O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não vê problema numa possível formação de chapa com o ex-presidente Lula (PT) nas eleições de 2022.
Alckmin ressaltou que ainda não definiu qual será o seu destino (ele está de saída do atual partido) , mas que ficou “honrado” com a lembrança.
“Já disseram que vou ser candidato ao Senado, a governador, a vice-presidente. Vamos ouvir. Fico muito honrado da lembrança do meu nome” disse o ex-governador de São Paulo, em entrevista ao jornal O Globo.
Alckmin esteve nesta sexta-feira (12) em uma gravação de um reality show sobre política promovido pelo ex-governador de São Paulo e seu ex-vice Márcio França (PSB). Ciro Gomes (PT) também participou.
Solto no início da semana após decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (12) que o presidente Jair Bolsonaro fez tudo o que pôde para evitar a sua prisão.
“Eu queria até esclarecer: muitas pessoas disseram ‘ah, o presidente abandonou o Daniel’. Não, o presidente não me abandonou hora alguma. Sempre é muito solícito a minha equipe. Mantenho contato; ele sempre manteve contato. Evidentemente, uma vez que eu fui encarcerado, eu não pude ter mais contato. Mas o presidente sempre fez tudo o que estava ao alcance dele. E faria mais, se mais coisas tivessem que ser feitas”, disse Daniel Silveira durante entrevista à TV Jovem Pan News.
“Ele [Bolsonaro] revogou a própria LSN [Lei de Segurança Nacional], mais com base nessas prisões ‘ilegais’, porque ele é militar e não revogaria… Aquela lei não era para ser para perseguições políticas. Ela começou a ser aplicada. O presidente é um excelente amigo e tem feito muito”, acrescentou, pedindo votos para Bolsonaro nas eleições do ano que vem.
A ex-secretária de Saúde de Campina Grande, Luzia Pinto, vai integrar a equipe da nova secretária-executiva de Articulação Política do Estado, Eva Gouveia.
Luzia, que é servidora efetiva do Estado, foi auxiliar do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) até 2019 e vai assessorar Eva.
Até agora, ela estava à disposição da Prefeitura de Campina Grande, mas já se despediu das atividades na gestão municipal.
O presidente da Câmara de Sapé acatou a denúncia e determinou a criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o prefeito Sidney Paiva. Na sessão desta quinta-feira (11), o presidente Abraão Júnior leu o requerimento apresentado por Teresa Carneiro, identificada na internet como irmã de um ex-secretário da Prefeitura de Sapé.
Na denúncia, o prefeito é acusado das práticas de ‘rachadinha’, de distribuição de gratificações e de cargos públicos, de contratação de ‘funcionários fantasmas’, de fraudes em licitação com superfaturamento e de contratação de ‘serviços fantasmas’.
O presidente da Câmara, Abraão Júnior, disse que aceitou a denúncia por considerar os fortes indícios para as acusações. Ele deu prazo de cinco dias para que os citados possam apresentar defesa.
O dirigente da Câmara informou que a Comissão Parlamentar de Inquérito será formada por seis vereadores, tendo presidente, relator e membros, e terá 90 dias de prazo para os trabalhos de investigação e apuração dos fatos. O prazo pode ser prorrogado por mais 90 dias.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu nesta quinta-feira (11) que a Casa proponha um projeto de lei para tornar mais transparentes as emendas do chamado “orçamento secreto”. A declaração veio depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, por 8 votos a 2, a suspensão do pagamento desses valores aos parlamentares. Para Lira, a decisão da Corte deve ser cumprida, mas pode ser contestada. O deputado afirmou ainda que deixar o comando das emendas somente com o Executivo reduziria ainda mais a “discricionariedade”.
Segundo o presidente da Câmara, cabe aos deputados esclarecer mais ainda como são utilizadas as emendas após a decisão do STF, que ele classificou como uma “narrativa”.
“Decisão não se comenta, decisão se cumpre e se contesta. Há uma discussão e ela é transversal a respeito desse assunto. Ela tem uma narrativa, e a nós só vai caber esclarecer mais ainda, com mais transparência, propondo o que pode ser possível com um projeto de lei que altera a resolução zero um para ficar mais transparente” disse Lira ao jornal “Folha de S. Paulo”, em Lisboa onde participou de um evento de comemoração dos 25 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
O parlamentar também destacou a importância das emendas para a “vida das pessoas” e pediu uma chance para “deixar o debate mais claro”.
“Neste momento, em vez de se criticar o que tecnicamente não se conhece, é importante que se dê oportunidade ao Parlamento, que sempre foi aberto, que modifica a vida das pessoas com essas emendas, a chance de explicar e de deixar este debate mais claro, sem politizá-lo como tudo que vem acontecendo no Brasil”, afirmou Lira.
Apesar de seu posicionamento alinhado ao governo Bolsonaro, no entanto, o presidente da Câmara se mostrou contrário à administração das emendas somente pelo Executivo. Para ele, isso só tornaria o processo ainda menos transparente.
