Paraíba

Governo da PB busca parceria com a China para ampliar acesso a remédios contra câncer

Imagem: Secom-PB

Em missão oficial na China, o vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, se reuniu nesta sexta-feira (13), em Xangai, com executivos do setor de biotecnologia e oncologia. O objetivo do encontro foi dialogar sobre meios de cooperação entre o Governo da Paraíba, por meio do Laboratório Industrial e Farmacêutico (Lifesa), para ampliar e facilitar o acesso a medicamentos usados no tratamento contra o câncer.

Na ocasião, a delegação paraibana, que também é composta pelo secretário de Saúde da Paraíba, Jhony Bezerra; o presidente do Lifesa, Luciano Piquet; e a diretora industrial do órgão, Claudia Santana, também visitou os laboratórios de pesquisa e desenvolvimento da empresa, cujo nome não pode ser divulgado por questões de confidencialidade.

Segundo o vice-governador, a cooperação com indústrias farmacêuticas chinesas pode facilitar o acesso aos medicamentos, evitando judicializações, reduzindo valor de mercado e possibilitando um tratamento digno para quem enfrenta a doença. “Sabemos que a realidade do paciente oncológico hoje no Brasil não é fácil. Por mais que o SUS financie o tratamento, muitos medicamentos, pelo preço que custam, precisam ser judicializados para que a pessoa tenha acesso. Muitas vezes são meses de sofrimento, o que torna ainda mais difícil uma situação já delicada. Então, se é possível buscar uma parceria como essa que vai facilitar a vida dessas pessoas na Paraíba, nós não vamos medir esforços para fazer acontecer”, afirmou o vice-governador.

O secretário de Saúde do estado, Jhony Bezerra, falou sobre a importância da visita e também destacou que a Paraíba reúne todas as condições técnicas para estabelecer a parceria, por meio do Lifesa. “Foi uma visita muito importante, onde a gente pôde analisar a capacidade técnica e a expertise dessa indústria. A expectativa é que possamos realizar essa cooperação por meio do Lifesa para, inicialmente, realizar a transferência de tecnologia, que possibilitará a comercialização dos medicamentos para todo o Brasil, e em um segundo momento, a instalação de uma fábrica dessa empresa em nosso estado”, afirmou o secretário.

A delegação da Paraíba iniciou a missão oficial na China no dia 10 de outubro, com agendas na província de Jilin, localizada na região Nordeste, e fica no país até o dia 18 de outubro. Ainda estão previstas visitas técnicas e reuniões com executivos nas cidades de Jiande, Chengdu e Pequim.

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Saúde

Um em cada cinco beneficiários de plano de saúde tem obesidade, aponta estudo

 
OMS considera a obesidade uma epidemia globalFoto: Reprodução
Atualmente, um em cada cinco beneficiários de planos de saúde enfrenta um quadro de obesidade, segundo um estudo exclusivo realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

Há 15 anos, em 2008, primeiro ano analisado pela pesquisa, a proporção de pessoas com esse problema era de uma a cada oito.

O levantamento, que usou como base de dados o Inquérito Telefônico para Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas (Vigitel) de 2008 a 2021.

Ele mostra que a prevalência desse problema de saúde entre beneficiários cresceu 7,2 pontos percentuais nesse período, saltando de 12,9% para 20,1%.

Entre os anos analisados, observa-se um pico no percentual de pessoas obesas no Brasil em 2020, quando a taxa atingiu 21,1%.

A estimativa da organização é que a obesidade afete ao menos 650 milhões de pessoas em todo o mundo.

CNN

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Saúde

ALERTA: Paraíba registra 6,3 mil casos de dengue e 1,3 mil de chikungunya, neste ano

Foto: reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta sexta-feira (06), novo boletim apresentando o cenário epidemiológico das arboviroses na Paraíba, totalizando 7.757 casos prováveis (confirmados ou com diagnóstico fechado sem exame) para as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, de janeiro até setembro deste ano.

