O advogado Yuri Ezequiel (UP) teve a candidatura ao Governo da Paraíba registrada na Justiça Eleitoral. As informações foram adicionadas nesta sexta-feira (7) ao sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e consultadas pela redação do Política&etc.
Yuri disputa a eleição pela Unidade Popular (UP), sem coligação, e terá Carminha Lourenço como candidata a vice-governadora.
No registro de candidatura, Yuri Ezequiel declarou R$ 353,89 em bens. De acordo com o DivulgaCandContas, todo o patrimônio informado corresponde a um saldo em conta poupança, não havendo registro de imóveis, veículos ou outros bens em seu nome.
A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) pediu à Polícia Federal o adiamento do seu depoimento no caso Master, que estava marcado para esta sexta-feira (7). A corporação informou que o congressista baiano não será ouvido nesta data e ainda não há uma nova previsão para o depoimento.
Os advogados do senador afirmaram que pediram o adiamento porque ainda não tiveram acesso aos processos por “problemas técnicos”. A defesa disse também que Wagner pretende falar, mas “o fará após conhecer o que efetivamente consta na investigação e o que, de fato, está sendo investigado”.
Nota completa
“A defesa do senador Jaques Wagner informa que requereu, com antecedência proporcional, o adiamento do depoimento designado para o dia 7 de agosto, em data que havia sido ajustada com a autoridade policial.
“O pedido de adiamento decorre exclusivamente do fato de ainda não ter sido viabilizado à defesa, por problemas técnicos (todos documentados), o acesso ao conteúdo da investigação, requerido no mesmo ato em que a data foi indicada, há quase um mês.
“O senador pretende falar. Contudo, por orientação de sua defesa, apenas o fará após conhecer o que efetivamente consta na investigação e o que, de fato, está sendo investigado, pois esse é um direito seu. Somente assim terá condições de prestar um depoimento verdadeiramente esclarecedor.
“A defesa não fará considerações sobre o mérito até possuir esses dados para análise.
“Salvador, 7 de agosto de 2026
“Pablo Domingues”
Operação Compliance Zero
As investigações sobre as fraudes no Banco Master fazem parte da operação Compliance Zero, autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasília em novembro de 2025. A primeira fase levou à prisão provisória de executivos ligados à instituição, que depois passaram a cumprir medidas como o uso de tornozeleira eletrônica.
O caso passou a tramitar no STF em dezembro de 2025, sob comando do ministro Dias Toffoli. A segunda fase foi autorizada em janeiro de 2026, mas Toffoli deixou a relatoria em fevereiro, quando André Mendonça assumiu. Vorcaro voltou a ser preso em março e está detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) discutiram a possibilidade de deixar para depois das eleições de outubro as discussões sobre o fim da escala de trabalho 6×1. O tema foi citado durante um jantar na casa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mas não foi o foco da reunião.
Segundo relatos de participantes, a reunião teve como objetivo aproximar novamente Lula e Alcolumbre, que estavam afastados desde a rejeição, pelo Senado, da indicação do então advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF.
A reunião foi mediada por Alexandre de Moraes e pelo ministro Cristiano Zanin. Nos bastidores, a avaliação foi de que a conversa ajudou a reduzir as tensões e retomar o diálogo entre o Executivo e o Legislativo.
Ainda de acordo com os relatos, a indicação de Jorge Messias ao STF não entrou na pauta do jantar. A reunião ficou concentrada na relação entre Lula e Alcolumbre e em temas da agenda nacional.
A proposta de mudança na jornada de trabalho 6×1, defendida pelo governo, foi mencionada apenas de forma breve. A avaliação dos participantes foi de que a discussão deve ser retomada após o período eleitoral, por causa do impacto econômico e político da medida.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende acabar com a possibilidade de reeleição para o cargo caso seja eleito em 2026.
Em entrevista ao podcast Market Makers, o senador disse que o fim da reeleição é um compromisso que assumiu e que pretende cumprir logo no início do mandato.
“Eu tenho um compromisso que assumi e vou cumprir, que é o fim da reeleição”, declarou.
Segundo Flávio, já há uma PEC (proposta de emenda à Constituição) apresentada por ele no Senado para proibir a reeleição de presidentes da República.
O parlamentar afirmou que a tendência é que a discussão também alcance governadores e prefeitos, além de definir se os mandatos passarão de quatro para cinco anos. “Dependendo de como for a tramitação da PEC, vou saber se fico quatro ou cinco anos. Mas não passa disso”, disse.
Na avaliação do senador, a possibilidade de disputar um segundo mandato prejudica a tomada de decisões dos governantes.
“Todo mundo que senta lá, no primeiro dia, está pensando em como vai ser a próxima eleição. Isso pode desencorajar um presidente a tomar medidas que sabe que são necessárias, mas são impopulares”, afirmou.
Flávio disse ainda que pretende aproveitar a força política de um presidente recém-eleito para aprovar a mudança ainda no período de transição, de forma que as novas regras já passem a valer durante seu eventual governo.
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou que, se for eleito, concederá indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro e assinará a anistia aos demais envolvidos nos atos de 8 de janeiro já no primeiro dia de governo.
