Política

É BIG, É FESTA – Petistas preparam festança para a filiação de Ricardo Coutinho

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O martelo foi batido. A filiação do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) ao Partido dos Trabalhadores ocorre agora na segunda quinzena de setembro. A data exata ainda não foi fechada, mas a expectativa da direção nacional é que ela seja marcada por um grande ato de filiação. Junto com Coutinho estarão os deputados estaduais Jeová Campos, Estela Bezerra e Cida Ramos, além da ex-prefeita do Conde, Márcia Lucena. A filiação dos deputados, no entanto, será simbólica por enquanto. Eles ainda vão ter que esperar a janela partidária, no ano que vem.

O movimento de aproximação de Coutinho com o PT ocorre no pior momento da carreira política do socialista, que deixou o PT paraibano para se filiar ao PSB há quase 20 anos. A chegada dele divide o partido, com várias lideranças importantes da sigla brigando para levar a sigla para a base de apoio à reeleição do governador João Azevêdo (Cidadania). Coutinho volta por meio de uma articulação abençoada pelo presidente estadual da agremiação, Jackson Macedo, e com a anuência da presidente nacional, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR).

A vinda de Coutinho coincide com o esforço de rejuvenescimento do partido. Um trabalho de base vem sendo feito também para fortalecer a juventude da sigla. Ocorre também depois da degradação da relação com a direção nacional do PSB e dos prejuízos políticos surgidos em decorrência da operação Calvário, do Ministério Público da Paraíba, e que tem o ex-governador como um dos principais alvos das investigações. A expectativa da direção petista é que estes problemas sejam superados.

Ricardo Coutinho foi um dos principais apoiadores da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no momento mais duro da vida política dela, durante o processo de impeachment. A chegada dele é referendada, por isso, pelo ex-presidente Lula. Ele conseguiu o apoio do petista e se prepara para disputar as eleições, mesmo que a preço de hoje precise de um efeito suspensivo para superar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível no ano passado. A data da filiação deve ser divulgada nos próximos dias.

Blog do Suetoni

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Política

POLÊMICA – Deputado paraibano sugere que Bolsonaro deve renunciar

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O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) disse que o recuo de Bolsonaro, não deve ser passaporte para que as instituições deixem de abrir processos contra os atos antidemocráticos e criminosos cometidos pelo Presidente da República, no dia 7 de setembro.

“Bolsonaro além de cometer crimes saiu derrotado, humilhado, ficou encurralado e desmoralizado perante o país e seus próprios seguidores. Há três saídas para ele: renunciar, sofrer um impeachment, ou esperar para ser derrotado fragorosamente nas eleições de 2022. O governo Bolsonaro acabou. É um projeto de poder falido”, afirmou o deputado.

Passou dos limites

Frei Anastácio disse que Bolsonaro já tinha crimes suficientes para ser responsabilizado, e com esses atos do dia 7 de setembro passou dos limites. “Ele fez mobilização durante três meses, em várias cidades, gastando dinheiro público como convocação para aquele ato criminoso. Precisa ser punido”, disse o deputado.

Frei Anastácio relatou que essa é a prática de Bolsonaro desde que assumiu o governo. “Ele vem fazendo testes com investidas contra a democracia e já fez isso outras vezes. E só recuou agora, porque esperava dois milhões de pessoas na Avenida Paulista. Como o golpe fracassou, e as instituições democráticas do país inteiro repudiaram as bravatas, Bolsonaro se sentiu encurralado, derrotado e fez esse recuo. Essa é uma das características dos fascistas: diz uma coisa e depois recua, ou muda de tom para confundir”, disse Frei Anastácio.

O parlamentar também criticou as incitações de Bolsonaro, para que os caminhoneiros ligados ao agro fizessem bloqueio de estradas. “Bolsonaro insuflou um movimento contra o próprio governo. É o governo federal que autoriza aumentos nos combustíveis. Mas, de forma descarada, os caminhoneiros diziam que estavam bloqueando estradas, contra o STF. O que o STF tem a ver com combustível. É um governo perdido, sem projeto para o país, que se afogou na ilusão das fake news”, indagou.

PB Agora

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Política

NÃO DESISTE – Horas depois de atos pró-impeachment, PT convoca para manifestação em 2 de outubro

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O PT está convocando a população para um ato em 2 de outubro pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O vice-presidente nacional do partido e deputado federal José Guimarães (CE) publicou um vídeo em seu perfil no Twitter com um chamado para o protesto poucas horas depois da realização de manifestações em ao menos 15 capitais brasileiras com o mesmo lema, que acabaram caracterizadas como atos da chamada 3ª via da eleição presidencial de 2022.

