Brasil

Hipertensão afeta um em cada três adultos no mundo, alerta OMS

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados nesta semana, a hipertensão arterial afeta um em cada três adultos no mundo. De acordo com o relatório sobre os efeitos globais da pressão alta, cerca de 80% dos diagnosticados com a condição não têm tratamento adequado.

Além da falta de exercício, múltiplos fatores podem provocar a disfunção, como afirma o cardiologista do Hospital Sírio Libanês, Dr. João Vicente da Silveira: “A grande maioria dos hipertensos são de característica genética, familiar, hereditária e vários fatores contribuem para a pressão alta, como vida sedentária, obesidade, envelhecimento, tabagismo, uso abusivo de álcool, uso crônico de álcool e níveis elevados de açúcar no sangue, colesterol e triglicérides, o stress crônico”.

Os dados mostram que o número de pessoas que vivem com hipertensão praticamente dobrou entre 1990 e 2019, passando de 650 milhões para 1,3 bilhão. Quase a metade deste total não sabe que tem a condição. O relatório ainda aponta que aproximadamente quatro em cada cinco pessoas com pressão alta não recebe tratamento adequado.

As estimativas apontam que, se todos os países conseguissem expandir a cobertura médica de acompanhamento, 76 milhões de mortes poderiam ser evitadas entre 2023 e 2050. Para que isso aconteça, é necessário que a população busque pelos médicos de maneira preventiva.

A hipertensão pode ser facilmente tratada com medicamentos seguros, amplamente disponíveis e de baixo custo, muitos distribuídos por programas do governo. No entanto, quando não tratada, a condição pode levar a uma série de complicações e doenças cardíacas. A cada hora, mais de mil pessoas morrem vítimas de derrames e ataques cardíacos. De acordo com a OMS, a maioria destas ocorrências se dá em função de um quadro prévio de pressão alta.

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Saúde

Sem previsão de retorno: Número 192 do Samu-JP fica inoperante de novo em menos de 10 dias

Saiba quando e como acionar o Samu-JP

Em menos de dez dias, o número 192 do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) voltou a ficar inoperante pela segunda vez em João Pessoa. Neste sábado (23), a linha passa por instabilidade e não recebe chamadas na capital paraibana. A Secretaria de Saúde informou que o problema ocorre no âmbito da operadora.

Enquanto o 192 não volta a operar, o Samu-JP atende chamados através de três contatos alternativos, que são os números (83) 3213-7509, 3213-7510 e 3213-7515.

A Secretaria de Saúde de João Pessoa informou que não há previsão de retorno do serviço. Vale lembrar que na sexta-feira (15) da semana passada o número 192 do Samu-JP também ficou inoperante.

Quando chamar o Samu?

O Samu atende diversas ocorrências, como urgências traumatológicas, psiquiátricas, obstétricas, pediátricas e clínicas, a exemplo de intoxicação, queimaduras graves, trabalho de parto com risco para a mãe ou para o bebê, quedas e crises convulsivas. Sempre que este tipo de urgência acontecer, o serviço deve ser acionado de imediato.

De acordo com o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Samu, um atendimento é considerado socorro quando as ambulâncias e motolâncias são despachadas para atender uma ocorrência. Já a orientação acontece quando um usuário faz um chamado e, como o caso não é grave, o médico da equipe faz o atendimento por telefone.

T5

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Polêmica

Saúde em João Pessoa: Faltam médicos e unidades básicas estão sobrecarregadas

UPA Valentina completa um ano de funcionamento - PORTAL VALENTINA - O PORTAL OFICIAL DO BAIRRO!PORTAL VALENTINA – O PORTAL OFICIAL DO BAIRRO!

 

A cidade de João Pessoa enfrenta problemas de sobrecarga no atendimento de UPAs e UBS’s, o que agrava ainda mais a situação da saúde pública. Além disso, outro fator preocupante é a escassez de médicos nessas unidades.

Com a falta de profissionais de saúde, os pacientes enfrentam longas filas de espera e demora para conseguir atendimento, o que pode resultar em agravamento das condições de saúde.

A população sofre com a dificuldade de acesso aos serviços básicos de saúde, demandando urgente ações para solucionar esses problemas, como investimentos na contratação e qualificação de médicos.

