Saúde

Trauma divulga boletim médico das vítimas da colisão frontal entre trens na Ilha do Bispo

Em virtude do acidente envolvendo dois trens que colidiram frontalmente no cruzamento ferroviário na Ilha do Bispo, em João Pessoa, deixando vários feridos no final da tarde desta quinta-feira (09), o Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa informou que acionou o plano de gerenciamento de crises, catástrofes e múltiplas vítimas da unidade de saúde.

Trinta e seis pessoas deram entrada na Instituição, todos em estado geral estável.

Dos passageiros que entraram na instituição 19 são mulheres e 17 homens, com idades entre 15 e 65 anos. Todos passaram pelos primeiros atendimentos e apenas quatro permanecem internados na unidade de saúde.

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Saúde

SAÚDE PET: Fórmula Animal oferece produtos oftálmicos para seu pet em JP

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Paraíba

Governador João Azevêdo nomeia novo superintendente da PBSaúde

Foi publicada na edição desta terça-feira (7), do Diário Oficial do Estado (DOE), a nomeação do médico Luiz Gustavo César de Barros Correia para o cargo de Diretor Superintendente da Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PBsaúde), em substituição ao médico Daniel Gomes Monteiro Beltrammi.

Durante a crise sanitária da Covid-19, Luiz atuou como Coordenador Geral do Centro de Disseminações de Evidências Científicas da Covid-19 (CEDES), vinculado a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB), e Médico Diarista da UTI Neurocirúrgica e Covid-19 do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires. Na área científica, foi coautor do Protocolo de Condutas no Paciente com Covid-19.

A Fundação PBSaúde foi criada em 2020, a partir da adoção de um novo modelo de gestão das unidades de saúde na Paraíba. É responsável pelo gerenciamento do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, e os serviços que formam a rede de hemodinâmica nos hospitais de Trauma de Campina Grande e Complexo Hospitalar Regional de Patos.

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Paraíba

Paraíba aplica mais de 79 mil doses de vacina em dia D de vacinação

A Paraíba realizou o primeiro dia D de vacinação de 2023 nesse sábado (4). A ação aconteceu simultaneamente em todas as regiões do estado e aplicou 79.295 doses de vacina (rotina e contra a covid) em 216 municípios. Desse total, 26.050 foram doses de vacinas de rotina, e 53.245 doses da vacina contra covid-19: 20.907 em crianças de 6 meses a 4 anos de idade; 22.478 doses aplicadas da vacina contra covid-19 para reforço na faixa etária a partir de 3 anos e 9.860 doses aplicadas para o segundo reforço na população acima de 30 anos.

Os três municípios que mais vacinaram foram João Pessoa, com 7.149 doses aplicadas; Campina Grande, com 5.482 doses; e Sousa com 2.766 doses aplicadas.

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Paraíba

Governo do Estado institui piso salarial de enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares

O governador João Azevedo publica na edição do Diário Oficial da Paraíba desta sexta-feira (3), a medida provisória que institui o piso salarial para enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem. Os enfermeiros receberão o valor de R$ 4.750,00 mensais. Já o técnico de enfermagem tem direito a 3.325,00 (70% do montante pago aos enfermeiros) e 2.375 aos auxiliares de enfermagem (que corresponde a 50% do valor pago aos enfermeiros).

O piso salarial deverá ser pago aos profissionais com jornada básica de trabalho de 30 horas semanais, estabelecida no art. 10 da Lei nº 7.376, de 11 de agosto de 2003, distribuídos em 10 plantões mensais. Em caso de plantões extras, o valor devido deve ser acrescido aos rendimentos do profissional.

Conforme ainda o DOE-PB, a fonte de recursos para custear as despesas com a presente Medida Provisória é a estabelecida na Emenda Constitucional nº 127, de 22 de dezembro de 2022. A determinação entra em vigor a partir da data de publicação.

BG com PB Agora

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Paraíba

Enfermeiros ameaçam entrar em greve e dão ultimato ao governo Lula sobre piso

Foto: Reprodução

Representantes sindicais dos enfermeiros ameaçam entrar em greve a partir do dia 10 de março se o governo Lula não achar, até a data, uma solução para implementar o novo piso da categoria, polêmica que se arrasta desde o fim da gestão Bolsonaro.

Segundo Solange Caetano, da FNE (Federação Nacional dos Enfermeiros), os líderes da categoria já avisaram ao novo governo que vão realizar um ato no próximo dia 14 de fevereiro para fazer pressão.

Esta não é a primeira vez que os enfermeiros ameaçam greve. Em setembro do ano passado, o Fórum Nacional da Enfermagem já falava na possibilidade de uma paralisação. Na ocasião, eles fizeram manifestações pelo país.

No começo deste mês, a categoria voltou a sugerir paralisação, mas o movimento não tomou forma.