Os eventos deste domingo tiveram baixa adesão, atraindo público muito menor que o de apoiadores de Bolsonaro no feriado de 7 de Setembro. Por trás do comparecimento modesto, está um racha entre os opositores de Bolsonaro. Da mesma forma que grupos de direita não aderiram aos atos contra o presidente no 7 de Setembro, partidos de esquerda boicotaram os convocados por MBL (Movimento Brasil Livre) e Vem Pra Rua neste domingo.

Na tentativa de atrair os petistas, o MBL aboliu o lema “Nem Lula nem Bolsonaro”, considerado inaceitável por petistas e psolistas.

Poder 360

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Política

Barroso planeja abrir códigos-fontes das urnas eletrônicas aos partidos políticos em evento no dia 4 de outubro

Foto: Reprodução/Globo News 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, anunciou neste domingo (12) que a Corte vai promover evento em 4 de outubro para abrir aos partidos políticos o código-fonte das urnas que será utilizado nas eleições do ano que vem.

O movimento do ministro tem o objetivo de dar maior transparência ao processo eleitoral e evitar a narrativa de que há fraudes nas urnas –posição defendida pelo presidente Jair Bolsonaro.

Segundo Barroso, todas as siglas com representação no Congresso serão convidadas. Os participantes vão assistir uma apresentação detalhada do sistema de apuração. Ele afirmou ainda que os partidos poderão indicar técnicos para analisar o processo eleitoral.

Barroso falou que tudo será transmitido nas redes sociais do TSE. “Não temos nada a esconder. Queremos mostrar para a sociedade a segurança e transparência, mundialmente reconhecida, das eleições brasileiras”.

Para ele, dizer que a urna é a mesma de 1996 é um “completo desconhecimento” do processo.

Indagado sobre o que achou da carta de recuo publicada por Bolsonaro com a ajuda de Michel Temer, Barroso evitou comentar assunto. Respondeu: “Essa é uma avaliação para os comentaristas políticos. Não me cabe avaliar isso”.

As declarações de Barroso foram no Rio de Janeiro. Ele passou o dia no Estado para acompanhar o teste de integridade das urnas eletrônicas durante as eleições suplementares de duas cidades cariocas (Silva Jardim e Santa Maria Madalena). Eleitores dos municípios elegeram novos prefeitos e vice-prefeitos que concorreram sob judice nas eleições municipais de 2020.

Segundo Barroso, o sistema do TSE é atualizado a cada ano para dar maior segurança às eleições. O teste de integridade funciona como uma votação simulada que serve para comprovar que o voto digitado é exatamente o recebido e contabilizado.

Poder 360

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Política

FOTOS: Veja comparação dos atos do 7 de Setembro e do MBL em Brasília e São Paulo

Fotos: Sérgio Lima/Poder 360

Atos contra o presidente Jair Bolsonaro estão sendo realizados em pelo menos 17 capitais neste domingo, 12. As manifestações foram organizadas pelo MBL (Movimento Brasil Livre) e provocaram um racha em partidos de esquerda.

Na terça-feira (7), manifestantes foram às ruas em apoio ao governo. Bolsonaro discursou em Brasília e em São Paulo.

Compare as duas manifestações em Brasília e em São Paulo:

Manifestantes na Esplanada dos Ministérios em ato organizado pelo MBL -Foto: Sérgio Lima/Poder 360

Avenida Paulista 7 Setembro – Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Brasília 7 Setembro- Foto: Sérgio Lima/Poder 360
Brasília-12-setembro-ato-MBL – Foto: Nicholas Shores/ Poder 360

Poder 360

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Política

ELEIÇÃO SUPLEMENTAR: Presidente da Câmara é eleito prefeito de Gado Bravo, com 62,58% dos votos

O atual presidente da Câmara de Vereadores e prefeito interino, Marcelo Paulino (PL), foi eleito neste domingo, 12, prefeito da cidade de Gado Bravo, no Agreste do Estado.

O pleito suplementar foi determinado pela Justiça Eleitoral, após o candidato vencedor nas eleições de 2020, Evandro Araújo (Cidadania), ter sido enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Paulino teve como candidato a vice Edmark Araújo. Os dois tiveram 62,58% dos votos (3.613).

Em segundo colocado ficou o ex-prefeito do município Fernando Morais, com 37,42% dos votos (2.160).

Apesar do clima ‘quente’ da eleição, nas últimas semanas, a votação foi tranquila – sem grandes incidentes.

