Brasil

Brasil confirma primeiro caso da variante Éris da Covid-19

Profissional de saúde prepara injeção com vacina para a Covid-19Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta (17) o primeiro caso da variante EG.5, apelidada de Éris, da Covid-19. A paciente infectada reside no estado de São Paulo, é uma mulher e tem 71 anos. No momento, ela já se encontra curada da doença.

Em 30 de julho, a paciente relatou a presença de sintomas comuns a doença, como febre, dor de cabeça, tosse e fadiga. Dias depois, em 8 de agosto, ela fez um teste de detecção da Covid-19. O ministério também informou que na época da infecção ela já estava com o esquema vacinal completo, algo essencial para evitar quadros graves e fatalidades pela infecção.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Éris foi inicialmente detectada em fevereiro de 2023. Desde então, os casos associados à variante vêm aumentando. Recentemente, dados da entidade indicaram que os diagnósticos de Covid-19 cresceram 80% em todo o mundo, mesmo que a mortalidade continue em queda —houve redução de 57% nas mortes.

A entidade de saúde já havia afirmado, em 9 de agosto, que a Éris tinha uma maior capacidade de transmissão, mas não representava, até o momento, uma ameaça mais séria à saúde pública. A cepa foi classificada como variante de interesse, um grau mais sério de monitoramento da cepa.

Folha de São Paulo 

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Saúde

Uso de cigarro eletrônico por 30 dias é capaz de gerar problemas respiratórios severos, diz estudo

Foto: Sandy Huffaker/The New York Times

Muito utilizado entre jovens, os cigarros eletrônicos representam um grande risco à saúde. Segundo um estudo feito pelo Center for Tobacco Research do The Ohio State University Comprehensive Cancer Center e da Southern California Keck School of Medicine, ambos dos Estados Unidos, apenas 30 dias de consumo dos chamados vapes podem gerar problemas respiratórios severos, mesmo em pessoas com boas condições de saúde e pouca idade, público que mais consome esse tipo de produto.

Os pesquisadores acompanharam mais de dois mil jovens com idade média de 17,3 anos. Os participantes preencheram uma pesquisa online, em 2014, sobre seus sintomas respiratórios e uso de cigarro eletrônico, cigarro tradicional ou maconha, com cerca de 23% dos participantes relatando histórico de asma.

Os pesquisadores coletaram dados da maioria desses participantes em outras três ocasiões: 2015, 2017 e 2018. Os participantes foram questionados se já haviam usado um dos três produtos, e, em caso positivo, eram perguntados sobre o número de dias em que usaram nos últimos 30 dias. Com isso, foram criados grupos: aqueles que nunca experimentaram um produto, classificados como “nunca usuários”; participantes que usaram um produto em pelo menos um dos últimos 30 dias, classificados como usuários “nos últimos 30 dias”.

Usuários de cigarros eletrônicos há 30 dias tiveram um risco 81% maior de apresentar um sintoma chamado chiado. Para esse grupo, também foi demostrado um risco 78% maior de sentir falta de ar e um risco 50% maior de apresentar sintomas de bronquite.

O Globo

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Saúde

Dengue, Zika e chikungunya: João Pessoa registra mais de 3,5 mil casos, neste ano

Aedes aegypti – (Foto: Secom-JP)

João Pessoa, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), registrou, de janeiro deste ano até o último dia 9 de agosto, 3.513 casos confirmados de arboviroses em pessoas residentes na Capital. Desse total, 2.937 foram registros de dengue, 516 de chikungunya e 60 de Zika. Os números foram divulgados, na tarde desta quarta-feira (26), com base no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

Paralelo a esses números, a SMS, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), vem aprimorando as ações de combate às arboviroses no âmbito do município, que tem como um dos principais exemplos o Projeto de Educação Socioambiental na Prevenção das Arboviroses em escolas da rede municipal de ensino. O trabalho, executado pelas Secretarias de Saúde e de Educação e Cultura (Sedec), vem apresentando às crianças a importância da prevenção contra as arboviroses. As ações preventivas se estenderão por todas as escolas municipais da Capital.