Desses, 6.333 foram para dengue, 1.324 para chikungunya e 100 para zika. O documento também aponta redução de registros em comparação com o mesmo período de 2022 e uma redução de notificação se comparado ao boletim anterior.

De acordo com a técnica em arboviroses da SES, Carla Jaciara, a queda pode estar associada à subnotificação. Ela explica que 44 municípios na Paraíba não apresentam registros de casos para dengue, zika ou chikungunya e reforça a necessidade da notificação. Além disso, ela aponta que este é um período de baixa sazonalidade para os agravos. “Este é o momento das equipes de vigilância se prepararem para a próxima sazonalidade de aumento de casos com atualização dos planos de contingência municipais, de trabalhar e planejar ações voltadas para controle e prevenção dos casos”, pontua.

Sobre a taxa de incidência dos casos prováveis de dengue no estado, ainda é considerada média. Até a Semana Epidemiológica nº 39, que compreende o período entre 24 e 30 de setembro, foram confirmados quatro óbitos para o agravo nos municípios de Sousa (2), Baraúna e João Pessoa, além de um óbito confirmado em Campina Grande e dois em investigação em Sertãozinho e Santa Rita para chikungunya.

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Saúde

SAÚDE: Santa Rita e Campina Grande são as piores na Paraíba, aponta Ministério

O Ministério da Saúde atualizou nessa quarta-feira (4) o Previne Brasil, o ranking que avalia a qualidade da saúde básica nos municípios brasileiros. Na Paraíba, 18 municípios tiraram a nota máxima de 10 no segundo quadrimestre de 2023.

Foram eles: Algodão de Jandaíra, Borborema, Cabaceiras, Cubati, Itatuba, Juripiranga, Marizópolis, Massaranduba, Nazarezinho, Nova Olinda, Piancó, Prata, Salgado de São Félix, Santana de Mangueira, São Domingos, São Francisco, Serra Grande e Teixeira.

Já Santa Rita, com 5,26, e Campina Grande, com 5,31, têm as piores médias no estado.

Indicadores do Previne Brasil

Indicador 1: proporção de gestantes com pelo menos 6 (seis) consultas pré-natal realizadas, sendo a 1ª (primeira) até a 12ª (décima segunda) semana de gestação.

Indicador 2: proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV.

Indicador 3: proporção de gestantes com atendimento odontológico realizado.

Indicador 4: proporção de mulheres com coleta de citopatológico na APS.

Indicador 5: proporção de crianças de 1 (um) ano de idade vacinadas na APS contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B, infecções causadas por haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite inativada.

Indicador 6: proporção de pessoas com hipertensão, com consulta e pressão arterial aferida no semestre.

Indicador 7: proporção de pessoas com diabetes, com consulta e hemoglobina glicada solicitada no semestre.

Com MaurílioJR

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Saúde

João Pessoa está entre as capitais que registraram aumento de casos de Covid-19 em setembro, diz Fiocruz

O Boletim InfoGripe, elaborado pela Fiocruz e divulgado na quinta-feira (28), alerta para o crescimento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Covid-19 em alguns estados do país. Os dados levam em consideração as informações inseridas no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe até o dia 25 deste mês.

De acordo com o boletim, o maior número de casos de Covid-19, está nas capitais do Rio e de São Paulo. Além das duas cidades, outras quatro capitais registraram crescimento no número de casos: Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Palmas (TO), e São Luís (MA).

Os dados mostram quatro estados apresentaram sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro e Tocantins. Nos estados do Nordeste, o aumento se concentra nas crianças.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios foi de 44,2% para Sars-CoV-2/Covid19. Entre os outros vírus, 1,7% dos casos são de influenza A, 1% de influenza B e 10,3% de vírus sincicial respiratório.

Entre os óbitos, 77,5% dos casos são em razão de infecção por Covid-19, enquanto 0,9% por influenza A (0,9%), 0,9% por influenza B e 1,8% por vírus sincicial respiratório

Em relação às ocorrências gerais de SRAG, ao nível nacional, a análise detectou sinal de estabilidade na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de crescimento na de curto prazo (últimas três semanas).

