Política

DANOU-SE: Zé Aldemir insinua que Wilson Filho é “boiola”, após confusão em doação de terreno

Imagem: Reprodução

O prefeito de Cajazeiras, José Aldemir (PP), insinuou que o deputado Wilson Filho (PTB) é “boiola” em uma entrevista concedida à Rádio Mais FM, de Cajazeiras. O gestor cajazeirense falou aos microfones após uma confusão envolvendo sua esposa e o deputado Wilson Filho sobre a autoria de uma doação de um terreno para a Prefeitura de Uiraúna construir um hospital municipal.

José Aldemir se irritou ao saber que o deputado estadual Wilson Filho teria assumido a autoria da conquista de um terreno doado pelo governador João Azevêdo (Cidadania) para construção de um Hospital em Uiraúna.

Com um impasse sendo feito, o Prefeito de Cajazeiras foi ao rádio para falar sobre essa confusão. Primeiro ele explicou toda a situação, dando a sua versão. Em seguida, o prefeito de Cajazeiras afirmou que essa conduta não combina com a de um parlamentar e que a mesma é corriqueira na vida política de Wilson. “Isso não combina com a lisura de um parlamentar. Mas é a genética dos Santiago, que faz política tendo como marca maior a mentira, o engodo, a enganação, o desvio de dinheiro público, o superfaturamento de obra… Isso é praxe deles”, declarou.

O outro lado – O deputado Wilson Filho falou sobre o ocorrido e afirmou que não irá entrar no jogo do Prefeito. Porém, alfinetou o gestor quando disse que Zé tem “inveja”, já que depois que Wilson Santiago se elegeu deputado federal, o prefeito “carrega traumas”. Wilson também lembrou dos casos das amantes de Zé Aldemir e afirmou: “Já que ele é um homem de muitas paixões, deve estar apaixonado por mim”. Por fim, lembrou que enquanto Zé destila ódio, ele rezou pelo prefeito se recuperar da Covid-19.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Bolsonaro decide vetar totalmente artigo que previa fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

Foto: Evaristo Sa AFP/Archivos

O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar totalmente o artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que definia regras para formação do Fundo Eleitoral. O artigo previa que o fundo seria financiado com base em 25% do orçamento da Justiça Eleitoral deste e do próximo ano.

Cálculos de analistas do Congresso indicavam que, por essa regra, o valor poderia ficar em R$ 5,7 bilhões.

O novo valor do fundo será definido na votação do Orçamento Geral da União. A equipe econômica defende um valor de R$ 2,1 bilhões, que seria a correção do último valor pela inflação.

Bolsonaro ainda não oficializou a decisão de vetar o artigo sobre o fundo eleitoral. O prazo final para sancionar ou vetar é esta sexta-feira (20).

O presidente já vinha dizendo publicamente que vetaria. O valor de R$ 5,7 bilhões, aprovado pelo Congresso, teve repercussão negativa, por ser muito acima do montante das últimas eleições.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Aguinaldo Ribeiro critica ‘precipitação eleitoral’: “Hora é de trabalho”

Foto: Agência Brasil

Cotado para disputar uma vaga no Senado, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) criticou o que considera uma “precipitação eleitoral”. Em visita ao Sertão nesta sexta-feira (20), ao lado do governador João Azevêdo (Cidadania), o parlamentar afirmou que esse momento é de trabalhar.

“Entendemos que esse é o momento de trabalhar e esse tem sido o meu foco: foco de trabalho e realizações”, pontuou. Em entrevista ao Portal MaisPB, Aguinaldo ressaltou que a política é consequência do trabalho.

“Respeito quem faz o que queira fazer, mas acho que em um momento de pandemia, de crise fiscal, de recursos parcos, acho que é o momento em que devemos estar dedicados ao trabalho e e isso que a gente faz: a gente trabalha pra fazer”, afirmou.

Ele considerou um “desrespeito” com a população tratar sobre eleições em um momento de pandemia. “Momento em que a gente tem tanta coisa pra vencer. Pessoas com dificuldade de emprego, de receber recursos para fazer feira, passando necessidade. No meu entendimento, esse deve ser o foco”, frisou.

MaisPB

Clique aqui e confira a entrevista.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Alexandre Moraes determina que investigados por ameaças à democracia não se aproximem da Praça dos Três Poderes

Foto: Jorge William/Agência O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que os alvos de uma operação deflagrada nesta sexta-feira (20) para investigar ameaças à democracia não se aproximem menos de um quilômetro da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A decisão só não vale para o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ). Otoni é alvo da operação desta sexta, mas Moraes entendeu que, por ele ser parlamentar, tem a prerrogativa de frequentar o Congresso.

Ao redor da Praça dos Três Poderes ficam o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto.

Entre os alvos da operação, além de Otoni, está o cantor Sergio Reis. A Polícia Federal realizou buscas e apreensões em endereços ligados a eles.

Moraes justificou que a restrição para os investigados chegarem perto da Praça dos Três Poderes visa proteger parlamentares e ministros.

Blog do BG com G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Senado aprova projeto que reestrutura cargos e funções de confiança no governo

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Por 61 votos a nove, o  Senado aprovou nessa quinta-feira, 19,  uma Medida Provisória que prevê a reestruturação dos cargos em comissão do Executivo – vagas que podem ser ocupadas por pessoas de fora da administração pública, por indicação. Como já passou pela Câmara, a matéria segue agora para sanção presidencial.

Pelo texto, as mudanças devem ser feitas até 31 de março de 2023, com a condição de que não poderão resultar em aumento de despesa aos cofres públicos. Autarquias e fundações públicas terão até 31 de outubro de 2022 para fazerem o mesmo.