Vereadores de João Pessoa questionaram ontem (21) durante o balanço de contas da secretaria de saúde do município sobre os serviços de saúde oferecidos pela atual gestão do Prefeito Cícero Lucena. E alguns pontos foram levantados como a necessidade de soluções quanto à disponibilidade e substituição de farmacêuticos e médicos durante o período de férias de cada um, de modo que não prejudique a população.Além da sobrecarga no sistema público.

O vereador Marcos Henriques (PT) apontou a necessidade de soluções quanto à disponibilidade de médicos durante o período de férias de cada um; da manutenção de equipamentos e estrutura para atendimento na área de saúde bucal; a USF do Varadouro poder contribuir para o reavivamento do Centro de João Pessoa; e pediu a reativação de grupo de trabalho sobre saúde mental. Marcos também questionou a respeito da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2024 incluir o piso da enfermagem.

A ele, a secretária Janine Lucena respondeu, quanto à contratação de farmacêuticos, que já existe autorização da gestão para contratar farmacêuticos itinerantes, mas estão lidando com a escassez de profissionais para ocupar as vagas. Sobre as unidades de saudade sobrecarregadas, Janine reconheceu que o crescimento da cidade não foi acompanhado pela construção de novas unidades, mas explicou que têm sido dadas ordens de serviço para desafogar as que já existem e atender áreas ainda descobertas. O Porto do Capim, segundo afirmou, está em um projeto da Seplan de reurbanização que contempla uma unidade básica de saúde. Sobre o piso de enfermagem na LOA, Janine lembrou que a Medida Provisória que o estabelece vale até dezembro de 2023, mas que, sendo normatizada pelo Ministério da Saúde, será feito o ajuste no orçamento.

O vereador Junio Leandro (PDT) destacou a sobrecarga que afeta a Saúde do município devido ao atendimento de pacientes de outras cidades. O parlamentar perguntou qual seria a saída para resolver essa situação, tendo em vista que João Pessoa tem 800 mil habitantes e 1,4 milhão de cartões do SUS. Janine Lucena defendeu a necessidade de reorganização da Programação Pactuada e Integrada (PPI) para evitar a sobrecarga da rede municipal de saúde. “Existem períodos em que nossos hospitais estão com 60% de ocupação de pacientes de outros municípios, e isso pesa bastante”, afirmou a gestora.

O vereador Carlão (PL) perguntou sobre a distribuição de medicamentos e o funcionamento do Prontuário Eletrônico. A secretária interina informou que os medicamentos são dispensados em todas as unidades básicas de saúde, nas quais o Prontuário Eletrônico já é uma realidade. “O Prontuário Eletrônico já está funcionando em todas as unidades básicas e em alguns hospitais. Todas as crianças que nascem no Instituto Cândida Vargas, por exemplo, já saem cadastradas. Em breve toda a rede estará integrada”, garantiu.

Thiago Lucena quis saber se há alguma programação para isso. Ele também perguntou se há projeção de levar alguma unidade de saúde para o Centro de João Pessoa. A secretária disse que está na programação a reforma do USF do Jardim Veneza e que até o momento não há projeção de construção de um ponto de saúde para o Centro, mas que estão sendo estudadas algumas áreas que estão descobertas nesse sentido, inclusive, checando a disponibilidade de terrenos para a construção.

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Saúde

MENINGITE: Paraíba tem 14 mortes pela doença neste ano

Prefeitura de Maceió | Meningite: Infectologista esclarece principais…

 

A Paraíba registrou 14 mortes por meningite bacteriana em 2023. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), 52 diagnósticos da doença foram registrados no estado. Em João Pessoa, são 14 casos confirmados e uma morte. Em 2022, o estado teve 70 casos de meningite e 16 óbitos.

Na capital, duas pessoas morreram entre 19 diagnósticos. A meningite é uma infecção das membranas que recobrem o cérebro, chamadas meninges. A doença é causada por bactérias ou vírus, porém, nem todas são contagiosas ou transmissíveis. Apesar de pessoas de qualquer idade estarem suscetíveis a contrair meningite, crianças menores de 5 anos são as mais atingidas.

