Brasil

Vacina da gripe começa a ser aplicada hoje no SUS em todo o país; Veja quem pode tomá-la

Foto: VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL

A campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira (10) em todo o Brasil. O objetivo do Ministério da Saúde neste ano é imunizar 81,7 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários e estão aptas a receber a vacina no SUS.

A vacinação foi antecipada na região Norte, onde começou em março, devido ao período de chuva e aumento dos casos de influenza a partir de abril.

Com a aproximação do inverno no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, é esperado também um crescimento dos números de infecções pelo vírus da gripe, por isto a importância da vacinação neste momento.

Podem se vacinar nos postos de saúde indivíduos que se encaixem nos seguintes grupos:

pessoas com mais de 60 anos;
crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
gestantes e puérperas;
pessoas com deficiência;
pessoas com comorbidades;
povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
trabalhadoras e trabalhadores da saúde;
integrantes das Forças Armadas;
profissionais das forças de segurança e salvamento;
caminhoneiros e caminhoneiras;
professoras e professores;
profissionais de transporte coletivo;
profissionais portuários;
profissionais do sistema de privação de liberdade;
privada de liberdade;
adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas.
Em relação aos bebês e crianças, o ministério diz que aqueles que já receberam pelo menos uma dose nos anos anteriores devem tomar somente uma injeção neste ano.

Para crianças indígenas ou com comorbidades, é possível a vacinação até 9 anos incompletos.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez devem tomar o esquema de duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.

R7

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Paraíba

Cientistas da UFPB criam substância contra fungo que causa infecções respiratórias

Cientistas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criaram substância contra fungos do gênero Aspergillus, que causam infecções respiratórias como sinusite, asma, pneumonia e bronquite, em seres humanos. Segundo os pesquisadores da instituição, a amida sintética 2-cloro-N-fenilacetamida é promissora para testes em seres vivos.

“O estudo demonstrou que o 2-cloro-N-fenilacetamida apresenta potencial antifúngico promissor, com perfil farmacocinético favorável à administração pela via oral e baixo potencial citotóxico e genotóxico, sendo um candidato para pesquisas de toxicidade in vivo”, afirma Aleson Sousa, egresso do curso de doutorado em desenvolvimento de medicamentos da UFPB e um dos participantes do trabalho científico.

O estudo da UFPB teve início há quatro anos, pela pesquisadora Elba Ferreira, no âmbito do curso de doutorado do Programa de Pós-graduação em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos, vinculado ao Centro de Ciências da Saúde da UFPB, sob orientação do professor Ricardo Castro. Os ensaios de toxicidade foram realizados em parceira com a Liga Acadêmica de Fitoterapia Bioquímica e Microbiologia (Lafbim) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), coordenada pelo professor Abrahão de Oliveira Filho.

A natureza da substância desenvolvida sinteticamente pelos pesquisadores da UFPB é orgânica, ou seja, apresenta estrutura com uma carbonila ligada a um nitrogênio. A ureia é a amida mais conhecida, pois participa do processo de nutrição dos animais e é excretada pelos seres humanos.

Segundo o biomédico analista clínico, especialista em citologia, a resistência dos fungos do gênero Aspergillus a terapias aplicadas atualmente vem crescendo, reduzindo as possibilidades de tratamento com antifúngicos disponíveis hoje em dia no mercado, como o fluconazol e o itraconazol. Se os testes com seres vivos forem positivos, a amida sintética 2-cloro-N-fenilacetamida poderá se tornar um novo medicamento antifúngico.

O pesquisador Aleson Sousa destaca que o gênero Aspergillus compreende um grupo de fungos saprófitos, que são aqueles que se alimentam absorvendo substâncias orgânicas normalmente provenientes de matéria orgânica em decomposição. Além de causar infecções respiratórias em seres humanos, podem provocar também micoses, deterioração e contaminação de alimentos do tipo grão, como arroz, aveia, cevada, ervilha, feijão, milho, amendoim e soja.

“Micoses são doenças causadas por fungos e têm amplo espectro de apresentação clínica, variando desde lesão superficial, que acomete a camada mais externa da epiderme, até infecções graves e disseminadas, capazes de determinar a morte do hospedeiro quando não diagnosticadas e tratadas adequadamente”, esclarece o pesquisador.