Outra frente de ação contra as arboviroses vem sendo executada pela DVS e envolve diretamente o trabalho dos agentes de endemias que, além de eliminar focos do mosquito Aedes aegypti, ainda fazem a conscientização da população, no sentido de eliminação dos focos do principal agente transmissor das doenças.

“O trabalho dos agentes de endemias é importante, mas contamos com cada cidadão para que esteja alerta em relação aos cuidados básicos e orientações da nossa equipe. Também é importante que a população procure as unidades de saúde quando apresentarem sintomas, no sentido de buscar o diagnóstico preciso e a notificação do caso. Isso nos auxilia bastante, pois fazemos o levantamento de índice rápido do Aedes aegypti, para que possamos montar estratégias direcionadas aos locais mais afetados”, revelou Raquel Moraes, diretora de Vigilância em Saúde de João Pessoa.

Prevenção – A participação da população é de extrema importância no combate e prevenção às arboviroses. Com ações simples, cada um pode ser um agente no combate à dengue, Zika e chikungunya. A fim de evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, devemos eliminar seus potenciais criadouros, a exemplo de colocar telas em portas e janelas, jogar fora objetos em desuso deixar o quintal sempre limpo. É importante lembrar de sempre tirar a água dos pratos de plantas, colocar garrafas vazias de cabeça para baixo, tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água.

Sintomas – O primeiro sintoma da dengue é a febre alta, entre 39° e 40°C. Tem início repentino e geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira no corpo. Pode haver perda de peso, náuseas e vômitos.

Chikungunya: também de início súbito de febre, que pode ser alta, porém menor que no caso de dengue, dor muscular e nas articulações (estas são mais exuberantes que em dengue e Zika), dor de cabeça e exantema (erupção na pele). Os sinais costumam durar de 3 a 10 dias.

Zika: tem como principal sintoma o exantema (erupção na pele) com coceira, febre baixa (ou ausência de febre), conjuntivite (olhos vermelhos sem secreção ou coceira), dor nas articulações, dor nos músculos e dor de cabeça. Normalmente os sintomas desaparecem após 3 a 7 dias.

Nos três casos, a Secretaria Municipal de Saúde orienta que a população procure a unidade de saúde da família mais próxima de sua residência para diagnóstico.

Blog do BG PB

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Saúde

ALIMENTO ESTRAGADO: Vigilância sanitária fecha quase 200 estabelecimentos em João Pessoa

Na semana passada, a interdição de dois restaurantes em João Pessoa acendeu alerta para o cumprimento das condições sanitárias e de segurança alimentar. Ações semelhantes foram realizadas pela Vigilância Sanitária que, nos últimos dois anos, fechou 99 estabelecimentos desse setor, por descumprimento das regras na capital. Além dessa área, a Vigilância Sanitária monitora ambientes de saúde e de medicamentos.

Nessas três esferas, 198 pontos foram fechados por estado inadequado de higiene nesse mesmo período.

De acordo com o levantamento feito com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), as principais irregularidades encontradas no setor de alimentação foram alimentos vencidos ou estragados.

Ainda segundo os dados da Vigilância Sanitária, outros 99 estabelecimentos dos setores de saúde e medicamentos foram fechados por irregularidades, de janeiro de 2021 a julho de 2023, em João Pessoa. Na maioria desses locais havia remédios vencidos e o teste biológico para validação da esterilização não era feito.

Desde o início de 2021 até julho deste ano foram realizadas 9.164 inspeções pela Vigilância Sanitária na capital paraibana. Durante essas ações, 80 estabelecimentos foram multados, 3.374 foram notificados e 198 foram interditados (fechados).

Viu irregularidades? Denuncie

A diretora da Vigilância em Saúde de João Pessoa, Raquel Moraes, explicou que os consumidores que observarem alguma irregularidade em estabelecimentos comerciais podem registrar uma denuncia junto a Vigilância Sanitária. O registro deve ser feito por meio da Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do número 160 ou por e-mail, no endereço [email protected]. Queixas também podem ser realizadas pelos telefones (83) 3214- 7922 e 3214 -7945.