Sancionado por Bolsonaro em agosto e suspenso pelo STF no mês seguinte, o novo piso nacional da enfermagem gerou confusão no setor.

A lei não indicou o custeio dos salários, o que provocou reação das entidades patronais contra o piso. O caso está em análise no STF, mas o Congresso promulgou no mês passado uma PEC que destravou fundos públicos para custear os hospitais públicos e redes de atendimento ao SUS.

Os enfermeiros cobram, agora, a edição de uma medida provisória que defina como o dinheiro chegará aos hospitais e às outras instituições de saúde.

“Para nós, isso só será resolvido na hora que a medida provisória for editada e, posteriormente, encaminhada ao Congresso para ser analisada e votada”, afirma Caetano.

Painel – Folha de S. Paulo

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Brasil

Justiça manda governo recontratar cubanos para o Mais Médicos

Secretário do Ministério da Saúde anuncia retomada do programa 'Mais Médicos '

A Justiça determinou que o governo federal recontrate médicos cubanos que participavam do programa Mais Médicos e que tiveram o programa interrompido em 2018, após Cuba encerrar o contrato com o Brasil, na esteira da eleição de Jair Bolsonaro (PL) para a Presidência da República.

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, assinada pelo desembargador Carlos Augusto Pires Brandão, contempla a 20ª turma do Mais Médicos e atende um pedido da Associação Nacional dos Profissionais Médicos Formados em Instituições Estrangeiras e Intercambistas. O desembargador pede que a União apresente em um prazo de dez dias um plano de execução para contratação dos profissionais.

O que significa a decisão?

  • Acelera a intenção do governo Lula (PT) de retomar o programa Mais Médicos
  • Permite a recontratação de médicos cubanos da 20ª turma do Mais Médicos.

No início do mês, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou que é “prioridade” dos primeiros cem dias do novo governo retomar o programa Mais Médicos. A gestão, no entanto, pretende oferecer incentivos para participação maior de profissionais brasileiros.

“Estamos trabalhando visão de incentivo para que médicos brasileiros possam ter participação maior nesse programa. Vamos seguir legislação já definida em relação à prioridade para médicos brasileiros”, disse Nísia. Procurado sobre a decisão, o Ministério da Saúde informou que ainda não foi notificado da decisão. “Assim que for notificada, a pasta vai dar celeridade à demanda.”

Yanomamis

Para justificar a decisão, o desembargador citou a crise de saúde dos povos yanomamis. O Programa Mais Médicos para o Brasil permite implementar ações de saúde pública de combate à crise sanitária que se firmou na região do povo indígena yanomami. Há estado de emergência de saúde pública declarado, decretado por intermédio do Ministério da Saúde.C

O programa

Lançado no governo Dilma Rousseff (PT), o programa causou polêmica em parte da comunidade médica brasileira pela alta contratação de profissionais cubanos.

A iniciativa foi desmontada pela gestão de Bolsonaro, que acusava o PT de dar dinheiro a Cuba, classificada por ele de ditadura comunista. Na gestão anterior, o programa deu lugar ao Médicos pelo Brasil.

Cuba anunciou em novembro de 2018 que iria se retirar do programa Mais Médicos depois que Bolsonaro, então presidente eleito, afirmou que iria modificar os termos de colaboração da iniciativa e estabeleceu condições ao governo cubano.

Bolsonaro comparou a atuação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos a trabalho escravo e garantiu que, quando assumir o governo, “o cubano que quiser pedir asilo aqui vai ter”.

UOL

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Brasil

Projetos de lei preveem prisão para quem duvidar de vacinas

 

'Crimes' podem ter agravante se forem cometidos por funcionários públicos

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Seis projetos de lei (PL), que tramitam no Congresso, criminalizam desde o fato de alguém furar uma fila para receber vacina até as pessoas que espalham “fake news” sobre o funcionamento das vacinas. De autoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), o PL 5555/2020 prevê incluir no Código Penal a prisão de um a três anos para pessoas omissas ou que se opõem à vacinação obrigatória de crianças ou adolescentes em “emergência de saúde pública”.

O projeto ainda criminaliza, com pena de dois a oito anos de prisão, as pessoas que se recusarem a tomar as doses obrigatórias das vacinas. A mesma punição também se aplica para quem espalhar “notícias falsas” sobre as vacinas ou sobre seu funcionamento. Caso o indivíduo seja funcionário público, a pena dobra.

O PL teve sua tramitação atualizada em dezembro de 2022. Na ocasião, ele passou pela Secretaria Legislativa do Senado Federal e teve a continuidade confirmada. A proposta voltou a ser discutida nas redes sociais este mês, quando o site do Senado realizou uma enquete sobre o PL. A proposta foi rejeitada por 92% das pessoas que responderam às perguntas.