Conforme Aleson Pereira, antes de desenvolverem micoses e infecções respiratórias nos seres humanos, fungos do gênero Aspergillus provocam a aspergilose, doença infecciosa oportunista que surge quando um deles entra no organismo, por meio da inalação de esporos por indivíduos com imunidade reduzida, principal grupo de risco para esse tipo de fungos.

De acordo com o Ministério da Saúde, não existe transmissão inter-humana dos fungos do gênero Aspergillus, nem de animais para o homem. Os sintomas mais comuns da aspergilose são tosse persistente com presença de catarro ou sangue, dificuldade ao respirar, dor no peito, febre acima de 38°C e perda de peso. O diagnóstico é clínico e laboratorial. A principal medida de prevenção e controle é evitar a exposição direta ao fungo.

Envolvido nos últimos anos com o isolamento e avaliação de produtos naturais na busca de seus efeitos farmacológicos e potencial toxicológico, Aleson Sousa conta que as espécies A. flavus e A. niger são, respectivamente, a segunda e terceira maiores causas de aspergilose documentada na literatura. Além delas, as espécies A. fumigattus, A. nidulans, A. terreus e A. oryzae são as mais estudadas do gênero, devido à importância médica, agrícola e industrial delas.

A pesquisa teve fomento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio da concessão de bolsas de doutorado e de estágio de pós-doutorado. Os principais resultados foram publicados recentemente, por meio de um artigo, no periódico Drug and Chemical Toxicology, classificado com Qualis A3.

A descoberta da atividade biológica da amida sintética poderá se tornar uma patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). O pedido de depósito será realizado em breve. Também colaboraram no estudo os pesquisadores Laísa Cordeiro, Daniele Figuerêdo Silva, Hermes Diniz Neto, Helivaldo Souza, Petrônio Athayde Filho, Felipe Guerra, José Maria Barbosa Filho, Abrahão Oliveira Filho e Edeltrudes Lima.

“Dados epidemiológicos mostram que a frequência de infectados com aspergilose é em torno de 200 mil casos por ano e um total de três milhões de pessoas acometidas em todo o mundo, causando mais de 15% de mortes nos primeiros seis meses de doença, o que representa, aproximadamente, cerca de 450 mil óbitos somente na fase inicial”, alerta Aleson Sousa.

Blog do BG PB

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Saúde

Chocolate no café da manhã pode melhorar as funções do organismo, sugere estudo

Boas notícias para os chocólatras de plantão nesta Páscoa: comer chocolate já no café da manhã traz benefícios para a nossa saúde.

É isso mesmo! Segundo um estudo publicado na revista científica “Nutrients”, o chocolate, ingerido pela manhã, pode ter efeitos positivos no nosso bem-estar mental e cognitivo, no nosso sistema cardiovascular e no nosso metabolismo.

Infelizmente, nem tudo é tão doce. Para conseguir todos esses benefícios, o ideal é consumir o alimento com mais cacau.

Antes de virar chocolate, semente do cacau sangra e morre
🍫 Ação antioxidante
Acredita-se que o cacau contenha cerca de 380 produtos químicos diferentes. Entre eles, encontramos os flavonoides – substâncias com ação antioxidante que atuam no envelhecimento celular, no cérebro, na saúde cardiovascular e no colesterol.

De acordo com a nutricionista Lara Natacci, os flavonoides podem ser encontrados em alimentos que são de origem vegetal, como o cacau.

“Os flavonoides são substâncias que fazem com que a gente neutralize os radicais livres. Como neutralizam, diminuem as chances de danos nas células em todo o nosso corpo: envelhecimento celular, dano neurológico – o cérebro é um tecido muito ativo e libera muito radical livre. Com os flavonoides, conseguimos prevenir isso”, explica a nutricionista, que é mestre e doutora em nutrição pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Amargo, meio amargo, ao leite…
Quanto mais amargo, mais cacau, mais benefício. Natacci explica que o chocolate ao leite tem composto bioativo, mas em pouca quantidade. Já uma porção de 30g com 70% de cacau tem a quantidade de oxidantes referente a uma maçã ou taça de vinho.

