Saúde

Média de mortes por covid-19 no Brasil tem queda de 32% em um mês


Foto: Alex de Jesus/O Tempo/Estadão Conteúdo

O Brasil registrou ontem (20) 807 mortes por covid-19, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Na comparação com um mês antes, quando houve 1.192 óbitos, observou-se uma queda de 32% na média de mortes diárias.

Em relação a duas semanas antes, quando houve 900 óbitos, a queda chegou a 10%. Há dez dias, ou seja, desde o dia 11 de agosto (884 mortes), o país vem apresentando uma média diária de mortes inferior a 900.

As 807 mortes observadas ontem também estão no menor patamar desde 7 de janeiro deste ano, quando foram registrados 793 óbitos.

Na comparação com o pico da pandemia, em 12 de abril, quando foram observados 3.124 óbitos, a queda é de quase quatro vezes.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se os dados do dia em questão com os seis dias anteriores e dividindo-se o resultado por sete.

Agência Brasil

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Saúde

Pesquisa com 37 eventos aponta sucesso em retorno do público na Inglaterra

Foto: JUSTIN TALLIS/AFP

O governo inglês divulgou os dados iniciais da pesquisa feita em 37 eventos-teste para mapear a segurança do retorno do público no verão europeu. Segundo a pesquisa, os casos de infecção por Covid-19 ligados aos eventos ao vivo estão “amplamente alinhados ou abaixo da taxa de infecção comunitária”, publicou o site da revista “NME”.

Batizado de Programa de Pesquisa de Eventos, o estudo mapeou por quatro meses grandes reuniões de público, a grande maioria com capacidade total, entre elas a cerimônia do BRIT Awards, os festivais de música Download e Latitude, e o show da banda Blossoms, em Liverpool. Foram mapeados também competições esportivas, em especial o Grande Prêmio de Fórmula 1 e o torneio de tênis de Wimbledon.

O resultado aponta que “eventos com grande presença de público podem ser realizados com segurança”, mas exige cautela em torno de “aspectos específicos da participação em eventos”.

Apesar da taxas de contaminação controladas, o governo britânico apontou risco potencial em participar de eventos com pouca estrutura e atenção para viagens e deslocamentos.

Em termos de números, os festivais de música Latitude e Tramlines, realizados em julho, estão ligados ao maior número de casos de Covid-19 (mais de mil por evento) se comparados com os eventos esportivos — a Fórmula 1 e Wimbledon registraram 585 e 881 casos, respectivamente.

Os festivais, porém, foram realizados após o dia 19 de julho, quando todas as restrições impostas pelo governo foram derrubadas e a taxa de transmissão comunitária estava mais alta.

“Mostramos que podemos reintroduzir esportes de massa e eventos culturais com segurança, mas é importante que as pessoas permaneçam cautelosas ao se misturar em ambientes muito lotados”, alertou o secretário de Cultura inglês Oliver Dowden.

Vacinação avançada

O gestor ainda exaltou a importância de seguir com a vacinação: “Para que possamos manter a temporada de futebol, teatros e shows seguros com multidões cheias neste inverno, peço aos fãs de esporte, música e cultura que tomem a vacina, pois esta é a maneira mais segura de fazermos grandes eventos com capacidade máxima mais uma vez”.

O próximo grande evento previsto é o tradicional festival de Reading & Leeds, marcado para o último fim de semana de agosto.

Vale lembrar que, até o momento, 75% da população acima dos 16 anos no Reino Unido está vacinada com as duas doses de alguma vacina contra a Covid-19 — o número sobe para 87% levando em conta a primeira dose.

Apesar de não ser obrigatório, o governo tem incentivado os eventos com público a utilizarem os passaportes de Covid, provando a vacinação.

O Globo

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Saúde

Comissão discute variante delta e cobra Queiroga sobre plano de imunização

Foto: Tony Winston/MS

A Comissão Temporária da Covid-19 discutiu, nesta sexta-feira (20), o avanço da variante Delta. Especialistas alertaram para alta transmissibilidade da nova cepa, a baixa proteção oferecida por apenas uma dose da vacina e reforçaram a necessidade de manter o uso de máscaras. O senador Esperidião Amim (PP-SC) apresentou um requerimento para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, responda se o Plano Nacional de Imunização será modificado para reforçar a vacinação de grupos prioritários.

