Política

“Nós nos resolvemos”, diz Flávio após atrito com Michelle

Foto: Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que conversou na segunda-feira (1º) com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e os dois se resolveram.

No final de semana, Michelle criticou o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará, o que causou um mal-estar na cúpula da legenda.

“Eu conversei longamente com a Michelle ontem. Nós nos resolvemos e expliquei a ela que não havia nenhuma decisão tomada sobre palanques, nem no Ceará nem em nenhum outro estado”, afirmou.

O filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) afirmou que, como interlocutor do pai, analisará os cenários em todas as unidades da federação com a participação de Michelle. Segundo ele, porém, a decisão final será do ex-presidente.

“Prefiro enxergar o que aconteceu pelo lado bom, de dar um freio de arrumação para que todos pensem juntos o melhor a fazer com foco na estratégia nacional, porque temos um Brasil para redemocratizar”, salientou.

Nesta terça-feira (2), Michelle se reunirá com a cúpula nacional do PL para afinar o discurso e evitar novos atritos públicos. A discordância, na visão de dirigentes da direita, só enfraquece o espectro conservador.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Após apelo de Lula, ex-deputado condenado no Mensalão decide voltar à disputa eleitoral em 2026

Foto: Presidência da República

Atendendo a um pedido público do presidente Lula, o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT) decidiu que será candidato a deputado federal por São Paulo nas eleições de 2026. A decisão foi tomada nos últimos dias e já comunicada a aliados próximos. O petista, que presidiu a Câmara entre 2003 e 2005, iniciou a montagem de sua equipe de comunicação para a pré-campanha.

A informação é da coluna do Igor Gadelha, do Metrópoles. O deputado estadual Emídio Souza (PT) foi um dos primeiros informados. Ele afirmou que deve fazer uma “dobradinha” com João Paulo no próximo pleito. O ex-deputado voltou a circular com frequência em Brasília após a vitória de Lula em 2022.

João Paulo Cunha renunciou ao mandato em 2014 depois de ser condenado no esquema do Mensalão, o que o deixou inelegível por oito anos. O prazo encerrou em 2022, mas ele optou por não disputar aquela eleição. A pressão para seu retorno se intensificou após um evento em Osasco, em julho de 2025, quando Lula lhe fez um apelo direto para voltar à política.

“João Paulo, você trate de voltar para a política. Para de ganhar dinheiro como advogado em Brasília, pô. Vem para porta de fábrica fazer comício”, disse Lula na ocasião.

Além de João Paulo, outro nome marcado pelo Mensalão também deve tentar uma vaga na Câmara: José Dirceu, ex-ministro e igualmente condenado no processo, decidiu disputar o cargo por São Paulo em 2026.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

CCJ da Câmara pode analisar cassação de Carla Zambelli nesta terça

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados pode analisar nesta terça-feira (2) a cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).
A análise está na pauta da reunião desta terça e a previsão é que o relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR) apresente o parecer sobre o caso durante a sessão. Um pedido de vista ainda pode adiar a votação.
Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por comandar uma invasão a sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Não cabe mais recurso da condenação.
Por ter sido condenada criminalmente em decisão definitiva, a Câmara precisa dar aval à perda do seu mandato.
A parlamentar está presa em Roma, na Itália, desde julho deste ano. Antes de a condenação se tornar definitiva, Zambelli fugiu para o país, o que levou a ser incluída na difusão vermelha da Interpol.
Além da prisão, o julgamento do Supremo determinou a perda do mandato de Zambelli, sem deliberação da Câmara. No entanto, o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu adotar rito distinto e enviou o caso à análise dos deputados.
A direção da Câmara encaminhou à CCJ uma representação comunicando a decisão do Supremo, que precisa ser analisada pelo colegiado.
G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Após prisão de Bolsonaro, Michelle indica topar ser vice de Tarcísio

Foto: Luís Nova

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) passou a indicar a aliados que topa ser candidata a vice-presidente da República em 2026, em uma chapa encabeçada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A sinalização, segundo relatos feitos à coluna por pessoas próximas ao clã Bolsonaro, foi dada por Michelle em conversas nos últimos dias, após o marido começar a cumprir, em regime fechado, a pena à qual foi condenado no inquérito do golpe.