Com informações Jornal da Paraíba

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Política

“Manifestação” deste domingo vira malhação

O fracasso das manifestações organizadas pelo MBL, Vem Pra Rua, PCO e entidades sindicais neste domingo (12) viru uma verdadeira malhação.

A hashtag #DerreteMBL é uma dos assuntos mais comentados no Twitter.

Políticos e personalidades, entre eles o ex-presidente e agora senador Fernando Collor e Felipe Neto, postaram comentários debochando do fiasco em se transformaram os protestos.

Outras publicações compartilhadas relembram as convocações e expectativas de João Amoêdo e da deputada federal Tabata Amaral em relação aos atos.

Veja abaixo:

 

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Política

Bolsonaro critica publicação do Estadão que ‘inventou’ manifestação com baixa adesão a favor do presidente neste domingo: “Alguém sabia desse ‘ato’?”, “imprensa de m…”

O presidente Jair Bolsonaro reproduziu em suas redes sociais uma postagem do Estadão que citava uma suposta manifestação a favor do dele, na manhã deste domingo (12) em Brasília, mas que na verdade não foi programada e por isso sequer existiu.

“Alguém sabia desse ‘ato’?”, questionou Bolsonaro, citando a data de hoje, que em seguida escreveu “Imprensa de m…..”, para criticar a publicação feita pelo veículo de imprensa.

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Política

Pacheco pede que carta de Bolsonaro se perpetue e fala em “sinalização positiva”

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou neste domingo, 12, que a carta de recuo divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro na última quinta-feira, 9, é uma “sinalização muito positiva”. Ele pede que a pacificação proposta no texto “perpetue como uma tônica entre as relações dos Poderes”.

Pacheco falou em evento de comemoração aos 40 anos do Memorial JK (Juscelino Kubitschek), em Brasília.

“Nós precisamos de união e pacificação no Brasil e a carta à nação do presidente da República é uma sinalização muito positiva. Portanto, eu guardo muita expectativa e confiança de que ela se perpetue como uma tônica entre as relações dos Poderes a partir de agora, porque isso é fundamental”, disse.

Na “declaração à nação” divulgada por Bolsonaro, o presidente diz que nunca teve “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes” e afirma que os ataques proferidos ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes “decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum”. Leia a íntegra nesta reportagem.

O presidente do Senado também elogiou as manifestações a favor e contra o governo realizadas neste domingo,12, e no feriado de 7 de Setembro. “Democrata que sou, republicano que sou, considero que manifestações fazem parte de uma democracia viva”.

Na terça- feira, 07, Bolsonaro chamou Moraes de “canalha” e disse que não iria mais respeitar suas decisões.

MP DO MARCO CIVIL DA INTERNET

Pacheco afirmou que a medida provisória enviada por Bolsonaro que dificulta a remoção de conteúdos e perfis de usuários nas redes sociais terá uma “avaliação técnica e criteriosa”.

O texto exige “justa causa e motivação” para a exclusão de conteúdos e cancelamento ou suspensão de contas ou perfis. Com as novas regras, as empresas só poderão retirar conteúdo em situações específicas listadas na MP, como inadimplência, contas falsas ou automatizadas, contas que ofereçam produtos falsificados ou por determinação judicial.

Defendidas pelo governo como urgentes e relevantes para a defesa da “liberdade de expressão”, as novas regras incomodaram as redes sociais. Facebook, Twitter, Google e YouTube criticaram a medida….

“Vai ser uma avaliação técnica e criteriosa, alguns apontamentos relativamente a ela sobre eventuais inconstitucionalidades. Como se trata de algo muito sério, é preciso ter um aprofundamento técnico com embasamento jurídico para uma decisão correta da Presidência do Congresso”, disse Pacheco.

Poder 360

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Política

FOTOS: Com baixa adesão, manifestantes pedem impeachment de Bolsonaro no DF

Foto: Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Fotos: Reprodução/Poder 360

Manifestantes contrários ao governo federal se reúnem neste domingo, 12, na Esplanada dos Ministérios e cobram o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Até às 14h45, o movimento ainda tinha baixa adesão de participantes.

O ato é iniciativa do Movimento Brasil Livre (MBL), mas também une partidos de esquerda. “Nem Bolsonaro, Nem Lula”, que seria o mote inicial, foi substituído por “Fora Bolsonaro” na tentativa de ampliar o público da manifestação.

Os participantes vieram vestidos de branco, trazendo cartazes com dizeres contra o atual presidente da República. Um carro de som também compôs o movimento, tocando Jingles de oposição a Bolsonaro.

Metrópoles 

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