A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entrega nesta sexta-feira (20) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), mais 3,9 milhões de doses da vacina contra covid-19 da AstraZeneca. O imunizante é produzido no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).
Do total de doses, 308 mil são destinadas ao Rio de Janeiro e as demais serão distribuídas aos demais estados pelo Ministério da Saúde, de acordo com a Fiocruz.
Com a remessa de hoje, a Fiocruz atinge a marca de 88,4 milhões de doses entregues ao PNI, das quais 84,4 milhões foram produzidas em Bio-Manguinhos e 4 milhões importadas do Instituto Serum, que fica na Índia.
A Unimed do Brasil registrou nesta semana aumento na repercussão sobre mensagens falsas que circulam no WhatsApp a respeito da variante delta do novo coronavírus. A Unimed Natal, assim como as 345 cooperativas do Sistema Unimed, não são responsáveis pelo conteúdo divulgado e todas repudiam o uso indevido da marca para propagar informações não verificadas que podem impactar a saúde das pessoas.
“Reforçamos nosso compromisso com a sociedade e a divulgação de informações somente por meio de canais oficiais. Por isso, caso tenha recebido alguma mensagem ou informação a respeito, fique atento”, diz a nota.
A Paraíba vai receber mais 148.180 doses de vacina contra coronavírus. As doses chegam na tarde desta sexta-feira (20) e serão distribuídas no sábado pela manhã, mantendo o padrão de distribuição para todos os municípios em menos de 24h após o recebimento.
De acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), serão 85.000 doses da vacina Coronavac e 63.180 doses da Pfizer.
De acordo com a SES, além das doses que chegarão nesta sexta, outras 271.792 doses serão distribuídas aos municípios para a aplicação da segunda dose da CoronaVac e AstraZeneca (Fiocruz). Ainda segundo a SES, as doses da Pfizer serão todas para aplicação da primeira dose, dando possibilidade aos municípios de avançarem o público-alvo da imunização. Já as doses da CoronaVac serão divididas para aplicação da primeira e segunda dose em todo o estado.
De alta hospitalar após ficar internado por seis dias por causa da Covid-19, Zeca Pagodinho comemorou a volta para a casa com um vídeo ao lado de enfermeiros. “Então, tô indo embora. Terminar o tratamento em casa. Bacana. Levei [nota] 10 no pulão, 10 no fígado, 10 em tudo. E… Fui. Vacinem-se”, disse o cantor antes de deixar a Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (19).
“Ótima notícia !!! RJ, 19 Ago 2021 – A Casa de Saúde São José informa que o cantor Zeca Pagodinho, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta hoje do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado pela equipe médica. #VacinasSalvamVidas”, tuitou a equipe de Zeca junto ao vídeo.
Ótima notícia !!! RJ, 19 Ago 2021 – A Casa de Saúde São José informa que o cantor Zeca Pagodinho, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta hoje do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado pela equipe médica. #VacinasSalvamVidas 💙🙌🏼 pic.twitter.com/9uLHaJctWp
O sambista foi internado para um melhor monitoramento da doença. Zeca Pagodinho tem 62 anos e tomou as duas doses da vacina contra a Covid. Quando tomou a segunda dose ele, inclusive, fez um apelo para que todos se imunizem. “Tem que voltar tomar a segunda, a terceira, quantas tiver. Tem que tomar por causa das crianças, dos idosos”, disse.
Até a manhã desta quinta-feira (19), a Paraíba aplicou 3.059.795 doses da vacina contra a Covid-19. Desse total, 2.187.540 de pessoas tomaram a primeira dose, 810.185 a segunda e 62.070 a dose única do imunizante. A meta é alcançar 2.981.502 de pessoas, referente à população acima de 18 anos.
A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou em 19 de janeiro e até o momento a Paraíba já distribuiu um total de 3.516.835 doses de vacina aos municípios. Para o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, este é um marco importante porque significa que o estado está dando celeridade ao processo de imunização e o resultado é a queda no número de internação e óbitos.
Geraldo Medeiros reforça ainda a importância de completar o esquema vacinal de duas doses. “É importante lembrar que as pessoas precisam procurar os pontos de vacinação para tomar a segunda dose quando estiver no tempo oportuno do intervalo das doses. A imunização só será completa se o cidadão completar o esquema vacinal de duas doses. Só quem não precisa tomar são aquelas pessoas que receberam o imunizante de dose única”, pontua.
Sobre próximas remessas de vacina por parte do Ministério da Saúde, o secretário afirma que o estado espera receber, nos próximos dias, mais 63.180 doses da Pfizer, para a aplicação da D1, e 85.000 da Sinovac/Butantan que serão destinadas para D1 e D2. Geraldo Medeiros alerta que, mesmo com a vacinação avançando e os números caindo, é necessário manter os cuidados, como o uso contínuo de máscaras, higienização das mãos e evitar aglomerações para que o vírus não se propague.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vetou, neste momento, a aplicação da vacina contra Covid-19 CoronaVac, da farmacêutica Sinovac, para brasileiros de 3 a 17 anos de idade. A decisão ocorreu em reunião da diretoria nesta quarta-feira (18).