A avaliação no clã Bolsonaro é de que é preciso ter alguém da família na chapa presidencial para manter a influência da família. O temor é de que, se eleito, Tarcísio cresça politicamente e deixe o legado de Jair Bolsonaro em segundo plano.

Em conversas reservadas, Michelle tem dito respeitar e confiar em Tarcísio. A ex-primeira-dama, de acordo com pessoas próximas à família, avalia que o atual governador de São Paulo não trairia o ex-presidente da República.

O plano original de Michelle seria disputar uma vaga no Senado pelo Distrito Federal (DF) em 2026. A esposa de Jair Bolsonaro, como noticiou a coluna, cogitava, inclusive, colocar um de seus irmãos como suplente na chapa.

A ex-primeira-dama, entretanto, afirmou a aliados que, se necessário, topa abrir mão da candidatura a senadora no DF — onde tem grandes chances de ser eleita — para compor chapa com Tarcísio ao Palácio do Planalto.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Base de Lula entra em alerta com crise na segurança e pressiona por um “xerife” no governo

Foto: Wilton Júnior

A insegurança pública virou o maior calo do governo Lula, e a própria base admite: o Planalto não consegue dialogar com a maioria da população sobre o tema. Diante desse vácuo, aliados intensificaram a pressão para que Lula coloque no governo alguém com imagem de “linha dura”. Nas conversas mais recentes, até o nome de Ricardo Cappelli — ex-número dois de Flávio Dino e interventor da segurança no DF após o 8 de janeiro — chegou a ser sugerido como solução emergencial.

Cappelli, hoje comandante da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), rechaçou a ideia e sinalizou preferência por disputar o governo do Distrito Federal em 2026. Mesmo assim, a simples circulação do nome escancarou o clima de apreensão: governistas avaliam que, apesar da PEC enviada ao Congresso e do projeto contra facções, o Planalto perde feio a batalha do discurso para a direita.

A criação de um Ministério da Segurança Pública, vista por muitos como saída óbvia, segue travada por discordâncias dentro do governo e do próprio PT. Aliados afirmam que o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, não tem o perfil para enfrentar o debate, enquanto o próprio Lula ainda demonstra pouca convicção de que a mudança estrutural é necessária — o que paralisa qualquer decisão.

A irritação cresceu após a derrota no projeto de lei antifacção, aprovado com ampla margem mesmo com a resistência do governo. A ofensiva da oposição, impulsionada pela operação do Rio contra o Comando Vermelho, fez o tema dominar o cenário nacional. Agora, pressionado e sem narrativa unificada, o Planalto corre para não perder de vez o controle do debate que será central nas eleições de 2026.

Com informações do Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Pedro Cunha Lima sinaliza que não será candidato ao Governo da Paraíba em 2026

0

SHARES

Pedro Cunha Lima afirmou que “muito provavelmente” não estará na disputa pelo Governo da Paraíba em 2026. Ele disse que planeja seguir um novo rumo após o próximo pleito, com a intenção de fazer um mestrado em políticas públicas no exterior e se dedicar à carreira acadêmica.

O ex-deputado não descarta totalmente disputar outros cargos, como Senado, Câmara dos Deputados ou até vice-governador, mas destacou que qualquer definição ainda é precoce. Para 2026, afirmou que pretende atuar como militante e não como candidato.

“A rigor eu muito provavelmente não estarei na disputa. Estou aqui revelando o que passa no meu coração… Eu sempre tive esse sonho antigo de estar mais presente na academia. Eu quero participar como militante, somar no processo, mas não posso disputar, seria conflitante.”

A sinalização de Pedro reorganiza o cenário político da oposição no estado, já que ele foi o principal adversário de João Azevêdo na eleição de 2022.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Cabo Gilberto vai assumir liderança da oposição na Câmara e promete pressão contra Lula

Momento da Política: Cabo Gilberto reclama da falta de apoio do PL na Paraíba – CBN Paraíba

O deputado federal Cabo Gilberto (PL) vai assumir a liderança da bancada de oposição ao presidente Lula a partir de 2026. O para ano vai assumir o lugar de Luciano Zucco (PL-RS).