A proposta transforma os cargos em comissão do grupo Direção e Assessoramento (DAS) em Cargos Comissionados Executivos (CCE), com níveis de 1 a 18. Também serão criadas as Funções Comissionadas Executivas (FCE), com níveis de 1 a 17. Após a sanção, a expectativa é de que um decreto presidencial defina os requisitos e critérios para a ocupação dos cargos.

Agência O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Bolsonaro entra com ação para impedir Supremo de abrir investigação sem passar pelo MPF

Foto: Divulgação

Em novo capítulo da briga aberta com o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Jair Bolsonaro se insurgiu contra o artigo do regimento interno da Corte que permite a abertura de investigações de ofício, sem necessidade de aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). A norma foi usada, por exemplo, para instaurar o inquérito das fake news que atingiu a rede bolsonarista e o próprio chefe do Executivo.

Em ação enviada ao STF na tarde desta quinta-feira, 19, a Advocacia Geral da União (AGU) pediu a suspensão liminar do texto até o julgamento definitivo do tema no plenário do tribunal. O documento é assinado pelo ministro-chefe da pasta e pelo próprio presidente. A AGU argumenta que o artigo viola preceitos fundamentais, como os princípios acusatório, da vedação de juízo de exceção e da segurança jurídica.

O artigo questionado é o 43 do regimento interno da Corte, segundo o qual ‘ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o Presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição’. A previsão é atípica, porque a Justiça brasileira preserva o princípio acusatório, ou seja, um órgão apresenta o pedido de investigação e eventualmente uma denúncia, frequentemente o Ministério Público, e outro julga.

O governo argumenta que a norma abre brecha para o acúmulo de funções nas mãos dos ministros. “Ao inserir o Ministro designado em uma posição de juiz apurador, supervisor e curador das funções ministeriais, o artigo 43 do RISTF cria, em contraste ao juiz de garantias, a anômala figura do ‘juiz à margem das garantias’”, diz um trecho da ação.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

VÍDEO: Vereador de João Pessoa nega não ter se vacinado por questões ideológicas

Foto: Reprodução Instagram

O vereador de João Pessoa, Tarcísio Jardim (Patriota), negou que não tomou nenhuma dose da vacina contra a Covid-19 por questões ideológicas.

De acordo com o parlamentar, o único empecilho é que não está conseguindo realizar o agendamento no site.

Tarcísio Jardim é o único vereador da Câmara Municipal de João Pessoa que ainda não tomou a vacina. Ele tem 38 anos e já estando dentro do público alvo da campanha de imunização.

Em um vídeo divulgado em sua conta pessoal do Instagram, o parlamentar disse que na semana da vacinação, ele precisou se ausentar de João Pessoa devido a uma viagem institucional da CMJP.

Veja o vídeo:

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

CPI quebra sigilo de Barros, influenciadores bolsonaristas e advogado do presidente

Foto: Reprodução

A CPI da Covid aprovou a quebra de sigilo fiscal de Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, e também do advogado Frederick Wassef, que atua para o presidente Jair Bolsonaro e para um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

Os requerimentos preveem que a Receita Federal repasse as movimentações de Barros e Wassef referentes aos últimos cinco anos.

O argumento usado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), é que eles foram citados em depoimentos colhidos e em documentos. Os dados ajudariam a esclarecer as informações já levantadas.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Câmara dos deputados aprova punição mais severa para quem matar policiais; Projeto vai ao Senado

Foto: PRISA

A Câmara dos Deputados aprovou nessa quinta-feira (19), por 314 votos a favor e 96 contrários, um projeto de lei que prevê punição mais severa e regime disciplinar diferenciado para quem matar policiais e militares no exercício da função ou em decorrência dela.

A proposta determina que seja dada preferência a presídios federais no cumprimento da pena.

A regra se aplica tanto para presos condenados como para provisórios, ou seja, que tenham sido presos em flagrante e ainda não passaram por julgamento. A pena para esse tipo de crime é de reclusão de 12 a 30 anos.

A texto aprovado é um substitutivo do deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) e vale também para os crimes praticados ou tentados, inclusive contra cônjuge ou parente consanguíneo até o terceiro grau e em razão dessa condição.

A autoria do projeto é dos deputados bolsonaristas Carlos Jordy (PSL-RJ), Capitão Augusto (PL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ), todos pertencentes à Frente Parlamentar da Segurança, popularmente conhecida como bancada da bala.

Antes de virar lei, o projeto ainda depende de aprovação do Senado e da sanção presidencial.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

PSOL negocia aliança inédita com PT para apoiar Lula em 2022

Foto: Divulgação

O PSOL discute uma aliança inédita com o PT nas eleições presidenciais de 2022. Se for concretizada, será a primeira vez que a legenda não terá um candidato próprio e apoiará o PT logo no primeiro turno. A estratégia é patrocinada pela cúpula do PSOL devido à “gravidade do momento político do Brasil”, mas enfrenta resistências internas, conforme o Estadão/Broadcast apurou.

A legenda foi criada em 2004 após uma dissidência interna do PT no primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva. Agora, a cúpula do partido negocia um apoio à candidatura de Lula no próximo ano na tentativa de derrotar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Guilherme Boulos, candidato da legenda ao Planalto em 2018, deve concorrer ao governo de São Paulo.

A tática eleitoral do PSOL será discutida no congresso da legenda, marcado para 25 e 26 de setembro. O atual presidente do partido, Juliano Medeiros, é um dos apoiadores da aliança com o PT e tentará um novo mandato na sigla.

O presidente do PSOL admitiu, em entrevista ao Broadcast Político, a negociação com o PT para apoio no primeiro turno. “É uma possibilidade considerando a gravidade do momento do Brasil e vai levar em conta aspectos programáticos, arco de aliança e possíveis acordos eleitorais nos estados que sejam de interesse do PSOL”, disse Juliano Medeiros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.