O Sistema Único de Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), oferece na assistência preventiva as vacinas contra as formas mais graves de Meningite, que são: Meningite tipo C (a proteção está contida na vacina Meningo C); Meningite por pneumococo (a proteção está contida na vacina Pneumo 10); Meningite por Haemophilus influenzae (a proteção está contida na vacina Pentavalente) e a Meningite tuberculosa (a vacina BCG protege contra a meningite tuberculosa).

Esquema vacinal para Meningite:

Meningite tipo C (a proteção está contida na vacina Meningo C):
– crianças (1ª dose aos 3 meses; 2ª dose aos 5 meses; e reforço entre 12 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias); Até julho, a vacina está disponível para crianças de 5 a 10 anos;

– adolescentes entre 11 e 14 anos – 1ª dose com a ACWY.

Meningite por pneumococo (a proteção está contida na vacina Pneumo 10):
– crianças (1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; e reforço entre 12 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias).

Meningite por Haemophilus influenzae (a proteção está contida na vacina Pentavalente):
– crianças (1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; e 3ª dose aos 6 meses).

Meningite tuberculosa (a vacina BCG protege contra a meningite tuberculosa):
– crianças, ao nascer.

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Saúde

Suicídio: Aumento de casos em João Pessoa acende alerta para a saúde mental

D R T R J .15855 Ivomar Gomes Pereira.

Em João Pessoa, de janeiro a julho deste ano, 319 pessoas tentaram suicídio. Desse total, 39 foram a óbito, onde a maioria com idades entre 15 e 39 anos. Os números são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). A partir desses números, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça a necessidade da prevenção ao suicídio.

Apesar de 10 de setembro ser o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, o que reforça as ações preventivas durante o Setembro Amarelo, em João Pessoa as ações acontecem durante todo o ano dentro da política de promoção à saúde mental, prevenção e combate ao suicídio. A Rede de Atenção Psicossocial (RAPs) da Prefeitura garante assistência especializada à população, com o tema sendo debatido e os cuidados sendo ofertados cotidianamente.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, por ano, mais de 700 mil pessoas morrem devido ao suicídio, o que representa uma a cada 100 mortes registradas. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia. Ainda de acordo com a OMS, 322 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão. No Brasil, são mais de 11 milhões de casos.

Na Capital, em 2022, foram registradas, no Sinan Net e no SIM, 676 tentativas de suicídio – 68,34% foram por pessoas do sexo feminino. Do total de tentativas, foram registrados 46 óbitos por lesão autoprovocada intencionalmente – 84,78% eram homens.

Para acolhimento e atendimento de pessoas com depressão, a SMS dispõe do Centro de Referência do Cuidado à Vida, que funciona na Policlínica Municipal de Jaguaribe. Lá, o atendimento acontece por demanda espontânea de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, sendo possível receber um atendimento multiprofissional com médico psiquiatra, psicólogo, assistente social, terapeuta ocupacional, enfermeiro, farmacêutico e nutricionista, além de participar de grupos terapêuticos de combate à depressão.

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Paraíba

Secretaria Estadual de Saúde nega compra de medicamentos vencidos; veja nota

Secretaria de Saúde da PB acha 'precipitada' decisão do MS sobre o fim da  emergência públicaFoto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que não foi notificada pelo Ministério Público e “desconhece que tenham sido comprados medicamentos fora do prazo de validade”. “A SES reforça que a aquisição de medicamentos é um processo criterioso no qual os fornecedores assinam um documento garantindo a troca dos fármacos, caso os insumos sejam entregues em data próxima ao seu vencimento”, observa a nota.

Leia também: Estado e mais 18 cidades compraram quase R$ 1 milhão em medicamentos vencidos, diz MPPB

Já a Secretaria de Saúde de Campina Grande, que aparece em segundo no ranking de compras do relatório, negou que tenha havido a aquisição das medicações com validade vencida. “Em razão da emergência sanitária, mesmo com o edital exigindo o prazo de validade de 18 meses, foram aceitos prazos de validades menores, mas é essencial ressaltar que isto foi realizado com toda segurança e que nenhum medicamento foi utilizado com o prazo de validade vencido, uma vez que a demanda era constante. O que ocorreu, dessa forma, foi a aquisição dos produtos com curto prazo de validade, mas não com validade vencida. Isto se deu em função da dificuldade da indústria farmacêutica em abastecer todo o país”, assegura a nota.