“O trabalho da Vigilância Sanitária tem o objetivo de garantir a segurança do consumidores em todos os serviços. Nós procuramos os estabelecimentos para verificar e cobrar que eles cumpram com as normas estabelecidas pela Anvisa”, reforçou Raquel.

PortalT5

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Saúde

Mortalidade por diabetes no Brasil está associada à desigualdade social, aponta pesquisa

Imagem de teste para diabetes
Uma pesquisa da Universidade Estadual do Ceará (Uece) publicada na sexta-feira (11) na Revista Latino-Americana de Enfermagem, pela primeira vez, mostra que a mortalidade por diabetes no Brasil está associada à desigualdade social, com o impacto de fatores como concentração de renda e baixa escolaridade no número de mortes pela doença.

Os pesquisadores analisaram dados de 601 mil óbitos relacionados com diabetes mellitus, doença crônica que afeta como o corpo processa o açúcar do sangue – de 2010 a 2020, conforme registros do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS).

De 2010 a 2020, a taxa de mortalidade por diabetes de brasileiros com até três anos de estudo foi duas vezes maior do que a taxa de mortalidade geral, com 59,53 mortes a cada 100 mil habitantes.

CNN

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Brasil

‘Imposto do pecado’ sobre cigarro e álcool deve ser criado em 2027

Primeiro trago: fumar um cigarro já é o suficiente para prejudicar a saúdeFoto: Reprodução

O governo pretende criar o “imposto do pecado” sobre itens nocivos à saúde e ao meio ambiente em 2027, já com a alíquota cheia (alíquota total, sem ser o valor de transição).

A informação é do secretário extraordinário para a reforma, Bernard Appy, em entrevista ao g1 e à TV Globo. O prazo não está claro no texto da reforma tributária.

Também chamado de imposto seletivo, o “imposto do pecado” vai onerar alguns produtos considerados prejudiciais. O tributo vai substituir o IPI (imposto sobre produtos industrializados), que incide na importação e na saída dos produtos manufaturados nas fábricas.

“Imposto seletivo em 2027 provavelmente vai alíquota cheia também, não está definido necessariamente. Mas, como você zera o IPI para todos os produtos que não são fabricados na Zona Franca, muito provavelmente ele vai ficar com alíquota cheia”, afirmou.

Confira mais detalhes na matéria de Lais Carregosa, Ana Paula Castro, Alexandro Martello, g1 e TV Globo.

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Saúde

Beber energético pode causar estresse, depressão e diabetes, revela estudo

O que as bebidas energéticas prometem e como realmente impactam a saúde - BBC News BrasilFoto: Divulgação

Uma revisão de estudos publicada na Frontiers in Public Health apresentou novos malefícios do consumo exagerado de bebidas energéticas. Seus efeitos negativos para sono, ganho de peso e pressão arterial já eram conhecidos, mas agora o energético também está ligado a vícios, problemas na saúde mental, aumento no risco de diabetes, apodrecimento de dentes e danos no rim.

A quantidade de malefícios do consumo excessivo da bebida é alarmante e apesar de suas causas ainda não serem totalmente certas, um conhecido vilão é indicado como o responsável: o açúcar. Os energéticos costumam conter uma altíssima quantidade do adoçante, chegando em até 54 gramas por latinha de 500 ml. Esse número ultrapassa as recomendações diárias da Organização Mundial da Saúde, que indica um consumo de 50 gramas de açúcar em uma dieta de 2000 kcal por dia.

ESPN Brasil

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Saúde

Anvisa interdita cosméticos usados irregularmente como injetáveis

Sede da Anvisa (Foto: Reprodução)

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição cautelar de todos os lotes dos produtos Dermo Bioestimulador e Preenchedor Cosmobeauty e do Fluido Ultraconcentrado Tonificante Cosmobeauty, fabricados pela empresa Bio Essencialli Indústria e Comércio de Cosméticos.   

Em nota, a agência informou que a vigilância sanitária do estado de Goiás registrou eventos adversos graves associados ao uso incorreto dos produtos. “Apesar de os produtos terem sido notificados na Anvisa como cosméticos, não existem cosméticos de aplicação injetável”.

