Brasil

‘Imposto do pecado’ sobre cigarro e álcool deve ser criado em 2027

Primeiro trago: fumar um cigarro já é o suficiente para prejudicar a saúdeFoto: Reprodução

O governo pretende criar o “imposto do pecado” sobre itens nocivos à saúde e ao meio ambiente em 2027, já com a alíquota cheia (alíquota total, sem ser o valor de transição).

A informação é do secretário extraordinário para a reforma, Bernard Appy, em entrevista ao g1 e à TV Globo. O prazo não está claro no texto da reforma tributária.

Também chamado de imposto seletivo, o “imposto do pecado” vai onerar alguns produtos considerados prejudiciais. O tributo vai substituir o IPI (imposto sobre produtos industrializados), que incide na importação e na saída dos produtos manufaturados nas fábricas.

“Imposto seletivo em 2027 provavelmente vai alíquota cheia também, não está definido necessariamente. Mas, como você zera o IPI para todos os produtos que não são fabricados na Zona Franca, muito provavelmente ele vai ficar com alíquota cheia”, afirmou.

Confira mais detalhes na matéria de Lais Carregosa, Ana Paula Castro, Alexandro Martello, g1 e TV Globo.

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Saúde

Beber energético pode causar estresse, depressão e diabetes, revela estudo

O que as bebidas energéticas prometem e como realmente impactam a saúde - BBC News BrasilFoto: Divulgação

Uma revisão de estudos publicada na Frontiers in Public Health apresentou novos malefícios do consumo exagerado de bebidas energéticas. Seus efeitos negativos para sono, ganho de peso e pressão arterial já eram conhecidos, mas agora o energético também está ligado a vícios, problemas na saúde mental, aumento no risco de diabetes, apodrecimento de dentes e danos no rim.

A quantidade de malefícios do consumo excessivo da bebida é alarmante e apesar de suas causas ainda não serem totalmente certas, um conhecido vilão é indicado como o responsável: o açúcar. Os energéticos costumam conter uma altíssima quantidade do adoçante, chegando em até 54 gramas por latinha de 500 ml. Esse número ultrapassa as recomendações diárias da Organização Mundial da Saúde, que indica um consumo de 50 gramas de açúcar em uma dieta de 2000 kcal por dia.

ESPN Brasil

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Saúde

Anvisa interdita cosméticos usados irregularmente como injetáveis

Sede da Anvisa (Foto: Reprodução)

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição cautelar de todos os lotes dos produtos Dermo Bioestimulador e Preenchedor Cosmobeauty e do Fluido Ultraconcentrado Tonificante Cosmobeauty, fabricados pela empresa Bio Essencialli Indústria e Comércio de Cosméticos.   

Em nota, a agência informou que a vigilância sanitária do estado de Goiás registrou eventos adversos graves associados ao uso incorreto dos produtos. “Apesar de os produtos terem sido notificados na Anvisa como cosméticos, não existem cosméticos de aplicação injetável”.

De acordo com o comunicado, a Anvisa verificou ainda que a empresa fazia divulgação dos produtos na forma de uso injetável. As ocorrências estão sendo investigadas pela polícia civil e pela vigilância sanitária estadual para a adoção de medidas necessárias.

Uso irregular 

Ainda segundo a Anvisa, produtos injetáveis com finalidade estética precisam ser regularizados como medicamentos ou como produtos para saúde. Não é permitida a regularização como cosméticos. É o caso do ácido hialurônico injetável para intradermoterapia ou medicina estética.

“Devido às notificações irregulares na agência, alertamos que produtos cosméticos possuem na sua rotulagem o número do processo de regularização do produto e o número da Autorização de Funcionamento de Empresa do titular da regularização do produto na Anvisa.”

A agência alerta também que produtos regularizados como cosméticos e com a descrição de “uso externo” na rotulagem não podem ser injetados em nenhuma parte do corpo, já que não foram desenvolvidos para essa finalidade e, portanto, não têm a qualidade e a segurança necessárias para serem usados de forma injetável.

“Profissionais de saúde: fiquem atentos aos produtos que são adquiridos e verifiquem se eles são autorizados para o uso que será feito. Também é importante verificar a procedência do produto no rótulo e a regularidade junto à Anvisa.”

A regularidade pode ser verificada no portal da Anvisa.

Agência Brasil

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Saúde

Quase um milhão de paraibanos possuem algum tipo de plano de Saúde, diz ANS

Quais as vantagens de contratar plano de saúde? | Oeste Saúde - Planos de Saúde

 

A Agência Nacional de Saúde (ANS) confirmou nesta segunda-feira (07/08) que neste ano de 2023 quase um milhão de pessoas possuem algum tipo de plano de Saúde no Estado da Paraíba.

De acordo com os dados, ao todo a ANS registra 931.541 (novecentos e trinta e um mil, quinhentos e quarenta e um) planos de Saúde, dos quais 452.864 (quatrocentos e cinquenta e dois mil, oitocentos e sessenta e quatro) são referentes aos planos de Assistência Médica, enquanto que 478.677 (quatrocentos e setenta e oito mil, seiscentos e setenta e sete) são planos exclusivamente odontológicos.