O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe,  reforça a importância da vacinação da Covid-19 em todas as faixas etárias, assim como da manutenção de cuidados essenciais, a exemplo do uso de máscaras de proteção de qualidade. “Essas recomendações valem não só para os que fazem parte do grupo de risco como para a população em geral”.

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Brasil

Hipertensão afeta um em cada três adultos no mundo, alerta OMS

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados nesta semana, a hipertensão arterial afeta um em cada três adultos no mundo. De acordo com o relatório sobre os efeitos globais da pressão alta, cerca de 80% dos diagnosticados com a condição não têm tratamento adequado.

Além da falta de exercício, múltiplos fatores podem provocar a disfunção, como afirma o cardiologista do Hospital Sírio Libanês, Dr. João Vicente da Silveira: “A grande maioria dos hipertensos são de característica genética, familiar, hereditária e vários fatores contribuem para a pressão alta, como vida sedentária, obesidade, envelhecimento, tabagismo, uso abusivo de álcool, uso crônico de álcool e níveis elevados de açúcar no sangue, colesterol e triglicérides, o stress crônico”.

Os dados mostram que o número de pessoas que vivem com hipertensão praticamente dobrou entre 1990 e 2019, passando de 650 milhões para 1,3 bilhão. Quase a metade deste total não sabe que tem a condição. O relatório ainda aponta que aproximadamente quatro em cada cinco pessoas com pressão alta não recebe tratamento adequado.

As estimativas apontam que, se todos os países conseguissem expandir a cobertura médica de acompanhamento, 76 milhões de mortes poderiam ser evitadas entre 2023 e 2050. Para que isso aconteça, é necessário que a população busque pelos médicos de maneira preventiva.

A hipertensão pode ser facilmente tratada com medicamentos seguros, amplamente disponíveis e de baixo custo, muitos distribuídos por programas do governo. No entanto, quando não tratada, a condição pode levar a uma série de complicações e doenças cardíacas. A cada hora, mais de mil pessoas morrem vítimas de derrames e ataques cardíacos. De acordo com a OMS, a maioria destas ocorrências se dá em função de um quadro prévio de pressão alta.

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Saúde

Sem previsão de retorno: Número 192 do Samu-JP fica inoperante de novo em menos de 10 dias

Saiba quando e como acionar o Samu-JP

Em menos de dez dias, o número 192 do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) voltou a ficar inoperante pela segunda vez em João Pessoa. Neste sábado (23), a linha passa por instabilidade e não recebe chamadas na capital paraibana. A Secretaria de Saúde informou que o problema ocorre no âmbito da operadora.

Enquanto o 192 não volta a operar, o Samu-JP atende chamados através de três contatos alternativos, que são os números (83) 3213-7509, 3213-7510 e 3213-7515.

A Secretaria de Saúde de João Pessoa informou que não há previsão de retorno do serviço. Vale lembrar que na sexta-feira (15) da semana passada o número 192 do Samu-JP também ficou inoperante.

Quando chamar o Samu?

O Samu atende diversas ocorrências, como urgências traumatológicas, psiquiátricas, obstétricas, pediátricas e clínicas, a exemplo de intoxicação, queimaduras graves, trabalho de parto com risco para a mãe ou para o bebê, quedas e crises convulsivas. Sempre que este tipo de urgência acontecer, o serviço deve ser acionado de imediato.

De acordo com o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Samu, um atendimento é considerado socorro quando as ambulâncias e motolâncias são despachadas para atender uma ocorrência. Já a orientação acontece quando um usuário faz um chamado e, como o caso não é grave, o médico da equipe faz o atendimento por telefone.