Blog do BG com Agência Senado

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Saúde

Eficácia de vacina da Pfizer cai mais rápido do que AstraZeneca, diz estudo

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SCSaúde

Um estudo publicado nesta quinta-feira (19) indicou que a eficácia da vacina contra covid-19 da Pfizer/BioNTech decai mais rapidamente do que a da AstraZeneca/Oxford, embora a primeira seja mais efetiva no combate à variante delta do novo coronavírus.

A pesquisa, liderada por especialistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, indicou que, em infecções com alta carga viral, a proteção oferecida pelo imunizante da Pfizer um mês depois da segunda dose é 90% maior do que em indivíduos não vacinados, mas depois cai para 85% e 78% depois de dois e três meses, respectivamente.

Já no caso do agente desenvolvido pela AstraZeneca, a proteção oferecida foi de 67%, 65% e 61%, respectivamente. O estudo, que ainda não foi revisado pela comunidade científica internacional, analisou dados do serviço de Saúde Pública do Reino Unido (NHS), coletados entre dezembro de 2020 e agosto de 2021.

Intervalo entre as doses – Sobre os intervalos entre as aplicações, o estudo comprovou que esse fator não altera a eficácia das vacinas para prevenir novas infecções, ao mesmo tempo em que detectaram que os grupos mais jovens, de 18 a 34 anos, apresentam níveis de proteção mais altos que os mais velhos, de 35 a 64 anos.

Os pesquisadores indicaram que as conclusões que chegaram poderiam servir para assessorar o Comitê Conjunto sobre Vacinação e Imunização mantido pelo governo britânico, que deverá decidir se recomendará a administração de uma terceira dose, de reforço, ainda neste ano.

Blog do BG com UOL

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Saúde

Ministério informa que 75% dos adultos já tomaram a primeira dose no Brasil

Imagem: Reprodução

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (20) que 120 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose de vacinas contra a covid-19 – o número corresponde a 75% da população adulta no país.

A expectativa da pasta é que, com a chegada de 131,4 milhões de doses em agosto e setembro, todos os brasileiros adultos estejam imunizados até o fim do próximo mês.

Ainda de acordo com o ministério, mais de 53,2 milhões de pessoas já receberam a segunda dose ou a dose única contra a covid-19. Ao todo, 207 milhões de doses foram distribuídas aos estados e ao Distrito Federal.

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Saúde

COVID: Fiocruz entrega 3,9 milhões de doses da vacina da AstraZeneca ao Ministério da Saúde

Foto: Myke Sena/MS

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entrega nesta sexta-feira (20) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), mais 3,9 milhões de doses da vacina contra covid-19 da AstraZeneca. O imunizante é produzido no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

Do total de doses, 308 mil são destinadas ao Rio de Janeiro e as demais serão distribuídas aos demais estados pelo Ministério da Saúde, de acordo com a Fiocruz.

Com a remessa de hoje, a Fiocruz atinge a marca de 88,4 milhões de doses entregues ao PNI, das quais 84,4 milhões foram produzidas em Bio-Manguinhos e 4 milhões importadas do Instituto Serum, que fica na Índia.

Agência Brasil

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Saúde

NO WHATSAPP: Unimed alerta para mensagens falsas que circulam sobre variante delta

Foto: Reprodução

A Unimed do Brasil registrou nesta semana aumento na repercussão sobre mensagens falsas que circulam no WhatsApp a respeito da variante delta do novo coronavírus. A Unimed Natal, assim como as 345 cooperativas do Sistema Unimed, não são responsáveis pelo conteúdo divulgado e todas repudiam o uso indevido da marca para propagar informações não verificadas que podem impactar a saúde das pessoas.