Em linhas gerais, em se tratando de Brasil, a atualização dos números de beneficiários de planos de saúde referente a junho de 2023 mostra que no período, o setor totalizou 50.763.871 (cinquenta milhões, setecentos e sessenta e três mil, oitocentos e setenta e um) usuários em planos de assistência médica. Já os planos exclusivamente odontológicos registraram 31.327.685 (trinta e um milhões, trezentos e vinte e sete mil, seiscentos e oitenta e cinco) usuários. Ambos os segmentos seguem mantendo a sequência de recordes históricos consecutivos de crescimento. Os dados completos estão publicados na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS.

Nos planos médico-hospitalares, em um ano, houve crescimento de 1.108.995 beneficiários em relação a junho de 2022. Já comparativo de junho com maio de 2023, houve crescimento de 106.880 usuários. No caso dos planos exclusivamente odontológicos, somaram-se 2.281.879 beneficiários em um ano; e 276.428 na comparação de junho com o mês anterior.

Blog do BG PB com Portal da Capital

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Brasil

Lula sanciona lei que autoriza terapia com ozônio, alvo de polêmica durante a pandemia

Ozononioterapia: entenda como é feito o tratamento e as lacunas em sua  regulamentação - Jornal O GloboFoto: Reprodução

O presidente Lula (PT) sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

A chamada “ozonioterapia” foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo ser tem eficácia comprovada contra o coronavírus.

Este tipo de terapia consiste na aplicação de oxigênio e ozônio diretamente na pele ou no sague do paciente, na tentativa de conter infecções ou aumentar a oxigenação do tecido.

Pela lei, a ozonioterapia fica autorizada como procedimento de caráter complementar, nas seguintes condições:

  • sendo realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização;
  • sendo aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A lei determina ainda que o paciente seja informado do caráter complementar do tratamento.

g1

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Saúde

Com lesão cerebral, jovem que cheirou pimenta volta a ser internada

Thaís Medeiros (Foto: Reprodução)

 

A jovem Thais Medeiros, de 25 anos, que teve uma parada cardiorrespiratória após cheirar um vidro de pimenta em conserva, voltou a ser internada nesta sexta-feira (4), quatro dias depois de receber alta do hospital. 

Por meio das redes sociais, a mãe, Adriana Medeiros, explicou que na madrugada a filha teve um broncoespasmo — contração da musculatura dos brônquios que resulta na redução do ar que chega aos pulmões. Sendo assim, a equipe médica decidiu encaminhá-la novamente para a UTI.

“Deus dê a cura para minha filha”, escreveu Adriana no Instagram. Ela ainda disse que Thais teve muita febre e estava com a urina vermelha.

O caso aconteceu em fevereiro deste ano, na cidade de Anápolis (GO). Thais Medeiros apresentou uma grave reação alérgica ao cheiro do condimento e, em razão da parada cardiorrespiratória, desenvolveu uma lesão irreversível no cérebro.

A trancista estava internada no Crer (Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação) Henrique Santillo desde o dia 9 de abril deste ano.

R7

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Saúde

Anvisa aprova novas regras para rótulos de medicamentos

Remédios genéricosFoto: Agência Brasil

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mudanças na rotulagem de medicamentos. De acordo com a agência, as alterações visam deixar mais claras as informações sobre os remédios nas embalagens, garantindo a segurança do paciente e o uso correto dos medicamentos.

No caso de remédios isentos de prescrição médica, a classe terapêutica e a indicação ficarão dispostas na parte da frente da embalagem para facilitar a visualização pelo consumidor.

O mesmo será feito para quantidade total de medicamento. “Com intuito semelhante, foi permitida a colocação da quantidade total do medicamento na face frontal da embalagem, podendo auxiliar o cidadão na comparação de preço dos produtos, sem, no entanto, causar prejuízo para a compreensão das informações relacionadas ao uso seguro do medicamento”, informa nota da Anvisa.

Segundo a agência, outra mudança é o uso obrigatório da técnica Tall Man Lettering (TML) – quando parte do nome de um remédio é escrito em letras maiúsculas – nos rótulos de medicamentos restritos ao uso de hospitais, clínicas, ambulatórios, serviços de atenção domiciliar e demais unidades de saúde.

“A técnica de TML é uma das ferramentas utilizadas para ajudar a minimizar os erros de medicações decorridos de troca acidental entre princípios ativos com fonética e/ou ortografia semelhantes”, explica a agência.

Em relação a remédios que são vendidos ao governo federal, serão retiradas as frases que utilizam os termos venda sob prescrição, sendo substituídas por “Uso sob prescrição” e “Uso sob prescrição e retenção de receita”.

Agência Brasil

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Saúde

Casos de infarto aumentam 25% no Brasil, em seis anos

Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) mostram aumento de 25% no total de internações por infarto no Brasil, nos últimos seis anos. Passando de 81.505 casos, em 2016; para mais de 100 mil, em 2022.

Para discutir possibilidades para reverter esse cenário, especialistas participam nesta semana, aqui no Rio de Janeiro, do Encontro Internacional de Cardiologia Intervencionista, maior evento na América Latina dedicado ao tema.