T5

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Polêmica

Saúde em João Pessoa: Faltam médicos e unidades básicas estão sobrecarregadas

UPA Valentina completa um ano de funcionamento - PORTAL VALENTINA - O PORTAL OFICIAL DO BAIRRO!PORTAL VALENTINA – O PORTAL OFICIAL DO BAIRRO!

 

A cidade de João Pessoa enfrenta problemas de sobrecarga no atendimento de UPAs e UBS’s, o que agrava ainda mais a situação da saúde pública. Além disso, outro fator preocupante é a escassez de médicos nessas unidades.

Com a falta de profissionais de saúde, os pacientes enfrentam longas filas de espera e demora para conseguir atendimento, o que pode resultar em agravamento das condições de saúde.

A população sofre com a dificuldade de acesso aos serviços básicos de saúde, demandando urgente ações para solucionar esses problemas, como investimentos na contratação e qualificação de médicos.

Vereadores de João Pessoa questionaram ontem (21) durante o balanço de contas da secretaria de saúde do município sobre os serviços de saúde oferecidos pela atual gestão do Prefeito Cícero Lucena. E alguns pontos foram levantados como a necessidade de soluções quanto à disponibilidade e substituição de farmacêuticos e médicos durante o período de férias de cada um, de modo que não prejudique a população.Além da sobrecarga no sistema público.

O vereador Marcos Henriques (PT) apontou a necessidade de soluções quanto à disponibilidade de médicos durante o período de férias de cada um; da manutenção de equipamentos e estrutura para atendimento na área de saúde bucal; a USF do Varadouro poder contribuir para o reavivamento do Centro de João Pessoa; e pediu a reativação de grupo de trabalho sobre saúde mental. Marcos também questionou a respeito da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2024 incluir o piso da enfermagem.

A ele, a secretária Janine Lucena respondeu, quanto à contratação de farmacêuticos, que já existe autorização da gestão para contratar farmacêuticos itinerantes, mas estão lidando com a escassez de profissionais para ocupar as vagas. Sobre as unidades de saudade sobrecarregadas, Janine reconheceu que o crescimento da cidade não foi acompanhado pela construção de novas unidades, mas explicou que têm sido dadas ordens de serviço para desafogar as que já existem e atender áreas ainda descobertas. O Porto do Capim, segundo afirmou, está em um projeto da Seplan de reurbanização que contempla uma unidade básica de saúde. Sobre o piso de enfermagem na LOA, Janine lembrou que a Medida Provisória que o estabelece vale até dezembro de 2023, mas que, sendo normatizada pelo Ministério da Saúde, será feito o ajuste no orçamento.

O vereador Junio Leandro (PDT) destacou a sobrecarga que afeta a Saúde do município devido ao atendimento de pacientes de outras cidades. O parlamentar perguntou qual seria a saída para resolver essa situação, tendo em vista que João Pessoa tem 800 mil habitantes e 1,4 milhão de cartões do SUS. Janine Lucena defendeu a necessidade de reorganização da Programação Pactuada e Integrada (PPI) para evitar a sobrecarga da rede municipal de saúde. “Existem períodos em que nossos hospitais estão com 60% de ocupação de pacientes de outros municípios, e isso pesa bastante”, afirmou a gestora.

O vereador Carlão (PL) perguntou sobre a distribuição de medicamentos e o funcionamento do Prontuário Eletrônico. A secretária interina informou que os medicamentos são dispensados em todas as unidades básicas de saúde, nas quais o Prontuário Eletrônico já é uma realidade. “O Prontuário Eletrônico já está funcionando em todas as unidades básicas e em alguns hospitais. Todas as crianças que nascem no Instituto Cândida Vargas, por exemplo, já saem cadastradas. Em breve toda a rede estará integrada”, garantiu.

Thiago Lucena quis saber se há alguma programação para isso. Ele também perguntou se há projeção de levar alguma unidade de saúde para o Centro de João Pessoa. A secretária disse que está na programação a reforma do USF do Jardim Veneza e que até o momento não há projeção de construção de um ponto de saúde para o Centro, mas que estão sendo estudadas algumas áreas que estão descobertas nesse sentido, inclusive, checando a disponibilidade de terrenos para a construção.