“O chocolate ao leite tem quatro vezes menos antioxidantes do que o chocolate mais intenso. O ideal é consumir a partir de 70%, mas o chocolate já é considerado intenso a partir de 51%”, explica a nutricionista, que é diretora clínica da Dietnet.
Ela dá uma dica para quem quer aumentar a %: comece com um chocolate 55%, suba para 60%. Tente ir aumentando a porcentagem aos poucos para acostumar o paladar. E está tudo bem não “gostar” do chocolate 90% de cacau. Foque no 70%.

G1

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Saúde

Dia Mundial da Saúde: 48% dos profissionais apresentam problemas para dormir e 46% se sentem cansados o tempo todo, revela estudo

Dia Mundial da Saúde, uma homenagem para comemorar o dia da fundação da Organização Mundial da Saúde. Para expandir o debate sobre a saúde dos profissionais desse setor, a 3778, healthtech com foco em saúde corporativa, realizou um estudo com 647 profissionais da área da saúde que atuam na capital paulista.

Segundo os dados levantados, 16,5% dos entrevistados apresentam transtorno de ansiedade, seguido por problemas relacionados ao estresse (12%) e a transtornos depressivos (8,9%). Mesmo apresentando essas condições, 66,3% dos entrevistados alegaram nunca terem feito tratamento ou acompanhamento psicológico.

“Os profissionais da saúde estão envolvidos em uma rotina difícil de ansiedade e de uma relação próxima com seus pacientes. Isso se intensificou ainda mais nos últimos anos, com a pandemia.

Ainda segundo a pesquisa, 62% deles se sentem nervosos, tensos ou preocupados durante a rotina de trabalho. Cada vez é mais comum um maior sofrimento com a baixa ou ausência de suporte social em diversas profissões e por isso precisamos falar sobre a saúde mental e seus impactos na vida desses profissionais”, explica o Dr. Luis Guilherme de Mendonça, médico de família e comunidade da 3778.

Ser profissional de saúde é lidar com o problema e o sofrimento do outro. Isto por si só já é desafiador e quando se soma o fato que este profissional é também uma pessoa vivenciando seus próprios problemas constrói-se o cenário de risco para o adoecimento mental. Ser profissional de saúde muitas vezes é uma jornada solitária. Mesmo que você veja e converse com muitas pessoas, muitas vezes, a demanda e pressão de atendimento te isola ou dificulta que compartilhe o que está acontecendo e como se sente. Baixo suporte social é um risco relevante para todos nós. Precisamos estimular ambientes de trabalho em que as pessoas possam compartilhar mais e falar abertamente sobre seus sentimentos, emoções e estresses cotidianos.

A pesquisa identificou também que quase metade dos entrevistados dormem mal – cerca de 48% – e 46% afirmam se sentir cansados o tempo todo. “O sono é fundamental para ajudar na regeneração celular de todo o organismo, na produção equilibrada dos hormônios, além de auxiliar a manter tanto corpo, quanto mente equilibrados. Profissionais de saúde operam em escalas, plantões e até mesmo em dupla jornada e por isso é um ponto de alerta saber que muitos colaboradores sofrem com a falta de qualidade no sono”, comenta o especialista.

O estudo foi feito por meio do Questionário de Saúde Mental aplicado em acompanhamentos durante os últimos 12 meses.

ClickPB

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Saúde

Após ser interditado por violar normas sanitárias, Hapvida de CG emite nota

Após ser interditado por irregularidades sanitárias, o Hospital Hapvida de Campina Grande publicou uma nota à imprensa, nesta quinta-feira (6), informando permanece realizando atendimentos eletivos.

O Hospital HapVida e o Hospital João XXIII, ambos em Campina Grande, foram interditados, nesta terça-feira (04/04), pela Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa), por violar normas sanitárias.

“A empresa informa que todos os atendimentos eletivos continuam sendo normalmente realizados na unidade”, diz nota. O Hospital informou, ainda, que está trabalhando para retomar todos os serviços. “Estamos em tratativas junto à Vigilância Sanitária do município, prestando os esclarecimentos necessários ao devido restabelecimento do pleno funcionamento da unidade”.

