingiram 115 pessoas, enquanto em 2022 foram 558 vítimas, o que representa uma alta de 385%.

A predominância maior é de acidentes com motos. A frota de veículos no estado também aumentou nas últimas décadas. Informações do Departamento Estadual de Trânsito na Paraíba (Detran -PB) mostram que a frota geral de veículos saiu de 257.279 em 2000 para 1.478.190 em 2021, um acréscimo de 474,5%.

Em paralelo a esse crescimento da frota, os desrespeitos ao CTB são constantemente flagrados pelas equipes de fiscalização. Há nove anos atuando em fiscalizações, o agente de trânsito da Operação Lei Seca do Detran-PB, Wilham Alves, conhecido como Agente Alves, afirmou que quando se fala em desobediência ao CTB, é comum observar a prática “de condução da motocicleta sem o uso do capacete, condução do carro sem a utilização do cinto de segurança e condução dos veículos por pessoas não habilitadas”.

Agente Alves destacou que encontra vários perfis de motoristas durante as fiscalizações. Ele destacou que, nesses 25 anos, o CTB passou por alterações e uma delas foi a entrada da Lei 11.760/2008 (Lei Seca). Para Agente Alves, essa lei e suas alterações posteriores contribuíram para a redução da prática perigosa que é a combinação entre álcool e volante. “Se não tivéssemos a Lei Seca, os índices de sinistros de trânsito ocasionados por essa combinação seriam maiores”.

Ao destacar as mudanças importantes ocorridas no CTB, a presidente da Comissão do Direito de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Giordana Coutinho, citou a legislação que diz respeito à alcoolemia. Giordana enfocou a Lei 14.071 de de 2021, que entrou em vigor em abril de 2022. Essa lei aborda os homicídios culposos de trânsito e lesão corporal culposa, que estão nos artigos 302 e 303 do CTB.

De acordo com ela, a lei diz que “não é permitida a substituição de pena restritiva de liberdade por uma restritiva de direito ou prestação de serviço, quando ficar comprovado que a pessoa estava alcoolizada na direção durante o evento criminoso”.

Blog do BG PB com União

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Mundo

Câncer é a principal causa de morte em crianças no Brasil


Foto: Rogerio Santana

O câncer infantil é a 1ª causa de morte por doença em crianças e a 2ª causa de óbito em geral, ficando só atrás de mortes causadas por acidentes. O Inca (Instituto Nacional do Câncer) estima que, no triênio 2023-2024-2025, vão ser registrados, a cada ano, 7.930 novos casos de câncer em crianças e jovens de 0 a 19 anos de idade.

A oncologista pediátrica e chefe da Seção de Pediatria do Inca, Sima Ferman, afirmou que, como a incidência de câncer vem aumentando lentamente ao longo dos anos, a doença começa a aparecer como causa importante de doença em criança.

“Como nem todas [as crianças] são curadas, a doença pode ter, na verdade, um percentual de mortalidade infantil também”, declarou. Dados mais recentes do Inca, de 2020, revelam que foram registrados 2.280 óbitos em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos no Brasil.

Entre os tipos mais comuns de câncer infantojuvenil, estão: leucemia, linfoma e tumores do sistema nervoso central. A médica do Inca ressaltou, contudo, que os tumores em crianças são diferentes, já que os adultos têm “muito carcinoma e tumores de células diferenciadas”.

Sima Ferman destacou que, além dos 3 tipos mais frequentes de câncer, há uma gama de tumores, como os embrionários, que surgem nos primeiros anos de vida. São exemplos os da retina, de rim e do gânglio simpático.

Poder360

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Brasil

Saúde vai parar de divulgar dados diários da Covid a partir de março

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil.

O Ministério da Saúde (foto) vai deixar de divulgar diariamente os dados sobre a Covid no Brasil. A partir de 7 de março, os números serão publicados semanalmente. O boletim traz informações como os casos, óbitos e a vacinação contra a doença.

De acordo com a Saúde, o novo formato trará um cenário mais real sobre a pandemia, já que apenas nove estados atualizam os dados diariamente e outros 18 não informam casos e óbitos pela doença nos finais de semana. Além disso, a pasta diz que três desses reportam as informações apenas uma vez por semana.

A proposta de alteração foi apresenta pelo diretor de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) da nessa quinta-feira (16) e aprovada por representantes do governo federal, dos estados e dos municípios.

Por O Antagonista

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Mundo

Pesquisadores desenvolvem pílula anticoncepcional masculina capaz de imobilizar espermatozoides

Pesquisadores da Weill Cornell Medicine, nos Estados Unidos, desenvolveram uma pílula anticoncepcional masculina capaz de imobilizar espermatozoides. O remédio, livre de hormônios, testado em camundongos, e o estudo foi publicado na revista Natura na terça-feira (14).

“O desenvolvimento de novos contraceptivos para homens é um desafio, pois após a puberdade, um homem produz cerca de 1.000 espermatozoides por segundo, e uma estratégia contraceptiva masculina precisa ser suficientemente eficaz para impedir que milhões de espermatozoides fertilizem o ovócito”, diz um trecho do estudo.

Segundo os pesquisadores, o anticoncepcional age inibindo uma proteína chamada adenilato ciclase, essencial para a mobilidade e maturação dos espermatozoides.

De acordo com o estudo, uma dose única do anticoncepcional tornou os camundongos temporariamente inférteis. Contudo, a fertilidade total retornou no dia seguinte após a aplicação.

Em testes realizados em espermatozoides humanos, os resultados foram semelhantes aos observados em camundongos.

Conforme os pesquisadores, como não envolve hormônios, a pílula provoca menos efeitos colaterais e é mais conveniente do que os métodos tradicionais.

Mais testes ainda devem ser realizados e não há data para a pílula ser disponibilizada ao público.

CNN

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