Em abril de 2021, o senador solicitou que sua proposta tramitasse com o PL 25/2021, do deputado Fernando Rodolfo (PL/PE). Em sua proposta, Rodolfo criminaliza, com pena de dois a cinco anos e multa, o ato de furar fila durante a vacinação. Além disso, o deputado enquadra como crime o desvio de insumos médicos, entre cinco e 15 anos de reclusão. O crime tem agravante se for cometido por funcionário público.

O pedido de Angelo foi atendido e ambas as propostas tramitam juntas. Em maio do ano passado, outros quatro projetos foram apensados à tramitação, sendo eles: 13, 15, 505 e 1140, todos de 2021. Os dois primeiros também desejam criminalizar o ato de furar fila na vacinação.

Já os dois últimos criminalizam a aplicação da dose falsa de vacina ou a simulação de aplicação. O 1140, inclusive, foi proposto pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil.

Revista Oeste

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Covid-19

OMS deve decidir se a Covid-19 ainda é emergência global nesta sexta

Um comitê da Organização Mundial da Saúde (OMS) se reúne nesta sexta-feira, 27, para avaliar se a pandemia da Covid-19 ainda representa uma Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional.

A data do encontro foi confirmada por uma porta-voz da entidade e pelo próprio diretor-geral, Tedros Adhanom. O evento ocorre três anos depois da doença ter sido classificada assim pela primeira vez.

O Comitê de Emergência aconselhará Adhanom, que tomará a decisão final sobre a doença permanecer com o mais alto nível de alerta da agência da Organização das Nações Unidas (ONU).

Vários cientistas e consultores importantes da OMS dizem que pode ser muito cedo para declarar o fim da fase de emergência da pandemia da Covid-19 devido aos altos níveis de atendimento na China, que desmantelou sua política rígida contra o coronavírus no mês passado.

Jovem Pan

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Saúde

Hospital Albert Einstein desenvolve plataforma que permite fiscalizar recursos do SUS

Foto: REUTERS/AMANDA PEROBELLI

Uma nova plataforma de análise de dados está sendo desenvolvida pelo Hospital Israelita Albert Einstein para auxiliar o Ministério da Saúde na avaliação e fiscalização do funcionamento de unidades públicas de saúde e do uso dos recursos federais repassados.

O projeto se baseia no cruzamento de informações do departamento de informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de outras fontes pertinentes. A expectativa é que, com o uso da ferramenta, também seja possível atualizar e elaborar políticas públicas relacionadas ao tema, além de fazer comparações entre estados e municípios.

A Pamdas (Plataforma de Auditoria e Monitoramento de Dados em Saúde) será executada no âmbito do Proadi-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS) e vai abranger detalhes de tratamentos complexos, do ponto de vista de infraestrutura e de gestão hospitalar. Além disso, profissionais da Auditoria-Geral do Sistema Único de Saúde (AudSUS) serão capacitados em inteligência artificial para o manejo da ferramenta.

A iniciativa visa garantir agilidade à rotina dos auditores, sistematizando e informatizando processos já realizados, o que permite identificar e solucionar problemas de estrutura e alocação de recursos em larga escala. O que se espera da ferramenta é que o cruzamento dos dados forneça alertas de possíveis inconformidades que serão investigadas por auditores. O projeto deve ser concluído até o final de 2023, quando será realizado um relatório das principais análises do triênio de 2021-2023.

Segundo a consultora de análises do Einstein, Caroline Bianca Carvalho Candido, a proposta da plataforma é de que haja agilidade no processo de auditoria, pois a ferramenta envolve a automação de diversos roteiros e indicadores, gerando maior escalabilidade e apontando as possibilidades de análise e auditoria de forma mais ágil, dando aos auditores mais visibilidade, de maneira mais rápida e proativa.

“O objetivo da plataforma é validar se o serviço está sendo executado conforme diretrizes de saúde, e gerar ações que garantam a correta execução dos procedimentos e, consequentemente, resultar em um melhor atendimento para a população. Outro fator relevante é que, gerando indicadores sobre a correição da aplicação dos recursos do SUS, garante-se a melhor distribuição do recurso que está sendo empregado no lugar e de forma correta”, disse a analista.

Sobre o Proadi-SUS

O Proadi-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde) foi criado em 2009 com o propósito de apoiar e aprimorar o SUS por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde.

Hoje, o programa reúne seis hospitais sem fins lucrativos que são referência em qualidade médico-assistencial e gestão: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês.

Os recursos do programa são oriundos da imunidade fiscal dos hospitais participantes. Os projetos levam à população a expertise dos hospitais em iniciativas que atendem necessidades do SUS. Entre os principais benefícios do Proadi-SUS destacam-se a redução de filas de espera; qualificação de profissionais; pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; gestão do cuidado apoiada por inteligência artificial; e melhoria da gestão de hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil.

R7

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