A declaração foi publicada por Caiado na rede social X. Segundo ele, a medida faz parte da proposta de encerrar a polarização política e concentrar os esforços em temas ligados ao desenvolvimento do país.
“Tenho dito e sustento que, no meu primeiro dia de governo, vou conceder o indulto ao ex-presidente Bolsonaro e assinar a anistia aos demais envolvidos no 8 de janeiro” escreveu.
E continuou:
“Enquanto Brasília vive alimentando o retrovisor e usufruindo da polarização para sangrar a nossa economia, eu tenho a coragem de virar essa página. Pacificar não é omissão, é autoridade moral para encerrar discussões inúteis e focar no que realmente importa.”
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), são os líderes políticos com as piores avaliações, segundo levantamento da AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta quinta-feira (6).
A pesquisa perguntou aos entrevistados: “Você tem uma imagem positiva ou negativa desses líderes políticos?”
Davi Alcolumbre registra 85% de imagem negativa e 1% de positiva. Já Hugo Motta tem 81% de avaliação negativa e 4% de positiva.
Avaliações positivas
Em contrapartida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) lideram as avaliações positivas. Lula aparece com 48%, seguido por Bolsonaro, com 42%, e Nikolas, com 41%.
Metodologia
O levantamento ouviu 5.021 pessoas em todo o país entre 22 e 27 de julho de 2026. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08602/2026 e foi financiada com recursos próprios.
O governador e candidato à reeleição pelo Progressistas, Lucas Ribeiro, afirmou que adversários na disputa pelo Governo da Paraíba querem “colocar facções criminosas no governo”. A declaração foi feita durante a convenção do Progressistas e partidos aliados, realizada na noite desta quarta-feira (5), em João Pessoa.
Sem citar nomes, Lucas criticou adversários que possuem investigações relacionadas ao envolvimento com facções criminosas.
“Alguns falam que têm que mudar. Tem que mudar o que? Esses aí são aqueles que têm saudade do passado, de um tempo onde a viatura não tinha gasolina, onde para pagar o salário tinha que se fazer empréstimo. O que eles querem é colocar facções criminosas dentro do governo. A Paraíba se acostumou a andar para frente e nós estamos de mãos dadas com o futuro”, afirmou.
Durante o discurso, Lucas também destacou obras e ações do governo João Azevêdo, do qual foi vice-governador.
“Hoje, Paraíba é motivo de orgulho por onde a gente passa. Antes, no passado, alguns envergonhavam a Paraíba, mas esse tempo acabou. A Paraíba, hoje, no Brasil inteiro, é respeitada. O estado que mais cresce no Nordeste. Referência no combate ao câncer e nas cirurgias eletivas. Referência no equilíbrio fiscal. Quem faz melhor é a gente. Não somos promessas, somos o Hospital de Trauma do Sertão. Somos a Ponte do Futuro. Somos o Polo Turístico Cabo Branco. Somos o Hospital da Mulher. Estou preparado. Agora é daqui para melhor”, disse Lucas.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro possam visitá-lo no próximo domingo, 9, Dia dos Pais. O pedido foi protocolado nesta quarta-feira, 5.
Os advogados afirmam que a solicitação tem caráter excepcional e busca permitir um encontro familiar na data comemorativa. Segundo a defesa, a visita tem finalidade “humanitária e familiar” e não compromete o cumprimento das medidas impostas ao ex-presidente.
O pedido foi apresentado pouco mais de duas semanas após Moraes suspender, por 90 dias, as visitas do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao pai.
A decisão foi tomada depois que Flávio divulgou uma carta escrita por Bolsonaro, na qual o ex-presidente o designava como seu porta-voz político.
Para Moraes, a divulgação da carta contrariou a medida cautelar que proíbe Bolsonaro de usar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.
Além de suspender as visitas de Flávio, o ministro proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade político-eleitoral por 90 dias e suspendeu as visitas em geral por 30 dias. Permaneceram autorizados apenas os atendimentos da equipe médica, fisioterapeutas e advogados constituídos no processo. Flávio integra a defesa do pai.
Mais da metade dos brasileiros dizem que a decisão de proibir visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por um período está errada, segundo a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (5). Já 41% avaliam que a medida está certa.
Veja os números:
Decisão está errada: 52%
Decisão está certa: 41%
Não sabem/não responderam: 7%
Antes disso, a pesquisa também perguntou se os entrevistados já sabiam da restrição. Ao todo, 53% disseram que já tinham conhecimento da proibição, enquanto 47% afirmaram que ficaram sabendo naquele momento.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06591/2026.
A Pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), mostra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44% das intenções de voto em um provável segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que marca 39%. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o petista segue na liderança do cenário.
Em relação à pesquisa de julho, a diferença entre os dois diminuiu. Naquele levantamento, Lula tinha 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro marcava 37%.
Agora, Lula oscilou um ponto para baixo e Flávio Bolsonaro subiu dois pontos. Os votos em branco, nulos ou de eleitores que não pretendem votar somam 13%, enquanto os indecisos representam 4%.
Metodologia
A pesquisa Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre 31 de julho e 03 de agosto, por meio de coleta domiciliar e entrevistas face a face. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado por Genial Investimentos e está registrado no TSE sob o protocolo BR-06591/2026.
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