“Aí sim que nem a imprensa, nem os deputados, nem a população saberão da discricionariedade” completou.
O discurso de Lira converge com o posicionamento dos parlamentares, que avaliam recorrer ao STF para reverter, em parte, a posição da Corte. A ideia é apresentar um pedido de reconsideração em conjunto com a aprovação de um novo regramento para a execução desses recursos, bloqueados pela decisão.
O vice-prefeito Leo Bezerra (Cidadania) vai tomar posse nesta sexta-feira (12) como prefeito interino de João Pessoa. Ele substitui Cícero Lucena (PP), que está cumprindo agenda até o próximo dia 20 na Europa, e elencou quais as prioridades para esta semana.
“Amanhã mesmo já estou dando a ordem de serviço em mais uma escola aqui no nosso município. Vamos conversar numa reunião com o nosso secretário de saúde, Fábio Rocha, e nossa secretária adjunta, Rossana Sá. Vamos debater e discutir os pacotes e melhorias dos PSF’s”, adiantou Bezerra em entrevista ao programa Hora H, da Rede Mais Rádio.
Essa será a segunda vez que Léo Bezerra assumirá formalmente o comando interino de João Pessoa. A primeira foi em abril. Na ocasião, Cícero precisou viajar a outros estados.
“Não poderia deixar de agradecer a confiança do prefeito Cícero Lucena. Graças a Deus eu tenho andado muito com ele, tenho tido sua confiança. Todas as vezes que ele viaja, passa o comando da cidade. Nós podemos sim fazer gestão. E é isso que eu vou fazer nessa semana à frente da prefeitura municipal de João Pessoa”, completou Léo Bezerra.
O vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro (PP), vai assumir interinamente o comando da Prefeitura a partir desta sexta-feira (12). Ele vai ocupar a função de chefe do executivo nos próximos 12 dias devido à ausência do titular, Bruno Cunha Lima (PSD), que cumprirá agenda na Europa.
A solenidade de transmissão do cargo está prevista para às 11h desta sexta-feira, no auditório do Garden Hotel, em Campina Grande.
É a primeira vez desde o início da gestão de Bruno que Campina Grande fica sem seu chefe titular do executivo. Nas outras ocasiões de ausência do prefeito na cidade, não houve transmissão do cargo.
A vereadora Cris Monteiro (Novo) registrou na manhã desta quinta (11) um Boletim de Ocorrência contra a colega de partido Janaína Lima após uma briga no banheiro da Câmara de São Paulo durante a votação da reforma da previdência.
O motivo da briga foi por um desentendimento pelo tempo de fala que cada uma teria.
Vídeos mostram que as duas começaram a discutir ainda no plenário da Câmara na noite da quarta (10) e seguiram para o banheiro onde JanaÍna teria tentado enforcar Cris Monteiro, segundo o relato levado para a polícia.
Nesta quinta-feira (11), Cris Monteiro foi até a delegacia e realizou o exame de corpo de delito. No Twitter, ela disse que foi jogada no chão no banheiro da Câmara.
Ontem, fui agredida por minha colega de bancada durante a votação da reforma da previdência.
Fui agarrada, jogada no chão e segurada pelo pescoço. Tive minha peruca arrancada e pisoteada.
Já Janaína Lima disse que foi “coagida” e que agiu em “legítima defesa”. A vereadora disse que são falsas as acusações de enforcamento. Ela também registrou um boletim de ocorrência.
O ministro do Trabalho e Previdência Social, Onyx Lorenzoni, pediu exoneração temporária nesta quinta-feira (11). A saída foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
A assessoria de Onyx informou que “o ministro se licenciou temporariamente para cuidar das emendas de deputado federal em breve retornará ao cargo de ministro”.
Onyx está a frente do Ministério do Emprego e da Previdência Social desde a reforma ministerial do governo do presidente Jair Bolsonaro, em julho. A área foi desmembrada da Economia com o objetivo de criar vagas de trabalho.
O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quinta-feira (11) o discurso do seu ex-ministro Sergio Moro durante a cerimônia que marcou sua filiação ao Podemos. Para Bolsonaro, Moro “não aprendeu nada” no período que ficou no governo e “não sabe o que é ser presidente”.
“Vocês gostaram do discurso lido pelo cara ontem? O cara leu. Eu assisti porque foi meu ministro. Não aprendeu nada. Um ano e quatro meses ali e não sabe o que é ser presidente, nem ser ministro”, disse Bolsonaro, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada.
Em discurso, Moro admitiu que pode vir a disputar a Presidência da República e fez críticas tanto à gestão petista no governo federal como à de Bolsonaro.
Ministro da Justiça de Bolsonaro durante 1 ano e quatro meses, Moro pediu demissão em abril do ano passado acusando o presidente de tentar interferir na Polícia Federal (PF).
Comente aqui