Em entrevista à 98 FM, o parlamentar garantiu que a pressão contra Lula será grande.

“Mostra ponto a pono a ponto o mal que é esse governo. Iremos trabalhar duro para mostrar ao povo: isso aqui não presta, isso aqui é ruim, e eu tenho a certeza absoluta que cada paraibano já entendeu que o governo Lula não presta, só fez mentir e enganar o povo.”

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Vereadores apresentam CPI para investigar mutirão oftalmológico do Estado em Campina

Mutirão aconteceu no Hospital das Clínicas de Campina Grande.

 

Os vereadores da bancada governista na Câmara Municipal de Campina Grande apresentaram um pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os serviços ofertados por um mutirão de cirurgias oftalmológicas realizado no Hospital de Clínicas de Campina Grande, do Governo do Estado, que provou problemas em pacientes.

O caso aconteceu há meses e alguns pacientes não recuperaram a visão.

O requerimento conta com apoio dos vereadores da bancada aliada do prefeito Bruno Cunha Lima.

Esse é o terceiro pedido de CPI apresentado na Casa de Félix Araújo. Os outros dois foram apresentados pela bancada de oposição.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

“Perseguição e ditadura”: Aliados paraibanos de Bolsonaro reagem à prisão do ex-presidente

A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pela Polícia Federal na manhã deste sábado (22), provocou forte reação entre seus aliados políticos na Paraíba. A PF considerou que uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro poderia indicar risco de fuga, mas, para os apoiadores locais, a decisão representa mais um capítulo de perseguição política ao ex-presidente.

O deputado federal Cabo Gilberto Silva foi um dos primeiros a se manifestar e classificou o episódio como vergonhoso. Em sua avaliação, a prisão ocorreu por causa de uma simples vigília religiosa. Ele escreveu: “A prisão foi por causa de uma vigília de oração. Desde quando cultuar a Deus se tornou crime neste país?”.

O ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga, também reagiu, prestando solidariedade à família de Bolsonaro e dizendo que a decisão é uma “violência contra um grande homem público”. Para ele, ao atingir o ex-presidente, “se comete uma violência contra o Brasil”. Queiroga afirmou ainda estranhar o motivo da prisão: “Foi uma vigília que o Flávio Bolsonaro convocou para as pessoas fazerem orações pelo seu pai, que está em uma situação de saúde precária daquela violência cometida contra ele em 2018”.

O comunicador e ex-candidato ao governo do estado, Nilvan Ferreira, lamentou a decisão e disse ter acordado com uma “notícia absurda”. Segundo ele, trata-se de mais uma fase de perseguição, lembrando que Bolsonaro já cumpria prisão domiciliar, com tornozeleira, sem redes sociais e “enclausurado, censurado, perseguido”. Nilvan criticou o fato de um processo ainda não transitado em julgado resultar em nova detenção e afirmou que hoje foi um dia marcado por “sentimento de injustiça, dor no coração e dor na alma”.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Deputado Cabo Gilberto condena prisão de Bolsonaro: “é para matar o presidente!”

Deputado federal, Cabo Gilberto

Deputado federal Cabo Gilberto (PL) – Foto: Clilson Júnior

O deputado federal paraibano, Cabo Gilberto(PL) usou as redes sociais para condenar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro: “é para matar o presidente!”, escreveu.

“Prender quem já estava preso no dia 22!  Só mais um coincidência da ditadura que o Brasil enfrenta!”, escreveu o parlamentar.

Ele continuou lembrando que o ex-presidente é um homem de idade avançada e com a saúde fragilizada.

“Um homem idoso todo costurado de várias cirurgias, cheio de doença inclusive com câncer, é para matar o presidente! Força Bolsonaro. Lutaremos sem parar até resgatar o Brasil. A próxima vítima do regime poderá ser qualquer um de nós!”, encerrou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.