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Saúde

MENINGITE: Paraíba tem 14 mortes pela doença neste ano

Prefeitura de Maceió | Meningite: Infectologista esclarece principais…

 

A Paraíba registrou 14 mortes por meningite bacteriana em 2023. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), 52 diagnósticos da doença foram registrados no estado. Em João Pessoa, são 14 casos confirmados e uma morte. Em 2022, o estado teve 70 casos de meningite e 16 óbitos.

Na capital, duas pessoas morreram entre 19 diagnósticos. A meningite é uma infecção das membranas que recobrem o cérebro, chamadas meninges. A doença é causada por bactérias ou vírus, porém, nem todas são contagiosas ou transmissíveis. Apesar de pessoas de qualquer idade estarem suscetíveis a contrair meningite, crianças menores de 5 anos são as mais atingidas.

O Sistema Único de Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), oferece na assistência preventiva as vacinas contra as formas mais graves de Meningite, que são: Meningite tipo C (a proteção está contida na vacina Meningo C); Meningite por pneumococo (a proteção está contida na vacina Pneumo 10); Meningite por Haemophilus influenzae (a proteção está contida na vacina Pentavalente) e a Meningite tuberculosa (a vacina BCG protege contra a meningite tuberculosa).

Esquema vacinal para Meningite:

Meningite tipo C (a proteção está contida na vacina Meningo C):
– crianças (1ª dose aos 3 meses; 2ª dose aos 5 meses; e reforço entre 12 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias); Até julho, a vacina está disponível para crianças de 5 a 10 anos;

– adolescentes entre 11 e 14 anos – 1ª dose com a ACWY.

Meningite por pneumococo (a proteção está contida na vacina Pneumo 10):
– crianças (1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; e reforço entre 12 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias).

Meningite por Haemophilus influenzae (a proteção está contida na vacina Pentavalente):
– crianças (1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; e 3ª dose aos 6 meses).

Meningite tuberculosa (a vacina BCG protege contra a meningite tuberculosa):
– crianças, ao nascer.

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Saúde

Suicídio: Aumento de casos em João Pessoa acende alerta para a saúde mental

D R T R J .15855 Ivomar Gomes Pereira.

Em João Pessoa, de janeiro a julho deste ano, 319 pessoas tentaram suicídio. Desse total, 39 foram a óbito, onde a maioria com idades entre 15 e 39 anos. Os números são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). A partir desses números, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça a necessidade da prevenção ao suicídio.

Apesar de 10 de setembro ser o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, o que reforça as ações preventivas durante o Setembro Amarelo, em João Pessoa as ações acontecem durante todo o ano dentro da política de promoção à saúde mental, prevenção e combate ao suicídio. A Rede de Atenção Psicossocial (RAPs) da Prefeitura garante assistência especializada à população, com o tema sendo debatido e os cuidados sendo ofertados cotidianamente.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, por ano, mais de 700 mil pessoas morrem devido ao suicídio, o que representa uma a cada 100 mortes registradas. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia. Ainda de acordo com a OMS, 322 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão. No Brasil, são mais de 11 milhões de casos.

Na Capital, em 2022, foram registradas, no Sinan Net e no SIM, 676 tentativas de suicídio – 68,34% foram por pessoas do sexo feminino. Do total de tentativas, foram registrados 46 óbitos por lesão autoprovocada intencionalmente – 84,78% eram homens.

Para acolhimento e atendimento de pessoas com depressão, a SMS dispõe do Centro de Referência do Cuidado à Vida, que funciona na Policlínica Municipal de Jaguaribe. Lá, o atendimento acontece por demanda espontânea de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, sendo possível receber um atendimento multiprofissional com médico psiquiatra, psicólogo, assistente social, terapeuta ocupacional, enfermeiro, farmacêutico e nutricionista, além de participar de grupos terapêuticos de combate à depressão.

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