Dúvidas levantadas pela agência dizem respeito à eficácia da vacina e a duração de sua proteção, uma vez aplicada nas crianças e adolescentes. Isso porque os dados apresentados pelo Instituto Butantan dizem respeito à produção de anticorpos da vacina nesse público e não à capacidade do imunizante em reduzir casos sintomáticos da doença, a chamada “eficácia”, normalmente conhecida na fase 3 de testes.
O número de participantes para a análise de segurança (586 voluntários) também foi considerado baixo para caracterizar perfil de risco reduzido do fármaco, foi dito ao longo da reunião. Confira a matéria completa clicando aqui.
O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, afirmou que não recomenda a autorização da Coronavac para aplicação em crianças a partir dos 3 anos. De acordo com Mendes, não há estudos suficientes para demonstrar segurança e eficácia da vacina em crianças.
Em 30 de julho, o Instituto Butantan solicitou à agência a liberação da vacina para pessoas a partir dos 3 anos de idade. Posicionamento da área técnica pode ser alterado se novos estudos forem apresentados à Anvisa.
Em apresentação transmitida ao vivo, Mendes ressaltou que sua avaliação é com base em “um retrato do momento; dados adicionais, dados robustos e informações mais consistentes podem ser apresentadas para que a gente reconsidere essa sugestão no momento”.
Uma interrupção de queda e possível retomada no número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) foi apontada na última edição do boletim InfoGripe, editado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A SRAG muitas vezes pode indicar casos de covid-19, que atualmente é a doença respiratória prevalente no país.
Divulgado nesta quarta-feira (18), o boletim informa que quatro das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, nas últimas seis semanas: Bahia, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Apenas cinco apresentam sinal de queda na tendência de longo prazo: Alagoas, Mato Grosso, Paraíba, Roraima e Tocantins.
No caso da Paraíba, observa-se sinal de crescimento na tendência de curto prazo, nas últimas três semanas, indicando possível interrupção na tendência de queda, sinal que também está presente em mais 10 estados.
O indicador de transmissão comunitária revela que, além dos sinais claros de interrupção de queda e princípio de crescimento em diversos locais, os valores semanais continuam elevados. Todos os estados apresentam macrorregiões em nível alto ou superior, sendo que nove estados e o Distrito Federal contam com macrorregiões em nível extremamente elevado.
A íntegra do boletim pode ser encontrada na página da Fiocruz na internet.
O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, confirmou nesta segunda-feira, 26, que o intervalo entre a aplicação da primeira e segunda doses da vacina da Pfizer vai ser reduzido para 21 dias. Hoje, após ser imunizado com a primeira dose, é preciso esperar três meses para tomar a segunda aplicação do medicamento contra a covid-19. O anúncio foi feito pelo secretário a jornalistas, mas não foi informado quando a mudança vai ser posta em prática. “Precisa ver qual é o melhor timing disso, mas que vai diminuir, vai”, disse.
Apesar de dar como certa a redução do intervalo, Cruz afirmou que vai aguardar para saber quantas doses o Brasil receberá da vacina em agosto. “Vamos conversar com o laboratório para ver qual o cenário do próximo mês de entrega das doses. Além da questão da epidemia, precisamos verificar o cenário de abastecimento”, declarou.
“A gente está só vendo com Conass (Conselho de Secretários Estaduais de Saúde) e Conasems (Conselho de Secretários Municipais de Saúde), na tripartite, para gente ver qual é a melhor data para diminuir o prazo de 3 meses para 21 dias. Então encurtando o prazo ficando o mínimo pontuado pela Pfizer”, falou o secretário-executivo.
A decisão de reduzir o intervalo entre as doses da vacina tem como objetivo conter o avanço da variante indiana do coronavírus a Delta. Pesquisa do laboratório francês Pasteur indica que a primeira dose da Pfizer tem uma proteção de apenas 10% contra a variante. Por outro lado, com as duas doses tomadas, a taxa sobe para 95%.
O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nessa terça-feira (17) a 117.699.389.
Somente nessas últimas 24 horas, foram quase 2,8 milhões de doses aplicadas, mais precisamente 2.778.682.
O recorde durante a vacinação contra a Covid é de 3,3 milhões, registrado no dia 7 de julho deste ano.
1,7 milhão de pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.
Ainda nessas últimas 24 horas, 1,06 milhão de pessoas receberam a dose de reforço e outras 7,2 mil receberam um imunizante de aplicação única.
Entre os mais de 117 milhões de vacinados, 51,5 milhões estão com a imunização completa.
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