Saúde

Covid: após problema logístico, Pfizer entrega mais 1 milhão de doses da vacina neste sábado

Após o mau tempo nos EUA impedir a logística de envio do 55º lote ao Brasil, a Pfizer entrega neste sábado (28) mais 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19. A remessa saiu de Miami, na Flórida, por volta das 6h e tem previsão de chegada ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP),  depois das 15h.

Na última quarta (25), a empresa chegou a 50 milhões de vacinas enviadas ao país, em 54 lotes, e atingiu metade do previsto no primeiro contrato com o governo federal, celebrado em 19 de março e que prevê o envio de 100 milhões de imunizantes até o fim do terceiro trimestre de 2021.

Há mais dois voos programados para domingo (29) e, com essas remessas, a companhia terá entregado 53 milhões de vacinas da farmacêutica ao Ministério da Saúde.

Há um segundo contrato entre Pfizer e governo federal, assinado em 14 de maio, que prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. A empresa diz que vai cumprir o cronograma de entrega total até o final de 2021.

Com informações G1

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Covid-19

FAKE NEWS: Saúde alerta sobre notícias relacionadas a doses extras de vacina contra Covid-19

Imagem: Reprodução YouTube

O Ministério da Saúde alerta sobre um e-mail falso que teria sido enviado pelo ConecteSUS convocando todos os brasileiros a tomar uma dose extra de vacina da Covid-19 e fala sobre a possibilidade de escolha da fabricante.

Se atente às notícias falsas sobre vacinação! Consulte sempre o site e as redes oficiais do Ministério da Saúde e de grandes veículos de imprensa que utilizam mecanismos de verificação, checagem e validação de informações

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Saúde

Vereador denuncia fila de espera por tratamento oncológico no Hospital São Vicente de Paulo

Imagem: Divulgação

O vereador Junio Leandro (PDT) afirmou que várias pessoas, principalmente mulheres com câncer de mama, estão na fila de espera por tratamento oncológico no Hospital São Vicente de Paulo. Segundo o parlamentar, as pacientes não podem ser atendidas pelo equipamento hospitalar já ter alcançado o limite do teto de gastos previsto. Junio Leandro foi o primeiro orador na sessão desta quinta-feira (26), da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).

“Visitei o hospital e me deparei com vários relatos angustiantes de mulheres acometidas de câncer de mama que estão desde maio em uma grande fila de espera para começar tratamento quimioterápico. Destaco a dedicação, empenho e carinho dos profissionais que se desdobram para atender com carinho, mas ficam de mãos atadas devido a um teto financeiro que limita a quantidade de pacientes que fazem a quimioterapia no hospital”, explicou Junio Leandro, destacando que pediu informações sobre quanto é esse teto e quantas pessoas compõem a lista de espera, mas que os dados lhe foram negados.

O vereador fez um apelo para que os demais parlamentares se unam na destinação de recursos para o equipamento. “Cada dia de espera representa perder a vida ou parte da mama, significa o câncer entrar ou não em metástase. Já me prontifiquei para elaborar emendas e enviar recursos e tentar aumentar esse teto. Se cada um de nós destinarmos recursos, são vidas que vamos salvar, mulheres e homens que terão qualidade de vida. Essa fila pode ser uma sentença de morte”, alertou o parlamentar, que pediu a também mobilização dos governos municipal e estadual na causa.

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Saúde

COVID 19: São Luís é a 1ª capital a iniciar aplicação de doses de reforço da vacina

São Luís iniciou nesta quinta-feira (26) a aplicação da dose de reforço da vacina contra Covid-19. Segundo Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), é a primeira capital a adotar a recomendação do Ministério da Saúde. Os primeiros a receberem a imunização são os idosos que vivem em instituições de longa permanência (ILPI’s), com idade a partir de 70 anos, de acordo com a Prefeitura da capital.

Para o restante do estado, a previsão é que a dose de reforço seja aplicada a partir de 15 de setembro, segundo informe da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Neste primeiro momento da campanha de reforço, a vacina será destinada para os idosos com mais de 70 anos e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos) como, por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.

Quem tomou as duas doses da Coronavac ou da Astrazeneca, vai receber a 3ª com a Pfizer. É o que especialistas chamam de reforço heterólogo.