“Reforçamos nosso compromisso com a sociedade e a divulgação de informações somente por meio de canais oficiais. Por isso, caso tenha recebido alguma mensagem ou informação a respeito, fique atento”, diz a nota.

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Covid-19

Paraíba recebe mais de 148 mil doses de imunizantes contra a Covid-19, nesta sexta (20)

Foto: Cristine Rochol/PMPA

A Paraíba vai receber mais 148.180 doses de vacina contra coronavírus. As doses chegam na tarde desta sexta-feira (20) e serão distribuídas no sábado pela manhã, mantendo o padrão de distribuição para todos os municípios em menos de 24h após o recebimento.

De acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), serão 85.000 doses da vacina Coronavac e 63.180 doses da Pfizer.

De acordo com a SES, além das doses que chegarão nesta sexta, outras 271.792 doses serão distribuídas aos municípios para a aplicação da segunda dose da CoronaVac e AstraZeneca (Fiocruz). Ainda segundo a SES, as doses da Pfizer serão todas para aplicação da primeira dose, dando possibilidade aos municípios de avançarem o público-alvo da imunização. Já as doses da CoronaVac serão divididas para aplicação da primeira e segunda dose em todo o estado.

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Covid-19

Zeca Pagodinho tem alta e grava vídeo: “Levei 10 em tudo”

Imagem: Reprodução

De alta hospitalar após ficar internado por seis dias por causa da Covid-19, Zeca Pagodinho comemorou a volta para a casa com um vídeo ao lado de enfermeiros. “Então, tô indo embora. Terminar o tratamento em casa. Bacana. Levei [nota] 10 no pulão, 10 no fígado, 10 em tudo. E… Fui. Vacinem-se”, disse o cantor antes de deixar a Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (19).

“Ótima notícia !!! RJ, 19 Ago 2021 – A Casa de Saúde São José informa que o cantor Zeca Pagodinho, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta hoje do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado pela equipe médica. #VacinasSalvamVidas”, tuitou a equipe de Zeca junto ao vídeo.

O sambista foi internado para um melhor monitoramento da doença. Zeca Pagodinho tem 62 anos e tomou as duas doses da vacina contra a Covid. Quando tomou a segunda dose ele, inclusive, fez um apelo para que todos se imunizem. “Tem que voltar tomar a segunda, a terceira, quantas tiver. Tem que tomar por causa das crianças, dos idosos”, disse.

Blog do BG com Fórum 

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Covid-19

Paraíba já aplicou mais de 3 milhões de doses da vacina contra a Covid-19

Imagem: Divulgação

Até a manhã desta quinta-feira (19), a Paraíba aplicou 3.059.795 doses da vacina contra a Covid-19. Desse total, 2.187.540 de pessoas tomaram a primeira dose, 810.185 a segunda e 62.070 a dose única do imunizante. A meta é alcançar 2.981.502 de pessoas, referente à população acima de 18 anos.

A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou em 19 de janeiro e até o momento a Paraíba já distribuiu um total de 3.516.835 doses de vacina aos municípios. Para o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, este é um marco importante porque significa que o estado está dando celeridade ao processo de imunização e o resultado é a queda no número de internação e óbitos.

Geraldo Medeiros reforça ainda a importância de completar o esquema vacinal de duas doses. “É importante lembrar que as pessoas precisam procurar os pontos de vacinação para tomar a segunda dose quando estiver no tempo oportuno do intervalo das doses. A imunização só será completa se o cidadão completar o esquema vacinal de duas doses. Só quem não precisa tomar são aquelas pessoas que receberam o imunizante de dose única”, pontua.

Sobre próximas remessas de vacina por parte do Ministério da Saúde, o secretário afirma que o estado espera receber, nos próximos dias, mais 63.180 doses da Pfizer, para a aplicação da D1, e 85.000 da Sinovac/Butantan que serão destinadas para D1 e D2. Geraldo Medeiros alerta que, mesmo com a vacinação avançando e os números caindo, é necessário manter os cuidados, como o uso contínuo de máscaras, higienização das mãos e evitar aglomerações para que o vírus não se propague.

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