Para o cardiologista Roberto Botelho, diretor de comunicação da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, a saúde do coração é um dos maiores desafios na área da saúde.

“Há um estudo feito em 60 países que mostrou que quanto menor a renda per capita e o nível educacional de uma população, pior os indicadores da saúde cardiovascular, maior a mortalidade por infarto, maior a hipertensão, maior epidemia. Por isso por isso fica quase que automático a gente supor – e dados mostraram isso – que a saúde cardiovascular do brasileiro vai mal e vem piorando.

O especialista avalia que é urgente investir em recursos tecnológicos como forma de prevenção e tratamento. E ressalta a importância de um olhar mais atento para os efeitos das doenças cardiovasculares. “Não só pelo gasto de saúde direta, consumo com remédio, UTI, como pelo pelo gasto com medicamentos, mas como o gasto das economia, por causa do custo secundário. A pessoa que tem a doença trabalha menos, produz menos. O impacto de um PIB no país é bastante afetado

A boa notícia, de acordo com Roberto Botelho, é que 85 por cento dos riscos que levam a doenças cardiovasculares podem ser evitados com hábitos saudáveis.

“Só 15% que a gente não consegue modificar. Você consegue modificar o fato de ter na família uma genética de doença cardiovascular. Então qual é a melhor prática? Aí vem uma notícia muito boa: se você pratica exercícios, toma cuidado com seu intestino e procura uma comida mais saudável, se aplica  técnicas para diminuir o estresse, isso são medidas baratas que dependem muito mais da vontade de disponibilizar um tempo para aquilo e priorizar.. Com isso, a gente consegue uma transformação muito impactante na saúde populacional e individual.”

O Sistema Único de Saúde oferece atendimento gratuito para a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares, em Unidades Básicas de Saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, em caso de necessidade, o paciente é encaminhado para a Atenção Especializada, onde terá toda assistência para o acompanhamento com especialista, exames, tratamento e os procedimentos necessários, ambulatoriais ou cirúrgicos.

Agência Brasil

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Saúde

Menino morre nos EUA por ameba “comedora de cérebro”; autoridades investigam contaminação

Ameba "comedora de cérebros" | Naegleria fowleriAmeba “comedora de cérebros” | Naegleria fowleri

Um menino de dois anos morreu nos Estados Unidos de uma infecção por ameba “comedora de cérebro” nesta semana, de acordo com a Divisão de Saúde Pública e Comportamental de Nevada (DPBH) e uma postagem no Facebook da mãe da criança.

De acordo com o comunicado do DPBH, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças confirmaram que a espécie Naegleria fowleri, também conhecida como ameba comedora de cérebro, foi a causa da doença do menino e da morte correspondente.

Investigadores do estado americano de Nevada acreditam que o menino pode ter sido exposto à ameba em Ash Springs, uma fonte termal natural em terras federais no condado de Lincoln, disse o comunicado.

Naegleria fowleri é uma ameba viva unicelular microscópica que ocorre naturalmente no meio ambiente. Essa ameba pode causar uma infecção rara muito grave do cérebro chamada meningoencefalite amebiana primária (PAM), que destrói o tecido cerebral e é quase sempre fatal”, observou o comunicado do DPBH.

CNN

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Saúde

Obesidade é maior em pessoas entre 45 e 54 anos, diz estudo

O sobrepeso e a obesidade afetam mais da metade dos brasileiros (56,8%), conforme estudo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul. São indivíduos com índice de massa corporal (IMC) igual ou acima de 25 – o indicado seria até 24.9. Na faixa etária entre 45 e 54 anos, o percentual sobe para 68,5%; entre os jovens, com idade de 18 a 24 anos, cai um pouco: 40,3%.

A realidade é preocupante e considerada um problema de saúde pública. O sobrepeso e a obesidade levam a outras doenças, como hipertensão e diabetes, e o “melhor tratamento” é bem conhecido: a adoção de hábitos que melhorem o bem-estar físico e mental, como alimentação saudável e prática de atividades físicas.

A pesquisa da UFPel aponta que o consumo de verduras e legumes ainda é baixo: apenas 45,5% incluem esses alimentos na dieta cinco vezes ou mais na semana, sendo os idosos os mais adeptos. O cenário se repete com relação à ingestão de frutas: 41,8% dos brasileiros têm frutas na dieta cinco vezes ou mais por semana e os idosos são maioria. “Recomenda-se que as frutas sejam consumidas em sua forma natural, em função de suas fibras, importante fonte para diminuição da absorção do excesso de frutose, como para formação das fezes”, lembra Heraldo Rocha.

MOVIMENTE O CORPO

Além das mudanças na alimentação, praticar alguma atividade física, mesmo de menor intensidade, ajuda na prevenção da obesidade. O importante é encontrar alguma prática que a pessoa se identifique para se sentir motivado a continuar.

Os exercícios ajudam a melhorar a saúde mental e a qualidade do sono, fatores importantes para a prevenção e também tratamento de quem tem sobrepeso.

Blog do BG PB

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