Intervalo de doses
Segundo o Ministério da Saúde, o intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca será reduzido a partir de Setembro: passará de 12 semanas para 8 semanas.

A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose.

G1

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Saúde

Pfizer anuncia parceria para produzir vacina contra Covid-19 no Brasil

As farmacêuticas americana Pfizer e alemã BioNTech firmaram uma parceria para produzir vacina contra a Covid-19 no Brasil em conjunto com o laboratório nacional Eurofarma.

Uma carta de intenção foi assinada entre as partes. O imunizante ComiRNAty será fabricado pela companhia brasileira e distribuído para América Latina.

A produção, a partir de 2022, deverá alcançar 100 milhões de doses ao ano para distribuição na América Latina.

Em nota, a Eurofarma afirmou que a parceria com a Pfizer e a BioNtech é motivo de “orgulho e esperança” para a empresa.

Blog do BG com informações CNN

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Saúde

Queiroga reduz intervalo entre as doses da Pfizer e AstraZeneca a partir de setembro

Foto: Thiago Gadelha/SVM

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) que a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 será oferecida no Brasil.

Data de início: doses devem ser enviadas aos estados a partir de 15 de setembro

Público-alvo: idosos com mais de 70 anos e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos)

Vacinas: preferencialmente Pfizer, mas também poderão ser utilizadas a vacina da AstraZeneca e Janssen

A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose.

Os pacientes “imunossuprimidos” incluem por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.

A pasta informou que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca.

O ministério também disse que o intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca será reduzido a partir de setembro: passará de 12 semanas para 8 semanas.

Outros países

Países como Israel e Chile já começaram a aplicar a dose de reforço. Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que a terceira dose será dada a partir de setembro.

Israel oferece terceiras doses da vacina da Pfizer a pessoas com mais de 60 anos e a outros grupos vulneráveis. Até agora, mais de um milhão de israelenses receberam o reforço, em meio a uma alta de casos de Covid-19 no país.

Os países que aprovaram terceira dose de vacina

No Chile, pessoas com 55 anos ou mais que tomaram a CoronaVac antes de 31 de março irão receber uma nova dose da AstraZeneca. Pacientes imunodeprimidos receberão uma dose extra da Pfizer.

Também na América do Sul, o Uruguai começou a oferecer terceiras doses para aqueles que receberam a CoronaVac. A dose de reforço será da Pfizer, administrada ao menos 90 dias depois da segunda dose da vacina inicial.

O governo dos Estados Unidos afirmou que tem planos para ministrar uma terceira dose de vacina contra a Covid-19 no país a partir do dia 20 de setembro. A dose de reforço será inicialmente dada aos profissionais da saúde, aos moradores de asilos geriátricos e pessoas mais velhas (esses foram os primeiros grupos que receberam as vacinas no fim de 2020 e começo de 2021).

G1

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Saúde

Marcelo Queiroga anuncia terceira dose da vacina contra a Covid para 15 de setembro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que a terceira dose da vacina contra a Covid-19 começará a ser aplicada em idosos entre 70 e 80 anos e em imunossuprimidos a partir do dia 15 de setembro. A vacina usada para a dose de reforço será a da Pfizer. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

De acordo com a coluna, todos os imunossuprimidos que já tomaram a segunda dose da vacina há 21 dias poderão tomar o reforço a partir de meados de setembro. No caso dos idosos, eles devem ter tomado a segunda dose da vacina há mais de seis meses.

A expectativa é que, até a data, toda a população acima de 18 anos no Brasil já terá sido imunizada com ao menos uma dose.

O Ministério da Saúde ainda pretende começar a redução do intervalo entre as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca, de 12 para oito semanas, como acontece no Reino Unido, por conta da variante Delta.

Antecipando a aplicação da segunda dose, portanto, o Brasil poderia frear as contaminações, mantendo a curva de queda no número de óbitos e de casos verificada até agora. A antecipação do reforço para toda a população, contudo, depende de estudo que o Ministério da Saúde faz em parceria com universidades.