Já os atendimentos de urgência estão sendo realizados em um hospital credenciado à rede na cidade. “A empresa está fazendo todos os esforços para que não haja nenhuma desassistência aos seus beneficiários”, finaliza a nota.

PBJá

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Polêmica

Caos na saúde: Hospital que quase foi alvo de CPI é interditado em CG

Hospital João XXIII suspende entrada de casos de urgência após falhas na tubulação de oxigênio | Minas Gerais | G1

Blocos cirúrgicos – tanto para o SUS, quanto para rede particular – do Hospital João XXIII foram interditados, nesta terça-feira (04/04), pela Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa) por violar normas sanitárias.

A Gevisa determinou que o hospital não deverá admitir novos pacientes e os 12 que se encontraram na UTI deverão com autorização e acompanhamento médico serem transferidos para outros hospitais.

O Hospital João XXIII quase foi alvo de uma CPI na Câmara Municipal de Campina Grande depois de uma morte, em novembro do ano passado, por falta de um marca-passo.

Vereadores de oposição conseguiram o número necessário de assinaturas para instalação da Comissão, mas dois parlamentares recuaram após articulação da base governista da Casa para barrar a CPI.

MaurílioJR

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Saúde

Consumo moderado de álcool não traz benefícios para a saúde, revela novo estudo

Uma taça de vinho no jantar ou um copo de cerveja depois do trabalho. Muito se fala sobre os possíveis benefícios para a saúde de pequenas doses de álcool ingeridas diariamente. No entanto, um novo estudo, feito por pesquisadores do Canadá e Reino Unido, publicado na revista científica JAMA Network Open, aponta que o consumo modesto de álcool não traz nenhum benefício à saúde.

Para o trabalho, os cientistas revisaram mais de 100 estudos que analisaram risco de mortalidade e álcool — somados, envolviam quase 5 milhões de pessoas. Eles concluíram que, como o esperado, beber demais (mais de três drinques por dia, em média) foi associado a um risco visivelmente maior de morte precoce. Mas no modelo ajustado da equipe, não houve efeito estatisticamente significativo na mortalidade ligada ao consumo leve ou moderado.

“Esta meta-análise atualizada não encontrou risco significativamente reduzido de mortalidade por todas as causas associada ao consumo de álcool em baixo volume após o ajuste para possíveis efeitos de confusão de características influentes do estudo”, escreveram os autores da revisão.

Os pesquisadores apontam que para as mulheres o risco de morrer começa com níveis mais baixos de consumo de álcool em comparação com os homens.

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos e publicado ano passado na revista científica JAMA Network Open constatou um risco aumentado de doenças cardiovasculares para todos os níveis de consumo de álcool, por exemplo.

Outro estudo — feito por americanos e britânicos e publicado na Nature Communications — encontrou uma conexão entre o consumo moderado de álcool e o encolhimento do volume do cérebro.

O Globo

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Paraíba

Biliu de Campina apresenta melhora e deve deixar UTI neste domingo

Biliu de Campina apresenta melhora e deve receber alta médica da UTI neste domingo

O cantor Biliu de Campina, de 74 anos, está fazendo tratamento para diminuição do nível de pressão arterial de forma paulatina e controlada. O paciente passou por nova sessão de hemodiálise e a perspectiva é que ele receba alta médica da UTI ainda neste fim de semana. Ele foi internado na última quinta-feira (30), no Hospital Municipal Dr. Edgley.

Neste domingo (2), o artista vai repetir o exame de tomografia para descartar completamente a hipótese inicial de Acidente Vascular Cerebral isquêmico. Biliu, inclusive, já está realizando atividade de fisioterapia no leito para a rápida recuperação.

Segundo divulgado pela Prefeitura de Campina Grande, a causa da crise teria sido por que Biliu não conseguiu realizar as sessões de hemodiálise rotineiras que executa semanalmente por ter apresentado um problema na fístula, o que desencadeou o quadro de gravidade. Atualmente, ele já realiza tratamento de hemodiálise no Hospital Municipal Dr. Edgley, sendo um paciente renal crônico.