De acordo com o comunicado, a Anvisa verificou ainda que a empresa fazia divulgação dos produtos na forma de uso injetável. As ocorrências estão sendo investigadas pela polícia civil e pela vigilância sanitária estadual para a adoção de medidas necessárias.

Uso irregular 

Ainda segundo a Anvisa, produtos injetáveis com finalidade estética precisam ser regularizados como medicamentos ou como produtos para saúde. Não é permitida a regularização como cosméticos. É o caso do ácido hialurônico injetável para intradermoterapia ou medicina estética.

“Devido às notificações irregulares na agência, alertamos que produtos cosméticos possuem na sua rotulagem o número do processo de regularização do produto e o número da Autorização de Funcionamento de Empresa do titular da regularização do produto na Anvisa.”

A agência alerta também que produtos regularizados como cosméticos e com a descrição de “uso externo” na rotulagem não podem ser injetados em nenhuma parte do corpo, já que não foram desenvolvidos para essa finalidade e, portanto, não têm a qualidade e a segurança necessárias para serem usados de forma injetável.

“Profissionais de saúde: fiquem atentos aos produtos que são adquiridos e verifiquem se eles são autorizados para o uso que será feito. Também é importante verificar a procedência do produto no rótulo e a regularidade junto à Anvisa.”

A regularidade pode ser verificada no portal da Anvisa.

Agência Brasil

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Saúde

Quase um milhão de paraibanos possuem algum tipo de plano de Saúde, diz ANS

Quais as vantagens de contratar plano de saúde? | Oeste Saúde - Planos de Saúde

 

A Agência Nacional de Saúde (ANS) confirmou nesta segunda-feira (07/08) que neste ano de 2023 quase um milhão de pessoas possuem algum tipo de plano de Saúde no Estado da Paraíba.

De acordo com os dados, ao todo a ANS registra 931.541 (novecentos e trinta e um mil, quinhentos e quarenta e um) planos de Saúde, dos quais 452.864 (quatrocentos e cinquenta e dois mil, oitocentos e sessenta e quatro) são referentes aos planos de Assistência Médica, enquanto que 478.677 (quatrocentos e setenta e oito mil, seiscentos e setenta e sete) são planos exclusivamente odontológicos.

Em linhas gerais, em se tratando de Brasil, a atualização dos números de beneficiários de planos de saúde referente a junho de 2023 mostra que no período, o setor totalizou 50.763.871 (cinquenta milhões, setecentos e sessenta e três mil, oitocentos e setenta e um) usuários em planos de assistência médica. Já os planos exclusivamente odontológicos registraram 31.327.685 (trinta e um milhões, trezentos e vinte e sete mil, seiscentos e oitenta e cinco) usuários. Ambos os segmentos seguem mantendo a sequência de recordes históricos consecutivos de crescimento. Os dados completos estão publicados na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS.

Nos planos médico-hospitalares, em um ano, houve crescimento de 1.108.995 beneficiários em relação a junho de 2022. Já comparativo de junho com maio de 2023, houve crescimento de 106.880 usuários. No caso dos planos exclusivamente odontológicos, somaram-se 2.281.879 beneficiários em um ano; e 276.428 na comparação de junho com o mês anterior.

Blog do BG PB com Portal da Capital

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Brasil

Lula sanciona lei que autoriza terapia com ozônio, alvo de polêmica durante a pandemia

Ozononioterapia: entenda como é feito o tratamento e as lacunas em sua  regulamentação - Jornal O GloboFoto: Reprodução

O presidente Lula (PT) sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

A chamada “ozonioterapia” foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo ser tem eficácia comprovada contra o coronavírus.

Este tipo de terapia consiste na aplicação de oxigênio e ozônio diretamente na pele ou no sague do paciente, na tentativa de conter infecções ou aumentar a oxigenação do tecido.

Pela lei, a ozonioterapia fica autorizada como procedimento de caráter complementar, nas seguintes condições:

  • sendo realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização;
  • sendo aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A lei determina ainda que o paciente seja informado do caráter complementar do tratamento.

g1

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