Com informações do Mais PB

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Saúde

MPPB abre inquérito para apurar condições de atendimento no Hospital Edson Ramalho

Imagem: Reprodução

O Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito civil público para apurar as condições de funcionamento e atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa. A instauração foi determinada pela 48ª promotora de Justiça da Capital, Maria das Graças Azevedo, que atua na defesa da saúde.

Segundo a promotora de Justiça, chegou ao conhecimento da Promotoria matéria veiculada nos meios de comunicação indicando superlotação e pacientes que aguardam no corredor do hospital para atendimento. Além disso, houve a circulação de um vídeo com pacientes aguardando atendimento em cadeiras de plástico e macas no corredor da unidade de saúde. Conforme a promotora Maria das Graças Azevedo, no vídeo, é possível identificar que muitos pacientes vestem bata, o que demonstra que estão em atendimento médico. Ainda, é possível observar a existência de adultos, idosos, homens e mulheres que esperam sentados uns ao lado dos outros, estando alguns sem máscaras, segurando sacolas de roupas.

Também foi levada em consideração a existência de pacientes, há mais de quatro dias, deitados em macas no corredor do hospital. Ao lado deles, os acompanhantes sentam em cadeiras de plástico. Uma audiência por videoconferência foi designada para a próxima quinta-feira (28/08). A direção técnica e geral do Hospital Edson Ramalho e a Regulação Municipal de João Pessoa serão notificadas para comparecer a audiência.

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Saúde

Em ritmo acelerado, Brasil deve terminar vacinação de adultos antes dos EUA

Foto: Reprodução

Após episódios de escassez de vacinas frequentes no começo da Campanha Nacional de Imunização contra a Covid-19, o Brasil mostra sinais positivos no ritmo de vacinação contra a doença, superando os Estados Unidos no objetivo de proteger ao menos a população adulta.

Dados do Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostram que, desde o dia 20 de junho, a média diária de aplicações no país supera a norte-americana. Desde essa data, foram administradas diariamente no Brasil mais de 1 milhão de vacinas, com alta desde junho.

A tendência da imunização nos dois países se inverteu: nos EUA, que chegou a ter uma média diária de 3,4 milhões de doses aplicadas, a média diária dos últimos sete dias está em 823,3 mil; o Brasil tem média de 2,01 milhões.

Metrópoles

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Saúde

Israel constata que 3ª dose da vacina da Pfizer aumenta em até 6 vezes proteção contra Covid

Foto: Maya Alleruzzo/Pool via AFP

Uma terceira dose da vacina da Pfizer melhorou significativamente a proteção a infecções e a casos graves de Covid-19 entre pessoas com 60 anos ou mais em Israel, em comparação com aqueles que receberam duas doses, mostraram resultados de estudo publicado pelo Ministério da Saúde do país neste domingo (22).

Israel começou a administrar a terceira dose para maiores de 60 anos em 30 de julho. Na quinta-feira (19), diminuiu a idade de elegibilidade para mais de 40, e incluiu mulheres grávidas, professores e profissionais de saúde com idade inferior.

Os dados foram apresentados em uma reunião de um painel ministerial de especialistas em vacinação na quinta-feira (19) e apareceram no site do ministério neste domingo (22), embora os detalhes completos do estudo não tenham sido divulgados.

As descobertas foram parecidas com estatísticas relatadas na semana passada pelo grupo israelense de saúde Maccabi, uma das várias organizações administrando doses de reforço para tentar conter a variante Delta do coronavírus.

Detalhando estatísticas do Instituto Gertner de Israel eKI Institute, funcionários do ministério disseram que entre pessoas com 60 anos e mais a proteção contra a infecção fornecida a partir de dez dias após uma terceira dose foi quatro vezes maior do que após duas doses.

Uma terceira dose para maiores de 60 anos ofereceu cinco a seis vezes mais proteção após dez dias em relação a doenças graves e hospitalização.

Essa faixa etária é particularmente vulnerável ao Covid-19, e em Israel eles foram os primeiros a receber a vacinação, no final de dezembro.

Nas últimas semanas, o Ministério da Saúde disse que a imunidade diminuiu com o tempo para idosos e jovens também. A maioria das pessoas vacinadas que ficaram gravemente doentes em Israel tinha mais de 60 anos.

G1

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