Há exatamente um ano, Biliu de Campina ficou internado no Hospital Municipal Pedro I com um quadro de congestão pulmonar e precisou fazer sessões de diálise. Em julho do ano passado, ele também foi internado no Hospital Municipal Dr. Edgley com edema agudo hipertensivo provocado por uma hipervolemia, que é o excesso de líquido nos pulmões em função da doença renal crônica.

PBAgora

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Brasil

Brasil registra alta de 53% dos casos de dengue nos três primeiros meses de 2023


Foto: Getty Images/BBC

O Brasil tem registrado um aumento no número de casos de dengue em 2023. De acordo com o Ministério da Saúde, o crescimento foi de 53% na quantidade de casos entre janeiro e março em comparação com o mesmo período do ano passado.

Já são cerca de 400 mil casos investigados no território brasileiro de acordo com o ministério. Além disso, 117 óbitos também já foram registrados.

“As pessoas precisam lembrar algo que é extremamente importante: 90% dos focos de dengue ocorrem nas casas. O mosquito da dengue adquiriu hábitos absolutamente urbanos, com voos diurnos. E com isso acabam estando dentro das casas, favorecendo a sua multiplicação. É muito comum que a gente fale para olhar as caixas d’água e as calhas das casas de forma frequente e que evitem acúmulo de água nos jardins, mas isso deve ser feito toda semana”, explica o infectologista e ex-secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Dr. Jean Gorinchteyn.

“Ao mesmo tempo, a gente tem que fazer algumas orientações, especialmente para as pessoas que vivem em municípios que existem um número muito grande de casos. Além dessas observâncias, que cada um faz a sua, está a utilização, se possível, dos repelentes e a utilização de roupas claras. Esse mosquitinho tem o que nós chamamos de fotofobia, ou seja, se tiver muita luz ele acaba tendo uma repelência. Então, roupas claras servem também como ajuda e apoio na repelência dos mosquitos. Usar tomadinhas de repelente em casa também favorece muito. Acaba criando um ambiente hostil para a entrada do mosquitinho”, explicou Gorinchteyn.

Jovem Pan

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Paraíba

Agevisa orienta retirada de produtos Fugini de estabelecimentos da PB

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) encaminhou, uma orientação às Vigilâncias Sanitárias municipais para que fiscalizem e cumpram a suspensão da comercialização, distribuição e uso dos lotes de maioneses da marca Fugini e Ramy, produzidos na fábrica de Monte Alto, em São Paulo, no período de 20 de dezembro de 2022 a 21 de março de 2023.

Saiba mais: Anvisa suspende fabricação e venda de alimentos da marca Fugini

Conforme a gerente-técnica de Inspeção e Controle de Alimentos, Água para Consumo Humano e Tecnologia da Agevisa/PB, Patrícia Melo Assunção, além da proibição da comercialização, distribuição e o uso dos referidos produtos, a Anvisa também determinou o recolhimento de todas as apresentações de maioneses das marcas Fugini e Ramy com vencimento em janeiro, fevereiro ou março de 2024. “A proibição vale também para todos os lotes que irão vencer em dezembro de 2023, com numeração iniciada por 354”, ressaltou.

“Nos termos do Código de Defesa do Consumidor Código, alimentos vencidos, incluindo suas matérias-primas, são considerados impróprios para o consumo, e a sua exposição à venda ou ao consumo é considerada infração sanitária. Assim, o recolhimento dos alimentos tem por objetivo retirar do mercado produtos que representem risco ou agravo à saúde do consumidor”, explicou a gerente-técnica da Agevisa/PB.

No comunicado encaminhado às Vigilâncias Sanitárias municipais, o gerente de Integração e Articulação da Agevisa/PB, Rogério Santana, esclareceu que os estabelecimentos comerciais e consumidores que tiverem os lotes da maionese citados na Resolução da Anvisa não devem utilizá-los, sendo recomendável que entrem em contato com a Fugini Alimentos Ltda. para que a empresa providencie o recolhimento dos produtos.

O que diz a empresa

A Fugini informou em nota que providencia um recall e que um ingrediente que representa 0,003% do produto estava fora da data de validade: “Por um erro operacional, esse lote de produtos foi fabricado com adição do ingrediente urucum (agente natural para dar cor ao produto) que representa 0,003% da formulação que estava fora da sua data de validade”.

Blog do BG PB

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