O documento do MPPB relatou “que todos os medicamentos adquiridos com prazo de validade vencido, pelos 25 (vinte e cinco) entes públicos supracitados, geraram danos aos respectivos erários e representam uma quantia total atualizada correspondente a R$ 994.562,79”.

g1 Paraíba

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Saúde

Número de casos de câncer entre jovens cresce 79% em 30 anos

Foto: Reprodução

O número de casos de câncer entre pessoas com menos de 50 anos aumentou 79% nas últimas três décadas. Isso é o que revela um estudo publicado na revista científica “BMJ Oncology” nesta semana.

O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, e da Universidade de Zhejiang, na China, analisou dados de 29 tipos de câncer em 204 países e regiões, incluindo o Brasil.

De acordo com os dados, em 2019 foram registrados um total de 3,26 milhões de novos casos de câncer em pessoas com menos de 50 anos. Já em 1990, essa taxa estava próxima de 1,8 milhão de casos.

E as mortes também aumentaram. Mais de 1 milhão de pessoas com menos de 50 anos morreram de câncer em 2019, um aumento de quase 28% em relação a 1990.

Após o câncer de mama, os tipos que mais causaram mortes e impactaram negativamente a saúde foram os de traqueia, pulmão, estômago e intestino, com os maiores aumentos nas taxas de morte entre pessoas com câncer de rim ou ovário.

G1

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Saúde

Paraíba registra mais de 7 mil casos confirmados de arboviroses neste ano

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Saúde

Maioria dos municípios vai pagar parcialmente piso de enfermagem na Paraíba, diz Famup

Federação de filantrópicas questiona no STF entendimento sobre piso da  enfermagem - JOTA
Ainda não será dessa vez que os profissionais de enfermagem e técnicos receberão o piso em sua integralidade na Paraíba. Essa é a avaliação do presidente da Federação dos Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho. De acordo com ele, uma minoria entre os 223 municípios conseguirá pagar integralmente o piso de R$ 4.700 aos quase 7 mil trabalhadores no estado.

“Uma minoria que vai conseguir arcar com o pagamento em sua totalidade. Não conseguem pagar em sua totalidade o piso, pois irão repassar aos trabalhadores o que o Ministério da Saúde mandou. Vai variar de cidade para cidade. Uns receberão o piso por completo e outros receberão em sua parcialidade”, explicou George.

Um levantamento ainda está sendo feito para saber a estimativa de prefeituras que irão conseguir pagar por completo e aquelas que pagarão só de forma parcial. “Sabemos que os grandes municípios já confirmaram que conseguiram pagar, mas isso é uma minoria. Além disso, outros três municípios já anunciaram que não conseguiram arcar com o piso, nem total, nem parcial”, destacou.

“O Ministério da Saúde já foi acionado diversas vezes para fazer o repasse a esses municípios garantindo assim que o recurso venha na sua integralidade para garantir o pagamento do piso”, criticou George sobre as cobranças constantes para garantir a viabilidade do repasse aos trabalhadores.

Com Clickpb

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Brasil

Brasil gasta R$ 125 bilhões por ano para combater doenças ligadas ao fumo, aponta Inca

É verdade que ficar perto de fumante é pior do que fumar? | SuperFoto: Reprodução

O Brasil gasta aproximadamente R$ 125 bilhões por ano para combater doenças relacionadas ao uso de produtos derivados do tabaco, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

  • R$ 50,2 bilhões de custos médicos diretos (equivalente a 7,8% de todo o gasto com saúde no país);
  • R$ 42,4 bilhões em custos indiretos decorrentes da perda de produtividade devido à morte prematura e incapacidade;
  • R$ 32,4 bilhões em custos de cuidados de familiares e pessoas próximas.

O valor contabiliza custos diretos e indiretos que o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta contra aproximadamente 50 enfermidades, dentre as quais vários tipos de câncer, doenças do aparelho respiratório e doenças cardiovasculares.

Há ainda outras doenças relacionadas ao tabagismo:

  • úlcera do aparelho digestivo;
  • osteoporose;
  • catarata;
  • patologias buco-dentais;
  • impotência sexual no homem e infertilidade na mulher;
  • menopausa precoce;
  • complicações na gravidez.

CNN Brasil

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